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  • O julgamento da infame meretriz
    Revelação — Seu Grandioso Clímax Está Próximo!
    • 4. (a) De que maneiras o Israel antigo cometeu fornicação? (b) De que modo destacado Babilônia, a Grande, tem cometido fornicação?

      4 Babilônia (ou Babel, significando “Confusão”) atingiu seu apogeu de grandeza no tempo de Nabucodonosor. Era um estado político-religioso com mais de mil templos e capelas. Seu sacerdócio exercia grande poder. Embora Babilônia há muito tenha deixado de existir como potência mundial, a religiosa Babilônia, a Grande, existe e, seguindo o modelo antigo, ela ainda procura influenciar e amoldar os assuntos políticos. Mas será que Deus aprova o envolvimento da religião na política? Nas Escrituras Hebraicas, diz-se que Israel se prostituía quando se envolvia com a adoração falsa, e quando, em vez de confiar em Jeová, se aliava com as nações. (Jeremias 3:6, 8, 9; Ezequiel 16:28-30) Babilônia, a Grande, também comete fornicação. Notavelmente, ela tem feito tudo o que lhe parece conveniente para obter influência e poder sobre os reis governantes da Terra. — 1 Timóteo 4:1.

      5. (a) De que destaque os clérigos religiosos gostam? (b) Por que o desejo de ter destaque no mundo está em contradição direta com as palavras de Jesus Cristo?

      5 Hoje em dia, líderes religiosos frequentemente se candidatam a altos cargos governamentais, e, em alguns países, participam no governo, até mesmo ocupando cargos ministeriais. Em 1988, dois bem conhecidos clérigos protestantes candidataram-se à presidência dos Estados Unidos. Líderes de Babilônia, a Grande, gostam de estar em destaque; suas fotos muitas vezes são publicadas pela imprensa, em associação com destacados políticos. Em contraste com isso, Jesus evitou o envolvimento político e disse a respeito de seus discípulos: “Não fazem parte do mundo, assim como eu não faço parte do mundo.” — João 6:15; 17:16; Mateus 4:8-10; veja também Tiago 4:4.

      ‘Meretrício’ Hodierno

      6, 7. (a) Como é que o Partido Nazista de Hitler assumiu o poder na Alemanha? (b) Como a concordata feita entre o Vaticano e a Alemanha nazista ajudou Hitler no seu empenho pela dominação do mundo?

      6 A grande meretriz, por sua intromissão na política, tem causado indizíveis dores à humanidade. Tome, por exemplo, os fatos por detrás da ascensão de Hitler ao poder na Alemanha — fatos repulsivos, que alguns gostariam de eliminar dos livros de história. Em maio de 1924, o Partido Nazista ocupava 32 cadeiras no Reichstag (parlamento) alemão. Até maio de 1928, essas haviam diminuído para 12 cadeiras. No entanto, em 1930 sobreveio ao mundo a Grande Depressão; aproveitando a sua onda, os nazistas se recuperaram notavelmente, obtendo 230 dentre 608 cadeiras nas eleições alemãs de julho de 1932. Pouco depois, o ex-chanceler Franz von Papen, Cavaleiro Papal, veio em ajuda dos nazistas. Segundo historiadores, Von Papen visionava um novo Sacro Império Romano. Seu próprio curto período como chanceler havia sido um fracasso, de modo que agora esperava obter poder por meio dos nazistas. Até janeiro de 1933, ele granjeara dos barões industriais apoio para Hitler, e, por meio de intrigas astutas, assegurou que Hitler se tornasse chanceler da Alemanha em 30 de janeiro de 1933. Ele mesmo tornou-se vice-chanceler e foi usado por Hitler para obter o apoio dos setores católicos da Alemanha. Dois meses depois de ascender ao poder, Hitler dissolveu o parlamento, mandou milhares de líderes oposicionistas para campos de concentração e iniciou uma campanha aberta de opressão dos judeus.

