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Como se financia a obra?Testemunhas de Jeová — Proclamadores do Reino de Deus
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Em 1915, Charles Taze Russell, como presidente da Sociedade, disse: “Nossa Sociedade não procura acumular riquezas terrenas, mas, em vez disso, é uma instituição que gasta integralmente os recursos de que dispõe. O que quer que a providência de Deus nos envie sem solicitação procuramos gastar o mais criteriosamente possível em harmonia com a Palavra e o Espírito do Senhor. Há muito anunciamos que, quando os fundos cessassem, as atividades da Sociedade cessariam proporcionalmente; e que, à medida que os fundos aumentassem, as atividades da Sociedade seriam ampliadas.”
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Como se financia a obra?Testemunhas de Jeová — Proclamadores do Reino de Deus
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Sobre C. T. Russell, que serviu por mais de 30 anos como presidente da Sociedade Torre de Vigia (dos EUA), um de seus associados escreveu: “Para avaliar se seu proceder se harmonizava com as Escrituras, também para demonstrar sua própria sinceridade, ele decidiu testar a aprovação do Senhor conforme se segue: (1) devotar sua vida à causa; (2) investir sua fortuna na disseminação da obra; (3) proibir coletas em todas as reuniões; (4) depender de contribuições não solicitadas (inteiramente voluntárias) para dar continuidade à obra depois de esgotada sua fortuna.”
Em vez de usar a atividade religiosa para adquirir riquezas materiais, o irmão Russell gastou todos os seus recursos na obra do Senhor. Após sua morte, The Watch Tower noticiou: “Ele dedicou sua fortuna particular inteiramente à causa em favor da qual deu a vida. Recebia a soma nominal de 11 dólares por mês para despesas pessoais. Morreu sem deixar patrimônio algum.”
Concernente aos que dariam continuidade à obra da Sociedade, o irmão Russell estipulou em seu testamento: “Quanto a remuneração, creio ser prudente manter o antigo proceder da Sociedade com respeito a salários — que não se paguem salários; que se concedam apenas módicos reembolsos de despesas aos que servem a Sociedade ou a sua obra duma maneira ou de outra.” Os que serviriam nos lares de Betel, nos escritórios e nas gráficas da Sociedade, bem como seus representantes viajantes, receberiam apenas alimento, abrigo e uma pequena importância para despesas — o suficiente para necessidades imediatas, mas “nenhuma provisão . . . para acumular dinheiro”.
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