-
Página de rosto/Página editora‘Veja a Boa Terra’
-
-
Página de rosto/Página editora
“Veja a Boa Terra”
-
-
Sumário‘Veja a Boa Terra’
-
-
Sumário
10 Terras e povos ao redor de Israel
14 Quando “Jeová suscitava juízes”
16 Israel nos dias de Davi e de Salomão
20 Jerusalém e o templo de Salomão
22 Impérios atacam a Terra Prometida
24 O povo de Deus volta à sua terra
26 A influência da Grécia e de Roma sobre os judeus
-
-
As terras bíblicas‘Veja a Boa Terra’
-
-
As terras bíblicas
QUANDO Israel se preparava para entrar na Terra Prometida, Moisés expressou a Deus qual era seu desejo: “Deixa-me atravessar, por favor, e ver a boa terra que está do outro lado do Jordão, esta boa região montanhosa.” — De 3:25.
Apesar de não receber permissão para entrar na Terra Prometida, Moisés pôde subir num monte defronte de Jericó e ver a terra — ‘de Gileade até Dã, a terra de Judá até o mar ocidental e o Negebe e o vale do Jordão’. (De 3:27; 34:1-4) Já ouviu o nome desses lugares antes? Sabe a localização deles?
Poucos servos de Jeová hoje podem visitar os muitos lugares sobre os quais leem na Bíblia. Deus disse que faria Abraão viajar por toda a Terra Prometida, mas poucos podem fazer o mesmo hoje. (Gên 13:14-17) Mesmo assim, os cristãos verdadeiros se interessam em aprender sobre os locais mencionados na Bíblia e ver como se relacionam uns com os outros.
‘Veja a Boa Terra’ é um instrumento que o ajudará a aumentar em entendimento das Escrituras. Traz fotos de lugares reais, como Gileade, mostrada na capa. Os mapas são ainda mais instrutivos e podem aprofundar muito o nosso conhecimento sobre os lugares bíblicos.
O mapa nas páginas 2 e 3 mostra as principais regiões e os países mais destacados. Por exemplo, se prestar atenção à posição da Assíria e do Egito em relação à Terra Prometida, entenderá melhor as profecias que mencionam esses países. (Is 7:18; 27:13; Os 11:11; Miq 7:12) A pequena faixa de terra conhecida como Terra Prometida era um antigo cruzamento de estradas e rotas comerciais, e outras nações desejavam dominar seus férteis campos, vinhedos e olivais. — De 8:8; Jz 15:5.
Às vezes, notará que é bom comparar um mapa com outro. Por exemplo, Jonas foi incumbido de ir à capital da Assíria, mas pegou um barco para Társis. (Jon 1:1-3) Encontrou esses lugares no primeiro mapa desta brochura? Cuidado para não confundir Társis com Tarso, onde nasceu o apóstolo Paulo. Encontrará Tarso e outras cidades importantes no mapa ao lado.
Quando localizar Ur, Harã e Jerusalém, pense na distância e no caminho percorridos por Abraão em sua viagem. Depois que Jeová o chamou de Ur, ele morou em Harã e daí se mudou para a Terra Prometida. (Gên 11:28–12:1; At 7:2-5) Você conseguirá visualizar melhor a viagem de Abraão quando estudar “O mundo dos patriarcas”, nas páginas 6-7.
O primeiro mapa e o destas páginas não se relacionam a nenhuma época em especial. Fora esses dois, os mapas seguintes estão basicamente em ordem cronológica, quer dizer, as cidades e os detalhes encontrados neles se relacionam a determinado período. Embora não inclua cada lugar mencionado nos mapas, o índice remissivo (páginas 34-35) talvez o ajude a encontrar o mapa que se relaciona com o ponto que você estiver pesquisando.
O mapa das páginas centrais (páginas 18-19) tem o maior número de cidades e aldeias da Terra Prometida. Consultando a legenda, você poderá localizar as cidades levitas e as seis cidades de refúgio, e ainda saber se um lugar foi mencionado nas Escrituras Hebraicas, nas Escrituras Gregas ou em ambas.
Atualmente, não se sabe a localização de muitos lugares bíblicos, de modo que o nome desses não aparece no mapa central. Também, não foi possível incluir nele todas as cidades e aldeias, como, por exemplo, todas as que são citadas nas listas dos limites entre as tribos. (Jos, caps. 15-19) Mas o mapa em geral inclui cidades próximas, permitindo que você descubra a localização aproximada de outras. Indicam-se alguns acidentes geográficos (montanhas, rios e vales de torrente), e as elevações e a topografia são mostradas com cores diferentes. Esses detalhes o ajudarão a visualizar certos aspectos dos eventos bíblicos.
Poderá encontrar mais informações sobre os lugares bíblicos na enciclopédia Estudo Perspicaz das Escrituras, disponível em muitos idiomas.a Ao estudar a Bíblia com a ajuda dessa obra e de outras publicações, tenha ‘Veja a Boa Terra’ sempre à mão. Consulte-a à medida que estudar toda a Escritura, tão proveitosa para a sua vida. — 2Ti 3:16, 17.
[Nota(s) de rodapé]
a Publicada pelas Testemunhas de Jeová.
[Mapa nas páginas 4, 5]
(Para o texto formatado, veja a publicação)
Terras bíblicas e cidades principais
A1 ITÁLIA
A2 ROMA
A3 SICÍLIA
A3 MALTA
C2 MACEDÔNIA
C2 Filipos
C2 GRÉCIA
C3 ATENAS
C3 Corinto
C3 CRETA
C4 LÍBIA
D3 Antioquia (da Pisídia)
D3 Éfeso
D3 PATMOS
D3 RODES
D4 MÊNFIS
D5 EGITO
E2 ÁSIA MENOR
E3 Tarso
E3 Antioquia (da Síria)
E3 CHIPRE
E4 Sídon
E4 Damasco
E4 Tiro
E4 Cesareia
E4 TERRA PROMETIDA
E4 JERUSALÉM
E4 MOABE
E4 Cades
E4 EDOM
F3 Jardim do Éden?
F3 ASSÍRIA
F3 Harã
F3 SÍRIA
F5 ARÁBIA
G3 NÍNIVE
G4 BABILÔNIA
G4 CALDEIA
G4 Susã
G4 Ur
H3 MÉDIA
[Montanhas]
E5 Mte. Sinai
G2 MTES. ARARATE
[Corpos de água]
C3 Mar Mediterrâneo (Grande Mar)
E1 Mar Negro
E5 Mar Vermelho
H2 Mar Cáspio
H5 Golfo Pérsico
[Rios]
D5 Rio Nilo
F3 Rio Eufrates
G3 Rio Tigre
-
-
O mundo dos patriarcas‘Veja a Boa Terra’
-
-
O mundo dos patriarcas
NA INTRODUÇÃO de um discurso famoso, Estêvão mencionou alguns dados geográficos: “[Jeová] apareceu a nosso antepassado Abraão enquanto ele estava na Mesopotâmia, antes de fixar residência em Harã, e disse-lhe: ‘Sai . . . e vai para uma terra que eu te hei de mostrar.’” (At 7:1-4) Essa ordem desencadeou uma série de eventos importantes envolvendo a vida de Abraão, Isaque e Jacó na Terra Prometida, eventos esses relacionados ao propósito de Deus de abençoar a humanidade. — Gên 12:1-3; Jos 24:3.
Deus chamou Abraão (ou Abrão) quando ele morava na próspera Ur dos caldeus, uma cidade situada na margem oriental do rio Eufrates. Que rota Abraão seguiu? Partindo da Caldeia (também conhecida como Suméria ou Sinear), ele viajou para o norte, até Harã. Por que fez isso? Afinal, não seria mais fácil chegar a Canaã viajando em linha reta para o oeste?
Ur ficava perto da extremidade oriental do Crescente Fértil, uma região semicircular que ia da Palestina à bacia dos rios Tigre e Eufrates e que, na época, talvez tivesse um clima mais ameno. Abaixo da curva do crescente ficava o deserto siro-árabe, com suas colinas calcárias e planícies arenosas. The Encyclopædia Britannica diz que esse deserto era uma “barreira quase intransponível” entre a costa do Mediterrâneo e a Mesopotâmia. Algumas caravanas talvez viajassem do Eufrates até Tadmor, passando depois por Damasco, mas Abraão não levou sua família e o gado através desse deserto.
Em vez disso, ele subiu o vale do rio Eufrates até Harã. Dali, ele deve ter seguido uma rota comercial até um vau em Carquemis e então, rumado para o sul, passando por Damasco, até chegar ao lago que ficou conhecido como mar da Galileia. A Via Maris (“O Caminho do Mar”) passava por Megido e seguia para o Egito. Mas Abraão viajou entre as montanhas de Samaria, acampando por fim em Siquém. Algum tempo depois, ele continuou descendo aquela rota em meio às regiões montanhosas. Acompanhe essa viagem relatada em Gênesis 12:8–13:4. Outros lugares onde Abraão esteve foram Dã, Damasco, Hobá, Manre, Sodoma, Gerar, Berseba e Moriá (Jerusalém). — Gên 14:14-16; 18:1-16; 20:1-18; 21:25-34; 22:1-19.
Se nos inteirarmos um pouco da geografia, entenderemos melhor alguns eventos na vida de Isaque e de Jacó. Por exemplo, enquanto estava em Berseba, aonde Abraão mandou que seu servo fosse a fim de encontrar uma esposa para Isaque? Mandou-o à distante Mesopotâmia (que significa “terra entre rios”), a Padã-Arã. Daí, imagine a cansativa viagem de camelo que Rebeca fez até o Negebe, talvez até perto de Cades, para se encontrar com Isaque. — Gên 24:10, 62-64.
Mais tarde, o filho deles Jacó (Israel) também fez uma longa viagem para se casar com uma adoradora de Jeová. Quando voltou à sua terra, Jacó tomou um caminho ligeiramente diferente. Depois de atravessar o vau do Jaboque perto de Penuel, ele lutou com um anjo. (Gên 31:21-25; 32:2, 22-30) Esaú se encontrou com ele nessa região, e daí cada um deles foi morar num lugar diferente. — Gên 33:1, 15-20.
Depois que sua filha Diná foi violentada em Siquém, Jacó mudou-se para Betel. Sabe dizer, porém, a distância que os filhos de Jacó percorreram a fim de chegar ao lugar onde pastoreavam o rebanho de seu pai — onde mais tarde José por fim os encontrou? Este mapa (e o das páginas 18 e 19) talvez o ajude a avaliar melhor a distância entre Hébron e Dotã. (Gên 35:1-8; 37:12-17) Os irmãos de José o venderam a comerciantes que iam para o Egito. Que rota você acha que eles seguiram? Esse evento resultou em os israelitas se mudarem para o Egito e, por fim, no Êxodo. — Gên 37:25-28.