      7 Em 20 de julho de 1933, o interesse do Vaticano no crescente poder do nazismo se demonstrou quando o Cardeal Pacelli (que mais tarde se tornou o Papa Pio XII) assinou em Roma uma concordata entre o Vaticano e a Alemanha nazista. Von Papen assinou o documento como representante de Hitler, e Pacelli conferiu ali a Von Papen a alta condecoração papal da Grã-Cruz da Ordem de Pio.b Tibor Koeves, no seu livro Satan in Top Hat (Satanás de Cartola), escreve sobre isso, declarando: “A Concordata foi uma grande vitória para Hitler. Deu-lhe o primeiro apoio moral recebido do mundo exterior, e isto da fonte mais elevada.” A concordata exigia que o Vaticano retirasse seu apoio do Partido do Centro, católico, da Alemanha, aprovando assim o “estado total” de Hitler, de um só partido.c Além disso, o Artigo 14 declarava: “As nomeações de arcebispos, bispos e semelhantes só serão efetivadas depois de o governador, empossado pelo Reich, ter devidamente verificado que não haja dúvida com respeito a considerações políticas gerais.” Até o fim de 1933 (proclamado “Ano Santo” pelo Papa Pio XI), o apoio do Vaticano havia-se tornado um dos grandes fatores no empenho de Hitler pela dominação do mundo.

      8, 9. (a) Como o Vaticano, bem como a Igreja Católica e seu clero, reagiram à tirania nazista? (b) Que declaração os bispos católicos alemães fizeram no começo da Segunda Guerra Mundial? (c) Em que resultaram os relacionamentos político-religiosos?

      8 Embora uns poucos sacerdotes e freiras protestassem contra as atrocidades de Hitler — e sofressem por isso — o Vaticano, bem como a Igreja Católica e seu exército de clérigos, deram apoio quer ativo quer tácito à tirania nazista, que eles consideravam como um baluarte contra o avanço do comunismo mundial. Na sua situação privilegiada no Vaticano, o Papa Pio XII, sem críticas, deixou prosseguir o Holocausto contra os judeus e as cruéis perseguições movidas às Testemunhas de Jeová e a outros. É irônico que o Papa João Paulo II, em visita à Alemanha, em maio de 1987, glorificasse a posição antinazista de um único sacerdote sincero. O que faziam os outros milhares de sacerdotes alemães durante o reinado de terror de Hitler? Uma pastoral emitida pelos bispos católicos alemães, em setembro de 1939, no começo da Segunda Guerra Mundial, esclarece esse ponto. Rezava em parte: “Nesta hora decisiva, admoestamos nossos soldados católicos a cumprir com seu dever em obediência ao Führer e a estar prontos para sacrificar toda a sua individualidade. Apelamos para os fiéis, para se juntarem em orações fervorosas, a fim de que a Providência Divina leve esta guerra a um bendito êxito.”

      9 Essa diplomacia católica ilustra a espécie de meretrício em que a religião se tem empenhado no decorrer dos últimos 4.000 anos, ao cortejar o Estado político, a fim de conseguir poder e vantagens. Tais relacionamentos político-religiosos têm fomentado guerras, perseguições e miséria humana em vasta escala. Quão feliz se pode sentir a humanidade de que o julgamento de Jeová contra a grande meretriz é iminente. Que seja logo executado!

      Sentada Sobre Muitas Águas

      10. Quais são as “muitas águas” das quais Babilônia, a Grande, espera proteção, e o que está acontecendo com elas?

      10 A antiga Babilônia estava localizada sobre muitas águas — o rio Eufrates e numerosos canais. Estes eram uma proteção para ela, bem como uma fonte de comércio que produzia riquezas, até que se secaram numa única noite. (Jeremias 50:38; 51:9, 12, 13) Babilônia, a Grande, também espera que “muitas águas” a protejam e enriqueçam. Essas águas simbólicas são “povos, e multidões, e nações, e línguas”, quer dizer, todos os bilhões de humanos sobre os quais ela tem dominado e dos quais obtém o seu sustento material. Mas essas águas também se estão secando, ou seja, estão retirando seu apoio. — Revelação 17:15; compare isso com Salmo 18:4; Isaías 8:7.

      11. (a) Como é que a antiga Babilônia ‘embriagava toda a terra’? (b) Como é que Babilônia, a Grande, tem ‘embriagado toda a terra’?

