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Alegre-se na esperança do Reino!A Sentinela — 1991 | 15 de dezembro
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Alegre-se na esperança do Reino!
“Alegrai-vos na esperança. Perseverai em tribulação.” — ROMANOS 12:12.
1. Por que podemos alegrar-nos na associação com Jeová, e a que exortou o apóstolo Paulo os cristãos?
“DEUS feliz.” (1 Timóteo 1:11) Quão bem isto descreve a Jeová! Por que é assim? Porque todas as suas obras lhe dão muita felicidade. Visto que Jeová é a Fonte de todas as coisas boas e que dão felicidade, todas as suas criaturas inteligentes podem derivar felicidade na associação com ele. O apóstolo Paulo exortou apropriadamente os cristãos a reconhecerem seu alegre privilégio de conhecer a Jeová Deus, de serem gratos por todas as Suas maravilhosas dádivas da criação e de se alegrarem na benevolência que lhes mostra. Paulo escreveu: “Alegrai-vos sempre no Senhor. Mais uma vez direi: Alegrai-vos!” — Filipenses 4:4; Salmo 104:31.
2. Que esperança proporciona grande alegria, e a que são os cristãos exortados neste respeito?
2 Acatam os cristãos esta exortação de Paulo? Sim, acatam! Os irmãos espirituais de Jesus Cristo alegram-se na gloriosa esperança que Deus lhes tornou disponível. (Romanos 8:19-21; Filipenses 3:20, 21) Sim, eles sabem que participarão no cumprimento da grandiosa esperança referente ao futuro da humanidade, tanto os vivos como os mortos, por servir junto a Cristo no Seu governo celestial do Reino. Imagine quanto se alegrarão nos seus privilégios de co-herdeiros, servindo quais reis e sacerdotes! (Revelação [Apocalipse] 20:6) Quão grande será a sua felicidade ao ajudarem a humanidade fiel a alcançar a perfeição e auxiliarem em orientar a restauração do Paraíso na nossa terra! Deveras, todos os servos de Deus têm a “base duma esperança de vida eterna que Deus, que não pode mentir, prometeu antes dos tempos de longa duração”. (Tito 1:2) Em vista desta grandiosa esperança, o apóstolo Paulo incentiva todos os cristãos: “Alegrai-vos na esperança.” — Romanos 12:12.a
A Verdadeira Alegria — Uma Qualidade do Coração
3, 4. (a) Que significa o termo “alegrar-se”, e quantas vezes devem os cristãos alegrar-se? (b) O que é a verdadeira alegria, e de que depende ela?
3 “Alegrar-se” significa sentir e expressar regozijo; não significa estar constantemente num estado de euforia ou exuberância. Os verbos que correspondem às palavras hebraicas e gregas usadas na Bíblia para “alegria”, “exultação” e “regozijo” expressam tanto o sentimento íntimo como a manifestação de alegria. Os cristãos são incentivados a ‘continuarem a alegrar-se’, a ‘estarem sempre alegres’. — 2 Coríntios 13:11; 1 Tessalonicenses 5:16.
4 Mas como pode alguém alegrar-se sempre? Isto é possível porque a verdadeira alegria é uma qualidade do coração, uma profunda qualidade íntima, espiritual. (Deuteronômio 28:47; Provérbios 15:13; 17:22) É fruto do espírito de Deus, alistada por Paulo logo após o amor. (Gálatas 5:22) Sendo uma qualidade íntima, não depende de coisas externas, nem mesmo de nossos irmãos. Mas, sim, depende do espírito santo de Deus. E ela resulta daquela profunda satisfação íntima de saber que se possui a verdade, a esperança do Reino e que se está fazendo o que agrada a Jeová. Por isso, a alegria não é mera característica da personalidade com que nascemos; faz parte da “nova personalidade”, o conjunto de qualidades que distinguiam Jesus Cristo. — Efésios 4:24; Colossenses 3:10.
5. Quando e como pode haver manifestações de alegria?
5 Embora a alegria seja uma qualidade do coração, todavia pode ser ocasionalmente externada. Quais são estas ocasionais manifestações de alegria? Podem ser desde a serenidade facial até mesmo um pulo de alegria. (1 Reis 1:40; Lucas 1:44; Atos 3:8; 6:15) Será que isto significa que aqueles que não conversam muito ou que nem sempre sorriem não têm alegria? Não! A verdadeira alegria não se expressa em constante conversa, risada, riso ou sorriso largo. As circunstâncias que motivam a alegria manifestam-se de várias maneiras. Não é somente a alegria que nos torna agradáveis no Salão do Reino, mas, antes, nossa afeição fraternal e nosso amor.
