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  • Em Betânia, na casa de Simão
    O Maior Homem Que Já Viveu
    • Muitos já estão em Jerusalém para a Páscoa. Chegaram mais cedo para se purificarem cerimonialmente. Talvez tenham tocado num cadáver ou feito outra coisa que os torna impuros. Assim, eles seguem o procedimento prescrito de purificação a fim de celebrarem aceitavelmente a Páscoa. À medida que esses primeiros a chegar se reúnem junto ao templo, muitos especulam se Jesus virá para a Páscoa.

      Jerusalém é um foco de controvérsias a respeito de Jesus. É de conhecimento geral que os líderes religiosos querem apanhá-lo a fim de o matarem. De fato, ordenaram que se alguém souber o paradeiro dele, deve avisá-los. Três vezes em meses recentes — na Festividade das Tendas (Barracas), na Festividade da Dedicação e após a ressurreição de Lázaro — esses líderes tentaram matá-lo. Assim, as pessoas se perguntam se Jesus se exporá publicamente mais uma vez. “Qual é a vossa opinião?”, perguntam uns aos outros.

  • A entrada triunfal de Cristo em Jerusalém
    O Maior Homem Que Já Viveu
    • A entrada triunfal de Cristo em Jerusalém

      NA MANHÃ seguinte, domingo, 9 de nisã, Jesus parte de Betânia com seus discípulos e dirige-se ao monte das Oliveiras, rumo a Jerusalém. Em pouco tempo, chegam perto de Betfagé, localizada no monte das Oliveiras. Jesus instrui a dois de seus discípulos:

      “Ide à aldeia que está ao alcance de vossa vista, e logo achareis atada uma jumenta, e um jumentinho com ela; desatai-os e trazei-mos. E, se alguém vos disser alguma coisa, tendes de dizer: ‘O Senhor precisa deles.’ Com isso, ele os enviará imediatamente.”

      Embora a princípio os discípulos não discirnam que essas instruções têm algo a ver com o cumprimento de profecia bíblica, eles entendem isso mais tarde. O profeta Zacarias predisse que o prometido Rei de Deus entraria em Jerusalém montado num jumento, sim, “num animal plenamente desenvolvido, filho de jumenta”. O Rei Salomão, de modo similar, foi receber sua unção montado na cria dum jumento.

      Quando os discípulos entram em Betfagé e tomam o jumentinho e sua mãe, alguns dos parados ali perguntam: “Que estais fazendo?” Mas, ao se lhes informar que os animais são para o Senhor, os homens deixam os discípulos levá-los para Jesus. Os discípulos põem suas roupas exteriores na jumenta e na cria, mas Jesus monta o jumentinho.

      À medida que Jesus se dirige a Jerusalém, a multidão aumenta. A maioria das pessoas estende suas roupas exteriores na estrada, enquanto outras cortam ramos das árvores e os espalham. “Bendito Aquele que vem como Rei em nome de Jeová!”, clamam elas. “Paz no céu e glória nos lugares mais altos!”

      Alguns fariseus dentre a multidão ficam aborrecidos com essas proclamações e reclamam a Jesus: “Instrutor, censura os teus discípulos.” Mas Jesus replica: “Eu vos digo: Se estes permanecessem calados, as pedras clamariam.”

      Ao se aproximar de Jerusalém, Jesus contempla a cidade e começa a chorar sobre ela, dizendo: “Se tu, sim tu, tivesses discernido neste dia as coisas que têm que ver com a paz — mas agora foram escondidas de teus olhos.” Por causa de sua desobediência deliberada, Jerusalém tem de sofrer as consequências, como prediz Jesus:

      “Teus inimigos [os romanos, sob o general Tito,] construirão em volta de ti uma fortificação de estacas pontiagudas e te cercarão, e te afligirão de todos os lados, e despedaçarão contra o chão a ti e a teus filhos dentro de ti, e não deixarão em ti pedra sobre pedra.” A destruição de Jerusalém, predita por Jesus, ocorre de fato, 37 anos mais tarde, em 70 EC.

      Apenas algumas semanas antes, muitos da multidão viram Jesus ressuscitar Lázaro. Eles agora estão falando a outros sobre o milagre. Portanto, quando Jesus entra em Jerusalém, a cidade inteira está em comoção. “Quem é este?”, indagam as pessoas. E as multidões dizem, sem cessar: “Este é o profeta Jesus, de Nazaré da Galileia!” Vendo o que está acontecendo, os fariseus lamentam não estar conseguindo absolutamente nada, pois, como dizem: “O mundo foi atrás dele.”

      Como é seu costume ao visitar Jerusalém, Jesus vai ao templo para ensinar. Ali, os cegos e os coxos aproximam-se dele, e ele os cura! Vendo as coisas maravilhosas que Jesus está fazendo e ouvindo os meninos que clamam no templo: “Salva, rogamos, o Filho de Davi!”, os principais sacerdotes e os escribas ficam furiosos. “Ouves o que estes estão dizendo?”, protestam.