      11 Além disso, a antiga Babilônia foi descrita como “um copo de ouro na mão de Jeová, embriagando toda a terra”. (Jeremias 51:7) A antiga Babilônia obrigou nações vizinhas a engolir expressões da ira de Jeová quando ela as conquistou militarmente, tornando-as tão fracas como bêbedos. Nesse respeito, ela era instrumento de Jeová. Babilônia, a Grande, também tem feito conquistas a ponto de se tornar um império mundial. Mas ela certamente não é instrumento de Deus. Antes, ela tem servido “os reis da terra” com os quais comete fornicação religiosa. Ela tem satisfeito esses reis por usar as doutrinas mentirosas e práticas escravizadoras dela para manter as massas do povo, “os que habitam na terra”, fracas como homens bêbedos, passivamente subservientes aos seus governantes.

      12. (a) De que modo um segmento de Babilônia, a Grande, no Japão, foi responsável por grande parte do derramamento de sangue na Segunda Guerra Mundial? (b) Como as “águas” que apoiavam Babilônia, a Grande, no Japão se retiraram, e com que resultado?

      12 O Japão xintoísta é um notável exemplo disso. O soldado japonês doutrinado achava ser a maior honra dar a sua vida pelo imperador — a suprema deidade xintoísta. Durante a Segunda Guerra Mundial, cerca de 1.500.000 soldados japoneses morreram em batalha; quase todos eles achando desonroso render-se. Mas, em consequência da derrota do Japão, o Imperador Hirohito se viu compelido a renunciar à pretensão de ser uma divindade. Isso resultou numa notável retirada das “águas” que apoiavam o segmento xintoísta de Babilônia, a Grande — lamentavelmente só depois de o xintoísmo ter aprovado o derramamento de rios de sangue na guerra no Pacífico! Esse enfraquecimento da influência xintoísta também abriu caminho, nos últimos anos, para mais de 200.000 japoneses, que na grande maioria antes eram xintoístas e budistas, se tornarem ministros dedicados e batizados do Soberano Senhor Jeová.

      A Meretriz Monta Uma Fera

      13. Que espantoso espetáculo João observa quando o anjo o leva no poder do espírito a um ermo?

      13 Que mais revela a profecia sobre a grande meretriz e sua sorte? Conforme João narra a seguir, surge outra cena vívida: “E ele [o anjo] me levou no poder do espírito para um ermo. E avistei uma mulher sentada numa fera cor de escarlate, que estava cheia de nomes blasfemos e que tinha sete cabeças e dez chifres.” — Revelação 17:3.

      14. Por que é apropriado que João seja levado para um ermo?

      14 Por que é João levado a um ermo? Uma anterior pronúncia de ruína contra a antiga Babilônia foi descrita como “contra o ermo do mar”. (Isaías 21:1, 9) Esta deu o devido aviso de que, apesar de todas as defesas aquosas dela, a antiga Babilônia se tornaria uma desolação sem vida. Portanto, é apropriado que João seja levado na sua visão a um ermo, para ver a sorte de Babilônia, a Grande. Ela também tem de ficar desolada e erma. (Revelação 18:19, 22, 23) João fica espantado, porém, com o que vê ali. A grande meretriz não está sozinha! Está sentada numa monstruosa fera!

      15. Que diferenças há entre a fera de Revelação 13:1 e a de Revelação 17:3?

      15 Esta fera tem sete cabeças e dez chifres. Trata-se, assim, da mesma fera que João vira anteriormente, que também tem sete cabeças e dez chifres? (Revelação 13:1) Não, pois há diferenças. Esta fera é de cor de escarlate, e, dessemelhantemente da fera anterior, não se diz que tem diademas. Em vez de ter nomes blasfemos apenas nas suas sete cabeças, ela está “cheia de nomes blasfemos”. Todavia, tem de haver uma relação entre esta nova fera e a anterior; as similaridades entre elas são demasiadamente evidentes para serem coincidência.

      16. Qual é a identidade da fera cor de escarlate, e o que se declarou sobre o objetivo dela?

      16 Então, o que é esta nova fera cor de escarlate? Ela deve ser a imagem da fera que fora produzida às instâncias da fera anglo-americana, a qual tem dois chifres, igual a um cordeiro. Depois de feita a imagem, concedeu-se a essa fera de dois chifres dar fôlego à imagem da fera. (Revelação 13:14, 15) João vê agora a imagem viva e respirando. Ela retrata a organização da Liga das Nações a que a fera de dois chifres deu existência em 1920. O Presidente Wilson, dos Estados Unidos, tinha a visão de que a Liga “fosse um foro de dispensação de justiça para todos os homens, e que extirpasse para sempre a ameaça de guerra”. Quando ela foi ressuscitada após a Segunda Guerra Mundial como Nações Unidas, seu objetivo, segundo os estatutos, era “manter a paz e a segurança internacionais”.