6. Por que podem os cristãos estar sempre alegres mesmo quando se confrontam com condições desagradáveis?
6 O aspecto constante da alegria é sua continuidade íntima como aspecto do coração da nova personalidade do cristão. Isto é o que torna possível alegrar-se sempre. Naturalmente, às vezes talvez fiquemos perturbados com alguma coisa, ou talvez enfrentemos condições desagradáveis. Mas ainda assim podemos ter alegria no coração. Alguns dos primitivos cristãos eram escravos, com amos difíceis de agradar. Será que esses cristãos sempre podiam alegrar-se? Sim, por causa da sua esperança do Reino e da alegria no coração. — João 15:11; 16:24; 17:13.
7. (a) Que disse Jesus a respeito da alegria em tribulação? (b) O que nos ajuda a perseverar em tribulação, e quem deu o mais excelente exemplo neste respeito?
7 Logo depois de o apóstolo Paulo dizer: “Alegrai-vos na esperança”, ele acrescentou: “Perseverai em tribulação.” (Romanos 12:12) Jesus também falou sobre a alegria quando se está em tribulação, ao dizer em Mateus 5:11, 12: “Felizes sois quando vos vituperarem e perseguirem . . . Alegrai-vos e pulai de alegria, porque a vossa recompensa é grande nos céus.” Alegrar-se e pular de alegria, neste caso, não precisa ser uma manifestação literal, externa; trata-se primariamente da profunda satisfação íntima de que se está agradando a Jeová e a Jesus Cristo por manter-se firme sob provação. (Atos 5:41) Na realidade, é a alegria que nos ajuda a perseverar em tribulação. (1 Tessalonicenses 1:6) Neste respeito, Jesus deu o mais excelente exemplo. As Escrituras nos dizem: “Pela alegria que se lhe apresentou, ele aturou uma estaca de tortura.” — Hebreus 12:2.
Alegrar-se na Esperança Apesar de Problemas
8. Com que problemas talvez se confrontem os cristãos, mas por que é que os problemas não tiram a alegria do cristão?
8 Ser alguém servo de Jeová não o livra de problemas. Pode haver problemas familiares, dificuldades econômicas, problemas de saúde, ou o falecimento de entes queridos. Embora tais coisas possam causar tristeza, não nos tiram a base para nos alegrarmos na esperança do Reino, a alegria íntima que temos no coração. — 1 Tessalonicenses 4:13.
9. Que problemas teve Abraão, e como sabemos que ele tinha alegria no coração?
9 Veja o exemplo de Abraão. A vida nem sempre era agradável para ele. Tinha problemas na família. Sua concubina Agar e sua esposa Sara não se davam bem. Havia altercações entre elas. (Gênesis 16:4, 5) Ismael caçoava de Isaque, perseguindo-o. (Gênesis 21:8, 9; Gálatas 4:29) Por fim, a amada esposa de Abraão, Sara faleceu. (Gênesis 23:2) Apesar destes problemas, ele se alegrava na esperança da Semente (ou: do Descendente) do Reino, a Semente de Abraão, por meio de quem todas as famílias da Terra abençoariam a si mesmas. (Gênesis 22:15-18) Com alegria no coração, perseverou no serviço de Jeová por cem anos depois de partir da sua cidade natal de Ur. Por isso escreve-se a respeito dele: “Aguardava a cidade que tem verdadeiros alicerces, cujo construtor e fazedor é Deus.” Por causa da fé que Abraão tinha no vindouro Reino messiânico, o Senhor Jesus, então já designado por Deus para ser Rei, pôde dizer: “Abraão . . . alegrou-se grandemente na perspectiva de ver o meu dia, e ele o viu e se alegrou.” — Hebreus 11:10; João 8:56.
10, 11. (a) Que luta nós, como cristãos, temos de travar, e como somos libertados? (b) Como é compensada nossa incapacidade de travar perfeitamente a luta contra a nossa carne pecaminosa?
10 Nós, como humanos imperfeitos, também temos de contender com a nossa carne pecaminosa, e esta luta para fazer o que é direito pode ser muito aflitiva. Nossa luta contra as fraquezas que temos não significa, porém, que não tenhamos esperança. Paulo sentia-se miserável por causa deste conflito, e ele disse: “Quem me resgatará do corpo que é submetido a esta morte? Graças a Deus, por intermédio de Jesus Cristo, nosso Senhor!” (Romanos 7:24, 25) Somos libertados por meio de Jesus Cristo e o resgate que ele proveu. — Romanos 5:19-21.
11 O sacrifício resgatador de Cristo compensa nossa incapacidade de travar uma luta perfeita. Podemos alegrar-nos neste resgate, porque torna possível que tenhamos uma consciência purificada e o perdão de nossos pecados. Em Hebreus 9:14, Paulo fala sobre “o sangue do Cristo”, que tem o poder de ‘purificar as nossas consciências de obras mortas’. De modo que a consciência dos cristãos não precisa ficar sobrecarregada com sentimentos de condenação e de culpa. Isto, junto com a esperança que temos, constitui uma poderosa força para se ter jubilante felicidade. (Salmo 103:8-14; Romanos 8:1, 2, 32) Ao contemplarmos assim a nossa esperança, todos ficamos incentivados a travar a luta com bom êxito.