      “Sim”, replica Jesus. “Nunca lestes o seguinte: ‘Da boca de pequeninos e de crianças de peito forneceste louvor’?”

      Jesus continua a ensinar e olha em volta para todas as coisas no templo. Logo escurece. Ele parte, então, junto com os 12, e viaja cerca de três quilômetros para voltar a Betânia. Passa ali a noite de domingo, provavelmente na casa de seu amigo, Lázaro. Mateus 21:1-11, 14-17; Marcos 11:1-11; Lucas 19:29-44; João 12:12-19; Zacarias 9:9.

  • Mais uma visita ao templo
    O Maior Homem Que Já Viveu
    • Prosseguindo, Jesus e seus discípulos logo chegam a Jerusalém. Ele vai ao templo, que já inspecionou na tarde anterior. Dessa vez, porém, ele age, exatamente como fez três anos antes, quando veio para a Páscoa, em 30 EC. Jesus lança fora os que vendem e compram no templo e derruba as mesas dos cambistas e as bancas dos que vendem pombas. Nem mesmo permite que alguém carregue algum utensílio através do templo.

      Condenando os cambistas e os que vendem animais no templo, ele diz: “Não está escrito: ‘Minha casa será chamada casa de oração para todas as nações’? Mas vós fizestes dela um covil de salteadores.” Eles são salteadores porque cobram preços exorbitantes dos que têm poucas opções senão comprar deles os animais necessários para os sacrifícios. Portanto, Jesus encara essas transações comerciais como uma forma de extorsão ou roubo.

      Quando os principais sacerdotes, os escribas e os principais do povo ficam sabendo o que Jesus fez, novamente procuram achar um jeito de matá-lo. Provam assim que são incorrigíveis. Todavia, não sabem como destruir Jesus, pois o povo todo não o larga, querendo ouvi-lo.

      Além dos judeus naturais, gentios também vão para a Páscoa. São prosélitos, o que significa que se converteram para a religião dos judeus. Certos gregos, evidentemente prosélitos, aproximam-se de Filipe e pedem para ver Jesus. Filipe recorre a André, talvez para perguntar se seria apropriado tal encontro. Pelo que parece, Jesus ainda está no templo, onde os gregos podem vê-lo.

      Jesus sabe que lhe restam poucos dias de vida, por isso ilustra belamente sua situação: “Chegou a hora para o Filho do homem ser glorificado. Eu vos digo em toda a verdade: A menos que o grão de trigo caia ao solo e morra, permanece apenas um só grão; mas, se morre, então dá muito fruto.”

      Um único grão de trigo tem pouco valor. Contudo, que acontece se ele é colocado no solo e “morre”, terminando sua vida qual semente? Ele então germina e, no devido tempo, cresce como talo e produz muitos, muitos grãos de trigo. De maneira similar, Jesus é apenas um homem perfeito. Mas, se ele morrer em fidelidade a Deus, tornar-se-á o meio pelo qual se concederá vida eterna aos fiéis que tiverem o mesmo espírito de abnegação que ele tem. Assim, Jesus diz: “Quem estiver afeiçoado à sua alma, destruí-la-á, mas quem odiar a sua alma neste mundo, protegê-la-á para a vida eterna.”

      Obviamente Jesus não pensa só em si mesmo, pois a seguir explica: “Se alguém quiser ministrar-me, siga-me, e onde eu estiver, estará também o meu ministro. Quem quiser ministrar-me, a este o Pai honrará.” Que maravilhosa recompensa por se seguir a Jesus e ministrar-lhe! É a recompensa de ser honrado pelo Pai para associar-se com Cristo no Reino.

      Pensando no grande sofrimento e morte agonizante que o aguardam, Jesus continua: “Minha alma está aflita agora, e que hei de dizer? Pai, salva-me desta hora.” Quem dera que o que o aguarda pudesse ser evitado! Mas não, como ele diz: “Foi por isso que vim a esta hora.” Jesus está de acordo com o inteiro arranjo de Deus, até mesmo com sua própria morte sacrificial.

  • Ouve-se a voz de Deus uma terceira vez
    O Maior Homem Que Já Viveu
    • Ouve-se a voz de Deus uma terceira vez

      ENQUANTO ainda no templo, Jesus se sente angustiado por causa do tipo de morte que logo terá de enfrentar. Sua principal preocupação é como isso afetará a reputação do seu Pai; por isso, ele ora: “Pai, glorifica o teu nome.”

      Com isso, sai uma voz poderosa do céu, dizendo: “Eu tanto o glorifiquei como o glorificarei de novo.”

