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  • Participação no aumento dos proclamadores do Reino
    A Sentinela — 1975 | 1.° de fevereiro
    • Todos estes quatro estudos foram bem sucedidos, e os números dos que falam italiano na nossa congregação aumentou constantemente. O superintendente de circuito, durante a sua próxima visita, recomendou que se formasse uma congregação italiana. A Sociedade concordou, e eles usam agora o nosso salão. Os que freqüentam ali vêm de distâncias de até mais de vinte quilômetros, e, em ocasiões especiais, de mais de 160 quilômetros. Grande foi a nossa alegria quando os irmãos italianos tiveram sua primeira assembléia de distrito em Pretória, em outubro de 1972!

      Estou feliz de ter tido uma pequena participação no maravilhoso aumento dos proclamadores do Reino na África do Sul. Seu número passou de 240, em 1935, para 4.163 em 1947 e atingiu agora mais de 28.000. Não posso imaginar nenhuma outra obra que se possa comparar no mínimo com os trinta e nove anos no serviço de Jeová. Que eventos empolgantes nos aguardam nos anos diante de nós! Quanta alegria teremos ao ver a continuação do cumprimento do texto de Isaías 9:7, a respeito do reino messiânico de Deus: “Da abundância do domínio principesco e da paz não haverá fim”!

  • Como deuses falsos engodaram o antigo Israel
    A Sentinela — 1975 | 1.° de fevereiro
    • Como deuses falsos engodaram o antigo Israel

      PODE uma forma degradante de adoração engodar alguém? Que motivos induziram um povo a contaminar a adoração pura com a falsa? A resposta a estas perguntas pode ser vista no que aconteceu ao antigo Israel. Os israelitas foram avisados de antemão sobre isso: “[Os] deuses [cananeus] servirão de laço para vós.” — Juí. 2:3.

      Mas, por que se deu isso? Para descobrirmos isso, temos de examinar primeiro a natureza do baalismo, a religião de Canaã.

      A NATUREZA DO BAALISMO

      O mais destacado dos deuses cananeus era Baal. Cada localidade em Canaã e em outras terras onde existia o baalismo tinha seu próprio Baal, ou, segundo o significado do nome “Baal”, seu próprio “senhor”, “amo” ou “dono”. O Baal local muitas vezes recebia um nome que indicava que se relacionava com determinada localidade. Um exemplo disso é o “Baal de Peor”. Esta divindade derivava seu nome do Monte Peor. Embora houvesse muitos de tais baalins, os cananeus e povos vizinhos entendiam que os baalins locais eram todos apenas manifestações do único deus Baal.

      Textos antigos descobertos em Ras Shamra, na costa da Síria, revelaram que o baalismo era um culto de fertilidade em torno da agricultura. Os baalitas atribuíam as mudanças das estações e seus efeitos às guerras dos deuses. Acreditavam que o fim da estação chuvosa e a morte da vegetação assinalava o triunfo do deus Mot sobre Baal, obrigando Baal a se retirar para as profundezas da terra. Mas, quando começava a estação das chuvas, os baalitas tomavam isso como significando que

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