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O amor que nos sustentaDespertai! — 1996 | 8 de outubro
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Séculos atrás, outro navio se encontrava nas garras de uma violenta tempestade. O apóstolo Paulo e mais 275 outros estavam a bordo. Temendo que o navio se desconjuntasse com a intensidade da tormenta, os marujos aparentemente passaram “recursos” — correntes ou cordas — por baixo do navio de um lado ao outro para manter juntas as tábuas de madeira do casco do navio. Todos os passageiros a bordo se salvaram, mas não o navio. — Atos, capítulo 27.
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O amor que nos sustentaDespertai! — 1996 | 8 de outubro
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Nos dias de Paulo, em caso de grande tempestade, a sobrevivência dos passageiros e do navio dependia da perícia da tripulação e da capacidade do navio de manter-se intacto. Dava-se o mesmo quando esse apóstolo enfrentava tempestades figurativas. Embora Paulo tivesse suportado privações físicas, prisões e tortura, as tempestades que mais desafiavam a sua estabilidade espiritual e emocional, bem como a sua capacidade de persistir no amor, vinham de dentro da congregação cristã.
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