      A multidão por perto fica desnorteada. “Um anjo lhe falou”, alguns começam a dizer. Outros afirmam que trovejou. Mas, de fato, foi Jeová quem falou! Contudo, essa não é a primeira vez que se ouve a voz de Deus em conexão com Jesus.

      No batismo de Jesus, três anos e meio antes, João, o Batizador, ouviu Deus dizer sobre Jesus: “Este é meu Filho, o amado, a quem tenho aprovado.” Depois, algum tempo após a última Páscoa, quando Jesus foi transfigurado perante Tiago, João e Pedro, eles ouviram Deus declarar: “Este é meu Filho, o amado, a quem tenho aprovado; escutai-o.” E agora, pela terceira vez, em 10 de nisã, quatro dias antes da morte de Jesus, a voz de Deus é novamente ouvida por homens. Mas, dessa vez, Jeová fala para que as multidões possam ouvir!

      Jesus explica: “Esta voz ocorreu, não por minha causa, mas por vossa causa.” Ela prova que Jesus é mesmo Filho de Deus, o prometido Messias. “Agora há um julgamento deste mundo”, continua Jesus, “agora será lançado fora o governante deste mundo”. A vida fiel de Jesus confirma realmente que Satanás, o Diabo, o governante deste mundo, merece ser “lançado fora”, executado.

      Indicando as consequências da sua morte iminente, Jesus diz: “Contudo, eu, quando for erguido da terra, atrairei a mim toda sorte de homens.” Sua morte de modo algum significa uma derrota, pois, por meio dela, ele atrairá pessoas a si para que elas possam ter a vida eterna.

      Mas a multidão objeta: “Ouvimos da Lei que o Cristo permanece para sempre; e como é que tu dizes que o Filho do homem tem de ser erguido? Quem é este Filho do homem?”

      Apesar de toda a evidência, incluindo ouvir a voz do próprio Deus, a maioria não acredita que Jesus seja o verdadeiro Filho do homem, o prometido Messias. Contudo, como fez seis meses antes na Festividade das Tendas (Barracas), Jesus refere-se novamente a si mesmo como “a luz” e incentiva seus ouvintes: “Enquanto tendes a luz, exercei fé na luz, a fim de que vos torneis filhos da luz.” Depois de dizer essas coisas, Jesus se retira e se esconde, evidentemente porque corre risco de vida.

      Não exercerem os judeus fé em Jesus cumpre as palavras de Isaías sobre ‘os olhos das pessoas serem cegados e seu coração ser endurecido de modo que não recuam a fim de serem curadas’. Isaías teve uma visão das cortes celestiais de Jeová, e também de Jesus na sua glória pré-humana com Jeová. Ainda assim, em cumprimento das palavras de Isaías, os judeus rejeitam obstinadamente a evidência de que Ele é o seu prometido Libertador.

      Por outro lado, muitos realmente depositam fé em Jesus, até mesmo alguns dos governantes (evidentemente membros da suprema corte judaica, o Sinédrio). Nicodemos e José de Arimateia são dois desses governantes. Mas os governantes, pelo menos até o momento, esquivam-se de declarar sua fé, temendo ser destituídos de sua posição na sinagoga. Quanto estão perdendo!

      Jesus prossegue, dizendo: “Quem depositar fé em mim, deposita fé, não somente em mim, mas também naquele que me enviou; e quem me observar, observa também aquele que me enviou. . . . Mas, se alguém ouvir as minhas declarações e não as guardar, eu não o julgo; pois não vim julgar o mundo, mas salvar o mundo. . . . A palavra que eu tenho falado é que o julgará no último dia.”

      O amor de Jeová pelo mundo da humanidade moveu-o a enviar Jesus para que os que depositassem fé nele fossem salvos. O que determinará se as pessoas obterão a salvação será a obediência às coisas que Deus instruiu Jesus a falar. O julgamento ocorrerá “no último dia”, durante o Reinado Milenar de Cristo.

      Jesus conclui, dizendo: “Não falei de meu próprio impulso, mas o próprio Pai que me enviou tem-me dado um mandamento quanto a que dizer e que falar. Sei também que o seu mandamento significa vida eterna. Portanto, as coisas que eu falo, assim como o Pai mas disse, assim as falo.”

  • O começo de um dia decisivo
    O Maior Homem Que Já Viveu
    • PARTINDO de Jerusalém, na segunda-feira à noitinha, Jesus volta a Betânia, na encosta leste do monte das Oliveiras. Dois dias de seu ministério final em Jerusalém chegaram ao fim.

  • O começo de um dia decisivo
    O Maior Homem Que Já Viveu
    • Pouco depois, Jesus e seus discípulos entram em Jerusalém e, como de costume, vão ao templo, onde Jesus passa a ensinar. Os principais sacerdotes e os anciãos do povo, sem dúvida tendo em mente a ação de Jesus, no dia anterior, contra os cambistas, desafiam-no: “Com que autoridade fazes estas coisas? E quem te deu esta autoridade?”

