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  • Firmes a favor da regência de Deus
    A Sentinela — 1975 | 1.° de junho
    • mais apresentar-se para o serviço militar.

      Daí entrou novamente em cena o Ministério da Justiça. Decidiu-se que, visto que o Ministério da Defesa estava elaborando uma legislação definitiva sobre o assunto, não era mais necessário que as Testemunhas já na prisão ficassem mais tempo ali. De modo que todas estas testemunhas foram libertas.

      Disse o jornal Nieuwsblad van het Noorden, de 31 de julho de 1974: “Elabora-se uma lei para conceder a cada Testemunha de Jeová batizada isenção do serviço militar. Dependendo da discussão desta proposta lei pelos representantes do povo, suspendeu-se toda ação contra [as testemunhas] de Jeová.”

      Assim, no momento, os jovens batizados das Testemunhas, na Holanda, não estão sujeitos a recrutamento militar. Apreciam a ação tomada a seu favor pelas autoridades holandesas. Sem dúvida, as autoridades governamentais reconheceram a sinceridade desses jovens, que estão decididos a manter-se firmes a favor da regência de Deus, por causa de sua dedicação a Jeová, Aquele que reconhecem como tendo precedência na sua vida.

  • Missionários exortados a ‘cooperar com Deus’
    A Sentinela — 1975 | 1.° de junho
    • Missionários exortados a ‘cooperar com Deus’

      AS PALAVRAS do apóstolo Paulo, sobre ‘cooperar com Deus’, registradas na Bíblia em 2 Coríntios 6:1, foram o tema da qüinquagésima sétima formatura na escola missionária de Gileade, realizada em 8 de setembro de 1974. Embora a turma de vinte e cinco estudantes fosse a menor de Gileade até aquela data (não por falta de candidatos, mas porque havia necessidade de acomodações para os que trabalhavam na impressão de Bíblias e de compêndios bíblicos), parentes e amigos procedentes dos Estados Unidos, do Canadá, de Havaí e da Europa superlotaram o Salão de Assembléias das Testemunhas de Jeová no Condado de Queens, Nova Iorque, nesta ocasião. Os formandos haviam chegado de quatro países e foram designados para treze países.

      A sessão matutina foi realçada por N. H. Knorr, presidente da escola, que incentivou os formandos a mostrar longanimidade, junto com os outros frutos do espírito de Deus, na sua obra evangelizadora. Deste modo, disse ele, cooperariam com Deus, que realmente ‘fazia a semente da Palavra do Reino crescer’. — 1 Cor. 3:6.

      Antes do discurso de Knorr, os instrutores e superintendentes da Escola e da sede da Sociedade Torre de Vigia (dos E. U. A.) deram breves conselhos. Daí, F. W. Franz falou sobre a urgência da obra evangelizadora, visando salvar quantas vidas fosse possível, da destruição na “grande tribulação”, a qual está agora muito próxima, segundo todas as evidências. — Mat. 24:21.

      O programa da tarde pertencia aos estudantes. Depois duma sessão de entretenimento com novidades musicais de seus países de origem, apresentaram dois dramas. O primeiro retratava brevemente, em cenas antigas e modernas, o modo em que as mulheres podem aplicar o conselho que lhes é dado pelos apóstolos Paulo e Pedro. (Tito 2:2-5; 1 Ped. 3:1-6) O programa concluiu com uma encenação dramática, histórica, dos acontecimentos durante o governo do iníquo Rei Acabe de Israel e de sua esposa Jezabel, e o papel desempenhado durante este período por Elias, profeta de Deus.

      O OBJETIVO DA ESCOLA É FORTALECER A FÉ

      A instrução que a Escola de Gileade fornece aos missionários, acima de tudo, fortalece a fé. A escola enfatiza o conceito global dos propósitos de Deus, não apenas alguns pontos doutrinais. O objetivo é transmitir aos estudantes o “modelo de palavras salutares” fornecido pela Bíblia inteira. Isto fornece também um baluarte contra o “pecado que facilmente nos enlaça”, a saber, a falta de fé. (2 Tim. 1:13; Heb. 12:1) Porque a obra missionária submete a fé a uma verdadeira prova. Além disso, os verdadeiros missionários de Jesus Cristo precisam ser capazes de edificar em outros esta espécie forte e inquebrantável de fé.

      Esta prova de fé muitas vezes surge por causa da grande diferença do ambiente em que o missionário se encontra quando vai para outro país. Usualmente há conceitos sobre Deus e a Bíblia, e modos de vida cotidiana que são novos para o missionário. Daí, nos primeiros estágios da vida missionária, um problema é aprender o idioma — esforçar-se a poder expressar idéias dum modo que o povo entenda, atingindo o coração.

      Um missionário que passou vinte anos neste campo disse: “Embora a instrução fornecida na Escola de Gileade seja uma excelente ajuda para todos nós, verifiquei que os missionários que se mantiveram firmes nas suas designações são os que desenvolvem verdadeiro amor às pessoas e o desejo de ajudá-las. Têm profundo interesse nos outros. Para alguém ser missionário bem sucedido, este é o requisito básico. Naturalmente, não é algo de se espantar, porque Jesus Cristo teve esta atitude. Ele veio à terra como homem perfeito.

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