[Mapas na página 7]
(Para o texto formatado, veja a publicação)
Viagens de Abraão (veja a publicação)
Viagens de Isaque (veja a publicação)
Viagens de Jacó (veja a publicação)
Estradas principais (veja a publicação)
Patriarcas (visão geral)
A4 GÓSEN
A5 EGITO
B4 SUR
B5 PARÃ
C3 Damasco
C3 Dã (Laís)
C4 Siquém
C4 Betel
C4 Hébron (Quiriate-Arba)
C4 Gerar
C4 Berseba
C4 SEIR
C4 Cades
C5 EDOM
D1 Carquemis
D2 Tadmor
D3 Hobá
E1 PADÃ-ARÃ
E1 Harã
F2 MESOPOTÂMIA
G1 Nínive
G2 CRESCENTE FÉRTIL
G3 Babilônia
H4 CALDEIA
H4 Ur
[Montanhas]
C4 Moriá
[Corpos de água]
B3 Mar Mediterrâneo (Grande Mar)
[Rios]
E2 Eufrates
G2 Tigre
Patriarcas (na Terra Prometida)
CANAÃ
Megido
GILEADE
Dotã
Siquém
Sucote
Maanaim
Penuel
Betel (Luz)
Ai
Jerusalém (Salém)
Belém (Efrate)
Manre
Hébron (Macpela)
Gerar
Berseba
Sodoma?
NEGEBE
Reobote?
Beer-Laai-Roi
Cades
Estradas principais
Via Maris
Estrada Real
[Montanhas]
Moriá
[Corpos de água]
Mar Salgado
[Rios e torrentes]
Jaboque
Jordão
[Foto na página 6]
O rio Eufrates perto de Babilônia
[Foto na página 6]
Abraão morou em Berseba e pastoreou seus rebanhos ali perto
[Foto na página 6]
Vale da torrente do Jaboque
-
-
Do Egito à Terra Prometida‘Veja a Boa Terra’
-
-
Do Egito à Terra Prometida
A MAIORIA das pessoas já ouviu falar do Êxodo do Egito. Mas o que aguardava Moisés e o povo de Deus depois da travessia do mar Vermelho? Que rumo tomaram e como chegaram ao rio Jordão, através do qual entraram na Terra Prometida?
Para chegar à terra de Canaã, Moisés não tomou o caminho mais curto — com cerca de 400 quilômetros ao longo da costa arenosa do Mediterrâneo. Se tivesse feito isso, teriam passado diretamente pelo meio do território dos inimigos filisteus. Tampouco atravessou o centro da ampla península do Sinai, onde enfrentariam calor escaldante no planalto de cascalho e calcário. Não, Moisés levou o povo para o sul, ao longo da estreita planície costeira. Primeiro, eles acamparam em Mara, onde Jeová fez com que as águas amargas se tornassem potáveis.a Após partir de Elim, o povo resmungou pedindo comida; Deus enviou codornizes e depois maná. Em Refidim, o povo resmungou outra vez (pedindo água), os amalequitas que atacaram Israel foram derrotados e o sogro de Moisés o aconselhou a obter ajuda de homens capazes. — Êx, caps. 15-18.
Moisés conduziu então Israel em direção às montanhas mais ao sul, acampando junto ao monte Sinai. Ali, o povo de Deus recebeu a Lei, construiu o tabernáculo e ofereceu sacrifícios. No segundo ano do Êxodo, rumaram para o norte, atravessando um “grande e atemorizante ermo”. A jornada à região de Cades (Cades-Barneia) aparentemente levou 11 dias. (De 1:1, 2, 19; 8:15) Por causa do relatório negativo de dez espiões, o povo ficou com medo e, por isso, teve de vaguear por mais 38 anos. (Núm 13:1–14:34) Entre os lugares onde acamparam estavam Abrona e Eziom-Géber. Depois, voltaram a Cades. — Núm 33:33-36.
Quando finalmente chegou o tempo de entrarem na Terra Prometida, os israelitas não rumaram em linha reta para o norte. Contornaram a terra de Edom e seguiram pela “estrada real”. (Núm 21:22; De 2:1-8) Para uma nação inteira — com crianças, animais e tendas —, não foi fácil percorrê-la. Por exemplo, eles tiveram de entrar e sair de desfiladeiros profundos — como o de Zerede e o do Árnon (com quase 520 metros de profundidade). — De 2:13, 14, 24.
Finalmente, os israelitas chegaram ao monte Nebo. Miriã havia morrido em Cades; Arão, no monte Hor. Moisés morreu perto da terra na qual ele queria entrar, tão perto que dava para avistá-la. (De 32:48-52; 34:1-5) Coube a Josué liderar Israel na conquista da terra, terminando assim uma jornada que começara 40 anos antes. — Jos 1:1-4.
[Nota(s) de rodapé]
a Não se sabe a localização exata da maioria dos acampamentos.
[Mapa na página 9]
(Para o texto formatado, veja a publicação)
O caminho do Êxodo
O caminho que Israel tomou
A7 EGITO
A5 Ramessés?
B5 Sucote?
C5 Etão?
C5 Pi-Hairote
D6 Mara
D6 Elim
E6 DESERTO DE SIM
E7 Dofca
F8 Refidim
F8 Mte. Sinai (Horebe)
F8 DESERTO DO SINAI
F7 Quibrote-Ataavá
G7 Hazerote
G6 Rimom-Peres
G5 Rissa
G3 Cades
G3 Bene-Jaacã
G5 Hor-Hagidgade
H5 Jotbata
H5 Abrona
H6 Eziom-Géber
G3 Cades
G3 DESERTO DE ZIM
H3 Mte. Hor
H3 Zalmona
I3 Punom
I3 Ijé-Abarim
I2 MOABE
I1 Díbon
I1 Almom-Diblataim
H1 Jericó
[Outros locais]
A3 GÓSEN
A4 Om
A5 Mênfis (Nofe)
B3 Zoã
B3 Tafnes
C5 Migdol
D3 SUR
D5 DESERTO DE ETÃO
F5 DESERTO DE PARÃ
G1 FILÍSTIA
G1 Asdode
G2 Gaza
G2 Berseba
G3 Azmom
G3 NEGEBE
H1 Jerusalém
H1 Hébron (Quiriate-Arba)
H2 Arade (cananeia)
H4 SEIR
H4 EDOM
I7 MIDIÃ
Estradas principais
Caminho para a terra dos filisteus
Caminho para Sur
I4 Estrada Real
Rota das caravanas
Rota El Haj
[Montanhas]
F8 Mte. Sinai (Horebe)
H3 Mte. Hor
I1 Mte. Nebo
[Corpos de água]
E2 Mar Mediterrâneo (Grande Mar)
D7/G7 Mar Vermelho
I1 Mar Salgado
[Rios e torrentes]
A6 Nilo
F3 V. da t. do Egito
I2 Árnon
I3 Zerede
[Foto na página 8]
Caravanas atravessavam a península do Sinai
[Foto na página 8]
Israel acampou diante do monte Sinai
[Foto na página 9]
Havia água nas fontes em Cades ou perto dali
[Foto na página 9]
Todo o Israel teve de atravessar o vale da torrente do Árnon
-
-
Terras e povos ao redor de Israel‘Veja a Boa Terra’
-
-
Terras e povos ao redor de Israel
JEOVÁ disse a Abraão: ‘Sai de Ur na Mesopotâmia e vai para a terra que te mostrarei.’ Essa terra era habitada, e havia outras nações ao redor. — Gên 12:1-3; 15:17-21.
Quando saiu do Egito, o povo de Deus sabia que possivelmente encontraria resistência da parte de inimigos, como os “déspotas de Moabe”. (Êx 15:14, 15) Os amalequitas, moabitas, amonitas e amorreus viviam em regiões pelas quais Israel passaria a caminho da Terra Prometida. (Núm 21:11-13; De 2:17-33; 23:3, 4) E os israelitas se deparariam com outras nações inimigas quando chegassem à terra que Deus lhes havia prometido.
Deus disse que Israel devia “remover” sete “nações populosas” que mereciam a destruição. Eram os hititas, os girgaseus, os amorreus, os cananeus, os perizeus, os heveus e os jebuseus. Tratava-se de povos moralmente depravados que praticavam religiões falsas. Seus deuses incluíam Baal (homenageado em colunas fálicas de pedra), Moloque (a quem se ofereciam crianças como sacrifícios) e a deusa da fertilidade Astorete (Astarte). — De 7:1-4; 12:31; Êx 23:23; Le 18:21-25; 20:2-5; Jz 2:11-14; Sal 106:37, 38.
Às vezes, toda a região que Deus daria a Israel era chamada de “Canaã”, desde a região ao norte de Sídon até “o vale da torrente do Egito”. (Núm 13:2, 21; 34:2-12; Gên 10:19) Em outras partes, a Bíblia cita várias nações, cidades-estado ou povos daquela terra. Alguns desses povos habitavam regiões bem específicas, como os filisteus, que viviam na costa, e os jebuseus, nas montanhas perto de Jerusalém. (Núm 13:29; Jos 13:3) Outros mudaram de lugar ou de território ao longo do tempo. — Gên 34:1, 2; 49:30; Jos 1:4; 11:3; Jz 1:16, 23-26.
Na época do Êxodo, os amorreus eram provavelmente a tribo dominante.a (De 1:19-21; Jos 24:15) Eles haviam se apossado de terras dos moabitas até o vale da torrente do Árnon, embora a região diante de Jericó ainda fosse chamada de “planícies desérticas de Moabe”. Basã e Gileade também eram governadas por reis amorreus. — Núm 21:21-23, 33-35; 22:1; 33:46-51.
Embora tivessem o apoio de Deus, os israelitas não eliminaram todas as nações condenadas e, com o tempo, foram enlaçados por elas. (Núm 33:55; Jos 23:13; Jz 2:3; 3:5, 6; 2Rs 21:11) De fato, eles acabaram caindo vítimas desses inimigos apesar do aviso: “Não deveis andar seguindo outros deuses, quaisquer deuses dos povos que há ao redor de vós.” — De 6:14; 13:7.
[Nota(s) de rodapé]
a Como acontece no caso do termo “cananeu”, a palavra “amorreu” talvez tenha sido usada coletivamente, abrangendo todos os povos daquela região; em outros casos, refere-se a uma tribo específica. — Gên 15:16; 48:22.
