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  • Justificam-se as dúvidas sobre Jesus?
    A Sentinela — 1995 | 15 de agosto
    • Por que a conclusão de que Jesus é uma ‘invenção’ simplesmente não se justifica? Wolfgang Trilling, especialista na Bíblia, comenta: “A controvérsia com respeito a se Jesus realmente existiu, em outras palavras, com respeito a se foi um personagem real ou um mito, chegou ao fim. O ponto em debate foi resolvido após estudos especializados, no mínimo de modo tal que pessoas sérias já não vêem a questão como um ponto teórico.” Mas ainda há quem duvide de que Jesus existiu. Sendo assim, investiguemos como se pode provar a historicidade de Jesus e tirar outras dúvidas com relação a ele.

      Provas que eliminam dúvidas

      A humilhante execução de Jesus como criminoso desprezível é “o argumento mais convincente contra quem nega a historicidade de Jesus”, diz Trilling. Por quê? Acontece que a execução “dificultou, e até impediu, a dispersão da nova fé entre os judeus e os não-judeus”. (Note 1 Coríntios 1:23.) Considerando que a execução de Jesus, o Messias, foi uma afronta tanto para os judeus como para os gentios, isso com certeza não teria sido inventado pelos apóstolos! De mais a mais, além dos quatro Evangelhos, o escritor romano Tácito e o Talmude judaico também confirmam que a morte de Jesus realmente aconteceu.a

      Outros acontecimentos ocorridos durante a vida de Jesus também são vistos como evidência interna da credibilidade dos Evangelhos e, portanto, do que revelam sobre Jesus. Por exemplo, será que os seguidores de Jesus teriam inventado que ele era de Nazaré, um lugar, pelo visto, insignificante? É provável que teriam forjado a traição de Jesus por Judas, que era alguém em quem confiavam? Parece realista achar que teriam inventado que Jesus foi abandonado pelos demais discípulos de maneira tão covarde? Sem dúvida é ilógico achar que os discípulos teriam tramado pormenores de natureza tão prejudicial, divulgando-os por toda parte! Além disso, a arte de ensino de Jesus era de um estilo inigualável. A literatura judaica do primeiro século não contém nada que se compare a suas ilustrações. Que pessoa anônima poderia ter “inventado” uma obra-prima como o Sermão do Monte? Todos esses argumentos de modo geral corroboram a fidedignidade dos Evangelhos enquanto relatos da vida de Jesus.

      Existem também evidências externas da historicidade de Jesus. Os quatro Evangelhos apresentam pormenores específicos, exatos e autênticos da época em que ele viveu. Lugares, como Belém e Galiléia; pessoas e grupos de destaque, como Pôncio Pilatos e os fariseus; e costumes judaicos e outras peculiaridades não foram pura e simplesmente forjados. Faziam parte da estrutura da vida no primeiro século e são confirmados por fontes não-bíblicas e descobertas arqueológicas.

      Há, portanto, evidências convincentes, tanto internas como externas, de que Jesus realmente existiu.

  • Justificam-se as dúvidas sobre Jesus?
    A Sentinela — 1995 | 15 de agosto
    • a Referências polêmicas a Jesus encontradas no Talmude são aceitas como autênticas apenas por certos eruditos. Já as referências a Jesus feitas por Tácito, Suetônio, Plínio, o Moço, e pelo menos uma feita por Flávio Josefo em geral são aceitas como prova de que Jesus realmente existiu.

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