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O juízo finalA Sentinela — 1991 | 1.° de agosto
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A maior parte das religiões da cristandade geralmente concorda com o ensino católico-romano de que os julgamentos de Deus ocorrem em duas etapas. Primeiro, há o “juízo particular”. Quando a pessoa morre, sua alma supostamente imortal é imediatamente julgada e destinada a uma eternidade, quer no inferno, quer no céu.a Daí, ocorre o juízo final, ou universal, no fim dos tempos, quando os corpos dos mortos são ressuscitados e reunidos a suas almas imortais.
Neste dia de juízo, as almas no céu permanecem ali e são reunidas a corpos feitos incorruptíveis. Os que sofrem no inferno também permanecem ali, e suas almas também são unidas a corpos ressuscitados, incorruptíveis. Segundo alguns, isto faz com que os sofrimentos deles se tornem mais intensos. Os ainda vivos como humanos não morrem. Estes são julgados enquanto ainda vivos e vão, “corpo e alma”, por assim dizer, direto para o céu ou para o inferno.
A possibilidade de sofrer indescritíveis tormentos no inferno de fogo tornou o tema do juízo final às mãos de Jesus Cristo algo pavoroso em que pensar.
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O juízo finalA Sentinela — 1991 | 1.° de agosto
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a Os católicos-romanos também crêem numa terceira possibilidade: punição temporária no purgatório antes de, por fim, entrar-se no céu.
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