[Mapa na página 11]
(Para o texto formatado, veja a publicação)
Nações a serem removidas da terra prometida
FILÍSTIA (D8)
C8 Ascalom
C9 Gaza
D8 Asdode
D8 Gate
D9 Gerar
CANAÃ (D8)
B10 AMALEQUITAS
C12 Hazar-Adar (Adar?)
C12 Cades (Cades-Barneia)
D8 Laquis
D9 Berseba
D10 AMORREUS
D11 NEGEBE
E4 Dor
E5 Megido
E5 Taanaque
E6 Afeque
E6 HEVEUS
E7 JEBUSEUS
E8 Bete-Semes
E8 Hébron (Quiriate-Arba)
E9 HITITAS
E9 Debir
E10 Arade (cananeia)
E10 QUENEUS
E11 Acrabim
F4 GIRGASEUS
F6 Siquém
F7 PERIZEUS
F7 Gilgal
F7 Jericó
F8 Jerusalém
G2 HEVEUS
G2 Dã (Laís)
G3 Hazor
FENÍCIA (F2)
E2 Tiro
F1 Sídon
EDOM (F12)
F11 SEIR
G11 Bozra
AMORREUS (SÍON) (G8)
G6 GILEADE
G7 Sitim
G7 Hésbon
G9 Aroer
SÍRIA (H1)
G1 Baal-Gade
G2 HEVEUS
I1 Damasco
MOABE (H10)
AMORREUS (OGUE) (I5)
G6 GILEADE
H3 BASÃ
H4 Astarote
H4 Edrei
AMOM (I7)
H7 Rabá
[Desertos]
H12 DESERTO DA ARÁBIA
[Montanhas]
E4 Mte. Carmelo
E11 Mte. Hor
G1 Mte. Hermom
G8 Mte. Nebo
[Corpos de água]
C6 Mar Mediterrâneo (Grande Mar)
F9 Mar Salgado
G4 Mar da Galileia
[Rios e torrentes]
B11 V. da t. do Egito
F6 Rio Jordão
G6 V. da t. do Jaboque
G9 V. da t. do Árnon
G11 V. da t. de Zerede
[Fotos na página 10]
À direita: Basã, governada pelo rei amorreu, Ogue, era famosa por seus touros e suas ovelhas
Abaixo: Moabe, na direção do mar Salgado e do deserto de Judá
[Foto na página 11]
Jeová mandou Israel remover as nações que adoravam deuses falsos, como Baal, Moloque e a deusa da fertilidade Astorete (na figura)
-
-
“Uma terra boa e espaçosa”‘Veja a Boa Terra’
-
-
“Uma terra boa e espaçosa”
NO ARBUSTO ardente, Deus disse a Moisés que ‘livraria Seu povo da mão dos egípcios e os faria subir para uma terra boa e espaçosa, para uma terra que manava leite e mel’. — Êx 3:8.
As duas imagens geradas por computador que você vê aqui talvez o ajudem a entender a variedade de regiões naturais e de terrenos encontrados na Terra Prometida. (As elevações foram realçadas para destacar a escala.) Consulte o gráfico em cores para verificar as altitudes em relação ao nível do mar.
A tabela mostra uma das maneiras de alistar as regiões naturais daquela terra. Encontrará a descrição e referências bíblicas a essas regiões em “Toda a Escritura É Inspirada por Deus e Proveitosa” (Estudo número 1, páginas 270-278) e em Estudo Perspicaz das Escrituras (volume 3, páginas 164-167).a
[Nota(s) de rodapé]
a Publicados pelas Testemunhas de Jeová.
[Tabelas⁄Mapas nas páginas 12, 13]
(Para o texto formatado, veja a publicação)
Topografia da Terra
Tabela das regiões naturais
A. Costa do Grande Mar
B. Planícies ao oeste do Jordão
1. Planície de Aser
2. Faixa costeira de Dor
3. Pastagens de Sarom
4. Planície da Filístia
5. Vale Central Leste—Oeste
a. Planície de Megido
b. Baixada de Jezreel
C. Montes ao oeste do Jordão
1. Montes da Galileia
2. Montes do Carmelo
3. Montes de Samaria
4. Sefelá (montes baixos)
5. Região montanhosa de Judá
6. Deserto de Judá
7. Negebe
8. Deserto de Parã
D. Arabá (vale da fenda)
1. Bacia do Hula
2. Região do mar da Galileia
3. Vale do Jordão
4. Mar Salgado (ou Morto)
5. Arabá (ao sul do mar Salgado)
E. Montes/planaltos ao leste do Jordão
1. Basã
2. Gileade
3. Amom e Moabe
4. Platô montanhoso de Edom
F. Montes do Líbano
[Mapa]
Mte. Hermom
Dã
Jerusalém
Berseba
Corte transversal da Terra Prometida
metros pé(s)
2.500 7.500
2.000 6.000
1.500 4.500
1.000 3.000
500 1.500
0 0 (nível do mar)
-500 -1.500
Planície da Filístia
Sefelá
Região montanhosa de Judá
Deserto de Judá
Vale da fenda
Mar Salgado
Terra de Moabe
[Foto na página 13]
Mte. Hermom (2.814 m; 9.232 pés)
[Foto na página 13]
Litoral do mar Salgado; ponto mais baixo em terra (cerca de 400 m, ou 1.300 pés, abaixo do nível do mar)
-
-
Quando “Jeová suscitava juízes”‘Veja a Boa Terra’
-
-
Quando “Jeová suscitava juízes”
NO MAPA, é fácil localizar o monte Tabor (F4) — a sudoeste do mar da Galileia, no vale de Jezreel. Tente visualizar um exército de 10 mil homens reunidos no alto desse monte. Foi na ocasião em que Jeová usou o Juiz Baraque e a profetisa Débora para unir Israel contra o rei cananeu Jabim, que oprimia o povo já por 20 anos. Liderados por Sísera, chefe do exército de Jabim, os 900 carros de guerra do rei, equipados com ameaçadoras foices de ferro, vieram de Harosete até o leito seco do Quisom, entre Megido e o monte Tabor.
O Juiz Baraque conduziu os homens de Israel para baixo, ao vale, a fim de lutarem contra as forças de Sísera. Jeová assegurou-lhes a vitória enviando uma inundação repentina que fez os carros de Sísera atolar, causando pânico entre os cananeus. (Jz 4:1–5:31) Essa foi apenas uma das muitas vitórias que Deus concedeu a Israel durante o período dos juízes.
Depois da conquista de Canaã, a terra foi repartida entre as tribos de Israel. Note onde se estabeleceram várias das tribos não levitas. A pequena tribo de Simeão recebeu cidades no território de Judá. Depois da morte de Josué, a nação entrou num período de decadência espiritual e moral. Israel ‘ficou em sério aperto’, oprimido por inimigos. Por compaixão, ‘Jeová suscitou juízes’ — 12 homens fiéis e corajosos — que libertaram Israel ao longo de uns três séculos. — Jz 2:15, 16, 19.
O Juiz Gideão, com apenas 300 soldados pouco armados, mas ágeis, derrotou 135 mil guerreiros midianitas. O campo de batalha foi entre o monte Gilboa e Moré. Depois da vitória inicial, Gideão foi para o leste até o deserto, no encalço do inimigo. — Jz 6:1–8:32.
Jefté, um gileadita da tribo de Manassés, libertou as aldeias israelitas ao leste do Jordão da mão dos opressores amonitas. Na sua campanha vitoriosa, é provável que Jefté tenha viajado pela Estrada Real, que ia de Ramote-Gileade à região de Aroer. — Jz 11:1–12:7.
Os feitos de Sansão contra os filisteus se concentraram na área costeira, perto de Gaza e Ascalom. Gaza fica em uma região bem irrigada, famosa pela agricultura. Sansão usou 300 raposas para pôr fogo nas plantações de cereais, nos vinhedos e nos olivais dos filisteus. — Jz 15:4, 5.
Seja pelo relato bíblico, seja pela tribo de origem dos juízes, fica evidente que eles atuaram em todo o território da Terra Prometida. Não importa onde ocorressem os eventos, em épocas de dificuldades Jeová cuidava bem do seu povo arrependido.
[Mapa na página 15]
(Para o texto formatado, veja a publicação)
Tribos e Juízes
Juízes
1. Otniel (Tribo de Manassés)
2. Eúde (Tribo de Judá)
3. Sangar (Tribo de Judá)
4. Baraque (Tribo de Naftali)
5. Gideão (Tribo de Issacar)
6. Tola (Tribo de Manassés)
7. Jair (Tribo de Manassés)
8. Jefté (Tribo de Gade)
9. Ibsã (Tribo de Aser)
10. Elom (Tribo de Zebulão)
11. Abdom (Tribo de Efraim)
12. Sansão (Tribo de Judá)
Territórios tribais (Veja a publicação)
Cidades encravadas de Manassés
E4 Dor
E5 Megido
E5 Taanaque
F4 En-Dor
F5 Bete-Seã (Bete-Sã)
F5 Ibleão (Gate-Rimom)
Cidades encravadas de Simeão
C9 Saruem (Saaraim) (Silhim)
C10 Bete-Lebaote (Bete-Biri)
D8 Eter (Toquém)
D9 Ziclague
D9 Aim
D9 Hazar-Susa?
D9 Asã
D9 Berseba
D10 Hazar-Sual
E9 Étão
E9 Bete-Marcabote
E9 Betuel? (Quesil?)
E9 Seba? (Jesua)
E10 Baalate-Beer (Baal)
E10 Ezem
Cidades levitas de refúgio
E8 Hébron
F3 Quedes
F6 Siquém
H4 Golã
H5 Ramote-Gileade
H8 Bezer
Estradas principais
B10 Via Maris
G10 Estrada Real
Tribos de Israel
DÃ (D7)
D7 Jope
E8 Zorá
JUDÁ (D9)
C8 Ascalom
C9 Gaza
C9 Saruem (Saaraim) (Silhim)
C10 Bete-Lebaote (Bete-Biri)
C12 Azmom
C12 Cades
D7 Jabneel
D8 Eter (Toquém)
D9 Ziclague
D9 Aim
D9 Hazar-Susa?
D9 Asã
D9 Berseba
D10 Hazar-Sual
E8 Leí
E8 Belém
E8 Hébron
E9 Étão
E9 Bete-Marcabote
E9 Betuel? (Quesil?)
