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O cristianismo inicial e o EstadoA Sentinela — 1996 | 1.° de maio
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O sociólogo e teólogo Ernst Troeltsch escreveu a respeito da situação difícil dos primeiros cristãos na sociedade romana: “Vetavam-se todos os cargos e empenhos que tivessem alguma ligação com idolatria, ou com a adoração do Imperador, ou que tivessem algo que ver com derramamento de sangue ou com a pena capital, ou os que poriam os cristãos em contato com a imoralidade pagã.”
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O cristianismo inicial e o EstadoA Sentinela — 1996 | 1.° de maio
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O Professor Troeltsch escreveu: “A partir do terceiro século, a situação ficou mais difícil, pois os cristãos se tornaram mais numerosos nos altos escalões da Sociedade e nas profissões de mais destaque, no exército e nos círculos oficiais. Em diversas passagens de escritos cristãos [não-bíblicos] há protestos indignados contra a participação nessas coisas; por outro lado, encontramos também tentativas de transigência — argumentos destinados a sossegar consciências intranqüilas . . . A partir do tempo de Constantino, essas dificuldades desapareceram; a fricção entre cristãos e pagãos cessou, e todos os cargos no Estado estavam franqueados.”
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