Tenhamos Bem em Mente a Nossa Esperança
12. Que esperança podem aguardar os cristãos ungidos?
12 É importante que tanto os do restante ungido com espírito como os das outras ovelhas tenham em mente a sua “esperança da salvação”, usando-a como capacete protetor. (1 Tessalonicenses 5:8) Os cristãos ungidos podem aguardar o maravilhoso privilégio de obter a imortalidade no céu, com acesso a Jeová Deus, e usufruir uma associação pessoal com o glorificado Jesus Cristo, e com os apóstolos e todos os outros dos 144.000, que mantiveram sua integridade no decorrer dos séculos. Que indescritível riqueza de associação!
13. O que acham da sua esperança os ungidos ainda na terra?
13 O que acham da sua esperança do Reino os poucos ungidos ainda na terra? Isto pode ser resumido nas palavras de F. W. Franz, presidente da Sociedade Torre de Vigia (EUA), batizado em 1913: “Nossa esperança é garantida, e se cumprirá plenamente para com cada um dos 144.000 membros do pequeno rebanho a um grau além do que sequer imaginamos. Nós, os do restante, que estivemos presentes no ano de 1914, quando esperávamos que todos nós fôssemos para o céu, não perdemos o senso de valor desta esperança. Mas somos tão fortes como antes, e apreciamo-la tanto mais quanto mais temos de esperar por ela. É algo que vale a pena aguardar, nem que requeira um milhão de anos. Eu prezo a nossa esperança mais do que nunca, e jamais quero perder meu apreço por ela. A esperança do pequeno rebanho também fornece a garantia de que a expectativa da grande multidão das outras ovelhas, sem a menor possibilidade de fracasso, se cumprirá além da nossa mais vívida imaginação. É por isso que perseveramos até esta hora, e vamos continuar a perseverar até que Deus realmente tenha provado que ele é fiel às suas ‘promessas preciosas e mui grandiosas’.” — 2 Pedro 1:4; Números 23:19; Romanos 5:5.
Alegre-se Agora na Esperança do Paraíso
14. Que esperança precisam ter em mente os da grande multidão?
14 Tal expressão de exultante fé infunde nos da grande multidão importantes motivos de alegria. (Revelação 7:15, 16) Eles precisam ter em mente a esperança de sobreviver ao Armagedom. Sim, fique aguardando ver o Reino de Deus vindicar a soberania universal de Jeová Deus e santificar seu glorioso nome por causar a grande tribulação, que eliminará da Terra os iníquos que têm tido o Diabo por deus. Quanta alegria será sobreviver a esta grande tribulação! — Daniel 2:44; Revelação 7:14.
15. (a) Que obras de cura realizou Jesus quando esteve na Terra, e por quê? (b) Que necessidades de saúde terão os sobreviventes do Armagedom, e por que são estas diferentes daquelas dos ressuscitados?
15 Revelação 7:17 diz a respeito dos da grande multidão: “O Cordeiro . . . os pastoreará e os guiará a fontes de águas da vida. E Deus enxugará toda lágrima dos olhos deles.” Embora esta profecia tenha agora um cumprimento espiritual, os sobreviventes do Armagedom a verão cumprida literalmente. De que modo? Ora, o que fez Jesus quando esteve na Terra? Curou os aleijados, fez os coxos andar, abriu os ouvidos dos surdos e os olhos dos cegos, e curou a lepra, a paralisia e “toda sorte de moléstias e toda sorte de padecimentos”. (Mateus 9:35; 15:30, 31) Não é disso que os cristãos hoje precisam? A grande multidão levará consigo as deficiências e os padecimentos para o novo mundo. O que esperamos que o Cordeiro faça a respeito disso? As necessidades dos sobreviventes do Armagedom serão bem diferentes daquelas dos que serão ressuscitados. Os ressuscitados provavelmente serão recriados com corpos inteiros, sadios, embora não tenham ainda a perfeição humana. Em vista do milagre da ressurreição, evidentemente não precisarão depois ser restaurados, por meio do milagre da cura, de anteriores deficiências. Por outro lado, por causa da sua extraordinária experiência de terem sobrevivido ao Armagedom, muitos da grande multidão precisarão e receberão uma milagrosa restauração. Pelo visto, um dos principais objetivos das curas feitas por Jesus era ilustrar, para o encorajamento dos da grande multidão, sua alegre perspectiva de não somente sobreviverem, mas também de serem curados depois.
16. (a) Quando poderá ocorrer a cura milagrosa dos sobreviventes do Armagedom, e com que resultado? (b) Em que esperança continuaremos a alegrar-nos durante o Milênio?
