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Constantino, o Grande: defensor do cristianismo?A Sentinela — 1998 | 15 de março
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A Catholic Encyclopedia observa: “Constantino favoreceu de modo igual ambas as religiões. Como sumo pontífice ele velou pela adoração pagã e protegeu seus direitos.” “Constantino nunca se tornou cristão”, diz a enciclopédia Hidria, e acrescenta: “Eusébio de Cesaréia, que escreveu a biografia dele, diz que ele se tornou cristão nos últimos momentos da vida. Isso não é convincente, visto que, no dia anterior, [Constantino] fizera um sacrifício a Zeus porque também tinha o título de Sumo Pontífice.”
Até o dia da sua morte, em 337 EC, Constantino usou o título pagão de Sumo Pontífice, o chefe supremo em assuntos religiosos.
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Constantino, o Grande: defensor do cristianismo?A Sentinela — 1998 | 15 de março
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Como Sumo Pontífice pagão e, portanto, líder religioso do Império Romano, Constantino tentou conseguir o apoio dos bispos da Igreja apóstata. Ofereceu-lhes posições de poder, proeminência e riqueza como funcionários da religião estatal romana. A Catholic Encyclopedia admite: “Alguns bispos, cegados pelo esplendor da corte, foram ao ponto de louvar o imperador como um anjo de Deus, como um ser sagrado, e a profetizar que ele, assim como o Filho de Deus, reinaria nos céus.”
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