      Em resposta, Jesus diz: “Também eu vos pergunto uma coisa. Se ma disserdes, também eu vos direi com que autoridade faço estas coisas: O batismo de João, donde se originou? Do céu ou dos homens?”

      Os sacerdotes e os anciãos passam a aconselhar-se quanto a como responderão. “Se dissermos: ‘Do céu’, ele nos dirá: ‘Então, por que não acreditastes nele?’ Se, porém, dissermos: ‘Dos homens’, temos a multidão para temer, porque todos eles consideram João como profeta.”

      Os líderes não sabem o que responder. Assim, dizem a Jesus: “Não sabemos.”

      Jesus, por sua vez, diz: “Tampouco eu vos digo com que autoridade faço estas coisas.”

  • Desmascarados pelas ilustrações dos vinhedos
    O Maior Homem Que Já Viveu
    • Desmascarados pelas ilustrações dos vinhedos

      JESUS está no templo. Ele acabou de embaraçar os líderes religiosos que exigiam saber com que autoridade ele fazia certas coisas. Antes de se recomporem, Jesus lhes pergunta: “Que achais?” Daí, usando uma ilustração, mostra-lhes que tipo de pessoas eles realmente são.

      “Um homem tinha dois filhos”, relata Jesus. “Dirigindo-se ao primeiro, disse: ‘Filho, vai trabalhar hoje no vinhedo.’ Em resposta, este lhe disse: ‘Irei, senhor’, mas não foi. Dirigindo-se ao segundo, disse-lhe a mesma coisa. Em resposta, este lhe disse: ‘Não irei.’ Depois deplorou isso e foi. Qual dos dois fez a vontade do pai?”, pergunta Jesus.

      “O último”, dizem-lhe os opositores.

      Com isso, Jesus explica: “Deveras, eu vos digo que os cobradores de impostos e as meretrizes entrarão na frente de vós no reino de Deus.” Na verdade, os cobradores de impostos e as meretrizes a princípio não quiseram servir a Deus. Mas, então, a exemplo do que fez o segundo filho, arrependeram-se e o serviram. Por outro lado, os líderes religiosos, como o primeiro filho, professavam servir a Deus, contudo, conforme Jesus diz: “João [o Batizador] veio a vós num caminho de justiça, mas vós não acreditastes nele. No entanto, os cobradores de impostos e as meretrizes acreditaram nele, e vós, embora vísseis isto, não o deplorastes depois, a ponto de acreditardes nele.”

      Jesus mostra a seguir que a falha dos líderes religiosos não está apenas em que negligenciam servir a Deus. Não, mas são homens realmente maus, iníquos. “Havia um homem, dono de casa”, relata Jesus, “que plantou um vinhedo e pôs uma cerca em volta dele, e escavou um lagar, e erigiu uma torre, e o arrendou a lavradores, e foi viajar para fora. Quando veio a estação dos frutos, mandou seus escravos aos lavradores, para receber os seus frutos. No entanto, os lavradores tomaram os escravos dele, e a um espancaram, a outro mataram, a outro apedrejaram. Mandou novamente outros escravos, mais do que os primeiros, mas fizeram-lhes a mesma coisa.”

      Os “escravos” são os profetas do “dono de casa”, Jeová Deus, enviados aos “lavradores” do Seu “vinhedo”. Esses lavradores são os principais representantes da nação de Israel, nação essa identificada na Bíblia como o “vinhedo” de Deus.

      Visto que “os lavradores” maltratam e matam os “escravos”, Jesus explica: “Por fim [o dono do vinhedo] mandou a eles seu filho, dizendo: ‘Respeitarão o meu filho.’ Ao verem o filho, os lavradores disseram entre si: ‘Este é o herdeiro; vinde, matemo-lo e apoderemo-nos da sua herança!’ Tomando-o assim, lançaram-no fora do vinhedo e o mataram.”

      Jesus pergunta então, dirigindo-se aos líderes religiosos: “Quando vier o dono do vinhedo, que fará àqueles lavradores?”

      “Por serem maus”, respondem os líderes religiosos, “trará sobre eles uma destruição calamitosa e arrendará o vinhedo a outros lavradores que lhe entregarão os frutos quando forem devidos”.

      Assim, sem se aperceberem disso, os líderes religiosos julgam a si mesmos, pois estão incluídos entre os “lavradores” israelitas do “vinhedo” nacional de Jeová, Israel. O fruto que Jeová espera de tais lavradores é fé em seu Filho, o verdadeiro Messias. Por falharem em produzir tal fruto, Jesus os adverte: “Nunca lestes nas Escrituras [no Salmo 118:22, 23]: ‘A pedra que foi rejeitada pelos construtores é a que se tem tornado a principal pedra angular. Isto procede de Jeová e é maravilhoso aos nossos olhos’? É por isso que vos digo: O reino de Deus vos será tirado e será dado a uma nação que produza os seus frutos. Também, quem cair sobre esta pedra, será despedaçado. Quanto àquele sobre quem ela cair, será pulverizado por ela.”

