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O ano extraordinário de EinsteinDespertai! — 2005 | 8 de setembro
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Desvendando os mistérios da luz
Os estudos de Einstein, publicados em março de 1905, desvendaram alguns mistérios sobre a natureza da luz. Os cientistas já haviam descoberto que a luz, ao viajar através do espaço, parece se comportar como ondas de água que se movimentam num lago. No entanto, a teoria das ondas não conseguia explicar por que a luz violeta gera uma corrente elétrica quando atinge certos metais, enquanto a luz vermelha não consegue fazer isso. O estudo de Einstein ajudou a explicar o chamado efeito fotoelétrico.
Einstein argumentou que, às vezes, a luz pode ser entendida como consistindo em pequenos pacotes de energia, mais tarde chamados de fótons. Quando esses fótons têm suficiente nível de energia ou cor, podem deslocar elétrons do átomo de alguns metais. (Os fótons da luz vermelha são fracos demais para fazer isso.) Essa interação provoca o fluxo de uma corrente elétrica no material. Invenções modernas tais como tubos de imagem, células de energia solar e fotômetros são todas baseadas na explicação de Einstein do efeito fotoelétrico.
Em 1921, Einstein recebeu o prêmio Nobel de física por sua explicação a respeito da natureza da luz. Seu artigo abriu o caminho para uma nova área da ciência chamada física quântica. Essa teoria, por sua vez, tornou-se a base para inúmeras aplicações, tais como a ciência nuclear, a eletrônica e a nanotecnologia.
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O ano extraordinário de EinsteinDespertai! — 2005 | 8 de setembro
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[Diagrama/Fotos na página 20]
(Veja a publicação)
A luz se comporta como ondas e como partículas. Esse entendimento tornou possível a criação de calculadoras à base de energia solar e sensores óticos em câmeras digitais
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