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BaalEstudo Perspicaz das Escrituras, Volume 1
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Adoração de Baal. Pouco se sabia sobre a adoração de Baal à parte das muitas referências bíblicas a ela, até que as escavações em Ugarite (a moderna Ras Xamra, na costa síria, defronte da ponta NE da ilha de Chipre) trouxeram à luz muitos artefatos religiosos e centenas de tabuinhas de argila. Acha-se que muitos destes documentos antigos, agora conhecidos como os textos de Ras Xamra, sejam liturgias dos que participavam nos rituais das festas religiosas, ou palavras proferidas por eles.
Nos textos de Ras Xamra, Baal (também chamado Aliyan [aquele que prevalece] Baal) é mencionado como “Zabul [Príncipe], Senhor da Terra”, e “o Cavaleiro das Nuvens”. Isto se harmoniza com uma representação de Baal, mostrando-o a segurar na mão direita uma clava ou maça, e, na esquerda, um raio estilizado com uma ponta de lança e uma planta brotando no topo. Também é representado usando um capacete com chifres, sugerindo uma íntima ligação com o touro, símbolo da fertilidade. — FOTO, Vol. 1, p. 272.
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BaalEstudo Perspicaz das Escrituras, Volume 1
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Há indícios de que Baal e outros deuses e deusas do panteão cananeu estavam relacionados, na mente de seus adoradores, com certos corpos celestes. Por exemplo, um dos textos de Ras Xamra menciona uma oferta feita à “Rainha Sapas (o Sol) e às estrelas”, e outro alude ‘ao exército do sol e à hoste do dia’.
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