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EzequiasEstudo Perspicaz das Escrituras, Volume 1
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Em face do iminente ataque do cobiçoso Senaqueribe, Ezequias demonstrou sabedoria e estratégia militar. Tapou todas as fontes e mananciais de água fora da cidade de Jerusalém, a fim de que, no caso dum sítio, os assírios sofressem de escassez de água. Reforçou as fortificações da cidade e “fez armas de arremesso em abundância, bem como escudos”. Mas, não depositava confiança neste equipamento militar, porque, ao reunir os chefes militares e o povo, incentivou-os, dizendo: “Sede corajosos e fortes. Não tenhais medo nem fiqueis aterrorizados por causa do rei da Assíria e por causa de toda a massa de gente com ele; pois conosco há mais do que os que estão com ele. Com ele há um braço de carne, mas conosco está Jeová, nosso Deus, para nos ajudar e para travar as nossas batalhas.” — 2Cr 32:1-8.
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EzequiasEstudo Perspicaz das Escrituras, Volume 1
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Ezequias ficou muito aflito, mas continuou a confiar em Jeová e a apelar para Ele no templo, enviando também alguns dos cabeças do povo ao profeta Isaías. A resposta de Isaías, da parte de Jeová, foi que Senaqueribe ouviria uma notícia e voltaria à sua própria terra, onde por fim seria morto. (2Rs 19:1-7; Is 37:1-7) No ínterim, Senaqueribe havia partido de Laquis para Libna, onde soube que Tiraca, rei da Etiópia, saíra para lutar contra ele. Não obstante, Senaqueribe enviou por mensageiros cartas a Ezequias, continuando com suas ameaças e escarnecendo de Jeová, o Deus de Israel. Ao receber as cartas muito vituperadoras, Ezequias as estendeu perante Jeová, o qual novamente lhe respondeu por meio de Isaías, escarnecendo por sua vez de Senaqueribe e assegurando que os assírios não entrariam em Jerusalém. Jeová disse: “Eu certamente defenderei esta cidade para a salvar por minha própria causa e por causa de Davi, meu servo.” — 2Rs 19:8-34; Is 37:8-35.
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