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Solucionado um espantoso mistérioRevelação — Seu Grandioso Clímax Está Próximo!
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Capítulo 34
Solucionado um espantoso mistério
1. (a) Como João reage ao ver a grande meretriz e sua pavorosa cavalgadura, e por quê? (b) Como os da classe de João hoje reagem diante dos acontecimentos que se desenrolam em cumprimento da visão profética?
QUAL é a reação de João ao ver a grande meretriz e sua pavorosa cavalgadura? Ele mesmo responde: “Pois bem, ao avistá-la, fiquei admirado com grande espanto.” (Revelação 17:6b) A mera imaginação humana nunca poderia inventar tal espetáculo. Mas ali está — lá fora num ermo — uma devassa prostituta sentada numa horripilante fera! (Revelação 17:3) Os da classe de João hoje também se admiram com grande espanto ao passo que os eventos se desenrolam em cumprimento da visão profética. Se as pessoas do mundo pudessem vê-la, exclamariam: ‘Incrível!’ e os governantes do mundo repetiriam isso: ‘Inconcebível!’ Mas a visão torna-se uma assustadora realidade em nossos dias. Os do povo de Deus já tiveram uma notável participação no cumprimento da visão, e isso lhes assegura que a profecia prosseguirá até o seu assombroso clímax.
2. (a) Em resposta ao espanto de João, o que o anjo lhe diz? (b) O que se revelou aos da classe de João, e como se tem feito isso?
2 O anjo nota o espanto de João: “E o anjo disse-me, assim”, prossegue João: “Por que te admiras? Eu te direi o mistério da mulher e da fera que a carrega, que tem as sete cabeças e os dez chifres.” (Revelação 17:7) Ah! o anjo vai agora desvendar o mistério! Ele explica ao espantado João as diversas facetas da visão e os eventos dramáticos que estão para desenrolar-se. Do mesmo modo, tem-se dado entendimento da profecia aos da vigilante classe de João, ao passo que hoje servem sob direção angélica. “Não pertencem a Deus as interpretações?” Iguais ao fiel José, acreditamos que pertencem a Ele. (Gênesis 40:8; veja Daniel 2:29, 30.) Os do povo de Deus se acham como que colocados no centro do palco, ao passo que Jeová lhes interpreta o sentido da visão e o impacto dela nas suas vidas. (Salmo 25:14) Bem na hora certa, abriu ao entendimento deles o mistério da mulher e da fera. — Salmo 32:8.
3, 4. (a) Que discurso público foi proferido por N. H. Knorr em 1942, e como esse discurso identificou a fera cor de escarlate? (b) Que palavras proferidas pelo anjo a João foram consideradas por N. H. Knorr?
3 De 18 a 20 de setembro de 1942, no auge da Segunda Guerra Mundial, as Testemunhas de Jeová, nos Estados Unidos, realizaram sua Assembleia Teocrática do Novo Mundo. A cidade-chave, Cleveland, Ohio, foi interligada por telefone com outras 50 cidades de congresso, tendo um auge de assistência de 129.699. Onde as condições do tempo de guerra o permitiam, outros congressos repetiram o programa, em todo o mundo. Naquela época, muitos do povo de Jeová esperavam que a guerra avançasse progressivamente até a guerra do Armagedom, de Deus; por isso, o título do discurso público: “Paz — Pode Durar?”, suscitou muita curiosidade. Como podia o novo presidente da Sociedade Torre de Vigia (dos EUA), N. H. Knorr, ousar falar sobre paz, quando parecia que o extremo oposto estava reservado para as nações?a O motivo era que os da classe de João prestavam “mais do que a costumeira atenção” à Palavra profética de Deus. — Hebreus 2:1; 2 Pedro 1:19.
4 Quanta luz lançou o discurso “Paz — Pode Durar?” sobre a profecia? Identificando claramente a fera cor de escarlate de Revelação 17:3 como a Liga das Nações, N. H. Knorr passou a considerar a carreira tormentosa dela à base das seguintes palavras do anjo a João: “A fera que viste era, mas não é, contudo, está para ascender do abismo, e há de ir para a destruição.” — Revelação 17:8a.
5. (a) Como se deu que “a fera . . . era” e depois “não é”? (b) Como N. H. Knorr respondeu à pergunta: “Permanecerá a Liga na cova?”
5 “A fera . . . era.” Sim, havia existido como Liga das Nações de 10 de janeiro de 1920 em diante, tendo numa ou noutra ocasião 63 nações participantes. Mas, um atrás do outro, o Japão, a Alemanha e a Itália se retiraram dela, e a ex-União Soviética foi excluída da Liga. Em setembro de 1939, o ditador nazista da Alemanha desencadeou a Segunda Guerra Mundial.b A Liga das Nações, tendo fracassado em manter a paz no mundo, virtualmente mergulhou num abismo de inatividade. Por volta de 1942, já ficara extinta. Nem antes disso, nem numa data posterior — mas bem naquele tempo crítico — Jeová interpretou ao seu povo a plena profundidade do significado da visão! Na Assembleia Teocrática do Novo Mundo, N. H. Knorr podia declarar, em harmonia com a profecia, que “a fera . . . não é”. Ele fez então a pergunta: “Permanecerá a Liga na cova?” Citando Revelação 17:8, ele respondeu: “A associação das nações mundiais se tornará a levantar.” E assim veio a ser — em vindicação da Palavra profética de Jeová!
