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  • O que Jesus é agora
  • Despertai! — 1998
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Despertai! — 1998
g98 8/12 pp. 8-11

O que Jesus é agora

EMBORA seja interessante saber como era a aparência de Jesus, é bem mais vital determinar o que ele é agora e onde ele está. Que parte ele desempenha no propósito de Deus para com a família humana?

A história secular não nos dá as respostas. Elas se encontram apenas no registro que Deus produziu em benefício dos que buscam a verdade. Trata-se da Bíblia Sagrada, ou Escrituras Sagradas, o escrito de maior circulação na história do mundo.

A Bíblia não é apenas mais um livro de autoria humana. Embora usasse humanos como escritores, Deus é o verdadeiro autor. “Toda a Escritura é inspirada por Deus e proveitosa para ensinar, para repreender, para endireitar as coisas, para disciplinar em justiça, a fim de que o homem de Deus seja plenamente competente, completamente equipado para toda boa obra.” — 2 Timóteo 3:16, 17.

O apóstolo Paulo reconheceu a natureza das Escrituras, pois escreveu: “Quando recebestes a palavra de Deus, que ouvistes de nós, vós a aceitastes, não como a palavra de homens, mas, pelo que verazmente é, como a palavra de Deus.” — 1 Tessalonicenses 2:13.

Deus é o todo-poderoso Criador do Universo, com seus bilhões de galáxias e bilhões de estrelas em cada galáxia. Quão assombroso é Seu poder, para ter criado tudo isso! Certamente o Todo-Poderoso, que fez o espantoso Universo, poderia produzir um livro que fosse um guia confiável para todos os que procurassem a verdade.

O que diz a Bíblia

A Palavra de Deus expõe a fragilidade das infindáveis teorias e especulações a respeito de Jesus. Note alguns dos detalhes que ela nos fornece:

• Jesus foi a primeira e a única criação feita diretamente por Deus no céu, há incontáveis eras, antes de serem criados os anjos e o Universo físico. É por isso que ele é chamado de “Filho unigênito” de Deus. Todas as outras criações foram feitas através desse Filho, o “mestre-de-obras” de Deus, na sua existência pré-humana. — João 3:16; 6:38; 8:58; Provérbios 8:30; Colossenses 1:16.

• Cerca de 2.000 anos atrás, Deus transferiu a vida de Jesus para o ventre de uma virgem judia, para que ele nascesse como humano. Mesmo hoje, pelo processo de inseminação artificial, o homem faz algo que, de certa forma, é comparável. — Mateus 1:18; João 1:14.

• Jesus foi muito mais do que apenas um bom homem. Como adulto, ele refletiu com perfeição a personalidade amorosa, compassiva e justa de seu Pai celestial, Jeová Deus. — João 14:9, 10; Hebreus 1:3; 1 João 4:7-11, 20, 21.

• Como representante de Deus na Terra, Jesus atendeu às necessidades dos pobres e dos oprimidos, sem, no entanto, discriminar os ricos. Com o apoio do poderoso espírito santo de Deus, Jesus curou milagrosamente os doentes e até ressuscitou pessoas. Por meio dessas obras maravilhosas ele demonstrou em pequena escala o que faria na Terra inteira, depois que fosse ressuscitado para a vida celestial e se tornasse Rei do Reino celestial de Deus. — Mateus 11:4-6; Lucas 7:11-17; João 11:5-45.

• É esse Reino celestial de Deus que Jesus ensinou seus seguidores a pedir em oração e a colocar em primeiro lugar nas suas vidas. Quando estiver plenamente estabelecido, esse Reino “esmiuçará e porá termo a todos estes reinos [existentes hoje], e ele mesmo ficará estabelecido por tempos indefinidos”. Daí, o Reino será o único governo da Terra. Esta é a única esperança para a humanidade aflita. — Daniel 2:44; Mateus 6:9, 10.

• Deus era o Pai de Jesus, e Jesus foi fiel a Deus. Assim, quando Jesus foi morto, ele era um homem perfeito. Jesus ofereceu voluntariamente a Deus a sua vida perfeita como sacrifício de resgate para recuperar o que Adão perdera ao rebelar-se contra Deus. Por fazer isso, Jesus abriu o caminho para a vida eterna a todos os que exercessem fé nele. — João 3:16; Romanos 3:23, 24; 1 João 2:2.

