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Eles se OfereceramA Sentinela (Estudo) — 2017 | janeiro
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Diane
Diane, que agora tem 62 anos e é do Canadá, serviu por 20 anos como missionária na Costa do Marfim. Ela lembra: “A primeira dificuldade que eu tive foi ficar longe da família. Então, eu pedi que Jeová me ajudasse a amar as pessoas do novo território. Um dos instrutores de Gileade, o irmão Jack Redford, nos deu um conselho muito interessante. Falando sobre as condições da nossa designação, principalmente da pobreza que a gente ia ver, ele disse que no começo a gente ia ficar perturbado, talvez até chocado. Mas daí ele disse: ‘Não olhe para a pobreza. Olhe para o rosto das pessoas, para os olhos delas. Se concentre na reação delas quando ouvem as verdades da Bíblia.’ Eu fiz exatamente isso, e foi muito bom ter seguido esse conselho! Os olhos das pessoas brilhavam quando eu mostrava pra elas a esperança que a Bíblia dá!” O que mais ajudou Diane a se adaptar ao novo país? Ela diz: “Eu fiquei amiga dos meus estudantes e pude ter a grande alegria de ajudá-los a se tornar servos de Jeová também. Minha designação se tornou o meu lar. Assim como Jesus prometeu, eu ganhei pais, mães, irmãos e irmãs espirituais.” — Mar. 10:29, 30.
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Eles se OfereceramA Sentinela (Estudo) — 2017 | janeiro
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Ute
Ute, que é da Alemanha e que tem 53 anos, foi designada para servir como missionária em Madagascar em 1993. Ela conta: “No começo, foi muito difícil aprender o novo idioma e me acostumar com o clima, que era muito úmido. Mas eu recebi muita ajuda. Por exemplo, as irmãs da congregação, os filhos delas e meus estudantes da Bíblia me ajudaram a aprender o idioma. Eu também enfrentei doenças como malária e outras causadas por amebas e vermes. Nessas horas a outra missionária que morava comigo cuidava muito bem de mim. Mas Jeová foi a pessoa que mais me ajudou. Eu sempre abria meu coração pra ele em oração, contando todas as minhas preocupações. Daí eu esperava com calma a resposta às minhas orações — às vezes esperava por dias, às vezes por meses. Mas Jeová sempre resolveu todos os meus problemas.” Ute já serve em Madagascar por 23 anos.
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