E9 Seba? (Jesua)
E10 Baalate-Beer (Baal)
E10 Ezem
F8 Jerusalém
ASER (E3)
E2 Tiro
E4 Harosete
E4 Dor
F1 Sídon
MANASSÉS (E5)
E6 Samir (Samaria)
E6 Piratom
F6 Siquém
G5 Abel-Meolá
EFRAIM (E7)
E7 Timnate-Sera
F6 Tapua
F6 Silo
F7 Betel (Luz)
NAFTALI (F3)
F2 Bete-Anate
F3 Quedes
G3 Hazor
ZEBULÃO (F4)
E4 Belém
ISSACAR (F5)
E5 Megido
E5 Quedes (Quisiom)
E5 Taanaque
F4 En-Dor
F5 Bete-Sita
F5 Bete-Seã (Bete-Sã)
F5 Ibleão (Gate-Rimom)
BENJAMIM (F7)
F7 Gilgal
DÃ (G2)
G2 Dã (Laís)
MANASSÉS (H3)
H4 Golã
RUBEM (H8)
G7 Hésbon
G9 Aroer
H7 Minite
H8 Bezer
GADE (I6)
G6 Sucote
G6 Penuel
G6 Mispá (Mispé)
G7 Jogbeá
H5 Ramote-Gileade
H7 Rabá
H7 Abel-Queramim
[Outros lugares]
I1 Damasco
[Montanhas]
F4 Mte. Tabor
F4 Moré
F6 Mte. Ebal
F5 Mte. Gilboa
F6 Mte. Gerizim
[Corpos de água]
C5 Mar Mediterrâneo (Grande Mar)
F9 Mar Salgado
G4 Mar da Galileia
[Rios e torrentes]
B11 V. da t. do Egito
F6 Rio Jordão
G6 V. da t. do Jaboque
G9 V. da t. do Árnon
G11 V. da t. de Zerede
[Foto na página 14]
O monte Tabor, no território de Issacar, se eleva sobre o vale de Jezreel
[Foto na página 14]
Uma cheia do Quisom fez com que os carros de Sísera atolassem
-
-
Israel nos dias de Davi e de Salomão‘Veja a Boa Terra’
-
-
Israel nos dias de Davi e de Salomão
DEUS prometeu dar aos descendentes de Abrão a terra que ia “desde o rio do Egito até . . . o rio Eufrates”. (Gên 15:18; Êx 23:31; De 1:7, 8; 11:24) Depois que Josué entrou em Canaã, levou uns quatro séculos para que a Terra Prometida alcançasse essa extensão.
O Rei Davi derrotou o reino arameu de Zobá, que ia até o Eufrates no norte da Síria.a Ao sul, as vitórias de Davi contra os filisteus estenderam as fronteiras de Israel até o Egito. — 2Sa 8:3; 1Cr 18:1-3; 20:4-8; 2Cr 9:26.
De modo que Salomão reinou “desde o Rio [Eufrates] até a terra dos filisteus e até o termo do Egito”, prefigurando o governo pacífico do Messias. (1Rs 4:21-25; 8:65; 1Cr 13:5; Sal 72:8; Za 9:10) Mesmo assim, costumava-se dizer que a região ocupada por Israel ia “desde Dã até Berseba”. — 2Sa 3:10; 2Cr 30:5.
Desobedecendo à orientação de Deus, o Rei Salomão acumulou cavalos e carros. (De 17:16; 2Cr 9:25) Nos seus deslocamentos, usava-se uma rede de estradas. (Jos 2:22; 1Rs 11:29; Is 7:3; Mt 8:28) Só temos detalhes sobre algumas dessas estradas, como ‘a estrada principal que subia de Betel a Siquém, e para o sul de Lebona’. — Jz 5:6; 21:19.
O livro The Roads and Highways of Ancient Israel (Estradas do Israel Antigo) diz: “A maior dificuldade em pesquisar o sistema de estradas do Israel antigo é o fato de que não restou nenhum indício físico, claramente identificável, das estradas do país utilizadas durante o período do Velho Testamento, porque [naquela época] as estradas não eram pavimentadas.” Mas a topografia e as ruínas de cidades que foram escavadas indicam o traçado de muitas das estradas.
As estradas muitas vezes determinavam o deslocamento de tropas. (1Sa 13:17, 18; 2Rs 3:5-8) Para atacar Israel, os filisteus marcharam de Ecrom e Gate até a região “entre Socó e Azeca”. O exército de Saul se confrontou com eles ali, “na baixada de Elá”. Depois que Davi matou Golias, os filisteus fugiram de volta para Gate e Ecrom, e Davi subiu para Jerusalém. — 1Sa 17:1-54.
Laquis (D10), Azeca (D9) e Bete-Semes (D9) estavam localizadas em rotas naturais que cruzavam a Sefelá em direção aos montes de Judá. Assim, essas cidades tinham um papel vital para deter os inimigos que vinham pela Via Maris em direção ao coração do território de Israel. — 1Sa 6:9, 12; 2Rs 18:13-17.
[Nota(s) de rodapé]
a O território rubenita chegava até o deserto da Síria, cujo limite oriental era o Eufrates. — 1Cr 5:9, 10.
[Mapas na página 17]
(Para o texto formatado, veja a publicação)
Território e estradas quando os reinos estavam unidos
Fronteiras (tempo de Salomão)
Tifsa
Hamate
Tadmor
Berotai (Cum?)
Sídon
Damasco
Tiro
Dã
Jerusalém
Gaza
Aroer
Berseba
Tamar
Eziom-Géber
Elate (Elote)
[Rios e torrentes]
Eufrates
V. da t. do Egito
Davi e Salomão (estradas)
B10 Gaza
C8 Jope
C9 Asdode
C10 Ascalom
C11 Ziclague
C12 DESERTO DE PARÃ
D5 Dor
D6 Héfer
D8 Afeque
D8 Ramá
D9 Saalbim
D9 Gezer
D9 Macaz
D9 Ecrom
D9 Bete-Semes
D9 Gate
D9 Azeca
D10 Soco (Socó)
D10 Adulão
D10 Queila
D10 Laquis
D11 Jatir
D12 Berseba
E2 Tiro
E4 Cabul
E5 Jocneão (Jocmeão?)
E5 Megido
E6 Taanaque
E6 Arubote
E7 Piratom
E8 Lebona
E8 Zereda
E8 Betel
E9 Bete-Horom Baixa
E9 Bete-Horom Alta
E9 Geba
E9 Gibeão
E9 Gibeá
E9 Quiriate-Jearim
E9 Nobe
E9 Baal-Perazim
E9 Jerusalém
E9 Belém
E10 Tecoa
E10 Hébron
E11 Zife
E11 Horesa?
E11 Carmelo
E11 Maom
E11 Estemoa
F5 En-Dor
F5 Suném
F5 Jezreel
F6 Bete-Seã
F7 Tirza
F7 Siquém
F8 Zaretã
F8 Silo
F8 Ofra?
F9 Jericó
F11 En-Gedi
G2 Abel-Bete-Maacá
G2 Dã
G3 Hazor
G3 MAACÁ
G5 Lo-Debar (Debir)
G5 Rogelim
G6 Abel-Meolá
G7 Sucote
G7 Maanaim
H1 SÍRIA
H4 GESUR
H6 Ramote-Gileade
H8 Rabá
H9 Medeba
H11 Aroer
H12 MOABE
I4 Helão?
I9 AMOM
[Estradas principais]
C10 Via Maris
H6 Estrada Real
[Montanhas]
F5 Mte. Gilboa
[Corpos de água]
C8 Mar Mediterrâneo (Grande Mar)
F10 Mar Salgado (Mar Morto)
G4 Mar da Galileia
[Fonte ou poço]
E9 En-Rogel
[Fotos na página 16]
À direita: vale de Elá, voltado para o leste, para os montes de Judá
Abaixo: uma rede de estradas permitia viajar pela Terra Prometida
-
-
A Terra Prometida‘Veja a Boa Terra’
-
-
A Terra Prometida
LEGENDA
▴ Cidades levitas
▵ Cidades de refúgio
• Lugares nas Escrituras Hebraicas
○ Lugares nas Escrituras Gregas
▪ Lugares tanto nas Escrituras Hebraicas como nas Gregas
REGIÃO DE JERUSALÉM
▴ Geba
▪ Ramá
▴ Gibeão
• Asmavete
○ Emaús
• Quefira
• Gibeá
• Hazor
▴ Almom
• Galim
• Quiriate-Jearim
▴ Anatote
• Moza
• Nobe
• Baurim
• Baal-Perazim
○ Betfagé
▪ JERUSALÉM
○ Betânia
• Manaate
▪ Belém
[Fontes e poços]
Neftoa
En-Semes
En-Rogel
Terra Prometida (a maioria das cidades)
A11 • Ascalom
A11 ▪ Gaza
A12 • Gerar
A13 • Saruem (Saaraim) (Silhim)
B8 ▴ Gate-Rimom
B8 ▪ Jope
B9 • Bete-Dagom
B9 ▴ Elteque (Eltequé)
B9 • Jabneel
B10 • Gedera
B10 ▪ Asdode
B11 • Eglom
B11 • Quitlis
B12 • Ziclague
B13 ▴ Asã (Aim)
B13 • Berseba
C5 • Dor
C6 ○ Cesareia
C7 • Héfer
C7 • Socó
C8 • Baal-Salisa
C8 ▪ Afeque (Antipátride)
C8 • Ebenezer
C8 • Jeúde
C8 ▪ Ramá (Arimateia)
C8 • Ono
C9 • Nebalate
C9 • Hadide
C9 ▪ Lode (Lida)
C9 • Ginzo
C9 • Saalbim
C9 ▴ Gezer
C9 ▴ Gibetom
C10 ▴ Aijalom
C10 • Timná
C10 • Estaol
C10 • Ecrom
C10 • Zorá
C10 ▴ Bete-Semes
C10 • Leí
C10 • Maquedá
C10 • Zanoa
C10 • Jarmute
C10 • Gate
C10 • Azeca
C10 • Timná
C10 • Soco (Socó)
C11 ▴ Holom
C11 • Adulão
C11 • Moresete
C11 ▴ Libna
C11 • Queila
C11 • Maressa (Maresa)
C11 • Laquis
C11 • Safir
C11 • Étão
C12 • Bete-Ezel
C12 ▴ Debir
C12 • Anabe
C12 • Gósen
C12 • Aim
C12 ▴ Jatir
C12 • Madmana (Bete-Marcabote)
C12 • Sansana (Hazar-Susa?)