      Os escribas e os principais sacerdotes dão-se conta agora de que Jesus fala sobre eles, e querem matá-lo, o “herdeiro” legítimo. Portanto, o privilégio de serem governantes no Reino de Deus ser-lhes-á tirado, como nação, e surgirá uma nova nação de ‘vinhateiros’, uma que produzirá frutos apropriados.

      Os líderes religiosos não tentam matar Jesus nessa ocasião por temerem as multidões, que o consideram profeta. Mateus 21:28-46; Marcos 12:1-12; Lucas 20:9-19; Isaías 5:1-7.

  • A ilustração da festa de casamento
    O Maior Homem Que Já Viveu
    • A ilustração da festa de casamento

      MEDIANTE duas ilustrações, Jesus expôs os escribas e os principais sacerdotes, e eles querem matá-lo. Mas Jesus tem ainda muito a dizer-lhes. Ele prossegue contando-lhes outra ilustração:

      “O reino dos céus tem-se tornado semelhante a um homem, um rei, que fez uma festa de casamento para seu filho. E ele mandou os seus escravos chamar os convidados à festa de casamento, mas não quiseram vir.”

      Jeová Deus é o Rei que prepara uma festa de casamento para seu Filho, Jesus Cristo. Com o tempo, a noiva de Cristo, seus 144 mil seguidores ungidos, unir-se-á a ele nos céus. Os súditos do Rei são os israelitas, que receberam a oportunidade de se tornar “um reino de sacerdotes” ao serem colocados sob o pacto da Lei em 1513 AEC. Portanto, nessa ocasião, eles foram originalmente convidados para a festa de casamento.

      Contudo, não se fez a primeira chamada dos convidados até o outono setentrional de 29 EC, quando Jesus e seus discípulos (os escravos do rei) iniciaram sua obra de pregação do Reino. Mas os israelitas naturais, a quem os escravos convidaram de 29 EC a 33 EC, não quiseram aceitar a chamada. Assim, Deus concedeu outra oportunidade à nação de convidados, conforme Jesus explica:

      “Mandou novamente outros escravos, dizendo: ‘Dizei aos convidados: “Eis que tenho preparado o meu repasto, meus touros e animais cevados já foram abatidos e todas as coisas estão prontas. Vinde à festa de casamento.”’” Deu-se início a essa segunda e última chamada em Pentecostes de 33 EC, quando se derramou espírito santo sobre os seguidores de Jesus. Essa chamada estendeu-se até 36 EC.

      A grande maioria dos israelitas, contudo, rejeitou também essa chamada. “Indiferentes, foram embora”, explica Jesus, “um para o seu próprio campo, outro para o seu negócio comercial; mas os restantes, agarrando os escravos dele, trataram-nos com insolência e os mataram”. “O rei, porém”, prossegue Jesus, “ficou furioso e enviou os seus exércitos, e destruiu aqueles assassinos e queimou a cidade deles”. Isso ocorreu em 70 EC, quando Jerusalém foi arrasada pelos romanos e aqueles assassinos foram mortos.

      Daí, Jesus explica o que aconteceu nesse meio tempo. “Depois [o rei] disse aos seus escravos: ‘A festa de casamento, deveras, está pronta, mas os convidados não eram dignos. Ide, portanto, às estradas que saem da cidade e convidai a qualquer que achardes para a festa de casamento.’” Assim fizeram os escravos, e “a sala para as cerimônias do casamento ficou cheia dos que se recostavam à mesa”.

      Essa obra de ajuntar convidados, nas estradas que saem da cidade dos originalmente convidados, começou a ser realizada em 36 EC. Cornélio, oficial romano, e sua família foram os primeiros não judeus incircuncisos ajuntados. O ajuntamento desses não judeus, que na totalidade são substitutos dos que originalmente recusaram a chamada, tem continuado até os nossos dias.

      É durante os nossos dias que a sala para cerimônias de casamento fica cheia. Jesus relata o que acontece a seguir, dizendo: “Quando o rei entrou para inspecionar os convidados, avistou ali um homem que não vestia a roupa de casamento. Disse-lhe, portanto: ‘Amigo, como entraste aqui sem roupa de casamento?’ Ele ficou sem fala. O rei disse então aos seus servos: ‘Amarrai-lhe as mãos e os pés, e lançai-o na escuridão lá fora. Ali é onde haverá o seu choro e o ranger de seus dentes.’”

