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Estresse: “O assassino silencioso”Despertai! — 1998 | 22 de março
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[Nota(s) de rodapé]
a Embora o estresse possa ser um dos fatores, na maioria dos ataques cardíacos há danos significativos às artérias coronárias, causados pela aterosclerose. Portanto, seria insensato a pessoa desprezar os sintomas de doença cardíaca, talvez achando que a simples redução do estresse vai curá-la. Veja Despertai! de 8 de dezembro de 1996, páginas 3-13.
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Estresse: “O assassino silencioso”Despertai! — 1998 | 22 de março
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“O primeiro sintoma foi uma pressão forte. Começou perto do esterno; passou rápido para os ombros, pescoço e maxilares; daí desceu forte pelos braços. Era como se um elefante tivesse caído em cima do meu peito. Eu mal podia respirar. Comecei a suar. Tive cólicas e uma náusea insuportável. . . . Mais tarde, quando as enfermeiras me ajudavam a deitar num leito de hospital, lembro-me de ter dito, espantado: ‘Estou tendo um ataque cardíaco.’ Eu tinha 44 anos de idade.”
É ASSIM que o Dr. Robert S. Eliot descreve o seu quase encontro com a morte, mais de 20 anos atrás, em seu livro From Stress to Strength (Como Derivar Força do Estresse). Mais cedo naquela manhã ele havia comparecido a uma conferência e proferido uma palestra — ironicamente — sobre ataques cardíacos. Subitamente, o Dr. Eliot, um cardiologista, achava-se no que ele chama de “lado errado dos lençóis numa unidade de tratamento coronário”. Ao que ele atribui a sua crise inesperada? “No meu íntimo”, diz o Dr. Eliot. “Minhas reações físicas ao estresse estavam me matando.”a
Como o caso do Dr. Eliot ilustra, os efeitos do estresse podem pôr em risco a vida. De fato, nos Estados Unidos ele tem sido relacionado com algumas das causas principais de morte. Os efeitos do estresse podem acumular-se silenciosamente durante um período e daí manifestar-se sem aviso prévio. Portanto, é justificável chamar o estresse de “assassino silencioso”.
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