16 Esta cura milagrosa, logicamente, ocorrerá entre os sobreviventes do Armagedom relativamente em breve após o Armagedom e bem antes de começar a ressurreição. (Isaías 33:24; 35:5, 6; Revelação 21:4; compare isso com Marcos 5:25-29.) Naquele tempo, as pessoas jogarão fora óculos, bengalas, muletas, cadeiras de rodas, dentaduras postiças, aparelhos auditivos, e coisas assim. Quanto motivo para alegria! Quão compatível é esta ação restauradora de Jesus, logo no início, com o papel desempenhado pelos sobreviventes como alicerce da nova terra! As enfermidades aleijadoras serão eliminadas, para que esses sobreviventes possam avançar com ímpeto, ansiosamente aguardando a maravilhosa atividade do Milênio à sua frente, sem serem obstados pelas aflições com que o velho mundo talvez os tenha atingido. E, durante todo o Milênio, eles se regozijarão na esperança de alcançar a própria plenitude da vida humana perfeita até o fim daqueles mil anos.
17. Que alegria haverá ao passo que prosseguir a obra de restauração do Paraíso?
17 Se esta for a sua esperança, pense também na alegria de participar em restabelecer o Paraíso na Terra. (Lucas 23:42, 43) Os sobreviventes do Armagedom, sem dúvida, ajudarão em limpar a Terra e assim providenciar lugares agradáveis onde os mortos serão ressuscitados. Serviços fúnebres poderão ser substituídos por sessões de boas-vindas para os trazidos na ressurreição, inclusive nossos próprios entes queridos que faleceram. E pense só na associação enriquecedora com homens e mulheres fiéis de séculos passados. Com quem especialmente gostaria de falar? Com Abel, Enoque, Noé, Jó, Abraão, Sara, Isaque, Jacó, José, Moisés, Josué, Raabe, Débora, Sansão, Davi, Elias, Eliseu, Jeremias, Ezequiel, Daniel ou com João, o Batizador? Pois bem, esta deleitosa perspectiva também faz parte da sua esperança. Poderá conversar com eles, aprender deles e cooperar com eles em transformar a Terra inteira num paraíso.
18. Que alegrias adicionais podemos aguardar?
18 Imagine também o alimento saudável, a água pura e o ar limpo, encontrando-se a Terra restabelecida no seu perfeito equilíbrio ecológico, assim como Jeová a criou. A vida não será então o mero usufruto passivo da perfeição, mas a participação animada e significativa em atividades alegres. Pense numa sociedade mundial de pessoas livres do crime, do egotismo, do ciúme, das brigas — uma fraternidade em que os frutos do espírito são cultivados e produzidos por todos. Quão emocionante! — Gálatas 5:22, 23.
Esperança Que Torna a Vida Recompensadora
19. (a) Quando se tem a alegria mencionada em Romanos 12:12? (b) Por que devemos estar decididos a não permitir que os fardos da vida sufoquem a nossa esperança?
19 A expectativa alcançada não é mais esperança, de modo que a alegria incentivada por Paulo, em Romanos 12:12, deve ser sentida agora. (Romanos 8:24) Meramente pensar nas futuras bênçãos que o Reino de Deus trará já é para nós agora motivo de nos alegrarmos nesta esperança. Portanto, esteja decidido a não permitir que os fardos da vida no meio de um mundo corrupto sufoquem sua gloriosa esperança. Não se deixe esgotar e não desista, perdendo assim de vista a esperança à frente. (Hebreus 12:3) Abandonar o caminho cristão não resolverá os seus problemas. Lembre-se de que aquele que deixa de servir a Deus por causa de todos os fardos da vida agora ainda continua com estes mesmos fardos, mas perde a esperança e assim perde a possibilidade de se alegrar nas maravilhosas perspectivas à frente.
20. Que efeito tem a esperança do Reino sobre aqueles que a têm, e por quê?
20 Os do povo de Jeová têm todos os motivos para levarem uma vida feliz. Sua brilhante e inspiradora esperança torna a vida recompensadora. E eles não guardam para si esta alegre esperança. Não, fazem empenho de compartilhá-la com outros. (2 Coríntios 3:12) Assim, aqueles que abraçam a esperança do Reino são pessoas confiantes, e procuram incentivar outros por falar-lhes sobre as boas novas de Deus. Isto enche a vida daqueles que aceitam a mensagem com a mais maravilhosa esperança que já se deu à humanidade em geral — a esperança do Reino que restabelecerá o Paraíso na Terra. Quando as pessoas não a aceitam, ainda assim continuamos a alegrar-nos de ter esta esperança. Quem sai perdendo são aqueles que fazem ouvidos surdos; não nós. — 2 Coríntios 4:3, 4.