Ascendendo do Abismo
6. (a) Quando foi que a fera cor de escarlate ascendeu do abismo, e com que novo nome? (b) Por que as Nações Unidas são realmente uma revivificação da fera cor de escarlate?
6 A fera cor de escarlate de fato ascendeu do abismo. Em 26 de junho de 1945, com grande estardalhaço, em San Francisco, EUA, 50 nações votaram aceitar a Carta da organização das Nações Unidas. Esse organismo devia “manter a paz e a segurança internacionais”. Havia muitas similaridades entre a Liga e a ONU. A Enciclopédia Delta Universal observa: “Sob certos aspectos, a ONU se parece com a Liga das Nações, que se organizou depois da Primeira Guerra Mundial . . . Muitas das nações que fundaram a ONU haviam fundado também a Liga das Nações. Do mesmo modo que a liga, a ONU foi instituída para ajudar a manter a paz entre as nações. Os principais órgãos da ONU são parecidos com os da liga.” A ONU, portanto, é realmente uma revivificação da fera cor de escarlate. Seu rol de membros, de umas 190 nações, ultrapassa em muito o das 63 da Liga; também assumiu responsabilidades mais amplas do que sua predecessora.
7. (a) Em que sentido é que os que moram na Terra se admiraram grandemente da revivificada fera cor de escarlate? (b) Que objetivo tem eludido a ONU, e o que o secretário-geral dela disse nesse respeito?
7 No começo, expressaram-se grandes esperanças com respeito à ONU. Isso se deu em cumprimento das palavras do anjo: “E quando virem que a fera era, mas não é, contudo estará presente, os que moram na terra se admirarão grandemente, mas os nomes deles não foram inscritos no rolo da vida desde a fundação do mundo.” (Revelação 17:8b) Os que moram na Terra têm admirado esse novo colosso, que opera desde a sua imponente sede junto ao Rio East, em Nova York. Mas a verdadeira paz e segurança eludiram a ONU. Durante grande parte do século 20, manteve-se a paz mundial apenas com a ameaça duma “destruição mútua assegurada” — em inglês com a sigla de MAD (“Mutual Assured Destruction”) — e a corrida armamentista tem continuado a aumentar astronomicamente. Depois de quase 40 anos de esforços das Nações Unidas, seu secretário-geral na época, Javier Pérez de Cuéllar, lamentou em 1985: “Vivemos em mais uma era de fanáticos, e não sabemos o que fazer a respeito disso.”
8, 9. (a) Por que a ONU não possui as soluções para os problemas do mundo, e o que ocorrerá em breve a ela, segundo o decreto de Deus? (b) Por que é que os fundadores e os admiradores da ONU não terão seus nomes registrados no “rolo da vida” de Deus? (c) O que o Reino de Jeová realizará com bom êxito?
8 A ONU não possui as soluções. E por que não? Porque o Dador da vida de toda a humanidade não é o dador da vida da ONU. A duração da vida desta será curta, porque, segundo o decreto de Deus, ela “há de ir para a destruição”. Os fundadores e os admiradores da ONU não têm seus nomes registrados no rolo da vida de Deus. Como poderiam homens pecaminosos, mortais, muitos deles zombando do nome de Deus, realizar por meio da ONU aquilo que Jeová Deus declarou que está prestes a realizar, não por meios humanos, mas por meio do Reino de seu Cristo? — Daniel 7:27; Revelação 11:15.
9 A ONU, na realidade, é uma imitação blasfema do Reino messiânico de Deus, o qual é regido pelo Seu Príncipe da Paz, Jesus Cristo — de cujo domínio principesco não haverá fim. (Isaías 9:6, 7) Mesmo que a ONU conseguisse arranjar uma paz temporária, logo irromperiam de novo algumas guerras. Essa é a natureza de homens pecaminosos. “Os nomes deles não foram inscritos no rolo da vida desde a fundação do mundo.” O Reino de Jeová por Cristo não somente estabelecerá paz eterna na Terra, mas, à base do sacrifício resgatador de Jesus, ressuscitará os mortos, os justos e os injustos que estão na memória de Deus. (João 5:28, 29; Atos 24:15) Isso inclui todos os que permaneceram firmes apesar dos ataques de Satanás e seu descendente, e outros que ainda terão de mostrar-se obedientes. É óbvio que o rolo da vida de Deus nunca conterá os nomes de empedernidos adeptos de Babilônia, a Grande, nem de quaisquer que continuarem a adorar a fera. — Êxodo 32:33; Salmo 86:8-10; João 17:3; Revelação 16:2; 17:5.