• Como Rei celestial designado por Deus, Jesus realizará o propósito divino de eliminar a perversidade da Terra e levar os humanos obedientes à perfeição mental e física. Daí, a humanidade viverá em paz e felicidade numa Terra paradísica, com boas casas e fartura de alimentos para todos. Terão desaparecido para sempre as doenças, a tristeza e a morte. Até mesmo os mortos serão ressuscitados e terão a oportunidade de viver para sempre na Terra. — Gênesis 1:26-28; 2:8; Salmo 37:10, 11, 29; Provérbios 2:21, 22; Isaías 25:6; 65:21-23; Lucas 23:43; Atos 24:15; Revelação (Apocalipse) 21:3, 4.

Portanto, a Bíblia diz claramente que Jesus é a figura central no propósito de Deus de estabelecer um novo mundo de justiça aqui na Terra. Devido ao papel vital que desempenha, Jesus podia dizer corretamente: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim.” — João 14:6; 2 Pedro 3:13.

Um governante compassivo

Pessoas humildes desejam que Jesus seja seu governante no novo mundo, e que espécie de governante diferente e agradável ele será! Uma das maneiras como ele demonstrou isso foi pelas espantosas obras de cura que realizou quando esteve na Terra. (Mateus 15:30, 31) Mas note também outros indicativos de que tipo de governante ele será.

Considere, primeiro, os antecedentes dos governantes deste mundo. A História mostra que, através das eras, muitos deles foram cruéis e impiedosos, impelindo seus povos a incontáveis guerras, atrocidades, inquisições e massacres. Apenas neste século 20, bem mais de 100 milhões de pessoas foram mortas em guerras.

Contraste a atitude e os antecedentes dos governantes deste mundo com a atitude e os antecedentes de Jesus em seus tratos com os pobres, os tiranizados e os desamparados: “Vendo as multidões, sentia compaixão delas, porque andavam esfoladas e empurradas dum lado para outro como ovelhas sem pastor.” De modo que ele lhes disse: “Vinde a mim, todos os que estais labutando e que estais sobrecarregados, e eu vos reanimarei. Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, pois sou de temperamento brando e humilde de coração, e achareis revigoramento para as vossas almas. Pois o meu jugo é benévolo e minha carga é leve.” — Mateus 9:36; 11:28-30.

Como Jesus era compassivo com as pessoas! Nisso ele imitava seu Pai celestial. Jesus foi a personificação do amor, e ele ensinou seus discípulos a terem entre si o amor genuíno, baseado em princípios. De modo que eles não permitiriam que raça, nacionalidade, condição financeira, religião anterior, ou qualquer outra coisa prejudicasse a sua união internacional. (João 13:34, 35; Atos 10:34, 35) De fato, Jesus amava tanto as pessoas que deu a sua vida por elas. (Efésios 5:25) Ele é o tipo de governante que o mundo precisa e vai ter.

Jesus é agora um rei “bonito”

A Palavra profética de Deus ajuda-nos a entender que Jesus é agora um poderoso Rei celestial. O salmista profetizou a respeito dele: “Tu és deveras mais bonito do que os filhos dos homens. . . . No teu esplendor prossegue ao bom êxito; cavalga na causa da verdade, e da humildade, e da justiça . . . Amaste a justiça e odiaste a iniqüidade. É por isso que Deus, o teu Deus, te ungiu com óleo de exultação.” — Salmo 45:2, 4, 7.

Como Rei celestial ungido por Deus, Jesus foi incumbido de agir para expressar seu amor à justiça e seu ódio à perversidade. Assim, a Bíblia descreve-o como conquistador imortal, o “Rei dos reis”, que em breve executará todos os inimigos de Deus. Além do mais, ele fará da Terra um paraíso e levará a humanidade redimível à perfeição. — Revelação 19:11-16.

