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MicronésiaAnuário das Testemunhas de Jeová de 1997
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Julian Aki e Melvin Ah You, ambos missionários, juntaram-se a Powell e Nyoma em 1965. Em poucos meses, esses irmãos entusiásticos já sabiam marshallês o bastante para apresentar um sermão simples e já haviam construído uma cabana típica para ser o lar missionário.
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MicronésiaAnuário das Testemunhas de Jeová de 1997
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Ilhéus impressionados com os novos missionários
Para começar o ano de serviço de 1966, e vendo que já era hora de conhecer melhor o território, Julian e Melvin compraram passagens para viajar num cargueiro de casco de ferro que fazia escala nos atóis ao contornar as ilhas Marshall. Também estava a bordo para essa viagem de observação, de 24 dias, um pastor protestante recém-casado que residia nas ilhas já por três anos. As rádios anunciavam em cada atol que “o reverendo” e sua esposa logo chegariam. Que desapontamento os ilhéus sentiam quando o pastor se dirigia a eles por meio de um intérprete! Ele nunca se dera ao trabalho de aprender marshallês.
Quando o pastor pedia às pessoas que evitassem os “dois falsos pastores” a bordo, elas ficavam ainda mais curiosas para ver os missionários das Testemunhas de Jeová, que falavam marshallês e estavam pregando coisas maravilhosas da Bíblia. Vez após vez as pessoas imploravam a eles: “Fiquem aqui e nos ensinem a Bíblia. Nós vamos cuidar de vocês. Apenas fiquem conosco até o próximo navio!”
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MicronésiaAnuário das Testemunhas de Jeová de 1997
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Já que havia irmãos locais, como William e Sailass, assumindo as responsabilidades, Julian Aki e Donald Burgess, um missionário recém-chegado, puderam mudar-se para Ebeye, um pequenino atol no oeste das ilhas Marshall.
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MicronésiaAnuário das Testemunhas de Jeová de 1997
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Clemente e Eunice Areniego, missionários há 28 anos, servem nas ilhas Marshall desde 1977 e presenciaram um crescimento surpreendente ao longo desse tempo. Quando os missionários Julian e Lorraine Kanamu chegaram a Majuro, em 1982, a assistência às reuniões públicas era, em média, de 85 pessoas. Agora que há duas congregações, a assistência média é de 320 pessoas. Por que a obra ganhou ímpeto? “Essas ilhas estão longe de ser um paraíso”, explica o irmão Julian. “Problemas cardíacos, sífilis e diabetes são coisa comum, e a mortalidade infantil assola as ilhas. A Aids também já fez algumas vítimas. As pessoas estão insatisfeitas; estão voltando-se para a verdade.”
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