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Asteróides, cometas e a terra: em rota de colisão?Despertai! — 1999 | 22 de janeiro
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‘Cedo na manhã do dia 30 de junho, observou-se um fenômeno muito incomum num vilarejo aqui na Sibéria. Os camponeses viram um objeto muito brilhante, alto no horizonte; era brilhante demais para se observar a olho nu. Podia-se ver, mais abaixo no horizonte, na mesma direção do corpo luminoso, uma nuvenzinha escura. Parece que, quando se aproximou do solo, o objeto brilhante foi pulverizado. No seu lugar, formou-se uma grande nuvem de fumaça escura e ouviu-se uma explosão muito alta, como se fosse uma avalanche de pedras grandes. Os prédios estremeceram e uma língua bifurcada de fogo irrompeu para cima através da nuvem. Os moradores do vilarejo saíram às ruas, aterrorizados. As mulheres idosas choravam; todos pensaram que era o fim do mundo.’ — Resumo duma notícia publicada no jornal Sibir, de Irkutsk, Rússia, em 2 de julho de 1908.
ESSAS pessoas nem imaginavam que um objeto caído do céu acabara de explodir sobre suas cabeças.
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Asteróides, cometas e a terra: em rota de colisão?Despertai! — 1999 | 22 de janeiro
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Como mencionado na introdução, em 30 de junho de 1908, um asteróide ou um pedaço de cometa, calculadamente com menos de 100 metros de diâmetro, invadiu a atmosfera e explodiu a uns 10 quilômetros acima da região, na maior parte dasabitada, de Tunguska, Sibéria. A explosão, de talvez uns 15 megatons, devastou uma área de 2.000 quilômetros quadrados, derrubando árvores, iniciando incêndios e matando renas. Quantas pessoas teriam morrido se o ponto de impacto da explosão tivesse sido uma região densamente povoada?
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