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A luz espiritual brilha no Oriente MédioA Sentinela — 2001 | 1.° de setembro
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Uma das minhas últimas viagens com Yousef Rahhal foi a Alepo, na Síria, no inverno de 1937. Antes de ele voltar para os Estados Unidos, viajamos também à Palestina. Visitamos ali as cidades de Haifa e Jerusalém, bem como vários vilarejos do país. Um dos que contatamos foi Ibrahim Shehadi, que eu já conhecia por correspondência. Ibrahim havia progredido em conhecimento bíblico a ponto de se juntar a nós no ministério de casa em casa, durante a nossa visita. — Atos 20:20.
Eu também queria muito conhecer o professor Khalil Kobrossi, um católico devoto que estudava a Bíblia com as Testemunhas de Jeová por correspondência. Como é que ele conseguira o endereço das Testemunhas no Líbano? Bem, em Haifa, o dono de uma loja havia embrulhado algumas compras de Khalil em papel arrancado de uma das publicações das Testemunhas de Jeová. Esse papel continha o nosso endereço. Tivemos uma visita muito agradável e, mais tarde, em 1939, ele veio a Trípoli para ser batizado.
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A luz espiritual brilha no Oriente MédioA Sentinela — 2001 | 1.° de setembro
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Quando o irmão Lagakos faleceu, em 1943, as Testemunhas já haviam levado a luz espiritual à maioria das cidades e vilarejos do Líbano, da Síria e da Palestina. Às vezes, um grupo de uns 30 saíam de carro ou de ônibus às três da madrugada para alcançar regiões remotas.
Nos anos 40, Ibrahim Atiyeh traduzia A Sentinela para o árabe. Em seguida, eu fazia quatro cópias da revista a mão e as enviava às Testemunhas na Palestina, Síria e Egito.
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