Paz e Segurança — Esperança Vã
10, 11. (a) O que a ONU proclamou em 1986, e qual foi o resultado? (b) Quantas “famílias religiosas” se reuniram em Assis, Itália, para orar pela paz, e Deus responde a tais orações? Queira explicar isso.
10 Num empenho de reforçar as esperanças da humanidade, as Nações Unidas proclamaram 1986 o “Ano Internacional da Paz”, com o tema de “Salvaguardar a Paz e o Futuro da Humanidade”. As nações em guerra foram exortadas a depor as armas pelo menos por um ano. Qual foi a reação delas? Segundo um relatório do Instituto Internacional de Pesquisa sobre a Paz, cinco milhões de pessoas foram mortas em resultado de guerras só no ano de 1986! Embora se emitissem algumas moedas especiais e selos comemorativos, a maioria das nações pouco fez para seguir o ideal da paz naquele ano. Não obstante, as religiões do mundo — sempre ansiosas de boa afinidade com a ONU — empreenderam a divulgação daquele ano de diversas maneiras. Em 1.º de janeiro de 1986, o Papa João Paulo II elogiou o trabalho da ONU e dedicou o novo ano à paz. E em 27 de outubro ele reuniu os líderes de muitas das religiões do mundo em Assis, na Itália, para orarem pela paz.
11 Deus responde a tais orações pela paz? Ora, a que Deus oravam aqueles líderes religiosos? Se perguntasse a eles, cada grupo daria uma resposta diferente. Existe algum panteão de milhões de deuses que possam ouvir e atender petições feitas de muitas maneiras diferentes? Muitos dos participantes adoravam a Trindade da cristandade.c Budistas, hindus e outros entoavam orações a inúmeros deuses. Ao todo, estavam reunidas 12 “famílias religiosas”, representadas por notabilidades tais como o arcebispo anglicano de Cantuária, o Dalai Lama do budismo, um metropolitano ortodoxo russo, o presidente da Associação dos Santuários Xintoístas de Tóquio, animistas africanos e dois índios americanos, usando cocares. Era um grupo pelo menos bem colorido, ótimo para uma cobertura pela TV. Um grupo orou incessantemente por 12 horas seguidas. (Veja Lucas 20:45-47.) Mas será que essas orações ascenderam acima das nuvens de chuva que pairavam sobre a reunião? Não, pelos seguintes motivos:
12. Por que motivos Deus não respondeu às orações pela paz, feitas pelos líderes religiosos do mundo?
12 Em contraste com os que ‘andam no nome de Jeová’, nenhum desses religiosos estava orando a Jeová, o Deus vivente, cujo nome aparece umas 7.000 vezes no texto original da Bíblia. (Miqueias 4:5; Isaías 42:8, 12)d Como grupo, eles não se dirigiram a Deus em nome de Jesus, visto que a maioria deles nem mesmo crê em Jesus Cristo. (João 14:13; 15:16) Nenhum deles faz a vontade de Deus para os nossos dias, que é proclamar mundialmente o entrante Reino de Deus — não a ONU — como verdadeira esperança da humanidade. (Mateus 7:21-23; 24:14; Marcos 13:10) Na maior parte, suas organizações religiosas se envolveram nas guerras sangrentas da história, incluindo as duas guerras mundiais do século 20. Deus diz a tais: “Embora façais muitas orações, não escuto; as vossas próprias mãos se encheram de derramamento de sangue.” — Isaías 1:15; 59:1-3.
13. (a) Por que é significativo que os líderes das religiões do mundo se aliassem à ONU em clamar por paz? (b) Os clamores por paz culminarão em que clímax divinamente predito?
13 Além disso, é profundamente significativo que os líderes religiosos do mundo se aliem às Nações Unidas em clamar pela paz neste tempo. Eles gostariam de influenciar a ONU para obter algumas vantagens, especialmente nesta era moderna, quando tantos do seu povo estão abandonando a religião. Iguais aos líderes infiéis no antigo Israel, clamam: “‘Há paz! Há paz!’ quando não há paz.” (Jeremias 6:14) Sem dúvida, seus clamores por paz continuarão, aumentando em apoio do clímax sobre o qual o apóstolo Paulo profetizou: “O dia de Jeová vem exatamente como ladrão, de noite. Quando estiverem dizendo: ‘Paz e segurança!’ então lhes há de sobrevir instantaneamente a repentina destruição, assim como as dores de aflição vêm sobre a mulher grávida, e de modo algum escaparão.” — 1 Tessalonicenses 5:2, 3.
