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BlasfêmiaEstudo Perspicaz das Escrituras, Volume 1
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Mesmo quando não havia expressões verbais contra Deus, as ações da pessoa contra as leis do pacto de Deus evidentemente importavam em ‘falar de modo ultrajante de Jeová’, ou em blasfemá-lo. Assim, ao passo que se dava consideração misericordiosa ao violador desintencional da lei de Deus, aquele que cometesse ofensas deliberadas, quer israelita nativo, quer residente forasteiro, devia ser morto, por ter falado de modo ultrajante de Jeová e por ter desprezado a palavra e o mandamento Dele. — Núm 15:27-31; compare isso com De 31:20; Ne 9:18, 26.
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BlasfêmiaEstudo Perspicaz das Escrituras, Volume 1
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Blasfêmia sob o Pacto da Lei. Os primeiros três mandamentos das “Dez Palavras”, ou Dez Mandamentos, apresentavam a posição ímpar de Jeová Deus como Soberano Universal, e seu direito exclusivo à adoração, advertindo também: “Não deves tomar o nome de Jeová, teu Deus, dum modo fútil, pois Jeová não deixará impune aquele que tomar seu nome dum modo fútil.” (Êx 34:28; 20:1-7) Invocar o mal sobre Deus e amaldiçoar um maioral eram atos condenados. (Êx 22:28)
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