C13 • Jesua
C13 • Hazar-Sual
C13 • Jagur
D1 ▪ Sarefá
D1 • Helba
D2 ▪ Tiro
D2 • Hamom
D3 • Misrefote-Maim
D3 • Aczibe
D3 ▴ Abdom
D3 • Bete-Emeque
D4 • Aco
D4 ○ Ptolemaida
D4 • Reobe
D4 • Neiel
D4 • Cabul
D4 • Afeque
D4 • Jotbá
D4 • Hali
D5 • Belém
D5 • Harosete
D5 • Sinrom
D5 ▴ Helcate
D5 • Dabesete
D5 ▴ Jocneão
D5 • Saride
D5 • Megido
D6 ▴ Quedes (Quisiom)
D6 • Hadadrimom
D6 ▴ Taanaque
D6 • Dotã
D6 • Arubote
D7 • SAMARIA
D8 • Piratom
D8 • Tapua
D8 • Lebona
D8 • Zereda
D8 • Gilgal
D9 • Timnate-Sera
D9 • Jesana
D9 • Ofni
D9 • Betel (Luz)
D9 • Ai
D9 ▴ Bete-Horom Baixa
D9 • Mispá (Mispé)
D9 • Bete-Horom Alta
D9 • Migrom
D9 ▴ Geba
D9 ▪ Ramá
D9 ▴ Gibeão
D10 ○ Emaús
D10 • Quefira
D10 • Gibeá
D10 • Quiriate-Jearim
D10 ▴ Anatote
D10 ▪ JERUSALÉM
D10 ○ Betânia
D10 ▪ Belém
D10 • Étão
D10 • Gibeá
D10 • Netofa
D11 • Tecoa
D11 • Gilo
D11 • Bete-Zur
D11 • Manre
D11 ▵ Hébron (Macpela)
D11 • Caim
D12 • Zife
D12 • Horesa?
D12 ▴ Jutá
D12 • Carmelo
D12 • Maom
D12 ▴ Estemoa
D12 • Hazor (Betuel?) (Quesil?)
D13 • Arade
D13 • Ramá (Baal)
E2 • Migdal-El
E2 • Caná
E2 • Bete-Anate
E3 • Irom
E3 • Ramá
E4 ○ Cana
E4 • Madom
E4 ▴ Dimna
E4 • Ruma
E5 • Gate-Héfer
E5 • Lassarom
E5 ○ Nazaré
E5 ▴ Daberate
E5 • Quesulote
E5 • En-Dor
E5 ○ Naim
E5 • Suném
E5 • Ofra
E6 • Jezreel
E6 • Bete-Sita
E6 ▴ En-Ganim
E6 ▴ Ibleão (Gate-Rimom)
E7 • Bezeque
E7 • Tebes
E7 • Tirza
E7 ○ Sicar
E7 ▵ Siquém
E8 • Micmetate
E8 • Taanate-Silo
E8 • Arumá
E8 • Zaretã
E8 • Silo
E9 • Baal-Hazor
E9 ▪ Efraim (Ofra?)
E9 • Naará
E9 • Gilgal
E9 • Micmás
E9 ▪ Jericó
E10 • Pará
E10 ▴ Almom
E10 • Cidade do Sal
E10 • Secacá
E10 • Nibsã
E12 • En-Gedi
E13 • Sodoma?
F1 • Baal-Gade
F1 • Ijom
F2 • Abel-Bete-Maacá
F2 • Dã (Laís)
F2 ○ Cesareia de Filipe
F2 • Janoa
F2 ▵ Quedes
F3 • Edrei
F3 • Meroz
F3 • Hazor
F4 ○ Corazim
F4 ○ Betsaida
F4 ○ Cafarnaum
F4 • Quinerete
F4 ○ Magadã
F4 • Racate
F4 ○ Tiberíades
F4 • Afeque
F4 ▴ Hamate (Hamote-Dor)
F5 • Jabneel
F5 • Bete-Semes
F5 ○ Gadara
F5 ▴ Ramote (Jarmute)
F5 • Lo-Debar (Debir)
F6 ▪ Bete-Seã (Bete-Sã) (Citópolis)
F6 ○ Pela
F6 • Jabes-Gileade?
F6 ○ Salim
F6 ○ Enom
F7 • Abel-Meolá
F7 • Zafom
F8 • Sucote
F8 ▴ Maanaim
F8 • Penuel
F8 • Adão
F9 • Bete-Ninra
F9 • Bete-Arabá
F10 • Sitim
F10 • Bete-Hogla
F10 • Bete-Harã
F10 • Bete-Peor
F10 • Bete-Jesimote
F11 • Zerete-Saar
F11 • Atarote
F11 • Quiriataim
F13 • Eglaim
G6 • Casa de Arbel
G6 • Rogelim
G6 • Hã
G7 ○ Gerasa (Jarash)
G8 • Mispá (Mispé)
G8 • Jogbeá
G9 • Betonim
G10 • Eleale
G10 ▴ Hésbon
G10 ▵ Bezer
G10 • Nebo
G10 • Bamote-Baal
G10 • Medeba
G10 • Baal-Meom
G11 • Almom-Diblataim
G11 ▴ Quedemote
G11 • Díbon
G12 • Aroer
G13 • Dimom
G13 • Quir de Moabe (Quir-Haresete)
H4 ▴ Astarote (Beesterá)
H4 ▵ Golã
H5 • Edrei
H6 ▵ Ramote-Gileade
H9 ▪ Rabá (Filadélfia)
H9 • Abel-Queramim
H9 ▴ Mefaate
Pico de montanha
C5 Mte. Carmelo
D7 Mte. Ebal
D7 Mte. Gerizim
D10 Mte. Seir
E5 Mte. Tabor
E5 Moré
E6 Mte. Gilboa
G1 Mte. Hermom
G10 Mte. Nebo (Pisga)
V. da t. Vale da torrente
A12 V. da t. de Gerar
A13 V. da t. de Besor
B10 V. da t. de Soreque
D4 V. da t. do Quisom
E7 V. da t. de Farʽah
G5 V. da t. do Iarmuc
G8 V. da t. do Jaboque
G12 V. da t. do Árnon
[Corpos de água]
B8 Mar Mediterrâneo (Grande Mar)
E11 Mar Salgado (Mar Morto)
F3 Lago Hula
F4 Mar da Galileia
[Rios]
B8 Rio Iarcom
F8 Rio Jordão
[Fontes ou poços]
D10 En-Rogel
E3 Águas de Merom
E6 Poço de Harode
-
-
Jerusalém e o templo de Salomão‘Veja a Boa Terra’
-
-
Jerusalém e o templo de Salomão
ELA era chamada de “a perfeição da lindeza” e “a vila do grandioso Rei”. (Sal 48:2; 50:2; La 2:15) Jerusalém era a capital da nação de Deus. (Sal 76:2) Depois que Davi expulsou os jebuseus da cidade e fez dela a sua capital, ela passou a ser chamada de “Cidade de Davi”, ou simplesmente “Sião”. — 2Sa 5:7.
Embora sua localização não fosse muito estratégica, Jerusalém ficou famosa porque Deus colocou seu nome nela. (De 26:2) Era o centro religioso e administrativo da nação.
Jerusalém se localiza a mais de 750 metros de altitude, nos montes centrais da Judeia. A Bíblia se refere à sua “elevação” e fala de adoradores ‘subindo’ para chegar a ela. (Sal 48:2; 122:3, 4) A cidade antiga era rodeada por vales: o vale de Hinom, ao oeste e ao sul, e o vale da torrente do Cédron, ao leste. (2Rs 23:10; Je 31:40) A fonte de Giom,a no vale do Cédron, e En-Rogel, ao sul, forneciam água fresca para a cidade — um recurso especialmente importante durante ataques inimigos. — 2Sa 17:17.
No diagrama da página 21, a Cidade de Davi aparece em vermelho. Durante os reinados de Davi e de Salomão, a cidade se expandiu para o norte, incluindo Ofel (em verde) e o monte Moriá (em azul). (2Sa 5:7-9; 24:16-25) Naquele monte, Salomão construiu um lindo templo para Jeová. Imagine multidões de adoradores afluindo ao “monte de Jeová” para as festividades anuais! (Za 8:3) A rede de estradas mostrada na página 17 facilitava essas viagens.
O templo de Salomão, decorado com ouro e pedras preciosas, foi um dos prédios mais caros já construídos. O interessante é que o próprio Jeová forneceu a planta. Como pode ver no desenho, o templo era rodeado por grandes pátios e prédios administrativos. Vale a pena estudar seus detalhes. — 1Rs 6:1–7:51; 1Cr 28:11-19; He 9:23, 24.
[Nota(s) de rodapé]
a O Rei Ezequias tapou essa fonte e construiu um túnel para levar a água para um reservatório do lado oeste da cidade. — 2Cr 32:4, 30.
[Diagrama⁄Foto na página 21]
(Para o texto formatado, veja a publicação)
Jerusalém/Templo de Salomão
ÁREA DO TEMPLO NA ÉPOCA DE SALOMÃO
Particularidades do Templo
1. Santíssimo
2. Santo
3. Pórtico
4. Boaz
5. Jaquim
6. Altar de cobre
7. Mar de fundição
8. Carrocins
9. Câmaras laterais
10. Refeitórios
11. Pátio interno
ÁREA DO TEMPLO
Mte. Moriá
Refeitórios
Carrocins
Câmaras laterais
Santíssimo
Boaz
Santo
Pórtico
Altar de cobre
Jaquim
Pátio Interno
Carrocins
Mar Fundido
Ofel
Praça pública?
Portão das Águas?
CIDADE DE DAVI
Mte. Sião
Palácio de Davi
Portão da Fonte
Muralha de Manassés?
Torre de Hananel
Torre de Meá
Portão das Ovelhas
Portão da Guarda
Portão de Inspeção
Portão do Cavalo
VALE DO CÉDRON
Muralha inferior?
Giom
Túnel posterior de água
VALE DE TIROPEOM
Portão dos Montes de Cinzas (dos Cacos) (do Esterco)
En-Rogel
Portão do Vale
VALE DE HINOM
Portão da Esquina
Torre dos Fornos
Muralha larga
Portão de Efraim
Praça pública
Portão da Cidade Antiga
Antiga muralha norte
SEGUNDO BAIRRO
Portão do Peixe
[Diagrama]
Ofel
Casa da Filha de Faraó
Palácio de Salomão
Casa da Floresta do Líbano
Pórtico das Colunas
Pórtico do Trono
Mte. Moriá
Pátio grande
Templo
[Foto na página 20]
Em primeiro plano, o local onde ficava “a Cidade de Davi”. O templo se localizava na área plana (ao fundo)
[Foto na página 20]
Desenho feito por computador da antiga “Cidade de Davi” e do templo de Salomão
-
-
Impérios atacam a Terra Prometida‘Veja a Boa Terra’
-
-
Impérios atacam a Terra Prometida
SAMARIA, capital do reino de Israel, ao norte, foi capturada pelos assírios em 740 AEC. Assim, os israelitas caíram nas mãos de um império cruel. A Assíria se localizava na extremidade norte das planícies da Mesopotâmia, perto do Tigre, um dos grandes rios do Crescente Fértil. O fundador das principais cidades assírias, Nínive e Calá, tinha sido Ninrode. (Gên 10:8-12) Nos dias de Salmaneser III, a Assíria se expandiu para o oeste, até a Síria e o norte de Israel, regiões bem irrigadas e férteis.