21. O que é iminente, e como devemos avaliar nossa esperança?
21 A promessa de Deus é: “Eis que faço novas todas as coisas.” (Revelação 21:5) O novo mundo, com todas as suas emocionantes e infindáveis bênçãos, é iminente. Nossa esperança — de vida no céu ou numa terra paradísica — é preciosa; apegue-se a ela. Nestes últimos dias críticos, mais do que nunca, encare-a “como âncora para a alma, tanto segura como firme”. Com a nossa esperança ancorada em Jeová, “uma rocha sempiterna — a Rocha das eras”, certamente já temos agora mesmo motivos fortes e estimulantes de nos ‘alegrar na esperança’ que se nos apresenta. — Hebreus 6:19; Isaías 26:4, The Amplified Bible.
[Nota(s) de rodapé]
a Durante 1992, as Testemunhas de Jeová, em todo o mundo, terão por texto do ano: “Alegrai-vos na esperança. . . . Persisti em oração.” — Romanos 12:12.
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Apegue-se a JeováA Sentinela — 1991 | 15 de dezembro
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Apegue-se a Jeová
“Persisti em oração.” — ROMANOS 12:12.
1. Qual é a vontade de Jeová com respeito à oração, e que incentivo deu o apóstolo Paulo referente à oração?
JEOVÁ é o “Deus que dá esperança” a todos os do seu povo fiel. Ele, como “Ouvinte de oração”, ouve as suas súplicas de ajuda para obterem a alegre esperança que se lhes apresenta. (Romanos 15:13; Salmo 65:2) E por meio da sua Palavra, a Bíblia, incentiva seus servos a se dirigirem a ele sempre que queiram. Está sempre disposto a acolher as mais íntimas preocupações deles. Na realidade, ele os incentiva a ‘persistir em oração’ e a ‘orar incessantemente’.a (Romanos 12:12; 1 Tessalonicenses 5:17) É da vontade de Jeová que todos os cristãos se dirijam a ele constantemente em oração, derramando-lhe o coração e fazendo isso no nome de Seu amado Filho, Jesus Cristo. — João 14:6, 13, 14.
2, 3. (a) Por que nos exortou Deus a ‘persistir em oração’? (b) Que certeza temos de que Deus quer que oremos?
2 Por que nos dá Deus tal exortação? Porque as pressões e as responsabilidades da vida nos podem acabrunhar tanto, que talvez nos esqueçamos de orar. Ou os problemas podem vencer-nos e induzir-nos a parar de nos alegrar na esperança e a deixar de orar. Em vista disso, precisamos de lembretes para nos incentivar a orar e a nos achegar bem à fonte de ajuda e consolo, Jeová, nosso Deus.
3 O discípulo Tiago escreveu: “Chegai-vos a Deus, e ele se chegará a vós.” (Tiago 4:8) Sim, Deus não é nem tão elevado nem tão afastado que não ouça nossas expressões dirigidas a ele, apesar da nossa condição humana, imperfeita. (Atos 17:27) Além disso, ele não é indiferente e desinteressado. O salmista diz: “Os olhos de Jeová estão atentos aos justos e seus ouvidos estão atentos ao seu clamor por ajuda.” — Salmo 34:15; 1 Pedro 3:12.
4. Como se pode ilustrar a atenção que Jeová dá à oração?
4 Jeová convida a que se ore. Poderíamos comparar isso a uma reunião em que diversas pessoas estão conversando. Você está ali, ouvindo os outros falar. Seu papel é o de um observador. Mas então, alguém se volta para você, usando seu nome e dirigindo-lhe palavras. Isto prende a sua atenção de modo especial. De forma similar, Deus está sempre atento aos do seu povo, não importa onde se encontrem. (2 Crônicas 16:9; Provérbios 15:3) Portanto, ele ouve as nossas palavras, como que observando-nos de modo protetor e interessado. Quando invocamos o nome de Deus em oração, porém, isso prende a sua atenção, e ele nos enfoca então de modo explícito. Jeová, pelos seus poderes, pode até mesmo detectar e compreender pedidos não expressos do homem, feitos no recôndito do coração e da mente. Ele assegura-nos que se chegará a todos os que sinceramente invocam seu nome e que procuram apegar-se a ele. — Salmo 145:18.
Resposta Segundo o Propósito de Deus
5. (a) O que indica o conselho de ‘persistir em oração’ com respeito às nossas orações? (b) Como responde Deus às orações?
5 O conselho de que se persista em oração indica que Jeová, às vezes, pode permitir que continuemos a orar sobre um assunto por algum tempo antes de sua resposta se tornar evidente. Talvez até mesmo comecemos a estar inclinados a nos cansar de pedir a Deus favor e benevolência que talvez nos pareçam muito necessários, mas que demoram bastante tempo para se realizar. Por isso, Jeová Deus nos exorta a não cedermos a tais inclinações, mas que perseveremos em orar. Devemos continuar a peticioná-lo a respeito de nossas preocupações, confiantes em que ele respeitará nossa oração e satisfará nossas verdadeiras necessidades, não simplesmente aquilo que nós achamos necessário. Sem dúvida, Jeová Deus avalia nossas petições segundo o propósito dele. Por exemplo, nossa solicitação talvez afete outros. Poderíamos comparar a situação com a de um pai cujo filho lhe pede uma bicicleta. O pai sabe que, se comprar a bicicleta para este filho, o outro filho também vai querer uma. Visto que um dos filhos talvez seja jovem demais para ter uma, o pai talvez decida não comprar nenhuma nesta ocasião. De modo similar, à luz do seu propósito e da sua cronometragem das questões em jogo, nosso Pai celestial decide o que é melhor para nós e para outros. — Salmo 84:8, 11; compare com Habacuque 2:3.
