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Por que temos medo da morte?Despertai! — 2007 | dezembro
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Por que temos medo da morte?
“A morte é a pior de todas as coisas; pois é o fim de tudo.” — Aristóteles.
CERTA mulher era considerada pelos colegas como uma pessoa muito religiosa, uma verdadeira devota. Alguns até a chamavam de “coluna de sua igreja”. Ela havia aprendido que a morte não era realmente o fim, mas uma passagem para outra vida. No entanto, quando sua própria morte parecia iminente, ela foi tomada pelo medo. Atormentada por dúvidas, a mulher perguntou à sua conselheira espiritual: “Há tantas [crenças sobre o que acontece na morte]; como saber qual delas é a verdadeira?”
Quase todas as religiões e sociedades têm o conceito de que os humanos continuam a existir, ou voltarão a existir, após a morte. Entre as muitas crenças, qual delas é a verdadeira? Muitos duvidam que haja qualquer tipo de existência após a morte. Que dizer de você? Foi ensinado que a vida humana continua após a morte? Acredita nisso? Você tem medo da morte?
O medo de deixar de existir
Pesquisadores se referem ao medo da morte como “ansiedade da morte”. Nas últimas décadas, foram produzidos muitos artigos científicos e livros sobre o assunto. Ainda assim, a maioria das pessoas prefere não pensar na morte. Mas a realidade da morte nos obriga a pensar nisso mais cedo ou mais tarde. A vida humana é muito frágil — em média, mais de 160 mil pessoas morrem diariamente. Todos os humanos, sem exceção, estão sujeitos à morte, e essa realidade amedronta a muitos.
Autoridades no assunto classificam a “ansiedade da morte” em várias categorias. Entre essas estão o medo da dor, medo do desconhecido, medo de perder pessoas queridas na morte e medo das conseqüências adversas que a morte da pessoa pode trazer aos parentes e amigos.
Entre essas ansiedades, a que se destaca mais é o medo de deixar de existir. Independentemente das crenças religiosas, a idéia de que a morte é o fim absoluto da vida amedronta a muitos. E a ciência aumenta esse medo ainda mais. Afinal, grande parte das funções do corpo humano pode agora ser explicada em termos científicos. Com certeza nenhum biólogo, físico ou químico encontrou dentro de nós alguma prova de que exista uma entidade invisível capaz de sobreviver à morte do corpo físico. Assim, muitos cientistas definem a morte humana como um simples processo biológico.
Não surpreende, então, que muitas pessoas que dizem crer fortemente na vida após a morte talvez tenham, na verdade, medo de serem reduzidas a nada ao morrer. É interessante que, muito tempo atrás, o Rei Salomão se referiu à morte humana como o fim definitivo que alguns talvez achem assustador.
“Pó” — o fim da jornada?
O livro de Eclesiastes, escrito há 3 mil anos por Salomão, declara: “Pois os vivos sabem que morrerão, mas os mortos nada sabem; para eles não haverá mais recompensa, e já não se tem lembrança deles. Para eles o amor, o ódio e a inveja há muito desapareceram.” Ele acrescentou: “O que as suas mãos tiverem que fazer, que o façam com toda a sua força, pois na sepultura, para onde você vai, não há atividade nem planejamento, não há conhecimento nem sabedoria.” — Eclesiastes 9:5, 6, 10, Nova Versão Internacional.
Salomão foi inspirado a dizer que “o destino do homem é o mesmo do animal; o mesmo destino os aguarda. Assim como morre um, também morre o outro . . . O homem não tem vantagem alguma sobre o animal . . . Todos vão para o mesmo lugar; vieram todos do pó, e ao pó todos retornarão”. — Eclesiastes 3:19, 20, NVI.
