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“A cidade está cheia de opressão”Despertai! — 1994 | 8 de janeiro
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“Todos os dias 1.600 pessoas se mudam para a [Cidade G, na América Latina] . . . Se continuar a crescer nesse ritmo, 30 milhões de pessoas viverão ali no final do século. Onze milhões de carros andarão com dificuldade pela cidade a passo de tartaruga, ficarão presos em congestionamentos de trânsito por horas a fio . . . A poluição do ar . . . é cem vezes maior do que o nível aceitável. . . . 40% dos moradores sofrem de bronquite crônica. . . . Durante as horas de pico no trânsito o nível de ruído no centro da cidade alcança 90 a 120 decibéis; 70 decibéis é considerado intolerável.”
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“A cidade está cheia de opressão”Despertai! — 1994 | 8 de janeiro
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Embora referindo-se à Cidade G como “uma das mais belas e elegantes cidades das Américas, e uma das mais sofisticadas”, a revista Time não obstante admite que esta “é a Cidade do México dos ricos, naturalmente, e dos turistas”. Enquanto isso, segundo a World Press Review, os pobres se amontoam “numa ou outra das 500 favelas da capital” em barracos “construídos com refugos industriais, caixas de papelão, sucata de automóveis e materiais de construção roubados”.
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