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GuardaEstudo Perspicaz das Escrituras, Volume 1
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Nas prisões romanas era costume acorrentar o preso a um soldado de guarda, ou, para segurança máxima, a dois guardas, como aconteceu com Pedro. (At 12:4, 6) Na primeira vez em que o apóstolo Paulo ficou preso em Roma, por respeito, foi permitido que ele ficasse em sua própria casa alugada, com só um soldado de guarda o vigiando. (At 28:16, 30)
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Guarda PretorianaEstudo Perspicaz das Escrituras, Volume 1
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Em vista deste uso, alguns têm sugerido que prai·tó·ri·on, em Filipenses 1:13, se aplica ao palácio de Nero, no monte Palatino, ou a uma sala de julgamento em que a causa de Paulo pudesse ser ouvida. No entanto, a Cyclopædia (Ciclopedia, de M’Clintock e Strong; Vol. VIII, p. 469) salienta: “Não era o palácio imperial, . . . porque este nunca foi chamado de prætorium em Roma; tampouco era a sala de julgamentos, porque não havia tal edifício em Roma, e o nome prætoria só foi muito mais tarde aplicado às cortes de justiça.” A primeira vez que foi encarcerado em Roma, “permitiu-se a Paulo que ficasse sozinho com um soldado para guardá-lo”. (At 28:16) Assim, suas cadeias, em associação com Cristo, tornar-se-iam do conhecimento público entre os soldados da Guarda Pretoriana, e especialmente se havia troca diária de guarda. Em consequência disso, muitos tradutores entendem que prai·tó·ri·on, em Filipenses 1:13, significa a Guarda Pretoriana, e não algum edifício ou corpo judicial. — Al, ALA, IBB, NM; veja também BLH; BV; CT.
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