Sob o Rei Tiglate-Pileser III (Pul), mencionado na Bíblia, a Assíria começou a oprimir Israel. Sua campanha militar também afetou Judá, ao sul. (2Rs 15:19; 16:5-18) Com o tempo, as “águas” da Assíria se espalharam como um dilúvio em Judá, por fim chegando à sua capital, Jerusalém. — Is 8:5-8.
O rei assírio Senaqueribe invadiu Judá em 732 AEC. (2Rs 18:13, 14) Ele saqueou 46 cidades de Judá, incluindo Laquis, estrategicamente situada na Sefelá. Como mostra o mapa, isso fez com que seus exércitos ficassem por trás de Jerusalém, cercando-a. Em seus registros históricos, Senaqueribe se gaba de ter mantido Ezequias “como um pássaro na gaiola”, mas os registros assírios não fazem nenhuma referência à destruição dos soldados de Senaqueribe pelo anjo de Deus. — 2Rs 18:17-36; 19:35-37.
Mas os dias do Império Assírio estavam contados. Os ataques dos medos, que se concentravam no planalto montanhoso onde hoje fica o Irã, desviaram a atenção do que sobrara do exército assírio. As províncias ocidentais da Assíria aproveitaram a oportunidade para se rebelar. Enquanto isso, os babilônios se fortaleciam, chegando a ponto de capturar a cidade de Assur. Em 632 AEC, Nínive — uma “cidade de derramamento de sangue” — caiu diante de uma aliança de babilônios, medos e citas, povo guerreiro procedente duma região ao norte do mar Negro. Isso cumpriu as profecias de Naum e Sofonias. — Na 3:1; Sof 2:13.
A Assíria encontrou o seu fim em Harã. Atacados por uma decidida força babilônia, os assírios aguentaram o quanto puderam, esperando chegar ajuda do Egito. Mas em meio à sua jornada para o norte, o Faraó Neco se confrontou em Megido com o rei judeu Josias — o que o atrasou. (2Rs 23:29) Quando Neco finalmente chegou a Harã, era tarde demais — o Império Assírio tinha caído.
O Império Babilônico
Quando ouve o termo “Jardins Suspensos” você se lembra de que cidade? De Babilônia, capital da potência mundial do mesmo nome, profeticamente descrita como um leão alado. (Da 7:4) Babilônia era uma cidade famosa por sua riqueza, comércio e o desenvolvimento da religião e da astrologia. O centro do império se encontrava nas planícies pantanosas do sul da Mesopotâmia, entre os rios Tigre e Eufrates. Estendendo-se por ambas as margens do Eufrates, a capital do império tinha muralhas que faziam com que ela parecesse inexpugnável.
Os babilônios estabeleceram rotas comerciais através do deserto rochoso do norte da Arábia. Em determinada época, o Rei Nabonido morava em Tema, deixando Belsazar como governante em Babilônia.
Babilônia invadiu Canaã três vezes. Depois que Nabucodonosor venceu os egípcios em Carquemis em 625 AEC, os babilônios seguiram para o sul, até Hamate, onde novamente venceram os egípcios que batiam em retirada. Acompanhando a costa até o vale da torrente do Egito, destruíram Ascalom no caminho. (2Rs 24:7; Je 47:5-7) Durante essa campanha militar, Judá ficou sob o domínio de Babilônia. — 2Rs 24:1.
O Rei Jeoiaquim, de Judá, se rebelou em 618 AEC. Babilônia enviou então exércitos de nações vizinhas contra Judá e as tropas da própria Babilônia cercaram e subjugaram Jerusalém. Pouco depois, o Rei Zedequias se aliou ao Egito, o que trouxe a fúria final dos babilônios contra Judá. Eles invadiram o país novamente e começaram a destruir suas cidades. (Je 34:7) Por fim, Nabucodonosor voltou seus exércitos contra Jerusalém, conquistando-a em 607 AEC. — 2Cr 36:17-21; Je 39:10.
[Mapa na página 23]
(Para o texto formatado, veja a publicação)
Império Assírio/Império Babilônico
Império Assírio
B4 Mênfis (Nofe)
B4 Zoã
B5 EGITO
C2 CHIPRE (QUITIM)
C3 Sídon
C3 Tiro
C3 Megido
C3 Samaria
C4 Jerusalém
C4 Ascalom
C4 Laquis
D2 Harã
D2 Carquemis
D2 Arpade
D2 Hamate
D3 Ribla
D3 SÍRIA
D3 Damasco
E2 Gozã
E2 MESOPOTÂMIA
F2 MINI
F2 ASSÍRIA
F2 Corsabade
F2 Nínive
F2 Calá
F2 Assur
F3 BABILÔNIA
F3 Babilônia
F4 CALDEIA
F4 Ereque
F4 Ur
G3 Susã
G4 ELÃO
Império Babilônico
C3 Sídon
C3 Tiro
C3 Megido
C3 Samaria
C4 Jerusalém
C4 Ascalom
C4 Laquis
D2 Harã
D2 Carquemis
D2 Arpade
D2 Hamate
D3 Ribla
D3 SÍRIA
D3 Damasco
D5 Tema
E2 Gozã
E2 MESOPOTÂMIA
E4 ARÁBIA
F2 MINI
F2 ASSÍRIA
F2 Corsabade
F2 Nínive
F2 Calá
F2 Assur
F3 BABILÔNIA
F3 Babilônia
F4 CALDEIA
F4 Ereque
F4 Ur
G3 Susã
G4 ELÃO
[Outros lugares]
G2 MÉDIA
Estradas principais (veja a publicação)
[Corpos de água]
B3 Mar Mediterrâneo (Grande Mar)
C5 Mar Vermelho
H1 Mar Cáspio
H5 Golfo Pérsico
[Rios]
B5 Nilo
E2 Eufrates
F3 Tigre
[Foto na página 22]
Tel Laquis
[Foto na página 22]
Modelo da antiga Megido
[Foto na página 23]
Representação artística dos Jardins Suspensos da Babilônia
-
-
O povo de Deus volta à sua terra‘Veja a Boa Terra’
-
-
O povo de Deus volta à sua terra
O PLANALTO onde fica o Irã é rodeado por duas grandes cordilheiras — os montes Elburz (ao sul do mar Cáspio) e os Zagros (a sudeste, em direção ao golfo Pérsico). Entre eles há vales férteis e extensos, com colinas cobertas de árvores. Nesses vales, o clima é temperado, mas nas planícies mais altas, áridas e castigadas pelo vento, o inverno é gélido. Perto dali, fica um planalto desértico, pouco povoado. Mais ou menos nessa região, a leste da Mesopotâmia, surgiu o Império Medo-Persa.
Os medos se concentravam na parte norte do planalto, embora mais tarde tenham se espalhado pela Armênia e Cilícia. Já os persas se concentravam na região sudoeste do planalto, a leste do vale do rio Tigre. Sob o domínio de Ciro, em meados do sexto século AEC, esses dois reinos se uniram, formando a Potência Mundial Medo-Persa.
Ciro capturou Babilônia em 539 AEC. Seu império se estendia para leste até a Índia. Para oeste, incluía o Egito e o que hoje é a Turquia. Daniel descreveu apropriadamente o Império Medo-Persa como um “urso” voraz que ‘comia muita carne’. (Da 7:5) O governo de Ciro foi marcado pelo humanitarismo e pela tolerância. Ele dividiu o império em províncias governadas por sátrapas, em geral de origem persa, embora abaixo desses um governante local exercesse certa medida de autoridade. Os povos do império eram incentivados a manter seus costumes e sua religião.
Em harmonia com essa política, Ciro permitiu que os judeus voltassem para restaurar a adoração verdadeira e para reconstruir Jerusalém, como descrito por Esdras e Neemias. Será que essa multidão voltou pela rota que Abraão havia seguido, acompanhando o Eufrates até Carquemis, ou será que preferiram a rota mais curta, por Tadmor e Damasco? A Bíblia não diz. (Veja as páginas 6 e 7.) Com o tempo, alguns judeus se estabeleceram em outras partes do império, como no delta do Nilo e em localidades mais ao sul. Uma considerável população de judeus continuou vivendo em Babilônia, o que provavelmente explica por que o apóstolo Pedro esteve nessa cidade séculos mais tarde. (1Pe 5:13) Assim, o Império Medo-Persa contribuiu para que houvesse judeus em muitos lugares durante os impérios que o sucederam: Grécia e Roma.
Depois de conquistar Babilônia, os medo-persas usaram a cidade como centro administrativo, apesar de seus verões tórridos. Susã, ex-capital elamita, era uma das cidades reais. Mais tarde, foi ali que o rei persa Assuero (evidentemente Xerxes I) fez de Ester sua rainha e frustrou uma trama para exterminar o povo de Deus em todo o seu vasto império. Duas outras capitais medo-persas eram Ecbátana (situada a uns 1.900 metros de altitude e com verões agradáveis) e Pasárgada (à mesma altitude, mas uns 650 quilômetros a sudeste).
Como essa potência mundial chegou ao fim? No auge do seu poder, a Medo-Pérsia sufocou revoltas fomentadas pelos gregos nas fronteiras a noroeste. Na época, a Grécia estava dividida em cidades-estado rivais, mas elas se uniram para derrotar as forças persas em batalhas decisivas em Maratona e em Salamina. Por fim, a Medo-Pérsia foi derrotada pela Grécia unificada.
