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Jeová abençoa ricamente os que guardam seu caminhoA Sentinela — 2005 | 1.° de agosto
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Pouco depois de ter sido libertado, em 1952, conheci a jovem Nela, uma zelosa pioneira. Ela havia servido no sul da Polônia. Mais tarde serviu numa “padaria”, nome que dávamos aos locais secretos em que se imprimiam as nossas publicações. Era um trabalho árduo, que exigia vigilância e abnegação.
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Jeová abençoa ricamente os que guardam seu caminhoA Sentinela — 2005 | 1.° de agosto
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Encarregado de “padarias”
Naqueles dias, o superintendente de distrito era responsável pelas “padarias”, que funcionavam em locais escondidos. A polícia estava sempre no nosso encalço, tentando localizar e fechar esses locais de impressão. Às vezes eles conseguiam, mas nunca ficamos sem o necessário alimento espiritual. Era bem evidente que Jeová cuidava de nós.
Para realizar o árduo e perigoso trabalho de imprimir, a pessoa convidada tinha de ser leal, alerta, abnegada e obediente. Essas qualidades possibilitavam o funcionamento seguro de uma “padaria”. Difícil também era conseguir um bom local para essa impressão às ocultas. Alguns locais pareciam adequados, mas os irmãos ali não eram muito precavidos. Em outros locais, a situação era inversa. Os irmãos se dispunham a fazer sacrifícios excepcionais. Eu estimava muito esses irmãos e irmãs com os quais tive o privilégio de trabalhar.
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