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  • Por que crer em Jesus Cristo?
    A Sentinela — 1999 | 1.° de julho
    • Por que crer em Jesus Cristo?

      “MESMO muitos dos que não são cristãos acreditam que Ele foi um grande e sábio instrutor. Certamente foi um dos personagens mais influentes que já viveram.” (The World Book Encyclopedia) Quem é “Ele”? Jesus Cristo, o fundador do cristianismo.

      Apesar do que essa enciclopédia diz, porém, para centenas de milhões de pessoas no Oriente e em outras partes, Jesus Cristo é um estranho, apenas um nome de que talvez se lembrem de livros escolares. Mesmo nas Igrejas da cristandade, há teólogos e clérigos que dizem que nós realmente nem conhecemos a Jesus, e que lançam dúvidas sobre a genuinidade dos quatro relatos existentes sobre a sua vida (os Evangelhos), encontrados na Bíblia.

      Teriam os escritores dos Evangelhos inventado a história da vida de Jesus? De forma alguma! O bem-conhecido historiador Will Durant, depois de analisar esses relatos evangélicos, escreveu: “Seria um milagre ainda mais incrível [do que qualquer milagre registrado nos Evangelhos] que apenas em uma geração uns tantos homens simples e rudes (pescadores muitos deles) inventassem uma personalidade tão poderosa e atraente como a de Jesus, uma moral tão elevada e uma tão inspiradora idéia da fraternidade humana. Depois de dois séculos de Alta Crítica, as linhas gerais da vida, do caráter e dos ensinamentos de Cristo permanecem razoavelmente claras e constituem o acontecimento mais fascinante da história do homem ocidental.”

      Ainda assim, há aqueles que rejeitam a Jesus Cristo como indigno de lhe darem atenção por causa do que seus professos seguidores têm feito. ‘Lançaram uma bomba atômica sobre Nagasáqui’, diriam alguns no Japão. ‘E Nagasáqui tinha mais cristãos do que a maioria das cidades no Japão.’ Mas, será que poderá culpar o médico pela doença do paciente, quando este não seguiu as instruções dele? A maioria das pessoas que afirmam ser cristãos já por muito tempo não têm feito caso das receitas de Jesus para anular os males da humanidade. No entanto, Jesus deu-nos o remédio para os nossos problemas do dia-a-dia, bem como para as aflições da humanidade em todo o mundo. É por isso que o convidamos a ler o artigo seguinte e ver por si mesmo que tipo de homem ele era.

  • Como pode sua vida ser mudada por Jesus?
    A Sentinela — 1999 | 1.° de julho
    • Como pode sua vida ser mudada por Jesus?

      JESUS CRISTO foi um Grande Instrutor que viveu na Palestina há quase 2.000 anos. Muito pouco se sabe sobre a sua infância. No entanto, é bem confirmado que, quando Jesus tinha cerca de 30 anos, ele iniciou seu ministério para “dar testemunho da verdade”. (João 18:37; Lucas 3:21-23) Os quatro discípulos dele que escreveram relatos sobre a sua vida enfocaram os três anos e meio que se seguiram.

      Jesus Cristo, durante o seu ministério, deu aos discípulos uma ordem, que poderia ser o antídoto para muitos dos males do mundo. Qual foi? Jesus disse: “Eu vos dou um novo mandamento, que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros.” (João 13:34) Deveras, a solução de muitos dos problemas da humanidade é o amor. Em outra ocasião, quando se perguntou a Jesus qual era o maior dos mandamentos, ele respondeu: “‘Tens de amar a Jeová, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de toda a tua mente.’ Este é o maior e primeiro mandamento. O segundo, semelhante a este, é: ‘Tens de amar o teu próximo como a ti mesmo.’” — Mateus 22:37-40.

      Jesus mostrou-nos por palavras e por atos como se deve amar a Deus e ao nosso próximo. Consideremos alguns exemplos e vejamos o que podemos aprender dele.

      Seus ensinos

      Num dos mais conhecidos sermões da História, Jesus Cristo disse aos seus seguidores: “Ninguém pode trabalhar como escravo para dois amos; pois, ou há de odiar um e amar o outro, ou há de apegar-se a um e desprezar o outro. Não podeis trabalhar como escravos para Deus e para as Riquezas.” (Mateus 6:24) Será que o ensino de Jesus, de dar a Deus primazia na nossa vida, ainda é prático hoje em dia, quando há tantos que acreditam que é o dinheiro que resolve todos os problemas? É verdade que precisamos de dinheiro para nos sustentar. (Eclesiastes 7:12) No entanto, se nos deixarmos dominar pelas “Riquezas”, seremos controlados pelo “amor ao dinheiro”, que dominará toda a nossa vida. (1 Timóteo 6:9, 10) Muitos daqueles que caíram nesta armadilha acabaram perdendo a família, a saúde e até mesmo a vida.

