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“Prontos para toda boa obra”A Sentinela — 1975 | 15 de novembro
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generoso e de todo o coração, assim como recomendou o apóstolo Paulo na sua carta a Tito (3:13, 14): “A Zenas, o jurisconsulto, e a Apolo, cuida de provê-los solicitamente, e de que nada lhes falte. Que os nossos aprendam a exercitar-se em boas obras para atenderem às prementes necessidades, a fim de que não sejam homens infrutuosos.” — Mateus Hoepers.
Naturalmente, nem sempre talvez nos apercebamos das necessidades físicas e espirituais de nossos co-adoradores, especialmente dos que vivem em países distantes. Contudo, mesmo assim, podemos fazer uma “boa obra” a seu favor. O que não podemos fazer pessoalmente para alcançar os em necessidade, pode ser feito através da pessoa jurídica usada pelas testemunhas cristãs de Jeová, a Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados. As contribuições enviadas a essa Sociedade são usadas para promover os interesses espirituais em toda a terra. Também, por causa da generosidade e prontidão mental da parte duma grande multidão de irmãos, há fundos colocados à disposição da Sociedade para medidas de socorro imediatas a favor dos que sofrem por causa de alguma grande catástrofe ou pela perseguição que se lhes move.
Por estarmos “prontos para toda boa obra”, provamos que depositamos nossa confiança em Deus. Por isso, podemos ter confiança na sua bênção agora e no futuro. Isto é o que o apóstolo Paulo salientou ao recomendar o espírito de generosidade. Ele admoestou Timóteo a incentivar certos concrentes a “praticarem o bem, para serem ricos em obras excelentes, para serem liberais, prontos para partilhar, entesourando para si seguramente um alicerce excelente para o futuro, a fim de que se apeguem firmemente à verdadeira vida”. (1 Tim. 6:18, 19) Quão excelente é poder participar na “boa obra” e assim imitar a Deus, que dá generosamente a todos, tanto em sentido material como espiritual! — Mat. 5:45; Tia. 1:5.
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Perguntas dos LeitoresA Sentinela — 1975 | 15 de novembro
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Perguntas dos Leitores
● Eu, como viúva com filhos adolescentes, aprendi a verdade da Palavra de Deus há cerca de um ano atrás. Devo insistir em que meus filhos me acompanhem às reuniões congregacionais, embora sejam relutantes em fazer isso?
É correto que o pai ou a mãe cristã exijam que os filhos assistam às reuniões cristãs. A Palavra de Deus admoesta: “Vós, filhos, em tudo sede obedientes aos vossos pais, pois isso é bem agradável no Senhor.” “Educa o rapaz segundo o caminho que é para ele, mesmo quando envelhecer não se desviará dele.” — Col. 3:20; Pro. 22:6.
O progresso neste respeito dependerá, naturalmente, em grande medida da idade e da reação do filho, e terá de decidir até que ponto é sábio adotar medidas para fazer valer o que exige.
No seu caso, os filhos não foram ‘educados’ desde o nascimento nos princípios da adoração verdadeira, mas ainda há tempo para realizar muita coisa boa a seu favor, enquanto estiverem no lar. “Castiga teu filho enquanto há esperança”, diz o provérbio inspirado. (Pro. 19:18) Naturalmente, obrigar os filhos fisicamente a assistir, em especial os que não estão mais em idade tenra, não costuma ser o melhor modo de lidar com a situação, e pode na realidade ser contraproducente. Mas a combinação certa de conselho amoroso, paciência, compreensão e firmeza em tratar com a atitude de determinado filho amiúde produz resultados recompensadores. Não desista do filho, nem fique logo desanimada ou vencida.
Sobre os pais recai a obrigação de não só fazerem provisões materiais para seus filhos, mas também espirituais. As crianças talvez não gostem de ir à escola, mas, sabendo o que é melhor para o filho e tendo respeito pelas leis de “César”, que exige que o filho vá à escola até certa idade ou grau, a maioria dos pais não hesita em exigir o cumprimento da lei, de que os filhos vão à escola. Se isto é importante quanto à educação secular, quanto mais importante é relacionado com a educação na lei vitalizadora de Jeová.
Mas, as situações variam. Se no lar prevaleceu no passado, em grande medida, a permissividade, antes de se introduzirem princípios bíblicos, levará provavelmente tempo antes de os filhos chegarem a acostumar-se a um controle parental mais concentrado. O progenitor cristão talvez ache aconselhável
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