6. Que ilustração apresentou Jesus a respeito da oração, e o que mostra a persistência na oração?
6 Digno de nota é a ilustração que Jesus apresentou a respeito da necessidade de seus discípulos “de sempre orarem e de nunca desistirem”. Certa viúva, não conseguindo obter justiça, persistiu na sua solicitação feita a um juiz humano, até finalmente receber justiça. Jesus acrescentou: “Certamente, então, não causará Deus que se faça justiça aos seus escolhidos?” (Lucas 18:1-7) A persistência na oração mostra a nossa fé, nossa confiança em Jeová, nossa disposição de nos apegar-nos a ele e de fazer nossas petições, mas deixamos o resultado entregue a ele. — Hebreus 11:6.
Exemplo dos Que se Apegaram a Jeová
7. Como podemos imitar a fé de Abel em ficar apegados a Jeová?
7 A Bíblia está cheia de relatos de orações feitas por servos de Deus. Estas “foram escritas para a nossa instrução, para que, por intermédio da nossa perseverança e por intermédio do consolo das Escrituras, tivéssemos esperança”. (Romanos 15:4) Nossa esperança é fortalecida por considerarmos alguns exemplos daqueles que se apegaram a Jeová. Abel ofereceu a Deus um sacrifício aceitável, e, embora não se relate nenhuma oração, sem dúvida ele apelou em oração a Jeová para que sua oferta fosse aceita. Hebreus 11:4 diz: “Pela fé Abel ofereceu a Deus um sacrifício de maior valor do que Caim, sendo por esta fé que se lhe deu testemunho de que era justo.” Abel sabia da promessa de Deus, em Gênesis 3:15, mas, comparado com o que nós sabemos agora, sabia muito pouco. No entanto, Abel agiu segundo o conhecimento que tinha. Do mesmo modo hoje, alguns dos recém-interessados na verdade de Deus ainda não têm muito conhecimento, mas oram e aproveitam ao máximo o conhecimento que têm, assim como Abel. Sim, agem em fé.
8. Por que podemos ter certeza de que Abraão ficou apegado a Jeová, e que pergunta devemos fazer a nós mesmos?
8 Outro servo fiel de Deus era Abraão, “pai de todos os que têm fé”. (Romanos 4:11) Hoje, mais do que nunca, precisamos ter forte fé, e temos de orar em fé, assim como Abraão. Gênesis 12:8 diz que ele construiu um altar “a Jeová e começou a invocar o nome de Jeová”. Abraão conhecia o nome de Deus e o usava em oração. Vez após vez ele sinceramente persistia em oração, invocando “o nome de Jeová, o Deus que perdura indefinidamente”. (Gênesis 13:4; 21:33) Abraão invocava a Deus em fé, o que o tornou renomado. (Hebreus 11:17-19) A oração ajudava Abraão a continuar a alegrar-se muito na esperança do Reino. Seguimos nós o exemplo de Abraão de persistir em oração?
9. (a) Por que são as orações de Davi de grande proveito para o povo de Deus hoje em dia? (b) O que poderá resultar de orarmos assim como Davi para ficar apegados a Jeová?
9 Davi destacava-se por persistir em oração, e seus salmos ilustram o que as orações devem abranger. Por exemplo, os servos de Deus podem corretamente orar por coisas tais como salvação ou libertação (Salmo 3:7, 8; 60:5), orientação (Salmo 25:4, 5), proteção (Salmo 17:8), perdão de pecados (Salmo 25:7, 11, 18) e um coração puro (Salmo 51:10). Quando Davi se sentiu aflito, ele orou: “Alegra a alma do teu servo.” (Salmo 86:4) Podemos orar similarmente, pedindo alegria de coração, sabendo que Jeová deseja que nos alegremos na nossa esperança. Davi apegava-se a Jeová e orava: “Minha alma te seguiu de perto; tua direita continua a segurar-me.” (Salmo 63:8) Apegamo-nos tanto a Jeová como Davi fez? Em caso afirmativo, ele também nos amparará.