      Por outro lado, recorrermos a Deus como nosso Amo dá significado à vida. Sendo o Criador, somente ele é a Fonte da vida e, portanto, merece a nossa adoração. (Salmo 36:9; Revelação [Apocalipse] 4:11) Os que ficam conhecendo as qualidades dele e que chegam a amá-lo sentem-se induzidos a cumprir seus mandamentos. (Eclesiastes 12:13; 1 João 5:3) Agindo assim, beneficiaremos a nós mesmos. — Isaías 48:17.

      Jesus, no Sermão do Monte, também ensinou aos discípulos terem amor ao próximo. Ele disse: “Todas as coisas, portanto, que quereis que os homens vos façam, vós também tendes de fazer do mesmo modo a eles.” (Mateus 7:12) A palavra “homens” que Jesus usou aqui inclui até mesmo os inimigos que se tenha. Ele disse no mesmo sermão: “Continuai a amar os vossos inimigos e a orar pelos que vos perseguem.” (Mateus 5:43, 44) Não resolveria esse amor muitos dos problemas com que nos confrontamos hoje em dia? O líder hindu, Mohandas (Mahatma) Gandhi, achava que sim. Ele é citado como dizendo: “Quando [nos reunirmos] baseados nos ensinos de Cristo no Sermão do Monte, teremos solucionado os problemas . . . do mundo inteiro.” Quando os ensinos de Jesus a respeito do amor são aplicados, eles podem resolver muitos dos males da humanidade.

      Seus atos

      Jesus não só ensinava verdades profundas sobre como mostrar amor, mas também praticava o que ensinava. Por exemplo, colocava os interesses dos outros à frente dos seus próprios. Certo dia, Jesus e seus discípulos estavam tão ocupados em ajudar pessoas, que nem tinham tempo para tomar uma refeição. Jesus viu que era preciso que seus discípulos descansassem um pouco e levou-os a um lugar solitário. Mas, quando chegaram lá, descobriram uma multidão à espera deles. Como teria reagido ao ver uma multidão que esperava que você trabalhasse, quando sentia necessidade de um pouco de folga? Acontece que Jesus “teve pena deles” e “principiou a ensinar-lhes muitas coisas”. (Marcos 6:34) Esta preocupação com outros sempre induziu Jesus a ajudá-los.

      Jesus fez mais para as pessoas do que apenas instruí-las. Deu-lhes também ajuda prática. Por exemplo, numa ocasião ele alimentou mais de 5.000 pessoas que o haviam escutado até o cair da noite. Pouco depois disso, ele alimentou outra grande multidão — esta vez mais de 4.000 pessoas — que o tinham escutado por três dias e não tinham mais nada para comer. Na primeira ocasião, ele usou cinco pães e dois peixes, e na posterior, sete pães e alguns peixinhos. (Mateus 14:14-22; 15:32-38) Foram milagres? Sim, ele fez milagres.

      Jesus curou também muitos doentes. Curou cegos, coxos, leprosos e surdos. Ora, ele até mesmo ressuscitou mortos! (Lucas 7:22; João 11:30-45) Certa vez, um leproso suplicou-lhe: “Se apenas quiseres, podes tornar-me limpo.” Como respondeu Jesus? “Em vista disso, penalizou-se, e, estendendo a mão, tocou nele e disse-lhe: ‘Eu quero. Torna-te limpo.’” (Marcos 1:40, 41) Por meio de tais milagres, Jesus demonstrou seu amor pelos aflitos.

      Acha você difícil crer nos milagres de Jesus? Alguns o acham difícil. Lembre-se, porém, que Jesus realizou seus milagres em público. Até mesmo seus opositores, que sempre procuravam achar falta nele, não puderam negar que ele fez milagres. (João 9:1-34) Além disso, seus milagres tiveram um objetivo. Ajudaram as pessoas a identificá-lo como Aquele que foi enviado por Deus. — João 6:14.

      Com esses milagres, Jesus não procurava chamar atenção para si mesmo. Antes, glorificava a Deus, a Fonte do seu poder. Em Cafarnaum, ele certa vez estava numa casa cheia de pessoas. Um paralítico queria ser curado, mas não conseguia entrar. Por isso, seus amigos o baixaram numa maca por uma abertura feita no telhado. Vendo a fé que eles tinham, Jesus curou o paralítico. Em resultado disso, as pessoas “glorificaram a Deus” e disseram: “Nunca vimos nada igual.” (Marcos 2:1-4, 11, 12) Os milagres de Jesus deram louvor a Jeová, seu Deus, e ajudaram os necessitados.