14. Em que forma o clamor por “paz e segurança” pode ser dado, e como se pode evitar ser enganado por ele?
14 Em anos recentes políticos têm usado a frase “paz e segurança” para descrever vários planos humanos. Será que esses esforços da parte de líderes do mundo constituem o início do cumprimento de 1 Tessalonicenses 5:3? Ou Paulo se referia a um evento específico de dimensões tão dramáticas que atrairia a atenção do mundo todo? Em geral, só se consegue entender plenamente profecias da Bíblia depois que elas se cumprem ou quando estão em vias de se cumprir. Assim, teremos de esperar para ver. Enquanto isso, os cristãos sabem que, mesmo que pareça que as nações tenham alcançado certa medida de paz e segurança, basicamente nada vai mudar. Ainda haverá egoísmo, ódio, crime, colapso da família, imoralidade, doença, tristeza e morte. Esse é o motivo pelo qual nenhum clamor por “paz e segurança” vai desencaminhar você se continuar atento ao significado dos acontecimentos mundiais e acatar os avisos proféticos da Palavra de Deus. — Marcos 13:32-37; Lucas 21:34-36.
[Nota(s) de rodapé]
a J. F. Rutherford faleceu em 8 de janeiro de 1942, e N. H. Knorr o sucedeu na presidência da Sociedade Torre de Vigia (dos EUA).
b Em 20 de novembro de 1940, a Alemanha, a Itália, o Japão e a Hungria candidataram-se a uma “nova Liga das Nações”, seguindo-se quatro dias depois a irradiação, desde o Vaticano, duma Missa e duma oração em prol duma paz religiosa e de uma nova ordem de coisas. Essa “nova Liga” nunca se concretizou.
c O conceito da Trindade provém da antiga Babilônia, onde o deus-sol Xamaxe, o deus-lua Sin e a deusa-estrela Istar eram adorados como tríade. O Egito seguiu o mesmo padrão, adorando Osíris, Ísis e Hórus. O principal deus da Assíria, Assur, é retratado com três cabeças. Seguindo o mesmo modelo, há igrejas católicas em que podem ser encontradas imagens que apresentam Deus com três cabeças.
d O Terceiro Novo Dicionário Internacional de Webster de 1993, em inglês, define Jeová Deus como “uma suprema deidade reconhecida e a única deidade adorada pelas Testemunhas de Jeová”.
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A execução de Babilônia, a GrandeRevelação — Seu Grandioso Clímax Está Próximo!
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Capítulo 35
A execução de Babilônia, a Grande
1. Como o anjo descreve a fera cor de escarlate, e que espécie de sabedoria é necessária para entender os símbolos de Revelação?
DESCREVENDO adicionalmente a fera cor de escarlate de Revelação 17:3, o anjo diz a João: “Aqui é que está a inteligência que tem sabedoria: As sete cabeças significam sete montes, onde a mulher está sentada no cume. E há sete reis: cinco já caíram, um é, o outro ainda não chegou, mas, quando chegar, tem de permanecer por pouco tempo.” (Revelação 17:9, 10) Aqui, o anjo está transmitindo sabedoria de cima, a única sabedoria que pode elucidar os símbolos de Revelação. (Tiago 3:17) Essa sabedoria esclarece os da classe de João e seus companheiros sobre a seriedade dos tempos em que vivemos. Edifica em corações dedicados um apreço pelos julgamentos de Jeová, agora prestes a serem executados, e inculca um salutar temor de Jeová. Conforme diz Provérbios 9:10: “O temor de Jeová é o início da sabedoria, e o conhecimento do Santíssimo é o que é entendimento.” O que nos revela a sabedoria divina sobre a fera?
2. Qual é o significado das sete cabeças da fera cor de escarlate, e em que sentido é que “cinco já caíram, um é”?
2 As sete cabeças daquela fera representam sete “montes”, ou sete “reis”. Ambas as expressões são usadas na Bíblia para referir-se a poderes governamentais. (Jeremias 51:24, 25; Daniel 2:34, 35, 44, 45) Na Bíblia mencionam-se seis potências mundiais como tendo impacto nos assuntos do povo de Deus: Egito, Assíria, Babilônia, Medo-Pérsia, Grécia e Roma. Dessas, cinco já haviam surgido e desaparecido no tempo em que João recebeu Revelação, ao passo que Roma ainda era uma potência mundial bem presente. Isso corresponde bem às palavras, “cinco [reis] já caíram, um é”. Mas que dizer do “outro” que ainda havia de chegar?
3. (a) Como ocorreu a divisão do Império Romano? (b) Que acontecimentos ocorreram no Ocidente? (c) Como o Sacro Império Romano deve ser encarado?
3 O Império Romano durou centenas de anos, e até mesmo se expandiu, após os dias de João. Em 330 EC, o Imperador Constantino mudou a capital, de Roma para Bizâncio, cidade à qual deu o novo nome de Constantinopla. Em 395 EC, o Império Romano foi dividido em parte oriental e parte ocidental. Em 410 EC, a própria Roma caiu diante de Alarico, rei dos visigodos (tribo germânica que se havia convertido para o tipo ariano de “cristianismo”). Tribos germânicas (também “cristãs”) conquistaram a Espanha e grande parte do território de Roma no Norte da África. Durante séculos houve convulsões, desassossego e reajustes na Europa. No Ocidente surgiram imperadores de fama, tais como Carlos Magno, que no nono século formou uma aliança com o Papa Leão III, e Frederico II, que reinou no século 13. Mas o domínio deles, embora chamado Sacro Império Romano, era muito menor do que o anterior Império Romano no seu apogeu. Era mais uma restauração ou uma continuação dessa antiga potência, do que um novo império.
