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“Não fazem parte do mundo”Testemunhas de Jeová — Proclamadores do Reino de Deus
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Em 3 de junho de 1935, num congresso em Washington, DC, quando se pediu a J. F. Rutherford que fizesse comentário sobre a saudação à bandeira nas escolas, ele frisou a questão da fidelidade a Deus. Alguns meses mais tarde, quando Carleton B. Nichols Jr., de oito anos, em Lynn, Massachusetts, se recusou a saudar a bandeira americana e cantar um hino patriótico, isso foi noticiado nos jornais no país inteiro.
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“Não fazem parte do mundo”Testemunhas de Jeová — Proclamadores do Reino de Deus
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Nos Estados Unidos, foi levada perante a justiça a questão quanto a se é correto compelir alguém a saudar a bandeira. Em 14 de junho de 1943, o Supremo Tribunal dos EUA revogou a sua própria decisão anterior e, no caso da Junta de Educação do Estado de Virgínia do Oeste v. Barnette, decidiu que a saudação compulsória à bandeira era incoerente com a garantia da liberdade concedida pela própria constituição daquela nação.b
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