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Aprenda a confiar em JeováA Sentinela — 1975 | 1.° de julho
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oportunidades de dar testemunho a pessoas normalmente difíceis de contatar, e ele usufrui muitas designações congregacionais, servindo como ancião e participando na atividade do serviço de notícias nas grandes assembléias das testemunhas de Jeová.
Portanto, ninguém deve ficar desesperado, não importa qual a sua condição física, sua situação financeira, sua formação ou situação atual. De fato, Deus é mais glorificado quando se torna evidente que algo foi realizado, não pela própria força ou capacidade da pessoa, mas pelo poder de Deus. Conforme diz o apóstolo: “Temos este tesouro em vasos de barro, para que o poder além do normal seja o de Deus e não o de nós mesmos.” — 2 Cor. 4:7.
Sua confiança leal glorifica a Jeová. Por sua vez, o coração apreciativo dele se lhe abrirá. — Heb. 6:10; 11:6.
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Perguntas dos LeitoresA Sentinela — 1975 | 1.° de julho
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Perguntas dos Leitores
● Meu marido às vezes me bate. Devo obter desquite ou divórcio por causa disso?
Maltratar o marido ou a mulher o outro cônjuge é obviamente errado; a Palavra de Deus condena isso. Mas a Bíblia exorta também os cônjuges a permanecerem juntos. Se a situação no seu lar parece ser tão extrema que exige uma separação é algo que terá de decidir sozinha.
Jeová instituiu o casamento como meio de procriação e como fonte de companheirismo feliz. (Gên. 2:18-24) Quando o primeiro casal rejeitou a orientação do Criador e escolheu seguir seu próprio caminho, introduziram-se no seu casamento contenda e infelicidade. Prevendo que em muitos matrimônios haveria resistência à chefia por parte de mulheres imperfeitas e abuso da chefia por parte de homens imperfeitos, Deus disse à mulher: “Terás desejo ardente de teu esposo, e ele te dominará.” (Gên. 3:16) É lamentável, mas veraz, que tal domínio muitas vezes tenha envolvido crueldade e violência.
Por causa da freqüência da crueldade violenta no matrimônio, as autoridades têm feito leis a respeito deste problema. Por exemplo, Corpus Juris (Vol. 19, p. 47, 48) diz: ‘Atos contínuos de violência pessoal produzindo dor física ou dano corporal, e o temor de perigo futuro, são reconhecidos como causa suficiente para divórcio em quase todas as jurisdições. Não é cada violência leve cometida . . . A própria violência, para constituir motivo de divórcio, deve ser acompanhada de perigo para a vida, membros ou saúde.”
Entretanto, o assunto é complexo, porque tanto o marido como a esposa podem estar errados e contribuir para o problema. Às vezes, quando a esposa diz que o marido a maltrata, ele afirma que apenas se defende ou tenta castigá-la. American Jurisprudence (Vol. 26, p. 641) observa: “Tecnicamente, qualquer força além da razoavelmente necessária para . . . coagi-la ou controlá-la na governança da família, como, por exemplo, para controlá-la no exercício dum gênio irascível e fazê-la comportar-se, é tentativa de agressão.”
Se o seu marido fosse cristão, então poderia recorrer à comissão judicativa dos anciãos na congregação local. Por raciocinarem com ele sobre a lei de Deus, talvez o ajudassem a reconhecer a necessidade de mudar de proceder. A Bíblia diz que rixas, acessos de ira e contendas são “obras da carne” que podem excluir a pessoa do reino de Deus. (Gál. 5:19-21; Mat. 5:22) Portanto, se alguém que afirma ser cristão repetida e impenitentemente se entrega a violentos acessos de ira pode ser desassociado.
Mas, parece que seu marido não é crente, de modo que talvez não se preocupe muito com o conceito de Deus. Ainda assim, poderá procurar a ajuda dos anciãos. Naturalmente, eles não tentarão intrometer-se no seu casamento. Mas, se o seu marido, talvez no interesse de melhorar as condições no lar e ele mesmo usufruir mais a vida, concordar em falar com eles, pode ser que os anciãos possam ajudar a ambos.
Pelo uso da razão e das Escrituras, poderiam com tato considerar por que a calma e a paciência são tão valiosas e porque a ira acesa causa tanta infelicidade a todos os envolvidos. (Pro. 14:17, 29; 22:24, 25) Poderiam descrever o modelo de Cristo para os maridos; esse era de preocupação amorosa que evidentemente exclui maus tratos irados infligidos à esposa. (Efé. 5:25-33) O marido que segue este modelo torna a vida mais agradável para si mesmo e para sua esposa. Também, os anciãos talvez possam ajudar a ambos a examinarem a si mesmos, para ver em que possam melhorar. Será que o uso de bebidas alcoólicas por parte de seu
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