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  • O tabaco e os clérigos
  • A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1993
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A Sentinela Anunciando o Reino de Jeová — 1993
w93 1/2 p. 30

O tabaco e os clérigos

HÁ MAIS de 115 anos, o médico John Cowan escreveu em inglês um livro intitulado O Uso do Tabaco vs. Pureza, Castidade e Boa Saúde. Em vista do que nos últimos anos se descobriu sobre os efeitos prejudiciais do tabaco, suas observações a respeito do seu uso pelos clérigos eram sagazes e são relevantes para todos os que hoje procuram servir a Deus. No capítulo 4, que trata do efeito moral do uso do tabaco, o Dr. Cowan observou:

“Se o uso do tabaco é fisicamente errado — conforme já se demonstrou claramente — também tem de ser moralmente errado; pois a lei fisiológica é que ‘tudo o que corrompe ou irrita o corpo, corrompe com isso o sistema nervoso, e deste modo o cérebro, e assim a mente’. A mente do homem — seus pensamentos, suas expressões, seus atos, são influenciados pelo modo em que usa ou abusa de sua natureza física. O tabaco, já pelo seu próprio nome e pelas suas associações, é imundo, e — sem considerar o dano que causa — como podem originar-se ou desenvolver-se na mente sentimentos e ações limpos, puros, justos e morais? Suponhamos — se isso fosse possível — que Cristo, ao levar a Sua vida exemplar na Terra — ensinando e pregando pureza, castidade, amor e caridade — fumasse, cheirasse ou mascasse tabaco. A mera idéia disso já não parece um sacrilégio? E, no entanto, ministros — seguidores, pregadores e expositores das Suas leis e doutrinas — aviltam seus corpos e maculam suas almas com esta erva imunda, venenosa. Será que esses homens, ou seus seguidores, podem levar uma vida cristã — uma vida de elevada moral? Acho que não.

“Tente, se possível, imaginar um glutão, um beberrão ou um fumante associado com santidade de coração. Há algo desnatural, revoltante, repulsivo nessa idéia. Assim como os apetites físicos e os sentidos externos são aviltados, assim o íntimo do homem, a sua natureza moral, torna-se vulgar. O espírito puro não quer e não pode morar numa habitação imunda. Há uma correspondência natural entre coisas materiais e espirituais, de modo que as qualidades de uma denota o caráter da outra. Um professor de religião e escravo do tabaco . . . Ele talvez admita, com toda a candura e sinceridade, que o uso do tabaco é um costume prejudicial, moralmente errado; no entanto, talvez encontre no íntimo um impulso, uma lei nos seus membros, produzida artificialmente, que o enche dum anseio insaciável de continuar com essa prática, e esta lei artificial talvez seja mais forte do que sua razão e consciência naturais em conjunto. Não constitui o uso do tabaco uma palpável violação da lei de Deus implantada no nosso organismo? Não é a infração de qualquer das leis de Deus uma transgressão e um pecado? E quando um homem habitualmente vive em violação de uma das leis de Deus, não será mais fácil e mais natural passar para a violação de outras leis? E, por fim, como é que um homem pode apresentar-se como instrutor de moral, quando, pela sua própria conduta, recomenda às suas concriaturas uma vida de contínua transgressão contra as leis do seu ser?”

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