Apesar de terem sido escritas pelo Rei Salomão, essas palavras foram inspiradas por Deus e fazem parte de sua Palavra escrita, a Bíblia. Esses textos bíblicos, como tantos outros, não apóiam a crença popular de que algo dentro de nós sobrevive à morte por continuar a viver em uma forma diferente. (Gênesis 2:7; 3:19; Ezequiel 18:4) Assim, será que Deus está nos dizendo que o “pó”, ou a inexistência, é o fim absoluto de todos os humanos? Definitivamente não!
A Bíblia não ensina que alguma parte da pessoa sobrevive à morte. No entanto, ela oferece uma esperança inconfundivelmente clara àqueles que morreram. O artigo seguinte mostrará por que você não precisa temer que a morte seja o fim absoluto da vida humana.
[Quadro na página 3]
UMA INIMIGA INEVITÁVEL
A morte tem sido considerada inimiga da humanidade. É uma inimiga real e há provas disso em todo lugar. De acordo com uma estimativa, uns 59 milhões de pessoas morrem todo ano — uma média de duas pessoas por segundo. Veja algumas estatísticas relacionadas à morte.
◼ Uma pessoa morre vítima da guerra a cada 102 segundos.
◼ Uma pessoa é assassinada a cada 61 segundos.
◼ Uma pessoa comete suicídio a cada 39 segundos.
◼ Uma pessoa morre em acidente de trânsito a cada 26 segundos.
◼ Uma pessoa morre por causas relacionadas à fome a cada 3 segundos.
◼ Uma criança com menos de 5 anos morre a cada 3 segundos.
[Quadro na página 4]
UMA BUSCA INÚTIL
James Kidd, um minerador de cobre, de 70 anos, desapareceu nas montanhas do Estado do Arizona, EUA, em 9 de novembro de 1949. Vários anos mais tarde, após ele ter sido declarado legalmente morto, foram encontrados seu testamento escrito a lápis e centenas de milhares de dólares em dinheiro e em ações. No testamento, Kidd determinou que seu dinheiro fosse usado em pesquisas para encontrar “uma prova científica de que a alma humana deixa o corpo físico após a morte”.
Pouco depois, mais de cem supostos pesquisadores e cientistas candidataram-se a receber o dinheiro. Após meses de audiências e centenas de alegações que sugeriam a existência de uma alma invisível, o juiz por fim autorizou que o dinheiro fosse entregue a duas respeitáveis organizações de pesquisa. Mais de meio século depois, esses pesquisadores ainda não encontraram nenhuma “prova científica de que a alma humana deixa o corpo físico após a morte”.
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A morte é realmente o fim de tudo?Despertai! — 2007 | dezembro
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A morte é realmente o fim de tudo?
É PROVÁVEL que nenhum outro assunto seja tão confuso e perdure por tanto tempo como o do que acontece após a morte. Por milhares de anos, grandes pensadores de todas as civilizações têm refletido sobre esse assunto. Mas a filosofia humana e a pesquisa científica só conseguiram produzir uma mistura de teorias e mitos.
Que dizer dos ensinamentos da Bíblia? Alguns talvez argumentem que a Bíblia é igualmente confusa em assuntos como a morte e a vida após a morte. Para sermos honestos, porém, devemos admitir que a confusão é causada pelas religiões que turvam as águas claras dos ensinamentos bíblicos por meio de falsidades e lendas. Quando rejeitamos as tradições e mitos e nos apegamos ao que a Bíblia realmente diz, descobrimos um ensinamento lógico e que dá esperança.
Antes de você ser você
Pense, por exemplo, nas duas declarações do Rei Salomão citadas no artigo anterior. Aqueles textos bíblicos tornam claro que os mortos — tanto humanos como animais — não estão conscientes de absolutamente nada. Assim, de acordo com a Bíblia, não há atividade, percepção, sentimento, nem raciocínio na morte. — Eclesiastes 9:5, 6, 10.
Difícil acreditar? Pense no seguinte: Qual é a condição de um humano antes de ter vida? Onde você estava quando as minúsculas células de seus pais se uniram para formar o ser vivo que você é? Se os humanos possuem uma entidade invisível que sobrevive à morte, onde ela reside antes da concepção? A verdade é que você não pode se lembrar de sua existência antes da concepção porque você não existia. É simplesmente isso.