      17. (a) Em que sentido a simbólica fera cor de escarlate está cheia de nomes blasfemos? (b) Quem monta a fera cor de escarlate? (c) Como a religião babilônica se vinculou à Liga das Nações e sua organização sucessora desde o começo?

      17 Em que sentido está a fera simbólica cheia de nomes blasfemos? No sentido de que os homens estabeleceram esse ídolo multinacional como substituto do Reino de Deus — para realizar o que Deus diz que somente o seu Reino pode realizar. (Daniel 2:44; Mateus 12:18, 21) O notável da visão de João, porém, é que Babilônia, a Grande, monta a fera cor de escarlate. Fiel à profecia, a religião babilônica, especialmente na cristandade, vinculou-se à Liga das Nações e sua organização sucessora. Já em 18 de dezembro de 1918, a entidade agora conhecida como Conselho Nacional das Igrejas de Cristo na América adotou uma declaração que dizia em parte: “Tal Liga não é apenas uma conveniência política; é antes a expressão política do Reino de Deus na Terra. . . . A Igreja pode contribuir o espírito de boa vontade, sem o qual nenhuma Liga das Nações pode perdurar. . . . A Liga das Nações está arraigada no Evangelho. Igual ao Evangelho, seu objetivo é ‘paz na terra, boa vontade para com os homens’.”

      18. Como os clérigos da cristandade mostraram seu apoio à Liga das Nações?

      18 Em 2 de janeiro de 1919, o jornal San Francisco Chronicle saiu com a manchete de primeira página: “Papa Pede Adoção da Liga das Nações de Wilson.” Em 16 de outubro de 1919, apresentou-se ao Senado dos Estados Unidos uma petição assinada por 14.450 clérigos das principais denominações religiosas, instando com aquele organismo a “ratificar o tratado de paz de Paris, englobando o pacto da liga das nações”. Embora o Senado dos Estados Unidos deixasse de ratificar o tratado, os clérigos da cristandade continuaram a fazer campanha em prol da Liga. E como a Liga foi inaugurada? Um despacho noticioso procedente da Suíça, com data de 15 de novembro de 1920, rezava: “A abertura da primeira sessão da Liga das Nações foi anunciada esta manhã às onze horas pelo toque dos sinos de todas as igrejas em Genebra.”

      19. Quando a fera cor de escarlate surgiu, que proceder os da classe de João adotaram?

      19 Será que os da classe de João, aquele único grupo na Terra que entusiasticamente aceitava o recente Reino messiânico, participaram com a cristandade em prestar homenagem à fera cor de escarlate? Longe disso! No domingo, 7 de setembro de 1919, o congresso do povo de Jeová em Cedar Point, Ohio, EUA, destacava o discurso público “A Esperança Para a Humanidade Angustiada”. No dia seguinte, o Star-Journal de Sandusky noticiou que J. F. Rutherford, falando a quase 7.000 pessoas, havia afirmado que “é certo  . . . que o desagrado do Senhor recairá sobre a Liga, porque os clérigos — católicos e protestantes — que afirmam ser representantes de Deus, abandonaram o plano Dele e endossaram a Liga das Nações, aclamando-a como a expressão política do reino de Cristo na Terra”.

      20. Por que era blasfêmia que os clérigos aclamassem a Liga das Nações como “a expressão política do Reino de Deus na Terra”?

      20 O triste fracasso da Liga das Nações deveria ter indicado aos clérigos que tais organismos feitos pelo homem não fazem parte do Reino de Deus na Terra. Quanta blasfêmia é afirmar que são! Faz parecer como se Deus fosse partícipe no colossal fracasso que a Liga veio a ser. Quanto a Deus, “perfeita é a sua atuação”. O Reino celestial de Jeová, sob Cristo — e não um conjunto de políticos altercantes, muitos deles ateus — é o meio pelo qual ele trará paz e fará com que se realize a sua vontade na Terra, assim como no céu. — Deuteronômio 32:4; Mateus 6:10.