10. Que idéias erradas teve o salmista Asafe em certo momento, mas de que passou a dar-se conta?
10 Para nos apegarmos a Jeová temos de evitar invejar os iníquos por causa de seu modo despreocupado e materialista de vida. O salmista Asafe, em certo momento, achou que não valia a pena servir a Jeová, porque os iníquos “são tranqüilos indefinidamente”. Mesmo assim, ele discerniu que seu raciocínio era errado e que os iníquos estão “em terreno escorregadio”. Deu-se conta de que não havia nada melhor do que ficar apegado a Jeová, e expressou-se a Deus do seguinte modo: “Estou constantemente contigo; seguraste-me a mão direita. Pois, eis que perecerão os mesmos que se mantêm longe de ti. . . . Quanto a mim, porém, chegar-me a Deus é bom para mim. Pus o meu refúgio no Soberano Senhor Jeová, para declarar todas as tuas obras.” (Salmo 73:12, 13, 18, 23, 27, 28) Em vez de invejar o modo de vida despreocupado dos iníquos, dos que não têm esperança, imitemos Asafe em apegar-nos a Jeová.
11. Por que é Daniel um excelente exemplo de apego a Jeová, e como podemos imitá-lo?
11 Daniel persistiu resolutamente em orações, mesmo em face do perigo de ser lançado na cova dos leões por desconsiderar restrições oficiais à oração. Mas, Jeová “enviou seu anjo e fechou a boca dos leões”, resgatando Daniel. (Daniel 6:7-10, 22, 27) Daniel foi muito abençoado por persistir em oração. Persistimos nós também em orações, especialmente quando confrontados com oposição à nossa pregação do Reino?
Jesus, Nosso Exemplo
12. (a) No começo do seu ministério, que exemplo deu Jesus com respeito à oração, e como pode isso beneficiar os cristãos? (b) O que revela a oração-modelo de Jesus a respeito da oração?
12 Jesus foi observado fazer orações desde o começo do seu ministério terrestre. Sua atitude de oração enquanto era batizado deu um excelente exemplo para os que se submetem ao batismo em água nos tempos modernos. (Lucas 3:21, 22) O batizando poderá orar pedindo a ajuda de Deus para cumprir o que o seu batismo em água simboliza. Jesus também ajudou outros a se achegar a Deus em oração. Numa ocasião, quando Jesus se encontrava em certo lugar orando, um dos seus discípulos lhe disse depois: “Senhor, ensina-nos a orar.” Jesus expressou então o que comumente é conhecido como a oração-modelo, na qual a seqüência dos assuntos mostra que o nome e o propósito de Deus devem ter prioridade. (Lucas 11:1-4) De modo que, nas nossas orações, temos de manter a perspectiva correta, e equilíbrio, não negligenciando as “coisas mais importantes”. (Filipenses 1:9, 10) Naturalmente, há ocasiões de necessidade especial, ou quando se precisa resolver um problema específico. Assim como Jesus, os cristãos podem dirigir-se a Deus em oração em busca de força para cumprir com certa tarefa ou para enfrentar determinadas provações ou perigos. (Mateus 26:36-44) Deveras, as orações pessoais podem virtualmente abranger todas as facetas da vida.
13. Como mostrou Jesus a importância de se orar a favor de outros?
13 Jesus, pelo seu excelente exemplo, mostrou a importância de se orar a favor de outros. Ele sabia que seus discípulos seriam odiados e perseguidos, assim como ele foi. (João 15:18-20; 1 Pedro 5:9) Por isso, ele pediu a Deus que ‘vigiasse sobre eles por causa do iníquo’. (João 17:9, 11, 15, 20) E sabendo da provação especial que aguardava Pedro, ele lhe disse: “Tenho feito súplica por ti, para que a tua fé não fraquejasse.” (Lucas 22:32) Quão proveitoso é quando nós também persistimos em orar por nossos irmãos, pensando nos outros e não apenas nos nossos próprios problemas e interesses! — Filipenses 2:4; Colossenses 1:9, 10.
14. Como sabemos que Jesus se manteve bem apegado a Jeová durante seu ministério terrestre, e como podemos imitá-lo?
14 Durante todo o seu ministério, Jesus persistia em oração, mantendo-se bem apegado a Jeová. (Hebreus 5:7-10) O apóstolo Pedro, em Atos 2:25-28, cita o Salmo 16:8 e o aplica ao Senhor Jesus Cristo: “Davi diz com respeito a ele: ‘Eu tinha constantemente a Jeová diante dos meus olhos; porque ele está à minha direita, para que eu nunca seja abalado.’” Nós podemos fazer o mesmo. Podemos orar para Deus ficar achegado a nós, e podemos mostrar nossa confiança em Jeová por sempre mantê-lo mentalmente diante dos nossos olhos. (Veja Salmo 110:5; Isaías 41:10, 13.) Assim evitaremos todo tipo de dificuldades, pois Jeová nos apoiará, e nunca ficaremos abalados.
15. (a) Com respeito a que nunca devemos deixar de persistir em oração? (b) O que se nos acautela quanto à nossa gratidão?