4. Que êxitos o Império Oriental teve, mas o que aconteceu com grande parte dos anteriores territórios da Roma antiga na África do Norte, na Espanha e na Síria?
4 O Império oriental de Roma, com sede em Constantinopla, continuou numa relação um pouco estremecida com o Império ocidental. No sexto século, o imperador oriental Justiniano I conseguiu reconquistar grande parte da África do Norte, e ele interveio também na Espanha e na Itália. No sétimo século, Justiniano II recuperou para o Império regiões da Macedônia que haviam sido conquistadas por tribos eslavas. Por volta do oitavo século, porém, grande parte dos anteriores territórios da Roma antiga na África do Norte, na Espanha e na Síria vieram a estar sob o novo império islâmico e assim saíram do controle tanto de Constantinopla como de Roma.
5. Embora a cidade de Roma caísse em 410 EC, como se deu que se passaram muitos séculos até todos os traços do Império Romano político desaparecerem do cenário do mundo?
5 A própria cidade de Constantinopla resistiu por mais algum tempo. Sobreviveu a frequentes ataques de persas, árabes, búlgaros e russos, até que finalmente caiu em 1203 — não diante de muçulmanos, mas diante dos cruzados vindos do oeste. Em 1453, porém, veio sob o poder do governante otomano, muçulmano, Maomé II, e logo se tornou a capital do Império Otomano, ou Turco. Assim, embora a cidade de Roma tivesse caído em 410 EC, levou muitos séculos para desaparecerem do cenário do mundo todos os traços do Império Romano político. E, mesmo assim, sua influência ainda era discernível nos impérios religiosos baseados no papado de Roma e nas igrejas ortodoxas orientais.
6. Que impérios inteiramente novos se desenvolveram, e qual deles tornou-se o mais bem-sucedido?
6 Por volta do século 15, porém, alguns países desenvolviam impérios inteiramente novos. Embora algumas dessas novas potências imperiais fossem situadas no território de antigas colônias de Roma, seus impérios não eram simples continuações do Império Romano. Portugal, Espanha, França e Holanda tornaram-se todos sedes de domínios bem extensos. Mas a mais bem-sucedida era a Britânia (Grã-Bretanha), que passou a presidir a um enorme império, no qual ‘o sol nunca se punha’. Esse império, em épocas diferentes, estendeu-se sobre grande parte da América do Norte, da África, da Índia e do Sudeste da Ásia, bem como do vasto Pacífico Sul.
7. Como uma espécie de potência mundial dupla veio à existência e, segundo João disse, por quanto tempo continuaria a sétima ‘cabeça’, ou potência mundial?
7 Por volta do século 19, algumas das colônias na América do Norte já se haviam separado da Grã-Bretanha para formar os independentes Estados Unidos da América. Politicamente, continuaram alguns conflitos entre a nova nação e o país de origem. Não obstante, a Primeira Guerra Mundial obrigou ambos os países a reconhecer seus interesses comuns e cimentou uma relação especial entre eles. Assim veio à existência uma espécie de potência mundial dupla, composta dos Estados Unidos da América, agora a nação mais rica do mundo, e a Grã-Bretanha, sede do maior império do mundo. Essa, então, é a sétima ‘cabeça’, ou potência mundial, que continua no tempo do fim e nos territórios em que as atuais Testemunhas de Jeová se estabeleceram primeiro. Em comparação com o longo reinado da sexta cabeça, a sétima permanece apenas “por pouco tempo”, até que o Reino de Deus destrua todas as entidades nacionalistas.
Por Que É Chamada de Oitavo Rei?
8, 9. Do que o anjo chamou a simbólica fera cor de escarlate, e de que modo ela procedeu das sete?
8 O anjo explica mais a João: “E a fera que era, mas não é, é ela mesma também um oitavo rei, mas procede dos sete, e vai para a destruição.” (Revelação 17:11) A simbólica fera cor de escarlate “procede” das sete cabeças; isto é, nasce, ou deve sua existência a essas cabeças da original ‘fera do mar’, da qual a fera cor de escarlate é uma imagem. Em que sentido? Pois bem, em 1919, a potência anglo-americana era a cabeça em ascensão. As anteriores seis cabeças haviam caído, e a posição de potência mundial dominante passara para essa cabeça dupla e se centralizava então nela. Essa sétima cabeça, como representante atual da série de potências mundiais, foi a força motivadora no estabelecimento da Liga das Nações, e ainda é a maior promotora e sustentadora financeira das Nações Unidas. Assim, em símbolo, a fera cor de escarlate — o oitavo rei — “procede” das originais sete cabeças. Encarada assim, a declaração de que procedia das sete harmoniza-se com a anterior revelação de que a fera de dois chifres, semelhante a um cordeiro (a Potência Mundial Anglo-Americana, a sétima cabeça daquela fera original), instou em que se fizesse a imagem e deu-lhe vida. — Revelação 13:1, 11, 14, 15.