      21. O que mostra que a grande meretriz apoia e admira a organização sucessora da Liga, as Nações Unidas?

      21 Que dizer da organização sucessora da Liga, as Nações Unidas? Desde que foi concebido, esse organismo também tem a grande meretriz montada nas costas, visivelmente associada com ela e tentando dirigir o seu destino. Por exemplo, no seu 20.º aniversário, em junho de 1965, representantes da Igreja Católica Romana e da Igreja Ortodoxa Oriental, junto com protestantes, judeus, hindus, budistas e muçulmanos — reputadamente representando dois bilhões da população da Terra — reuniram-se em San Francisco (Califórnia) para solenizar seu apoio e sua admiração à ONU. Em visita à ONU, em outubro de 1965, o Papa Paulo VI descreveu-a como a “maior de todas as organizações mundiais”, e acrescentou: “Os povos da Terra voltam-se para as Nações Unidas como sendo a última esperança de concórdia e paz.” Outro visitante papal, o Papa João Paulo II, dirigiu-se à ONU em outubro de 1979, dizendo: “Faço votos que as Nações Unidas permaneçam sempre o supremo foro da paz e da justiça.” Significativamente, no seu discurso o papa falou muito pouco sobre Jesus Cristo e o Reino de Deus. Durante a sua visita aos Estados Unidos, em setembro de 1987, conforme noticiado pelo jornal The New York Times, “João Paulo falou extensivamente sobre o papel positivo das Nações Unidas na promoção . . . duma ‘nova solidariedade mundial’”.

  • O julgamento da infame meretriz
    Revelação — Seu Grandioso Clímax Está Próximo!
    • c A obra histórica de William L. Shirer, Ascensão e Queda do Terceiro Reich, declara que Von Papen foi “mais responsável que qualquer outro indivíduo na Alemanha pela ascensão de Hitler ao poder”. Em janeiro de 1933, o ex-chanceler alemão Von Schleicher dissera a respeito de Von Papen: “Ele mostrou ser a espécie de traidor em comparação com o qual Judas Iscariotes é um santo.”

  • O julgamento da infame meretriz
    Revelação — Seu Grandioso Clímax Está Próximo!
    • [Quadro na página 237]

      Churchill Expõe o ‘Meretrício’

      No seu livro The Gathering Storm (A Tempestade se Aproxima; 1948) Winston Churchill relata que Hitler nomeou Franz von Papen como ministro alemão em Viena, para “minar personalidades de destaque na política austríaca ou granjear o apoio delas”. Churchill cita o embaixador dos EUA em Viena como dizendo a respeito de Von Papen: “Da maneira mais atrevida e cínica . . . Papen passou a dizer-me que . . . ele pretendia usar a sua reputação de bom católico para ganhar influência junto a austríacos tais como o Cardeal Innitzer.”

      Depois de a Áustria ter capitulado e as tropas de ataque de Hitler terem entrado a passo de ganso em Viena, o cardeal católico, Innitzer, ordenou que todas as igrejas austríacas ostentassem a bandeira suástica, tocassem os sinos e orassem por Adolf Hitler em homenagem ao seu aniversário natalício.

  • O julgamento da infame meretriz
    Revelação — Seu Grandioso Clímax Está Próximo!
    • [Quadro/Foto na página 238]

      Sob esta manchete, a primeira edição do The New York Times de 7 de dezembro de 1941 publicou o seguinte artigo:

      ‘ORAÇÃO DE GUERRA’ PELO REICH

      “Bispos católicos em Fulda pedem bênção e vitória . . .

      A Conferência dos Bispos Católicos Alemães reunida em Fulda recomendou a introdução duma ‘oração de guerra’ especial a ser lida no começo e no fim de todos os ofícios sacros.

      A oração implora à Providência que abençoe as armas germânicas com a vitória e conceda proteção à vida e à saúde de todos os soldados. Os bispos também orientaram os clérigos católicos a realizar um sermão dominical especial pelo menos uma vez por mês para incluir nele os soldados alemães ‘na terra, no mar e no ar’ e para lembrar deles.”

      Esse artigo foi retirado das edições posteriores do jornal. Foi em 7 de dezembro de 1941 que o Japão, aliado da Alemanha nazista, atacou a frota dos Estados Unidos em Pearl Harbor.

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