Portanto, é lógico concluir que, quando morremos, nossa consciência volta à mesma condição que estava antes de termos vida. É como Deus disse a Adão quando este lhe desobedeceu: “Porque tu és pó e ao pó voltarás.” (Gênesis 3:19) Nesse sentido, os humanos não são diferentes dos animais. Com respeito à condição dos mortos, é exatamente como diz a Bíblia: “Não há nenhuma superioridade do homem sobre o animal.” — Eclesiastes 3:19, 20.
Significa isso que a vida humana se limita a umas poucas décadas seguidas de uma inexistência eterna? Ou há alguma esperança para os mortos? Considere o seguinte.
O desejo inerente de viver
Quase todos encaram a morte como um assunto desagradável. A maioria das pessoas evita em especial falar sobre sua própria morte ou até mesmo pensar nela. Por outro lado, elas são bombardeadas por cenas, na TV e no cinema, de pessoas morrendo de todas as formas possíveis. Isso sem contar os relatos e as imagens de mortes reais noticiados pela mídia.
Por causa disso, a morte de estranhos talvez pareça ser um aspecto normal da vida. Mas, quando se trata da morte de alguém querido ou da nossa própria morte, não há nada de normal nisso. Isso se dá porque as pessoas têm um forte desejo natural de viver. Além disso, temos uma percepção apurada do tempo e uma noção de eternidade. O Rei Salomão escreveu que Deus “colocou o senso da eternidade no coração do homem”. (Eclesiastes 3:11, Bíblia Pastoral) Sob circunstâncias normais, queremos continuar vivendo para sempre. Queremos uma vida sem prazo de validade. Não há indicação de que os animais tenham esse forte desejo. Eles vivem sem ter noção do futuro.
A enormidade do potencial humano
Os humanos têm não só o desejo de viver por tempo indefinido, como também o potencial para continuar ativos e produtivos para sempre. Parece não haver limites para nossa capacidade de aprendizagem. Tem-se dito que nada na natureza se compara ao cérebro humano no que diz respeito à complexidade e à capacidade de recuperação. Diferentemente dos animais, temos uma mente criativa, capaz de raciocinar e compreender idéias abstratas. Os cientistas mal tocaram na superfície do conhecimento sobre o potencial do cérebro humano.
Muito desse potencial permanece à medida que envelhecemos. Recentemente, neurocientistas descobriram que a maioria das funções cerebrais não é afetada pelo processo do envelhecimento. Pesquisadores do Centro para Inovação da Aprendizagem Científica do Instituto Franklin explicam: “O cérebro humano possui uma capacidade contínua de se adaptar e de criar novas conexões nervosas. Mesmo na idade avançada, o cérebro é capaz de produzir novos neurônios. Na maioria das vezes, um declínio mental grave é causado por alguma doença, ao passo que perdas de habilidades motoras e de memória relacionadas à idade são simplesmente o resultado da inatividade e da falta de estímulos e exercícios mentais.”
Em outras palavras, se pudéssemos manter o cérebro intelectualmente estimulado e livre de doenças, ele nunca pararia de trabalhar. Segundo o biólogo molecular James Watson, co-descobridor da estrutura física do DNA, “o cérebro é a coisa mais complexa já descoberta no Universo”. O neurocientista Gerald Edelman declara em seu livro que uma parte do cérebro do tamanho da cabeça de um fósforo “contém cerca de um bilhão de conexões que se podem combinar de tantas maneiras que só se pode classificar de hiperastronômicas — na ordem de dez seguido de milhões de zeros”.
