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  • Por que não fomos informados acerca “daquele dia e daquela hora”
    A Sentinela — 1975 | 1.° de novembro
    • que ela não só veria os acontecimentos do ano de 1914, mas também a “grande tribulação”, já está bem avançada em anos. Isto dá mais urgência à situação e deve induzir-nos a considerar bem se nós, pessoalmente, vivemos mesmo em pleno reconhecimento de que ‘o dia e a hora’ do julgamento por Deus são iminentes.

  • Como o afeta não saber ‘dia e hora’?
    A Sentinela — 1975 | 1.° de novembro
    • Como o afeta não saber ‘dia e hora’?

      1. O que é que a qualidade predominante de Deus tem que ver com ele não revelar ‘dia e hora’ do começo da “grande tribulação”?

      JEOVÁ DEUS tem um propósito em não revelar ‘dia e hora’ de a “grande tribulação” começar a sua obra demolidora do atual sistema de coisas. Este propósito está intimamente relacionado com a qualidade predominante de Deus — o amor. (1 João 4:8) Sendo ele Deus de amor, deseja ter por servos apenas os que realmente o amem profundamente. (Sal. 119:97; 1 João 5:3) Não quer que criaturas inteligentes se encolham de terror diante dele, servindo só por temerem as punições que possa aplicar a eles. Seus tratos com pessoas sempre foram tais que suscitavam o amor nelas, ao mesmo tempo permitindo-lhes mostrar o que realmente têm no coração.

      2. Como demonstrou Jeová seu amor aos homens imperfeitos?

      2 Expressando muita benignidade imerecida, Jeová permitiu que até mesmo homens ingratos e depreciativos usufruíssem os ciclos naturais que ele pôs em operação para tornar possível a vida na terra. (Atos 14:16, 17; 17:24, 25) Também, durante um período de dezesseis séculos, inspirou cerca de quarenta homens a produzir um registro inspirado, que torna conhecido exatamente que espécie de Deus ele é e o que exige daqueles que aprova. (2 Tim. 3:16, 17) Este registro, contido na Bíblia, fornece orientação sadia, que torna possível que tiremos o melhor proveito da vida, mesmo já agora, apesar de problemas e situações difíceis. (Sal. 19:7-11) Ela nos familiariza também com o extraordinário amor demonstrado por Deus ao dar seu Filho unigênito, a fim de que depusesse a sua vida a nosso favor. Isto abriu para a humanidade a oportunidade de chegar a uma relação aprovada com o único Deus verdadeiro e tornou possível a perspectiva duma vida livre de doença, fraqueza da velhice e morte. — João 3:16; Tito 3:4-7; Rev. 21:3, 4.

      3. Por que não é incoerente com ele ser Deus de amor que Jeová traga a “grande tribulação”?

      3 Mas, como é que pode ser que tal Deus traga também uma tribulação que aterrorize a humanidade com a destruição que causará? Na realidade, ser ele Deus de amor exige que faça isso. Isto talvez pareça estranho a muitas pessoas de hoje. Também parecia estranho a muitos israelitas, há uns vinte e sete séculos atrás, quando o profeta hebreu Miquéias anunciou que Jeová traria uma calamidade sobre o reino de dez tribos de Israel e o reino de duas tribos de Judá. Perguntaram, em descrença: “Ficou descontente o espírito de Jeová ou são estas as suas ações?” A resposta que Jeová deu a isso foi: “Não fazem bem as minhas próprias palavras no caso daquele que anda em retidão?” (Miq. 2:7) Sim, fazer ele o bem aos que andam em retidão exige que aja contra todos os que obstinadamente recusam ajustar-se ao caminho da

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