9 Adicionalmente, os membros originais da Liga das Nações incluíam, junto com a Grã-Bretanha, governos que dominavam nas sedes de algumas das anteriores cabeças, a saber, a Grécia, o Irã (Pérsia) e a Itália (Roma). Por fim, governos que dominavam o território controlado pelas anteriores seis potências mundiais passaram a ser membros apoiadores da imagem da fera. Nesse sentido, também, se pode dizer que essa fera cor de escarlate procedia das sete potências mundiais.
10. (a) Como se pode dizer que a fera cor de escarlate “é ela mesma também um oitavo rei”? (b) Como um líder da ex-União Soviética expressou apoio às Nações Unidas?
10 Note que a fera cor de escarlate “é ela mesma também um oitavo rei”. De modo que as Nações Unidas, hoje, estão projetadas para se parecerem a um governo mundial. Ocasionalmente até mesmo têm agido como tal, enviando exércitos ao campo para resolver disputas internacionais, como na Coreia, na península do Sinai, em alguns países africanos e no Líbano. Mas elas são apenas a imagem dum rei. Iguais a uma imagem religiosa, não exercem nenhuma influência ou poder reais à parte daqueles de que foram investidas por aqueles que lhes deram existência e que as adoram. Ocasionalmente, essa fera simbólica parece fraca; mas nunca sentiu a espécie de abandono geral por parte de membros orientados por ditadores, que lançou a Liga das Nações cambaleante no abismo. (Revelação 17:8) Embora tivesse opiniões radicalmente diferentes em outros campos, um destacado líder da ex-União Soviética, em 1987, juntou-se aos papas de Roma em expressar apoio à ONU. Exortou até mesmo a que houvesse “um compreensivo sistema de segurança internacional” baseado na ONU. Conforme João logo fica sabendo, virá o tempo em que a ONU agirá com considerável autoridade. Daí, por sua vez, esta “vai para a destruição”.
Dez Reis por Uma Hora
11. O que o anjo de Jeová diz sobre os dez chifres da simbólica fera cor de escarlate?
11 No capítulo precedente de Revelação, o sexto e o sétimo anjo derramaram tigelas da ira de Deus. Fomos assim avisados de que os reis da Terra estão sendo ajuntados para a guerra de Deus no Armagedom e que ‘Babilônia, a Grande, há de ser lembrada à vista de Deus’. (Revelação 16:1, 14, 19) Agora ficaremos sabendo em mais pormenores como os julgamentos de Deus serão executados neles. Ouça novamente o anjo de Jeová falar a João. “E os dez chifres que viste significam dez reis, os quais ainda não receberam um reino, mas eles recebem autoridade como reis por uma hora, junto com a fera. Estes têm um só pensamento, e assim, dão o seu poder e autoridade à fera. Estes batalharão contra o Cordeiro, mas, porque ele é Senhor dos senhores e Rei dos reis, o Cordeiro os vencerá. Também o farão com ele os chamados, e escolhidos, e fiéis.” — Revelação 17:12-14.
12. (a) O que os dez chifres retratam? (b) Em que sentido é que os simbólicos dez chifres ‘ainda não haviam recebido um reino’? (c) Em que sentido os simbólicos dez chifres têm agora “um reino”, e por quanto tempo?
12 Os dez chifres retratam todos os poderes políticos que atualmente dominam no cenário do mundo e que apoiam a imagem da fera. Muito poucos dos países agora existentes eram conhecidos nos dias de João. E aqueles que eram, tais como o Egito e a Pérsia (Irã), têm hoje uma estrutura política totalmente diferente. Por isso, no primeiro século, os ‘dez chifres ainda não haviam recebido um reino’. Mas agora, no dia do Senhor, eles têm “um reino”, ou autoridade política. Com o colapso dos grandes impérios coloniais, especialmente desde a Segunda Guerra Mundial, nasceram muitas novas nações. Estas, bem como as potências há mais tempo estabelecidas, têm de governar junto com a fera por pouco tempo — apenas “por uma hora” — antes de Jeová dar fim a toda autoridade política do mundo no Armagedom.
13. De que modo os dez chifres têm “um só pensamento”, e que atitude para com o Cordeiro isso assegura?
13 Hoje, o nacionalismo é uma das maiores forças motivadoras desses dez chifres. Eles têm “um só pensamento” no sentido de quererem preservar sua soberania nacional, em vez de aceitar o Reino de Deus. Este foi seu objetivo ao apoiarem a Liga das Nações e a organização das Nações Unidas — preservar a paz mundial e assim resguardar sua própria existência. Essa atitude assegura que os chifres se oporão ao Cordeiro, o “Senhor dos senhores e Rei dos reis”, porque é do propósito de Jeová que Seu Reino sob Jesus Cristo em breve substitua todos esses reinos. — Daniel 7:13, 14; Mateus 24:30; 25:31-33, 46.