Parece lógico que os humanos, apesar de dotados de tamanho potencial, vivam apenas algumas décadas? Isso não faz sentido. Seria como usar uma locomotiva potente, com uma longa fileira de vagões de carga, para transportar um grão de areia por apenas alguns centímetros! Então, por que a humanidade possui essa tremenda capacidade de aprendizagem e de pensamento criativo? Será que isso indica que os humanos — diferentemente dos animais — não deveriam morrer, mas que foram criados para ter vida eterna?
A esperança dada pelo Deus da vida
O fato de termos o desejo inerente de viver e uma enorme capacidade para aprender nos leva à conclusão lógica: os humanos foram projetados para viver muito mais do que apenas 70 ou 80 anos. Isso, por sua vez, nos faz chegar a ainda outra conclusão: tem de existir um Projetista, um Criador, um Deus. As leis imutáveis do Universo físico e a imensa complexidade da vida na Terra sem dúvida nos levam a crer que existe um Criador.
Se Deus realmente nos criou com a capacidade de viver para sempre, então por que morremos? E o que acontece após a morte? É do propósito de Deus trazer os mortos de volta à vida? Assim, parece lógico concluir que um Deus sábio e poderoso respondesse a essas perguntas, e foi isso o que ele fez. Considere o seguinte:
◼ A morte não fazia parte do propósito original de Deus para a humanidade. A primeira menção à morte na Bíblia indica que Deus originalmente não havia intencionado que os humanos morressem. O relato bíblico de Gênesis explica que Deus concedeu ao primeiro casal humano, Adão e Eva, uma oportunidade de mostrar seu amor e lealdade a ele por meio de um teste simples: não comer de uma certa árvore. Deus disse: “No dia em que dela comeres, positivamente morrerás.” (Gênesis 2:17) Adão e Eva só morreriam caso se rebelassem, falhando assim no teste. O relato bíblico mostra que eles foram desleais a Deus, o que por fim resultou na morte deles. Dessa maneira, a imperfeição e a morte foram introduzidas na família humana.
◼ A Bíblia compara a morte a um sono. Ela fala sobre ‘adormecer na morte’. (Salmo 13:3) Antes de ressuscitar seu amigo Lázaro, Jesus explicou a seus apóstolos: “Lázaro, nosso amigo, foi descansar, mas eu viajo para lá para o despertar do sono.” E foi isso mesmo que Jesus fez. A Bíblia diz que, quando ele chamou, “o homem [Lázaro] que estivera morto saiu” do “túmulo memorial” — vivo novamente! — João 11:11, 38-44.
Por que Jesus se referiu à morte como um sono? Porque no sono a pessoa fica num estado de inatividade. Num sono profundo não há consciência do tempo nem do que acontece ao redor. Não há dor nem sofrimento. Da mesma forma, não há atividade nem consciência na morte. Mas a comparação vai mais além. Quando uma pessoa dorme, ela espera acordar. É justamente essa a esperança que a Bíblia oferece aos mortos.
O próprio Criador promete: “Da mão do Seol [sepultura comum] os remirei; da morte os recuperarei. Onde estão os teus aguilhões, ó Morte? Onde está a tua qualidade destrutiva, ó Seol?” (Oséias 13:14) Outra profecia bíblica diz que Deus “realmente tragará a morte para sempre, e o Soberano Senhor Jeová certamente enxugará as lágrimas de todas as faces”. (Isaías 25:8) Esse processo de trazer os mortos de volta à vida é chamado de ressurreição.
◼ Onde os ressuscitados viverão? Conforme já mencionado, a humanidade tem o desejo natural de viver continuamente. Onde você gostaria de viver para sempre? Será que ficaria satisfeito em saber que, após a morte, você continuaria a viver como parte de uma força de vida abstrata no Universo, conforme ensinam algumas religiões? Gostaria de continuar a existir como outra pessoa, sem nenhuma memória de quem você era antes de morrer? Sente-se atraído à idéia de voltar à vida como um animal ou uma árvore? Se pudesse escolher, gostaria mesmo de viver num mundo onde não houvesse nenhuma atividade humana, nem as alegrias que a vida na Terra proporciona?