O novo papel de Jesus não será o de um ‘Messias sofredor’, insultado, espancado e morto por opositores. Ao contrário, seu novo papel é o de “Deus Poderoso”, o governante da Terra. (Isaías 9:6) Isso não é boa notícia para a maioria dos governantes humanos, pois os seus reinos em breve serão extinguidos, como Daniel 2:44 prediz. Usando Cristo como executor, Deus “há de despedaçar reis no dia da sua ira. Executará julgamento entre as nações”. — Salmo 110:5, 6.

Isaías predisse que, ao fazer isso, Cristo “surpreenderá muitas nações. Por causa dele, reis fecharão a sua boca”. Por quê? ‘Porque verão realmente aquilo que [seus confidentes religiosos] não lhes narraram e terão de dar consideração àquilo que não ouviram’. — Isaías 52:15.

‘Colherão tormentas’

Isaías predizia ali um descumprimento de dever da parte de líderes religiosos. Por exemplo, eles não ensinam a seus rebanhos as verdades bíblicas, mas sim doutrinas não-bíblicas a respeito de tormento eterno num inferno de fogo, uma trindade de três deuses em um e a imortalidade da alma — todas de origem pagã. E o clero sempre apoiou as guerras de suas respectivas nações, mesmo quando isso significava matar pessoas de sua própria religião. Isso é uma violação direta dos mandamentos de Deus. — 1 João 2:3, 4; 3:10-12; 4:8, 20, 21.

Também, o clero oferece a seus rebanhos coisas vistosas, porém sem valor aos olhos de Deus, tais como imagens religiosas, vestes clericais, catedrais caríssimas e pinturas embelezadas com conceitos pagãos, incluindo o halo do deus-sol. Isso apesar da ordem de Deus a seus servos: “Desviai-vos, desviai-vos, saí de lá, não toqueis em nada impuro . . ., vós os que carregais os utensílios de Jeová.” — Isaías 52:11; 2 Coríntios 6:14-18.

Aqueles que afirmam representar a Deus, mas violam os seus mandamentos e ensinam outros a fazer o mesmo, colherão o que semearam. Eles serão julgados culpados e sofrerão as conseqüências quando este sistema de coisas for destruído. Como disse o profeta Oséias, “eles semeiam ventos, e colhem tormentas”. — Oséias 8:7, Almeida, Edição Contemporânea; veja também Revelação 17:1-3, 15, 16.

Os sinceros aprendem a verdade

A deturpação clerical dos fatos sobre Deus e Jesus não impedirá que pessoas sinceras aprendam a verdade sobre Jesus. Foi assim no primeiro século, pois, como Paul Barnett escreve em The Two Faces of Jesus (As Duas Faces de Jesus), “Cristo não é nenhum pára-quedista que simplesmente caiu do céu dentro da História, sem ser anunciado”. Sim, lá no passado, as profecias bíblicas ‘anunciaram’ o Messias com precisão, dando aos seus discípulos leais a confirmação de sua chegada. Hoje, há muito mais evidências ‘anunciando’ o fato de que Jesus foi empossado por Deus para reinar como glorioso e celestial “Rei dos reis”. — Mateus 24:3-13; 2 Timóteo 3:1-5, 13.

Realmente, “estas boas novas do reino [de Deus com Cristo qual governante] serão pregadas em toda a terra habitada, em testemunho a todas as nações; e então virá o fim”. (Mateus 24:14) Isso está sendo feito pelas Testemunhas de Jeová, que somam bem mais de cinco milhões em todo o mundo. Portanto, quem deseja aprender quem é o verdadeiro Jesus certamente pode aprender. (João 10:14; 1 João 5:20) E, tanto conhecê-lo como obedecê-lo, é vital para sobreviver à “grande tribulação” que, em breve, se abaterá sobre a Terra. — Revelação 7:9-14; João 17:3; 2 Tessalonicenses 1:6-10.

Sendo assim, as Testemunhas de Jeová terão prazer em ajudá-lo a examinar o atraente quadro que a Bíblia pinta a respeito do Filho de Deus.

[Foto na página 9]

No poder do Reino, Cristo eliminará a perversidade

[Foto na página 10]

Sob o amoroso governo de Cristo, a Terra se tornará um paraíso

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