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Parte 2 — Testemunhas até à parte mais distante da terraTestemunhas de Jeová — Proclamadores do Reino de Deus
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Algumas autoridades sem preconceito não aceitavam sem questionar as acusações perversas do clero da cristandade contra as Testemunhas de Jeová. Foi o caso de um delegado de polícia na Niassalândia (agora Malaui) que se disfarçava e ia às reuniões das Testemunhas nativas para descobrir por conta própria que tipo de pessoas elas eram. Ele teve uma boa impressão. Quando o governo aprovou a entrada e a permanência de um representante europeu, Bert McLuckie e, mais tarde, seu irmão, Bill, foram enviados para aquele país em meados da década de 30. Eles se mantinham em contato com a Polícia e os delegados distritais, para que essas autoridades entendessem bem as suas atividades e não confundissem as Testemunhas de Jeová com nenhum dos movimentos falsamente chamados de Torre de Vigia. Ao mesmo tempo, trabalharam pacientemente, junto com Gresham Kwazizirah, uma Testemunha local, madura, a fim de ajudar as centenas de pessoas que desejavam associar-se com as congregações a reconhecer que a imoralidade sexual, o abuso de bebidas alcoólicas e a superstição não têm lugar na vida das Testemunhas de Jeová. — 1 Cor. 5:9-13; 2 Cor. 7:1; Rev. 22:15.
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Parte 2 — Testemunhas até à parte mais distante da terraTestemunhas de Jeová — Proclamadores do Reino de Deus
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Gradualmente, o número de Testemunhas de Jeová cresceu nessa parte do campo mundial. Outros se juntaram aos poucos que deram início à obra na África no princípio deste século 20, e, por volta de 1935, 1.407 pessoas no continente africano relatavam participação na obra de dar testemunho do Reino de Deus. Boa parte delas estava na África do Sul e na Nigéria. Outros grupos grandes que se identificavam como Testemunhas de Jeová estavam na Niassalândia (agora Malaui), na Rodésia do Norte (agora Zâmbia) e na Rodésia do Sul (agora Zimbábue).
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