Não seria ótimo poder viver sob condições perfeitas num paraíso na Terra? É exatamente essa a esperança que a Bíblia oferece: viver para sempre aqui mesmo na Terra. Deus criou nosso planeta para isso — ser habitado por aqueles que amarão a Deus e o servirão para sempre em felicidade. Por isso, a Bíblia diz: “Os próprios justos possuirão a terra e residirão sobre ela para todo o sempre.” — Salmo 37:29; Isaías 45:18; 65:21-24.
◼ Quando ocorrerá a ressurreição? O fato de a morte ser comparada ao sono indica que a ressurreição em geral não ocorre logo depois que a pessoa morre. Existe um período de “sono” entre sua morte e ressurreição. Na Bíblia, um homem chamado Jó perguntou: “Se alguém morrer, poderá reviver?” Daí ele respondeu: ‘Nos dias [em que estiver na sepultura] eu espero, até que chegue o meu alívio. [Deus] me chamaria e eu responderia.’ (Jó 14:14, 15; Bíblia de Jerusalém) Que alegria será quando chegar o tempo em que os mortos se encontrarão com seus amigos e parentes!
Não é necessário ter pavor
Deve-se admitir que essa esperança bíblica não acaba necessariamente com todo e qualquer medo da morte. É normal ficar apreensivo por causa da dor e da aflição que podem anteceder a morte. E é compreensível ter medo de perder uma pessoa amada. Também é natural temer as tristes conseqüências que sua própria morte poderia trazer àqueles a quem você ama.
Mas, por revelar a verdadeira condição dos mortos, a Bíblia nos ajuda a dissipar qualquer pavor da morte. Não há por que temer ser torturado por demônios num inferno de fogo após a morte. Nem é preciso ter medo de um obscuro mundo dos mortos onde almas vagueiam eternamente sem descanso. Nem é necessário temer que o futuro ofereça apenas um eterno estado de inexistência. Por quê? Porque Deus tem uma memória ilimitada e promete trazer todos os mortos que estão em sua memória de volta à vida aqui na Terra. A Bíblia nos garante: “O verdadeiro Deus é para nós um Deus de atos salvadores; e a Jeová, o Soberano Senhor, pertencem as saídas da morte.” — Salmo 68:20.
[Destaque na página 5]
“Porque tu és pó e ao pó voltarás.” — Gênesis 3:19
[Destaque na página 6]
“[Deus] colocou o senso da eternidade no coração do homem.” — Eclesiastes 3:11, Bíblia Pastoral
[Quadro/Foto na página 8]
RESPOSTAS ÀS SUAS PERGUNTAS SOBRE A MORTE
É verdade que há perguntas sobre a morte e a ressurreição que não foram consideradas nestes artigos. No entanto, muitos encontraram respostas satisfatórias a essas perguntas por estudar cuidadosamente a Bíblia com as Testemunhas de Jeová. Nós o incentivamos a fazer o mesmo. Veja apenas algumas perguntas às quais obterá respostas:
◼ O que a Bíblia quer dizer com os termos “inferno” e “lago de fogo”?
◼ Se não há inferno de fogo, como os maus são punidos?
◼ De acordo com a Bíblia, o espírito sai do corpo quando a pessoa morre. O que é esse espírito?
◼ Por que há tantas histórias de comunicação com os mortos?
◼ Qual é o significado da palavra “alma” na Bíblia?
◼ Quando a ressurreição para a vida num paraíso terrestre se tornará realidade?
◼ Será que todos os que morreram serão ressuscitados, não importa o que tenham feito quando vivos?
Veja a página 32 desta revista para saber como poderá obter respostas claras, baseadas na Bíblia, a cada uma dessas perguntas.
[Foto na página 7]
Jesus disse que ‘despertaria Lázaro do sono’
[Foto nas páginas 8, 9]
Imagine que alegria será quando amigos e parentes que morreram forem ressuscitados!
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