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PresençaEstudo Perspicaz das Escrituras, Volume 2
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Que a pa·rou·sí·a de Jesus não é simplesmente uma vinda momentânea, seguida duma rápida partida, mas, em vez disso, é uma presença que abrange certo período de tempo, é também indicado pelas palavras dele, registradas em Mateus 24:37-39 e em Lucas 17:26-30. Aqui, os “dias de Noé” são comparados à “presença do Filho do homem” (os “dias do Filho do homem”, no relato de Lucas). Jesus, portanto, não limita a comparação apenas à vinda do Dilúvio como clímax final nos dias de Noé, embora mostre que sua própria “presença”, ou seus “dias”, terão um clímax similar. Uma vez que os “dias de Noé” na verdade abrangeram um período de anos, há base para se crer que a predita “presença [ou “dias”] do Filho do homem” abrange, igualmente, um período considerável de anos, culminando na destruição daqueles que não aproveitam a oportunidade que lhes é oferecida de buscarem a libertação.
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PresençaEstudo Perspicaz das Escrituras, Volume 2
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Isto, porém, ainda dá margem a uma presença invisível, que passa despercebida a todos, exceto aos fiéis, antes de tal revelação. Podemos lembrar-nos de que Jesus, ao tecer um paralelo entre sua presença e os “dias de Noé”, declara que no tempo de Noé as pessoas “não fizeram caso” até que lhes sobreveio a destruição aquosa, e “assim será a presença do Filho do homem”. — Mt 24:37-39.
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