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GovernadorEstudo Perspicaz das Escrituras, Volume 1
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A Judeia, sob domínio romano, era uma província imperial; os governadores ali eram diretamente responsáveis ao imperador pelas suas ações. Pilatos foi o quinto da série de governadores da Judeia. (Mt 27:2; Lu 3:1) Félix e Festo eram o 11.º e o 12.º governador (se não contarmos Públio Petrônio e seu sucessor Marsus, os quais, designados governadores da Síria, ao mesmo tempo administravam os assuntos dos judeus). (At 23:24-26; 24:27) Estes governadores romanos tinham o poder de aplicar a punição capital, como vemos no caso de Jesus, julgado por Pilatos. — Mt 27:11-14; Jo 19:10.
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Governador, Palácio doEstudo Perspicaz das Escrituras, Volume 1
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GOVERNADOR, PALÁCIO DO
O termo grego prai·tó·ri·on (do lat.: praetorium) refere-se à residência oficial dos governadores romanos. No palácio do governador, em Jerusalém, Pôncio Pilatos interrogou Cristo Jesus, e no pátio do palácio, soldados romanos zombaram dele. (Mr 15:16; Jo 18:28, 33; 19:9) Alguns têm identificado o palácio do governador com a Torre de Antônia, mas outros sugerem que provavelmente se tratava do palácio construído por Herodes, o Grande. Apresentaram-se as seguintes razões em apoio deste último ponto de vista: (1) De acordo com Fílon, filósofo judeu do primeiro século (The Embassy to Gaius [A Embaixada a Gaio], XXXIX, 306), o palácio de Herodes era chamado de “a casa dos governadores”, e foi ali que o Governador Pilatos pendurou escudos em honra de Tibério César. (2) O historiador judeu Josefo relata que o procurador Géssio Floro se instalou ali. (The Jewish War [A Guerra Judaica], II, 301 [xiv, 8]) (3) O palácio de Herodes, em Cesareia, serviu como palácio do governador naquela cidade. — At 23:33-35.
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