      O homem sem roupa de casamento representa os cristãos de imitação, da cristandade. Deus nunca os reconheceu como possuindo a identificação apropriada quais israelitas espirituais. Nunca os ungiu com espírito santo para serem herdeiros do Reino. Por isso, são lançados lá fora na escuridão onde sofrerão destruição.

      Jesus conclui sua ilustração dizendo: “Porque há muitos convidados, mas poucos escolhidos.” Sim, muitos da nação de Israel foram convidados para serem membros da noiva de Cristo, mas apenas alguns israelitas naturais foram escolhidos. A maior parte dos 144 mil convidados, que recebem a recompensa celestial, é de não israelitas. Mateus 22:1-14; Êxodo 19:1-6; Revelação (Apocalipse) 14:1-3.

  • Não conseguem enlaçar Jesus
    O Maior Homem Que Já Viveu
    • Não conseguem enlaçar Jesus

      POR Jesus estar ensinando no templo e por ter acabado de fazer três ilustrações a seus inimigos religiosos para expor a iniquidade deles, os fariseus se irritam e fazem uma consulta entre si para induzi-lo a dizer algo que sirva de pretexto para prendê-lo. Armam um complô e enviam seus discípulos, junto com partidários de Herodes, para tentarem fazê-lo tropeçar em palavra.

      “Instrutor”, dizem esses homens, “sabemos que és veraz e que ensinas o caminho de Deus em verdade, e que não te importas com ninguém, pois não olhas para a aparência externa dos homens. Dize-nos, portanto: Que pensas? É lícito ou não pagar a César o imposto por cabeça?”

      Jesus não se deixou enganar pela lisonja. Percebe que, se disser: ‘Não, não é lícito nem direito pagar esse imposto’, será culpado de sedição contra Roma. Contudo, se disser: ‘Sim, deve-se pagar esse imposto’, os judeus, que detestam o jugo romano, o odiarão. Assim, ele responde: “Por que me pondes à prova, hipócritas? Mostrai-me a moeda do imposto por cabeça.”

      Quando lhe trazem uma moeda, ele pergunta: “De quem é esta imagem e inscrição?”

      “De César”, respondem eles.

      “Portanto, pagai de volta a César as coisas de César, mas a Deus as coisas de Deus.” Bem, ao ouvirem essa magistral resposta, esses homens ficam maravilhados. Vão embora e o deixam em paz.

      Vendo o fracasso dos fariseus em conseguir algo para usar contra Jesus, os saduceus, que dizem não haver ressurreição, chegam-se a ele e perguntam: “Instrutor, Moisés disse: ‘Se um homem morrer sem filhos, seu irmão tem de tomar a esposa dele em casamento e suscitar descendência para seu irmão.’ Ora, havia conosco sete irmãos; e o primeiro casou-se e faleceu, e, não tendo descendência, deixou a sua esposa para seu irmão. Aconteceu do mesmo modo também com o segundo e com o terceiro, até passar por todos os sete. Por último, morreu a mulher. Consequentemente, na ressurreição, de qual dos sete será ela esposa? Pois todos a tiveram.”

      Em resposta, Jesus diz: “Não é por isso que estais equivocados, por não conhecerdes nem as Escrituras, nem o poder de Deus? Porque, quando se levantarem dentre os mortos, nem os homens se casam, nem as mulheres são dadas em casamento, mas são como os anjos nos céus. Mas, a respeito dos mortos, que eles são levantados, não lestes no livro de Moisés, no relato sobre o espinheiro, que Deus lhe disse: ‘Eu sou o Deus de Abraão, e o Deus de Isaque, e o Deus de Jacó’? Ele não é Deus de mortos, mas de viventes. Estais muito equivocados.”

      As multidões ficam novamente assombradas com a resposta de Jesus. Até mesmo alguns escribas reconhecem: “Instrutor, falaste bem.”

      Quando os fariseus veem que Jesus silenciou os saduceus, vão ter com Jesus num só grupo. Para testá-lo ainda mais, um escriba pergunta: “Instrutor, qual é o maior mandamento na Lei?”

      Jesus responde: “O primeiro é: ‘Ouve, ó Israel: Jeová, nosso Deus, é um só Jeová, e tens de amar a Jeová, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de toda a tua mente, e de toda a tua força.’ O segundo é este: ‘Tens de amar o teu próximo como a ti mesmo.’ Não há outro mandamento maior do que estes.” De fato, Jesus acrescenta: “Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas.”

      “Instrutor, bem disseste em harmonia com a verdade”, concorda o escriba. “‘Ele é Um só, e não há outro senão Ele’; e este amá-lo de todo o coração e de todo o entendimento, e de toda a força, e este amar o próximo como a si mesmo, vale muito mais do que todos os holocaustos e sacrifícios.”

      Discernindo que o escriba respondeu inteligentemente, Jesus lhe diz: “Não estás longe do reino de Deus.”