[Mapa na página 24]
(Para o texto formatado, veja a publicação)
Império Medo-Persa
A2 MACEDÔNIA
A2 TRÁCIA
A4 Cirene
A4 LÍBIA
B2 Bizâncio
B2 LÍDIA
B3 Sardes
B4 Mênfis (Nofe)
B4 EGITO
B5 Nô-Amom (Tebas)
B5 Siene
C3 CILÍCIA
C3 Tarso
C3 Isso
C3 Carquemis
C3 Tadmor
C3 SÍRIA
C3 Sídon
C3 Damasco
C3 Tiro
C4 Jerusalém
D2 Fásis
D2 ARMÊNIA
D3 ASSÍRIA
D3 Nínive
D4 Babilônia
E3 MÉDIA
E3 Ecbátana (Acmeta)
E3 HIRCÂNIA
E4 Susã (Susa)
E4 ELÃO
E4 Pasárgada
E4 Persépolis
E4 PÉRSIA
F3 PÁRTIA
F4 DRANGIANA
G2 Maracanda (Samarcanda)
G3 SOGDIANA
G3 BÁCTRIA
G3 ÁRIA
G4 ARACÓSIA
G4 GEDRÓSIA
H5 ÍNDIA
[Outros lugares]
A2 GRÉCIA
A3 Maratona
A3 Atenas
A3 Salamina
C1 CÍTIA
C4 Elate (Elote)
C4 Tema
D4 ARÁBIA
[Montanhas]
E3 MTES. ELBURZ
E4 MTES. ZAGROS
[Corpos de água]
B3 Mar Mediterrâneo (Grande Mar)
C2 Mar Negro
C5 Mar Vermelho
E2 Mar Cáspio
E4 Golfo Pérsico
[Rios]
B4 Nilo
C3 Eufrates
D3 Tigre
H4 Indo
[Foto na página 24]
As tropas de Ciro tiveram de cruzar os montes Zagros para chegar a Babilônia
[Foto na página 25]
Em cima: Portão de Todas as Nações, em Persépolis
[Foto na página 25]
Detalhe: túmulo de Ciro, em Pasárgada
-
-
A influência da Grécia e de Roma sobre os judeus‘Veja a Boa Terra’
-
-
A influência da Grécia e de Roma sobre os judeus
ALEXANDRE da Macedônia tinha cerca de 20 anos quando voltou seu interesse para as terras ao leste. Partindo das montanhas de sua terra natal, ele começou a expandir aquele que se tornaria o Império Grego. Em 334 AEC, ele conduziu seu exército através do Helesponto (Dardanelos), um estreito que separa a Europa da Ásia. Como um “leopardo” veloz, os gregos liderados por Alexandre iniciaram uma série de conquistas rápidas. (Da 7:6) Alexandre venceu os persas perto de Troia, nas planícies do rio Granico, e teve uma grande vitória sobre eles em Isso.
Os gregos invadiram a Síria e a Fenícia, tomando Tiro depois de um sítio de sete meses. (Ez 26:4, 12) Poupando Jerusalém, Alexandre conquistou Gaza. (Za 9:5) No Egito, ele fundou Alexandria, que se tornou um centro de comércio e erudição. Atravessando outra vez a Terra Prometida, ele derrotou os persas novamente, dessa vez em Gaugamela, perto das ruínas de Nínive.
Voltando-se para o sul, Alexandre capturou Babilônia, Susã (Susa) e Persépolis — centros administrativos dos persas. Atravessando rapidamente os domínios persas, ele chegou ao rio Indo, onde hoje é o Paquistão. Em apenas oito anos, Alexandre havia conquistado a maior parte do mundo conhecido na época. Porém, em 323 AEC, aos 32 anos, ele morreu de malária em Babilônia. — Da 8:8.
A Terra Prometida sofreu forte influência do helenismo. Alguns veteranos do exército de Alexandre se estabeleceram na região. No primeiro século, havia ali uma confederação de cidades de língua grega, a Decápolis. (Mt 4:25; Mr 7:31) As Escrituras Hebraicas haviam sido traduzidas para o grego. O grego coiné (comum) tinha se tornado uma língua internacional que facilitou a divulgação dos ensinos cristãos.
O Império Romano
Enquanto isso, o que acontecia no oeste? Roma — que de início era apenas um grupo de vilarejos às margens do rio Tibre — começava a ganhar importância. Com o tempo, a eficiente máquina de guerra romana e seu poder político centralizado permitiram que o império conquistasse áreas controladas pelos quatro generais que sucederam Alexandre. Já em 30 AEC, era óbvio que o Império Romano tinha se tornado a potência dominante, uma manifestação inicial do ‘animal atemorizante’ que Daniel observou numa visão. — Da 7:7.
O Império Romano se estendia da Grã-Bretanha até o Norte da África, do oceano Atlântico ao golfo Pérsico. Visto que dominavam as terras ao redor de todo o Mediterrâneo, os romanos chamavam esse mar de “Mare Nostrum” (Nosso Mar).
Roma também influenciou os judeus, cujas terras ficaram sob o domínio do Império Romano. (Mt 8:5-13; At 10:1, 2) Jesus foi batizado e morto durante o reinado do Imperador Tibério. Alguns governantes romanos perseguiram ferozmente os cristãos, mas não conseguiram destruir a adoração verdadeira. Depois de 13 séculos, o império caiu diante dos ataques de tribos germânicas do norte e de invasores nômades do leste.
[Mapa na página 26]
(Para o texto formatado, veja a publicação)
Império Grego
Com a morte de Alexandre, quatro de seus generais assumiram o controle do vasto império
▪ Cassandro
▫ Lisímaco
○ Ptolomeu I
• Seleuco I
A2 ▪ GRÉCIA
A2 ▪ Atenas
A2 ▪ ACAIA
A3 ○ Cirene
A3 ○ LÍBIA
B2 ▫ Bizâncio
B3 ○ CHIPRE
B4 ○ Nô-Amom (Tebas)
C3 Palmira (Tadmor)
C3 ○ Gerasa
C3 ○ Filadélfia
C3 ○ Jerusalém
C5 ○ Siene
G2 • Alexandria Margiana
Rota de Alexandre
A2 ▪ MACEDÔNIA
A2 ▪ Pela
A2 ▫ TRÁCIA
B2 ▫ Troia
B2 ▫ Sardes
B2 ▫ Éfeso
B2 ▫ Górdio
C2 ▫ Ancara
C3 • Tarso
C3 • Isso
C3 • Antioquia (da Síria)
C3 ○ Tiro
C4 ○ Gaza
B4 ○ EGITO
B4 ○ Mênfis
B4 ○ Alexandria
A4 ○ Oásis de Siwa
B4 ○ Mênfis
C4 ○ Gaza
C3 ○ Tiro
C3 ○ Damasco
C3 • Alepo
D3 • Nisibis
D3 • Gaugamela
D3 • Babilônia
E3 • Susã
E4 • PÉRSIA
E4 • Persépolis
E4 • Pasárgada
E3 • MÉDIA
E3 • Ecbátana
E3 • Rages
E3 • Hecatômpilo
F3 • PÁRTIA
G3 • ÁRIA
G3 • Alexandria Areion
G3 • Alexandria Prophthasia
F4 • DRANGIANA
G4 • ARACÓSIA
G4 • Alexandria Aracósia
H3 • Cabul
G3 • Drapsaca
H3 • Alexandria Oxiana
G3 • Drapsaca
G3 • BÁCTRIA
G3 • Bactra
G2 • Derbent
G2 • SOGDIANA
G2 • Maracanda
G2 • Bukhara
G2 • Maracanda
H2 • Alexandria Eschata
G2 • Maracanda
G2 • Derbent
G3 • Bactra
G3 • BÁCTRIA
G3 • Drapsaca
H3 • Cabul
H3 • Taxila
H5 • ÍNDIA
H4 • Alexandria
G4 • GEDRÓSIA
F4 • Pura
E4 • PÉRSIA
F4 • Alexandria
F4 • CARMÂNIA
E4 • Pasárgada
E4 • Persépolis
E3 • Susã
D3 • Babilônia
[Outros lugares]
A3 CRETA
D4 ARÁBIA
[Corpos de água]
B3 Mar Mediterrâneo
C5 Mar Vermelho
E4 Golfo Pérsico
G5 Mar da Arábia
[Rios]
B4 Nilo
D3 Eufrates
D3 Tigre
G4 Indo
[Mapa na página 27]
(Para o texto formatado, veja a publicação)
Império Romano
A1 GRÃ-BRETANHA
A3 ESPANHA
B1 GERMÂNIA
B2 GÁLIA
B2 ITÁLIA
B2 Roma
B3 Cartago
C2 ILÍRICO
C3 GRÉCIA
C3 Actium
C3 Cirene
D2 Bizâncio (Constantinopla)
D3 ÁSIA MENOR
D3 Éfeso
D3 Alepo
D3 Antioquia (da Síria)
D3 Damasco
D3 Gerasa (Jarash)
D3 Jerusalém
D3 Alexandria
D4 EGITO
[Corpos de água]
A2 Oceano Atlântico
C3 Mar Mediterrâneo
D2 Mar Negro
D4 Mar Vermelho
[Foto na página 26]
Depois de reconstruir Rabá, Ptolomeu II chamou-a de Filadélfia. Ainda se podem ver as ruínas de um grande teatro romano
[Foto na página 27]
Gerasa (Jarash), uma das cidades da Decápolis
[Foto na página 27]
Estradas romanas, como esta perto de Alepo, cruzavam a Europa, o Norte da África e o Oriente Médio. Os cristãos usaram-nas para propagar a verdade da Bíblia
-
-
Jesus “no país dos judeus”‘Veja a Boa Terra’
-
-
Jesus “no país dos judeus”
AO DAR testemunho a Cornélio, o apóstolo Pedro mencionou o que Jesus “fez tanto no país dos judeus como em Jerusalém”. (At 10:39) Que regiões você acha que Jesus percorreu durante seu ministério histórico?
O “país dos judeus” incluía a Judeia, onde Jesus realizou parte da obra que Deus lhe havia designado. (Lu 4:44) Depois do seu batismo, Jesus passou 40 dias no deserto de Judá (ou da Judeia), uma região árida e desolada, frequentada por rebeldes e bandidos. (Lu 10:30) Algum tempo depois, Jesus viajava para o norte, vindo da Judeia, quando deu testemunho a uma samaritana perto de Sicar. — Jo 4:3-7.
Um exame dos Evangelhos mostra que o ministério de Jesus se concentrou na Galileia. Embora viajasse para Jerusalém, ao sul, para as festividades anuais, ele passou a maior parte dos primeiros dois anos do seu ministério na parte norte da Terra Prometida. (Jo 7:2-10; 10:22, 23) Por exemplo, ele ensinou verdades notáveis e fez milagres impressionantes perto do mar da Galileia ou no próprio mar. Lembre-se de que ele acalmou as águas tempestuosas dele e até caminhou sobre elas. Ele pregou de dentro de barcos para multidões reunidas nas margens pedregosas daquele mar. Seus primeiros seguidores achegados vieram de comunidades pesqueiras ou agrícolas na vizinhança. — Mr 3:7-12; 4:35-41; Lu 5:1-11; Jo 6:16-21; 21:1-19.
