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Estradas: as artérias da civilizaçãoDespertai! — 1998 | 22 de dezembro
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Importância militar
Os maiores avanços na construção de estradas surgiram devido ao desejo de expandir impérios. O sistema rodoviário do Império Romano sob os Césares, por exemplo, espalhou-se pela Europa, África do Norte e Oriente Médio, chegando a um total calculado em 80.000 quilômetros. Quando os soldados romanos não estavam guerreando, às vezes recebiam tarefas de construir e consertar estradas.
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Estradas: as artérias da civilizaçãoDespertai! — 1998 | 22 de dezembro
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Construir estradas é uma ciência
Os topógrafos romanos, usando um instrumento chamado groma, faziam estradas perfeitamente retas. Pedreiros entalhavam marcos muito bonitos e engenheiros determinavam o limite de peso das cargas. As estradas tinham fundação e superfície durável. Mas a chave de sua durabilidade era um sistema engenhoso de drenagem, melhorado por uma ligeira curvatura. Além disso, a estrada ficava um pouco mais alta do que o terreno ao redor. As lojas até vendiam mapas rodoviários.
“Ao se deparar com as consecuções dos construtores romanos de estradas”, diz um historiador, “o escritor mal consegue evitar derramar-se em elogios e é difícil crer que outro monumento do passado da humanidade tenha sido mais útil do que as estradas da Itália”.
Segundo o livro A History of Roads, a Via Ápia, que parte do sul de Roma, é “o primeiro trecho de extensão apreciável de estrada pavimentada na História do homem ocidental”. Essa estrada famosa tinha em média seis metros de largura e era calçada com blocos grandes de lava. Quando foi para Roma como prisioneiro, o apóstolo Paulo viajou por ela, e trechos dela ainda são usados hoje em dia. — Atos 28:15, 16.
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