14. Como é possível que os governantes do mundo batalhem contra o Cordeiro, e qual será o resultado?
14 Naturalmente, não há nada que os governantes deste mundo possam fazer contra o próprio Jesus. Ele está no céu, bem fora do alcance deles. Mas os irmãos de Jesus, os remanescentes da semente da mulher, ainda estão na Terra e são aparentemente vulneráveis. (Revelação 12:17) Muitos dos chifres já lhes têm demonstrado amarga hostilidade, e assim têm batalhado contra o Cordeiro. (Mateus 25:40, 45) Em breve, porém, virá o tempo em que o Reino de Deus “esmiuçará e porá termo a todos estes reinos”. (Daniel 2:44) Nessa ocasião, os reis da Terra lutarão até o fim contra o Cordeiro, conforme logo veremos. (Revelação 19:11-21) Mas aprendemos aqui o bastante para dar-nos conta de que as nações não serão bem-sucedidas. Embora elas e a fera cor de escarlate, a ONU, tenham “um só pensamento”, não podem derrotar o grande “Senhor dos senhores e Rei dos reis”, nem podem derrotar ‘os chamados, e escolhidos, e fiéis com ele’, os quais incluem os seguidores ungidos dele ainda na Terra. Estes também terão vencido por manterem a integridade em resposta às acusações vis de Satanás. — Romanos 8:37-39; Revelação 12:10, 11.
A Devastação da Meretriz
15. O que o anjo diz a respeito da meretriz e sobre a atitude e a ação dos dez chifres e da fera para com ela?
15 Os do povo de Deus não são os únicos alvos da inimizade dos dez chifres. O anjo chama agora de novo a atenção de João para a meretriz: “E ele me diz: ‘As águas que viste, onde a meretriz está sentada, significam povos, e multidões, e nações, e línguas. E os dez chifres que viste, e a fera, estes odiarão a meretriz e a farão devastada e nua, e comerão as suas carnes e a queimarão completamente no fogo.’” — Revelação 17:15, 16.
16. Por que Babilônia, a Grande, não poderá confiar nas suas águas para ter apoio protetor quando os governos políticos se voltarem contra ela?
16 Assim como a antiga Babilônia confiava nas suas defesas de água, Babilônia, a Grande, confia hoje no seu enorme rol de membros, de “povos, e multidões, e nações, e línguas”. O anjo apropriadamente traz estes à nossa atenção antes de falar sobre um acontecimento chocante: os governos políticos desta Terra se voltarão violentamente contra Babilônia, a Grande. O que todos esses “povos, e multidões, e nações, e línguas” farão então? O povo de Deus já está avisando Babilônia, a Grande, de que as águas do rio Eufrates se secarão. (Revelação 16:12) Essas águas finalmente se esgotarão completamente. Não poderão dar nenhum apoio eficaz à repugnante velha meretriz, na sua hora de maior necessidade. — Isaías 44:27; Jeremias 50:38; 51:36, 37.
17. (a) Por que é que a riqueza de Babilônia, a Grande, não a salvará? (b) Como o fim de Babilônia, a Grande, não será nada dignificante? (c) Além dos dez chifres, ou nações individuais, quem mais se juntará à devastação de Babilônia, a Grande?
17 A imensa riqueza material de Babilônia, a Grande, certamente não a salvará. Pode até mesmo apressar a destruição dela, porque a visão mostra que, quando a fera e os dez chifres expressarem seu ódio a ela, eles a despojarão de suas vestes régias e de todas as suas joias. Saquearão a riqueza dela. Eles “a farão . . . nua”, expondo à vergonha o verdadeiro caráter dela. Que devastação! O fim dela também não será nada dignificante. Eles a destruirão, “comerão as suas carnes”, reduzindo-a a um esqueleto sem vida. Por fim “a queimarão completamente no fogo”. Ela será queimada como se fosse portadora duma praga, sem mesmo um enterro decente! Não serão apenas as nações, conforme representadas pelos dez chifres, que destruirão a grande meretriz, mas “a fera”, significando a própria ONU, juntar-se-á a elas nessa devastação. Ela dará sua sanção à destruição da religião falsa. Muitas das mais de 190 nações da ONU, pelo seu modo de votar, já demonstraram certa hostilidade à religião, especialmente à da cristandade.
18. (a) Que potencial para as nações se voltarem contra a religião babilônica já tem sido observado? (b) Qual será o motivo básico do ataque total contra a grande meretriz?