A base do ministério galileu de Jesus encontrava-se em Cafarnaum, “sua própria cidade”, que ficava à beira-mar. (Mt 9:1) Ele estava numa colina não muito longe dali quando proferiu seu famoso Sermão do Monte. Em algumas ocasiões, ele foi de barco da região de Cafarnaum para Magadã, Betsaida ou lugares próximos.
Note que a “própria cidade” de Jesus não ficava muito longe de Nazaré, onde ele cresceu; de Caná, onde transformou água em vinho; de Naim, onde ele ressuscitou o filho de uma viúva; e de Betsaida, onde alimentou milagrosamente 5 mil homens e restaurou a visão de um cego.
Depois da Páscoa de 32 EC, Jesus foi para o norte em direção a Tiro e Sídon, dois portos fenícios. Daí, estendeu seu ministério para algumas das dez cidades helenizadas chamadas de Decápolis. Jesus estava perto de Cesareia de Filipe (F2) quando Pedro afirmou reconhecê-lo como o Messias, e logo depois ocorreu a transfiguração, talvez no monte Hermom. Posteriormente, Jesus pregou na região da Pereia, do outro lado do Jordão. — Mr 7:24-37; 8:27–9:2; 10:1; Lu 13:22, 33.
Jesus passou sua última semana na Terra com seus discípulos em Jerusalém ou nas proximidades dela, a “cidade do grande Rei”. (Mt 5:35) Tente localizar lugares próximos citados nos Evangelhos, como Emaús, Betânia, Betfagé e Belém. — Lu 2:4; 19:29; 24:13; veja o destaque “Região de Jerusalém”, na página 18.
[Mapa na página 29]
(Para o texto formatado, veja a publicação)
Terra Prometida (no tempo de Jesus)
As terras bíblicas nos dias de Jesus
Cidades da Decápolis
E5 Hipo(s)
E6 Pela
E6 Citópolis
F5 Gadara
F7 Gerasa
G5 Diom
G9 Filadélfia
H1 Damasco
H4 Rafana
I5 Canata
Estradas principais (veja a publicação)
Rota mais comum entre a Galileia e Jerusalém (veja a publicação)
Rota alternativa entre a Galileia e Jerusalém, pela Pereia (veja a publicação)
A11 Gaza
B6 Cesareia
B8 Jope
B9 Lida
B12 Berseba
C4 Ptolemaida
C8 SAMARIA
C8 Antipátride
C8 Arimateia
C9 Emaús
C10 JUDEIA
C11 Hébron
C12 IDUMEIA
D1 Sídon
D2 Tiro
D3 FENÍCIA
D4 GALILEIA
D4 Caná
D5 Séforis
D5 Nazaré
D5 Naim
D7 Samaria
D7 Sicar
D9 Efraim
D9 Betfagé
D9 Jerusalém
D9 Betânia
D10 Belém
D10 Herodium
D10 DESERTO DE JUDÁ
D12 Massada
E4 Corazim
E4 Betsaida
E4 Cafarnaum
E4 Magadã
E5 Tiberíades
E5 Hipo(s)
E6 Betânia? (do outro lado do Jordão)
E6 Citópolis
E6 Pela
E6 Salim
E6 Enom
E9 Jericó
F1 ABILENE
F2 Cesareia de Filipe
F4 Gamala
F5 Abila?
F5 Gadara
F7 PEREIA
F7 Gerasa
G3 ITUREIA
G5 Diom
G6 DECÁPOLIS
G9 Filadélfia
H1 Damasco
H3 TRACONÍTIS
H4 Rafana
H12 ARÁBIA
I5 Canata
[Montanhas]
D7 Mte. Ebal
D7 Mte. Gerizim
F2 Mte. Hermom
[Corpos de água]
B6 Mar Mediterrâneo (Grande Mar)
E4 Mar da Galileia
E10 Mar Salgado (Mar Morto)
[Rios]
E7 Rio Jordão
[Fontes e poços]
D7 Fonte de Jacó
[Foto na página 28]
Mar da Galileia. Cafarnaum fica à esquerda, em primeiro plano. Esta é a vista que se tem em direção ao sudoeste, através da planície de Genesaré
[Foto na página 28]
Os samaritanos adoravam no monte Gerizim. O monte Ebal aparece ao fundo
-
-
Jerusalém e o templo na época de Jesus‘Veja a Boa Terra’
-
-
Jerusalém e o templo na época de Jesus
LOGO após o nascimento de Jesus, José e Maria levaram-no à cidade sobre a qual seu Pai celestial havia colocado Seu nome: Jerusalém. (Lu 2:22-39) Aos 12 anos, Jesus esteve lá novamente, para a Páscoa. Os instrutores do templo ficaram assombrados com o seu entendimento. (Lu 2:41-51) As obras daquele templo, que fazia parte do programa de construções de Herodes, o Grande, demoraram mais de “quarenta e seis anos”. — Jo 2:20.
Durante o seu ministério, Jesus comparecia a festividades em Jerusalém, onde muitas vezes falava às multidões. Por duas vezes ele expulsou do pátio do templo os cambistas e os vendedores. — Mt 21:12; Jo 2:13-16.
Ao norte do templo, no reservatório de Betsata, Jesus curou um homem que sofria de uma doença por 38 anos. O Filho de Deus também deu visão a um cego, dizendo-lhe que se lavasse no reservatório de água de Siloé, na parte sul da cidade. — Jo 5:1-15; 9:1, 7, 11.
Jesus costumava visitar seus amigos Lázaro, Maria e Marta em Betânia, “cerca de três quilômetros” ao leste de Jerusalém. (Jo 11:1, 18, nota; 12:1-11; Lu 10:38-42; 19:29; veja “Região de Jerusalém”, na página 18.) Poucos dias antes de sua morte, ele veio a Jerusalém pelo monte das Oliveiras. Imagine-o parado, olhando para a cidade a oeste e chorando por causa dela. (Lu 19:37-44) O que ele viu deve ter sido mais ou menos o que se pode observar no alto da próxima página. Daí, ele entrou em Jerusalém montado num jumentinho, provavelmente por um dos portões orientais. As multidões o saudaram como o futuro Rei de Israel. — Mt 21:9-12.
Antes da morte de Jesus, ocorreram eventos importantes em Jerusalém ou perto dela: no jardim de Getsêmani, onde Jesus orou; na sala do Sinédrio; na casa de Caifás; no palácio do Governador Pilatos e, por fim, no Gólgota. — Mr 14:32, 53–15:1, 16, 22; Jo 18:1, 13, 24, 28.
Depois de ressuscitado, Jesus apareceu em Jerusalém e em lugares próximos. (Lu 24:1-49) Daí, no monte das Oliveiras, ascendeu ao céu. — At 1:6-12.
[Diagrama na página 31]
(Para o texto formatado, veja a publicação)
Jerusalém/Templo de Herodes
Particularidades do templo
1. Santíssimo
2. Santo
3. Altar da oferta queimada
4. Mar de fundição
5. Pátio dos sacerdotes
6. Pátio de Israel
7. Pátio das Mulheres
8. Pátio dos Gentios
9. Barreira (soregue)
10. Colunata Real
11. Colunata de Salomão
TEMPLO
Portão
Pátio dos sacerdotes
Portão
Santíssimo
Altar da oferta queimada
Santo
Pátio de Israel
Pátio das Mulheres
Mar de fundição
Portão
Colunata de Salomão
Barreira (soregue)
Pátio dos Gentios
Portão
Colunata Real
Portões
Torre de Antônia
Ponte
Sala do Sinédrio?
VALE DE TIROPEOM
Reservatório de Siloé
Aqueduto
Casa de Caifás?
Palácio do Governador
Gólgota?
Gólgota?
Reservatório de Betsata
Jardim de Getsêmani?
MONTE DAS OLIVEIRAS
VALE DO CÉDRON
Fonte de Giom
En-Rogel
VALE DE HINOM (GEENA)
[Foto na página 30]
Vista da Jerusalém moderna olhando-se para o leste: (A) área do templo, (B) jardim de Getsêmani, (C) monte das Oliveiras, (D) deserto de Judá, (E) mar Morto
[Foto na página 31]
Vista a partir do monte das Oliveiras nos dias de Jesus, olhando-se para o oeste
-
-
O avanço do cristianismo‘Veja a Boa Terra’
-
-
O avanço do cristianismo
NO MONTE DAS OLIVEIRAS, perto de Betânia, Jesus deu uma incumbência aos seus discípulos: realizar uma obra de pregação que mudaria a história do mundo. Ela teria início em Jerusalém, uns três quilômetros a oeste. Eles espalhariam a mensagem de Jesus pelas vizinhas Judeia e Samaria, atingindo por fim a “parte mais distante da terra”. — At 1:4, 8, 12.
Pouco depois de Jesus dizer essas palavras, a Festividade do Pentecostes atraiu judeus e prosélitos de muitas partes do Império Romano (indicadas no mapa abaixo). No dia daquela festividade, o apóstolo Pedro pregou a eles e, em resultado disso, o cristianismo se espalhou rapidamente. — At 2:9-11.
Mas em Jerusalém a perseguição logo dispersou os seguidores de Cristo. Pedro e João ajudaram os samaritanos a ouvir e aceitar as boas novas. (At 8:1, 4, 14-16) Por causa do testemunho que Filipe deu a um etíope na estrada do deserto que ia “de Jerusalém para Gaza”, o cristianismo chegou à África. (At 8:26-39) Mais ou menos na mesma época, a mensagem teve bons resultados em Lida, localizada na planície de Sarom, e no porto de Jope. (At 9:35, 42) Deste último lugar, Pedro foi para Cesareia onde ajudou o oficial romano Cornélio e seus parentes e amigos a se tornarem cristãos ungidos pelo espírito. — At 10:1-48.
Paulo, um ex-perseguidor, tornou-se apóstolo para as nações. Ele viajou por terra e por mar em três viagens missionárias e quando foi para Roma. Esse apóstolo e outros levaram as boas novas a vários centros do Império Romano. Paulo queria ir à Espanha (veja a página 2) e Pedro foi para o leste, chegando a Babilônia. (1Pe 5:13) De fato, sob a liderança ativa de Cristo, seus seguidores espalharam o cristianismo. Por volta de 60/61 EC, ‘as boas novas tinham sido pregadas em toda a criação debaixo do céu’. (Col 1:6, 23) Desde então, essas boas novas literalmente chegaram “à parte mais distante da terra”.
-