      Já faz três dias — domingo, segunda e terça — que Jesus está ensinando no templo. O povo o tem ouvido com prazer; no entanto, os líderes religiosos querem matá-lo, mas até agora suas tentativas têm sido frustradas. Mateus 22:15-40; Marcos 12:13-34; Lucas 20:20-40.

  • Jesus denuncia seus opositores
    O Maior Homem Que Já Viveu
    • Jesus denuncia seus opositores

      JESUS deixou seus opositores religiosos tão perplexos que eles temem fazer-lhe outras perguntas. Portanto, ele toma a iniciativa de expor a ignorância deles. “Que pensais do Cristo?”, pergunta Jesus. “De quem é ele filho?”

      “De Davi”, respondem os fariseus.

      Embora não negue que Davi seja antepassado carnal do Cristo, ou Messias, Jesus pergunta: “Como é, então, que Davi, por inspiração [no Salmo 110], lhe chama ‘Senhor’, dizendo: ‘Jeová disse ao meu Senhor: “Senta-te à minha direita, até que eu ponha os teus inimigos debaixo dos teus pés”’? Se, portanto, Davi o chama de ‘Senhor’, como é ele seu filho?”

      Os fariseus ficam calados, pois não conhecem a identidade real do Cristo ou ungido. O Messias não é simplesmente um descendente humano de Davi, como aparentemente creem os fariseus, mas existiu no céu e era o superior, ou Senhor, de Davi.

      Dirigindo-se agora às multidões e aos seus discípulos, Jesus os adverte contra os escribas e os fariseus. Visto que eles ensinam a Lei de Deus, ‘sentados no assento de Moisés’, Jesus insta: “Todas as coisas que eles vos dizem, fazei e observai.” Mas acrescenta: “Não façais segundo as ações deles, pois dizem, mas não realizam.”

      São hipócritas, e Jesus os denuncia com uma linguagem semelhante à que usou ao tomar uma refeição na casa dum fariseu meses antes. “Fazem todas as suas obras”, comenta ele, “para serem observados pelos homens”. E dá exemplos, dizendo:

      “Ampliam as suas caixinhas com textos, que usam como proteção.” Essas caixas relativamente pequenas, usadas na testa ou no braço, contêm quatro trechos da Lei: Êxodo 13:1-10, 11-16 e Deuteronômio 6:4-9; 11:13-21. Mas os fariseus aumentam o tamanho dessas caixinhas para dar a impressão de serem zelosos quanto à Lei.

      Jesus continua, dizendo que eles “alargam as orlas de suas vestes”. Em Números 15:38-40, ordena-se aos israelitas que façam orlas em suas vestes, mas os fariseus alargam as suas mais do que quaisquer outros. Fazem tudo para exibir-se! “Gostam dos lugares mais destacados”, diz Jesus.

      Infelizmente, os próprios discípulos de Jesus foram influenciados por esse desejo de destaque. Por isso, ele aconselha: “Mas vós, não sejais chamados Rabi, pois um só é o vosso instrutor, ao passo que todos vós sois irmãos. Além disso, não chameis a ninguém na terra de vosso pai, pois um só é o vosso Pai, o Celestial. Tampouco sejais chamados ‘líderes’, pois o vosso Líder é um só, o Cristo.” Os discípulos têm de livrar-se do desejo de ter destaque! “O maior dentre vós tem de ser o vosso ministro”, admoesta Jesus.

      A seguir, Jesus profere uma série de ais contra os escribas e os fariseus, chamando-os repetidamente de hipócritas. ‘Fecham o reino dos céus diante dos homens’, diz ele, e “estes são os que devoram as casas das viúvas, e que, por pretexto, fazem longas orações”.

      “Ai de vós, guias cegos”, diz Jesus. Ele condena a falta de valores espirituais dos fariseus, como revelam as distinções arbitrárias que fazem. Dizem, por exemplo: “Se alguém jurar pelo templo, isto não é nada; mas, se alguém jurar pelo ouro do templo, ele está sob obrigação.” Dando mais ênfase ao ouro do templo do que ao valor espiritual desse local de adoração, eles revelam sua cegueira moral.

      Daí, como fez antes, Jesus condena os fariseus por sua negligência nos “assuntos mais importantes da Lei, a saber, a justiça, a misericórdia e a fidelidade”, embora deem muita atenção a pagar o dízimo, ou décima parte, de ervas insignificantes.

      Jesus chama os fariseus de ‘guias cegos, que coam o mosquito, mas engolem o camelo’! Eles coam mosquitos do vinho, não somente por serem insetos, mas por serem cerimonialmente impuros. Contudo, sua desconsideração de assuntos mais importantes da Lei compara-se a engolirem um camelo, animal também cerimonialmente impuro. Mateus 22:41–23:24; Marcos 12:35-40; Lucas 20:41-47; Levítico 11:4, 21-24.

