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  • Livro bíblico número 62 — 1 João
    “Toda a Escritura É Inspirada por Deus e Proveitosa”
    • Os filhos de Deus e os filhos do Diabo evidenciam-se pelo seguinte: os que se originam de Deus têm amor uns pelos outros, mas os que se originam do iníquo são semelhantes a Caim, que odiou e matou seu irmão. João diz aos “filhinhos” que chegaram a conhecer o amor porque “esse entregou a sua alma” por eles, e admoesta-os a não ‘fechar a porta das ternas compaixões’ a seus irmãos. Devem ‘amar, não em palavra nem com a língua, mas em ação e em verdade’. Para determinar se se ‘originam da verdade’, eles precisam verificar o que têm no coração e ver se ‘fazem as coisas que são agradáveis aos olhos de Deus’. Têm de obedecer Seu mandamento de ‘ter fé no nome de seu Filho Jesus Cristo e estar amando uns aos outros’. Assim, saberão que permanecem em união com Deus, e Deus com eles, por meio do espírito. — 3:1, 2, 16-19, 22, 23.

      9. (a) A que prova devem ser submetidas as expressões inspiradas? (b) O que acentua a obrigação de amar uns aos outros?

      9 Amando uns aos outros em união com Deus (4:1–5:21). As expressões inspiradas têm de ser postas à prova. As expressões que negam que Cristo veio em carne ‘não se originam de Deus’, mas sim do anticristo. Originam-se do mundo e estão em união com este, mas, a expressão inspirada da verdade vem de Deus. João diz: “Deus é amor”, e “o amor é neste sentido, não que nós tenhamos amado a Deus, mas que ele nos amou e enviou seu Filho como sacrifício propiciatório pelos nossos pecados”. Quão grande é, pois, a obrigação de amar uns aos outros! Os que amam ao semelhante fazem Deus permanecer em união com eles e, destarte, o amor é aperfeiçoado, para ‘terem franqueza no falar’, lançando fora o medo. “Quanto a nós”, diz João, “amamos porque ele nos amou primeiro”. “Aquele que ama a Deus esteja também amando o seu irmão.” — 4:3, 8, 10, 17, 19, 21.

  • Livro bíblico número 62 — 1 João
    “Toda a Escritura É Inspirada por Deus e Proveitosa”
    • 13. (a) De que modo é o amor de Deus acentuado como força prática? (b) De que tipo deve ser o amor do cristão, resultando em que união?

      13 “O amor de Deus” — quão maravilhosamente esta força motivadora é acentuada em toda esta carta! No capítulo 2, encontramos o nítido contraste feito entre o amor do mundo e o amor do Pai. Mais adiante, traz-se-nos à atenção que “Deus é amor”. (4:8, 16) E quão prático é este amor! Encontrou sua expressão magnificente em ter o Pai enviado “seu Filho como Salvador do mundo”. (4:14) Isto deve inspirar em nossos corações um amor apreciativo e destemido, em consonância com as palavras do apóstolo: “Quanto a nós, amamos porque ele nos amou primeiro.” (4:19) Nosso amor deve ser do mesmo tipo que o do Pai e do Filho — um amor prático, abnegado. Como Jesus, que entregou a sua alma por nós, também nós “temos a obrigação de entregar as nossas almas pelos nossos irmãos”, sim, de abrir a porta de nossas ternas compaixões, de modo a amar os nossos irmãos, não apenas em palavras, mas “em ação e verdade”. (3:16-18) Como a carta de João claramente mostra, é este amor, combinado com o verdadeiro conhecimento de Deus, que une os que prosseguem em andar com Deus em inquebrantável união com o Pai e o Filho. (2:5, 6) É para os herdeiros do Reino neste abençoado vínculo de amor que João diz: “E nós estamos em união com o verdadeiro, por meio do seu Filho Jesus Cristo. Esse é o verdadeiro Deus e a vida eterna.” — 5:20.

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