      No entanto, a cura milagrosa de doentes não era o fator principal do ministério de Jesus. Um dos que escreveram um relato sobre a vida de Jesus explicou: “Estes foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e que, por crerdes, tenhais vida por meio do seu nome.” (João 20:31) Deveras, Jesus veio à Terra para que humanos que cressem tivessem vida.

      Seu sacrifício

      ‘Jesus veio à Terra?’ você talvez pergunte. ‘Donde ele veio?’ O próprio Jesus disse: “Desci do céu, não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou.” (João 6:38) Ele teve uma existência pré-humana como Filho unigênito de Deus. Então, qual era a vontade Daquele que o enviou à Terra? “Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito”, diz João, um dos escritores de Evangelho, “a fim de que todo aquele que nele exercer fé não seja destruído, mas tenha vida eterna”. (João 3:16) Como era isso possível?

      A Bíblia revela como a morte se tornou inevitável para a humanidade. O primeiro casal humano recebeu de Deus a vida com a perspectiva de viver para sempre. No entanto, eles escolheram rebelar-se contra Aquele que os fez. (Gênesis 3:1-19) Em resultado desta ação, com o primeiro pecado humano, a descendência de Adão e Eva herdou o legado indesejado da morte. (Romanos 5:12) Para poder dar à humanidade a vida real, é preciso eliminar o pecado e a morte.

      Nenhum cientista pode eliminar a morte por meio de algum tipo de engenharia genética. O Criador da humanidade, porém, tem os meios para levar humanos obedientes à perfeição, a fim de poderem viver para sempre. Na Bíblia, esta provisão é chamada de resgate. O primeiro casal humano vendeu a si mesmo e a sua descendência como escravos ao pecado e à morte. Trocaram a vida como humanos perfeitos, obedientes a Deus, por uma vida independente de Deus, decidindo por si mesmos o que é certo e o que é errado. Para comprar de volta a vida humana perfeita, era necessário pagar um preço equivalente à vida humana perfeita que nossos primeiros pais perderam. Os humanos, por terem herdado a imperfeição, não estavam em condições de pagar este preço. — Salmo 49:7.

      De modo que Jeová Deus interveio para ajudar. Ele transferiu a vida perfeita do seu Filho unigênito para o ventre duma virgem, que deu à luz Jesus. Décadas atrás, você talvez tivesse rejeitado a idéia de uma virgem dar à luz. Hoje em dia, porém, os cientistas têm clonado mamíferos e introduzido os genes de um animal em outro. Então, quem pode legitimamente questionar a capacidade do Criador de passar por alto o processo costumeiro da procriação?

      Existindo uma vida humana perfeita, tornou-se disponível o valor necessário para remir a humanidade do pecado e da morte. No entanto, o bebê nascido na Terra como Jesus tinha de crescer para ser o “médico” capaz de prover o “remédio” para curar os males da humanidade. Ele fez isso por levar uma vida perfeita, sem pecado. Jesus não somente viu a angústia da humanidade sob o pecado, mas também sentiu as limitações físicas de um homem. Isto fez dele um médico ainda mais compassivo. (Hebreus 4:15) As curas milagrosas que realizou durante a sua vida na Terra provaram que ele tem tanto a vontade como o poder de curar os doentes. — Mateus 4:23.

      Depois dum ministério de três anos e meio aqui na Terra, Jesus foi morto por seus opositores. Ele mostrou que um homem perfeito pode ser obediente ao Criador apesar das maiores provações. (1 Pedro 2:22) A vida humana perfeita que ele sacrificou tornou-se o valor de resgate, podendo remir a humanidade do pecado e da morte. Jesus Cristo disse: “Ninguém tem maior amor do que este, que alguém entregue a sua alma a favor de seus amigos.” (João 15:13) No terceiro dia após a sua morte, Jesus foi ressuscitado para a vida espiritual, e algumas semanas depois ele ascendeu ao céu, a fim de apresentar o valor do resgate a Jeová Deus. (1 Coríntios 15:3, 4; Hebreus 9:11-14) Por fazer isso, Jesus pôde aplicar o mérito do seu sacrifício resgatador aos que o seguem.

      Está você disposto a beneficiar-se desse meio de curar doenças espirituais, emocionais e físicas? Isto requer fé em Jesus Cristo. Por que não se dirige ao Médico? Pode fazer isso por aprender algo sobre Jesus Cristo e seu papel em salvar a humanidade fiel. As Testemunhas de Jeová terão prazer em lhe ajudar nisso.

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