  • Concluído o ministério no templo
    O Maior Homem Que Já Viveu
    • Concluído o ministério no templo

      JESUS está fazendo sua última visita ao templo. Na verdade, ele está encerrando seu ministério público na Terra, excetuando-se o seu julgamento e execução, para os quais ainda faltam três dias. Ele continua então a censurar os escribas e os fariseus.

      Ele exclama mais três vezes: “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas!” Primeiro, proclama ai contra eles porque limpam ‘por fora o copo e o prato, mas por dentro estão cheios de saque e de intemperança’. Por isso, admoesta: ‘Limpai primeiro por dentro o copo e o prato, para que também por fora se torne limpo.’

      A seguir, ele pronuncia ai contra os escribas e os fariseus por causa da podridão e putrefação interna que eles tentam ocultar por meio de sua piedade externa. “[Vós] vos assemelhais a sepulcros caiados”, diz ele, “que por fora, deveras, parecem belos, mas que por dentro estão cheios de ossos de mortos e de toda sorte de impureza”.

      Por fim, a prontidão deles em construir túmulos para os profetas e decorá-los para chamar atenção para suas próprias obras de caridade manifesta a sua hipocrisia. Contudo, conforme Jesus revela, eles “[são] filhos daqueles que assassinaram os profetas”. De fato, quem quer que ouse expor a hipocrisia deles corre perigo!

      Prosseguindo, Jesus profere suas mais fortes palavras de denúncia. “Serpentes, descendência de víboras”, diz ele, “como haveis de fugir do julgamento da Geena?” Geena é o vale usado como depósito de lixo de Jerusalém. Assim, Jesus está dizendo que, por se empenharem num modo de vida iníquo, os escribas e os fariseus sofrerão a destruição eterna.

      A respeito dos que envia como representantes seus, Jesus diz: “A alguns deles matareis e pregareis em estacas, e a outros deles açoitareis nas vossas sinagogas e perseguireis de cidade em cidade; para que venha sobre vós todo o sangue justo derramado na terra, desde o sangue do justo Abel até o sangue de Zacarias, filho de Baraquias [chamado Jeoiada em 2 Crônicas], a quem assassinastes entre o santuário e o altar. Deveras, eu vos digo: Todas essas coisas virão sobre esta geração.”

      Por causa da disciplina que Zacarias deu aos líderes de Israel, eles “conspiraram contra ele e atiraram pedras nele ao mandamento do rei, no pátio da casa de Jeová”. Mas, como predisse Jesus, Israel pagará por todo esse sangue justo derramado. Pagou, 37 anos depois, em 70 EC, quando os exércitos romanos destruíram Jerusalém e mais de um milhão de judeus morreram.

      Jesus se sente angustiado ao pensar nessa situação assustadora. “Jerusalém, Jerusalém”, proclama novamente, “quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, assim como a galinha ajunta os seus pintinhos debaixo de suas asas! Mas vós não o quisestes. Eis que a vossa casa vos fica abandonada”.

      Daí, Jesus acrescenta: “De modo algum me vereis doravante, até que digais: ‘Bendito aquele que vem em nome de Jeová!’” Isso se dará na presença de Cristo, quando ele vier em seu Reino celestial e as pessoas o virem com os olhos da fé.

      Jesus vai agora para um lugar onde pode observar os cofres do tesouro no templo e as multidões lançando dinheiro neles. Os ricos lançam muitas moedas. Mas então uma viúva pobre se aproxima e lança duas pequenas moedas de muito pouco valor.

      Chamando seus discípulos, Jesus diz: “Deveras, eu vos digo que esta viúva pobre lançou neles mais do que todos estes que lançam dinheiro nos cofres do tesouro.” Eles devem estar se perguntando como pode ser isso. Portanto, Jesus explica: “Todos eles lançaram neles dos seus excedentes, mas ela, de sua carência, lançou neles tudo o que tinha, todo o seu meio de vida.” Depois de dizer essas coisas, Jesus sai do templo para não mais voltar.

      Maravilhados com o tamanho e a beleza do templo, um de seus discípulos exclama: “Instrutor, vê que sorte de pedras e que sorte de edifícios!” De fato, relata-se que as pedras têm mais de 11 metros de comprimento, mais de 5 de largura e mais de 3 de altura!

      “Observas estes grandes edifícios?”, pergunta Jesus. “De modo algum ficará aqui pedra sobre pedra sem ser derrubada.”

      Depois de dizer essas coisas, Jesus e seus apóstolos atravessam o vale do Cédron e sobem ao monte das Oliveiras. De lá, avistam o magnífico templo. Mateus 23:25–24:3; Marcos 12:41–13:3; Lucas 21:1-6; 2 Crônicas 24:20-22.

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