18 Por que é que as nações tratarão sua anterior amante de modo tão ultrajante? Já vimos na história recente o potencial de tal virada contra a religião babilônica. A oposição do governo oficial já reduziu tremendamente a influência da religião em países tais como a ex-União Soviética e a China. Em setores protestantes da Europa, apatia e dúvida generalizadas têm esvaziado as igrejas, a ponto de a religião estar praticamente morta. O vasto império católico está sendo dilacerado por rebeliões e desacordos, que seus líderes não conseguiram acalmar. No entanto, não devemos perder de vista o fato de que esse ataque final, total, contra Babilônia, a Grande, vem como expressão do inalterável julgamento de Deus contra a grande meretriz.
Execução do Pensamento de Deus
19. (a) Como pode a execução do julgamento de Jeová contra a grande meretriz ser ilustrada pelo julgamento dele executado na Jerusalém apóstata em 607 AEC? (b) O que a condição desolada e desabitada de Jerusalém depois de 607 AEC prefigurou para os nossos dias?
19 Como executará Jeová tal julgamento? Isso pode ser ilustrado pela ação de Jeová contra o seu povo apóstata, na antiguidade, a respeito do qual ele disse: “Nos profetas de Jerusalém vi coisas horríveis, cometendo eles adultério e andando em falsidade; e eles fortaleceram as mãos dos malfeitores para que não recuassem cada um da sua própria maldade. Para mim, todos eles se tornaram como Sodoma, e os habitantes dela, como Gomorra.” (Jeremias 23:14) Em 607 AEC, Jeová usou Nabucodonosor para ‘despir de suas vestes, tirar os seus objetos de beleza e deixar nua e despida’ aquela cidade espiritualmente adúltera. (Ezequiel 23:4, 26, 29) A Jerusalém daquele tempo era modelo da cristandade atual e, conforme João viu em visões anteriores, Jeová aplicará uma punição similar à cristandade e ao restante da religião falsa. A condição desolada e desabitada de Jerusalém após 607 AEC mostra como se parecerá a cristandade religiosa depois de ter sido despojada da sua riqueza e de ter sido exposta à vergonha. E ao restante de Babilônia, a Grande, não irá melhor.
20. (a) Como João mostra que Jeová novamente usará governantes humanos para executar julgamento? (b) Qual é o “pensamento” de Deus? (c) De que modo as nações executarão o ‘um só pensamento’ delas, mas o pensamento de quem será realmente executado?
20 Jeová usará novamente governantes humanos para executar o julgamento. “Porque Deus pôs nos seus corações executarem o pensamento dele, sim, executarem um só pensamento deles por darem o seu reino à fera, até que se tenham efetuado as palavras de Deus.” (Revelação 17:17) Qual é o “pensamento” de Deus? Providenciar que os executores de Babilônia, a Grande, se juntem, a fim de destruí-la por completo. Naturalmente, o motivo de os governantes a atacarem será o de executar seu próprio “um só pensamento”. Acharão ser do interesse nacionalista deles voltar-se contra a grande meretriz. Eles talvez venham a encarar a continuada existência da religião organizada dentro das suas fronteiras como ameaça à sua soberania. Mas será Jeová quem realmente manobrará a questão; eles executarão o pensamento dele por destruir com um só golpe a Sua secular inimiga adúltera! — Veja Jeremias 7:8-11, 34.
21. Visto que a fera cor de escarlate será usada para destruir Babilônia, a Grande, o que evidentemente farão as nações com respeito às Nações Unidas?
21 Sim, as nações usarão a fera cor de escarlate, as Nações Unidas, para destruir Babilônia, a Grande. Não agirão por iniciativa própria, porque Jeová porá no coração delas, ‘sim, executarem um só pensamento delas por darem o seu reino à fera’. Quando chegar o tempo, as nações evidentemente verão a necessidade de fortalecer as Nações Unidas. Dar-lhes-ão como que dentes, concedendo-lhes toda autoridade e poder que possuem para que elas possam voltar-se contra a religião falsa e combatê-la com bom êxito “até que se tenham efetuado as palavras de Deus”. A antiga meretriz chegará assim ao seu fim completo. Que bom é ficar livre dela!
22. (a) Em Revelação 17:18, o que é indicado pelo modo em que o anjo conclui seu testemunho? (b) Como as Testemunhas de Jeová reagem ao desvendamento do mistério?
22 Como que para salientar a certeza da execução do julgamento de Jeová no império mundial da religião falsa, o anjo conclui seu testemunho por dizer: “E a mulher que viste significa a grande cidade que tem um reino sobre os reis da terra.” (Revelação 17:18) Igual à Babilônia do tempo de Belsazar, Babilônia, a Grande, foi ‘pesada na balança e achada em falta’. (Daniel 5:27, Almeida, atualizada) A execução dela será rápida e terminante. E como as Testemunhas de Jeová reagem ao desvendamento do mistério da grande meretriz e da fera cor de escarlate? Mostram ter zelo em proclamar o dia do julgamento de Jeová, respondendo “com graça” aos que sinceramente buscam a verdade. (Colossenses 4:5, 6; Revelação 17:3, 7) Conforme mostrará o nosso próximo capítulo, todos os desejosos de sobreviver quando a grande meretriz for executada terão de agir, e agir depressa!
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