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Quão valiosa é sua vida?A Sentinela — 1975 | 1.° de dezembro
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Todos os que amam a vida podem agora juntar-se a eles em pesquisar a Palavra de Deus, aprender mais sobre o propósito e as promessas Dele, e podem juntar-se a eles na adoração verdadeira. Terão o quinhão feliz da grandiosa perspectiva de sobreviver e viver para sempre!
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Está disposto a passar dificuldades?A Sentinela — 1975 | 1.° de dezembro
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Está disposto a passar dificuldades?
É AGRADÁVEL chegar a apreciar a majestade de Deus, seu amor, sua misericórdia e seu modo excelente de lidar com seu povo. É também um prazer emocionante ficar conhecendo o povo de Deus.
Mas, neste mundo, o cristianismo não é algo fácil. Depois de reconhecer isso, se tiver empreendido servir a Jeová Deus, talvez ache proveitoso examinar-se por se fazer certas perguntas, tais como: Qual é minha atitude quando encontro algo desagradável? Persevero quando há dificuldades? Estou decidido a permanecer fiel a Deus quando houver perseguição ferrenha? O que acho de enfrentar oposição, dificuldades econômicas, doença, encarceramento ou outras provações?
Temos de ser sinceros com nós mesmos: Ninguém quer passar dificuldades. O sofrimento é ‘contrário ao nosso feitio’. É normal ter certo medo. E os cristãos certamente não procuram dificuldades, nem procuram ser perseguidos ou mortos.
Não obstante, virão perseguições e outras dificuldades. Jesus Cristo predisse isso. Mas, ele predisse também que, junto com as dificuldades, Deus daria a seus servos tanto mais em coisas boas, que a tribulação seria leve, em comparação. Ele disse a seus discípulos:
“Todo aquele que tiver abandonado casas, ou irmãos, ou irmãs, ou pai, ou mãe, ou filhos, ou terras, por causa do meu nome, receberá muitas vezes mais e herdará a vida eterna.” — Mat. 19:29.
O apóstolo Paulo que pessoalmente passou muitas dificuldades, expressou sua concordância com isso, escrevendo a concristãos:
“Embora a tribulação seja momentânea e leve, produz para nós uma glória de peso que ultrapassa mais e mais, e que é eterna, ao passo que fixamos os olhos, não nas coisas vistas, mas nas coisas não vistas. Porque as coisas vistas são temporárias, mas as coisas não vistas são eternas.’” — 2 Cor. 4:17, 18.
Pode ser que tenha muitos bens materiais. Considera-os como vantagens apenas conforme lhe puderem ajudar a prestar melhor serviço a Deus? Estaria disposto a renunciar a eles, sem pesar, se surgisse uma questão de integridade? Novamente, o apóstolo Paulo escreveu:
“Por causa dele [Jesus Cristo] tenho aceitado a perda de todas as coisas e as considero como uma porção de refugo, para que eu possa ganhar a Cristo.” — Ecl. 3:8; Luc. 14:26.
Os verdadeiros cristãos na Alemanha, durante o regime de Hitler, e, mais recentemente, em Malaui, demonstraram tal atitude excelente, sacrificando tudo para manter sua lealdade a Deus.
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