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A dislexia não atrapalhou minha vidaDespertai! — 2009 | fevereiro
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A fim de aprender mais depressa, decidi ir para o Sri Lanka, um país onde o tâmil é falado por milhões de pessoas.
Quando cheguei lá em outubro de 1996, o país estava em guerra civil. Por um tempo morei em Vavuniya, cidade situada entre os dois grupos inimigos. As Testemunhas de Jeová da região tinham pouco em sentido material, mas seu amor e hospitalidade eram impressionantes. Elas se esforçaram bastante para me ensinar o tâmil. Pessoas que não eram Testemunhas de Jeová ficaram impressionadas porque eu, o único ocidental na região, tentava conversar no idioma delas. Sua atitude apreciativa e humilde me ajudou a falar com elas sobre a Bíblia.
Em janeiro de 1997, tive de voltar para a Dinamarca e, no ano seguinte, me casei com uma pioneira chamada Camilla. Eu queria muito retornar ao Sri Lanka, e fiz isso em dezembro de 1999, só que dessa vez com minha esposa, é claro. Logo estávamos ensinando a Bíblia a diversas pessoas, incluindo famílias inteiras, e acompanhávamos as Testemunhas de Jeová da localidade em seus estudos bíblicos. Nós estávamos bem envolvidos na pregação e em praticar o tâmil.
Em março de 2000, tivemos de voltar para a Dinamarca. Deixar nossos companheiros de fé e estudantes da Bíblia foi muito difícil, visto que chegamos a amá-los de verdade.
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A dislexia não atrapalhou minha vidaDespertai! — 2009 | fevereiro
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[Foto na página 23]
Com um jovem Testemunha de Jeová no Sri Lanka
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