15 Que nunca deixemos de expressar agradecimentos a Jeová por toda a sua bondade para conosco, sim, pela “sobrepujante benignidade imerecida de Deus”, que inclui a dádiva do seu Filho como sacrifício resgatador pelos nossos pecados. (2 Coríntios 9:14, 15; Marcos 10:45; João 3:16; Romanos 8:32; 1 João 4:9, 10) Deveras, no nome de Jesus, demos “sempre graças por todas as coisas a nosso Deus e Pai”. (Efésios 5:19, 20; Colossenses 4:2; 1 Tessalonicenses 5:18) Temos de ter cuidado de não permitir que nossa gratidão deteriore por estarmos muito preocupados com o que não temos ou com os nossos problemas pessoais.
Lancemos Nossos Fardos Sobre Jeová
16. O que devemos fazer quando algum fardo nos perturba?
16 A persistência na oração mostra a profundeza de nossa devoção. Quando invocamos a Deus, sentimos um bom efeito mesmo antes de receber a resposta dele. Caso algum fardo perturbe nossa mente, podemos ficar apegados a Jeová por seguir o conselho: “Lança teu fardo sobre o próprio Jeová, e ele mesmo te susterá.” (Salmo 55:22) Por lançarmos sobre Deus todos os nossos fardos — ansiedades, preocupações, desapontamentos, temores, e assim por diante — com plena fé nele, nosso coração terá calma, “a paz de Deus, que excede todo pensamento”. — Filipenses 4:4, 7; Salmo 68:19; Marcos 11:24; 1 Pedro 5:7.
17. Como podemos obter a paz de Deus?
17 Virá instantaneamente esta paz de Deus? Embora possamos receber logo algum alívio, o que Jesus disse a respeito de se orar pelo espírito santo se aplica também aqui: “Persisti em pedir, e dar-se-vos-á; persisti em buscar, e achareis; persisti em bater, e abrir-se-vos-á.” (Lucas 11:9-13) Visto que o espírito santo é o meio pelo qual lançamos fora a ansiedade, precisamos persistir em pedir a paz de Deus e sua ajuda com nossos fardos. Podemos ter a certeza de que, pela persistência na oração, obteremos o desejado alívio e calma de coração.
18. O que faz Jeová por nós quando não sabemos exatamente em prol de que orar em certa situação?
18 Mas o que acontece quando não sabemos exatamente em prol de que devemos orar? Nossos gemidos íntimos freqüentemente não são expressos porque não entendemos plenamente a nossa situação, ou não sabemos o que apresentar a Jeová. É neste respeito que o espírito santo pode interceder por nós. Paulo escreveu: “Não sabemos o problema de em prol de que devemos orar assim como necessitamos, mas o próprio espírito implora por nós com gemidos não pronunciados.” (Romanos 8:26) De que modo? Na Palavra de Deus há profecias e orações inspiradas referentes à nossa situação. Ele permite que estas como que intercedam por nós. Aceita-as como o que oraríamos se apenas soubéssemos sua aplicação em nosso caso, e, concordemente, as satisfaz.
Oração e Esperança Hão de Continuar
19. Por que continuarão para sempre a oração e a esperança?
19 A oração ao nosso Pai celestial continuará para sempre, especialmente no que se refere à gratidão pelo novo mundo e todas as bênçãos deste. (Isaías 65:24; Revelação 21:5) Continuaremos também a alegrar-nos na esperança, porque alguma forma de esperança persistirá para sempre. (Veja 1 Coríntios 13:13.) Não podemos nem imaginar quais as coisas novas que Jeová realizará quando não estiver mais restrito pelo dia sabático de repouso que impôs a si mesmo com respeito à Terra. (Gênesis 2:2, 3) Por toda a eternidade, ele terá amorosas surpresas para Seu povo, e o futuro lhes oferece grandiosas coisas no que se refere a fazer a Sua vontade.
20. Qual deve ser nossa determinação, e por quê?
20 Com tal emocionante esperança diante de nós, apeguemo-nos todos a Jeová por persistir em oração. Não deixemos nunca de agradecer ao nosso Pai celestial todas as bênçãos que recebemos. No tempo devido, cumprir-se-ão alegremente as nossas expectativas, mesmo além do que poderíamos imaginar ou aguardar, porque Jeová “pode fazer mais do que superabundantemente além de todas as coisas que peçamos ou concebamos”. (Efésios 3:20) Portanto, em vista disso, demos todo louvor, glória e agradecimento, por toda a eternidade, a Jeová, nosso Deus, o “Ouvinte de oração”!
[Nota(s) de rodapé]
a Segundo o Webster’s New Dictionary of Synonyms (Novo Dicionário de Sinônimos, de Webster): ‘Persistir quase sempre subentende uma qualidade admirável; sugere tanto negar-se a ficar desanimado por causa de fracassos, dúvidas ou dificuldades, como um empenho constante e persistente num objetivo ou num empreendimento.’
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