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    A Sentinela — 1982 | 15 de setembro
    • produtos comerciais. Portanto, se a maioria dos fertilizantes no mercado contêm sangue, o cristão terá de decidir o que fazer. Poderá considerar fatores tais como o conselho Bíblico de ‘abster se de sangue’, a disponibilidade de produtos alternativos, as aguilhadas de sua consciência treinada pela Bíblia e os sentimentos dos outros. Veja 1 Coríntios 8:10-13.

      Outra situação que às vezes surge envolve alimentar animais com sangue. É verdade que, atualmente, muitos animais selváticos não vivem de vegetação, assim como a Bíblia diz que faziam originalmente. (Gênesis 1:30) Antes, comem outras criaturas, com o sangue e tudo o mais. Não obstante, será que o cristão que conhece a lei de Deus sobre o sangue alimentaria intencionalmente com sangue os animais sob os seus cuidados? Harmonizar-se ia isso com o que ele sabe sobre como se lidava com o sangue sob a Lei?

      Finalmente, surgiram questões sobre o que fazer com as carcaças de animais que contêm sangue. Em Israel, alguém que encontrasse a carcaça dum animal que morrera sozinho podia vendê-la a um estrangeiro que não se interessava em guardar a lei de Deus. (Deuteronômio 14:21) É digno de nota, porém, que esta provisão não foi feita para que o israelita tivesse um comércio regular de sangue ou de carne não sangrada. O israelita tampouco matava deliberadamente um animal, não o sangrando, só porque outros gostavam do sabor de carne não sangrada ou para que a carne pesasse mais. Antes, ele simplesmente se livrava da carcaça que não podia usar como alimento e que tinha de ser retirada.

      Por conseguinte, o fazendeiro, hoje, talvez tenha de se livrar duma carcaça não sangrada, tal como a duma vaca que encontrou morta, de modo que não mais foi possível sangrá-la. Ou o caçador talvez encontrasse um animal morto numa armadilha. O que poderia fazer com esse animal não sangrado? Vender a carcaça a alguma fábrica para ser processada? Vender o animal a um não-cristão, que tem uso pessoal ou comercial para a carne? O cristão individual teria de decidir isso por si mesmo, após considerar o que a lei do país exige e fatores tais como os que acabamos de ver, inclusive o valor de ter uma boa consciência perante Deus e os homens. — Atos 24:16.

      ■ Como devem cada cristão e a congregação como um todo encarar o conselho bíblico de casar-se “somente no Senhor”?

      Com respeito à mulher cujo marido tenha falecido, o apóstolo Paulo aconselhou: “Ela está livre para se casar com quem quiser, somente no Senhor.” (1 Coríntios 7:39) Não se trata simplesmente dum conselho pessoal dum humano. Paulo escrevendo sob inspiração; portanto, esse conselho sábio e amoroso origina-se de Deus. Por isso, os cristãos devem encará-lo com seriedade não como algo a ser desconsiderado ou encarado levianamente. O registro histórico da Bíblia salienta isso.

      Quando Abraão escolheu uma esposa para Isaque, não selecionou uma mulher dentre os praticantes da religião falsa, os cananeus que havia por perto. Antes, deu-se ao trabalho de procurar, numa terra distante, uma esposa dentre seus parentes que reconheciam o verdadeiro Deus. De modo similar, Isaque disse a Jacó: “Não deves tomar esposa dentre as filhas de Canaã.” (Gênesis 28:1; 24:1-67) Abraão e Isaque compreendiam que o casamento não era uma questão de mera atração romântica. Estava envolvida a devoção a Jeová, pois casar-se com um incrédulo poderia resultar em sérios problemas e talvez até mesmo desviar a pessoa da adoração pura.

      Contudo, nem todos os hebreus se mantiveram firmemente separados dos que não adoravam a Jeová. Por exemplo, Diná associou-se com jovens das redondezas que não serviam ao verdadeiro Deus. Com que resultado? Um dos jovens ficou incitado de paixão e a violentou. Parece que durante algum tempo Judá se separou da família e tomou uma esposa cananéia. Em que resultou isso? Bem, três filhos resultaram dessa união desigual, mas Jeová teve de destruir dois deles por causa de sua maldade. Simeão também teve um filho com uma cananéia. Isto evidentemente era considerado algo tão incomum ou tão indesejável que mereceu menção na lista dos descendentes de Jacó. — Gênesis 34:1, 2; 38:1-10; 46:8-10.

      Quando Jeová proveu leis para orientar Israel, ele advertiu contra a formação de aliança matrimonial com alguém que não fosse adorador de Jeová. (Deuteronômio 7:2-4) A sabedoria disso é salientada pela tragédia que sobreveio a Salomão. Ele talvez achasse que, devido à sua excepcional sabedoria, conseguiria superar quaisquer problemas ou provas conseqüentes de se casar com mulheres que não serviam a Jeová. Mas, quando desconsiderou o conselho de Deus, até mesmo Salomão fracassou. — 1 Reis 11:1-6.

      Por fim, Deus repetiu nas Escrituras Gregas Cristãs o conselho: Não se case com alguém que não serve ao Senhor. O conselho inspirado não era: ‘Se você encontrar alguém que seja puro e decente, é permissível que namore e se case com este, na esperança de que ele ou ela por fim se torne cristão(ã).’ Antes, a Palavra de Deus diz explicitamente: “Não vos ponhais em jugo desigual com incrédulos.” (2 Coríntios 6:14) Casar-se com alguém que ainda não é cristão batizado constituiria desrespeito para com esse sério conselho.

      Visto que as Testemunhas de Jeová, como povo, encaram esse conselho como sábio e sério, não desejam contribuir para que alguém aja contrário a ele. Por exemplo, se devido a uma fraqueza um irmão ou uma irmã espiritual começar a namorar ou a sair com alguém que não é Testemunha de Jeová, os demais da congregação dificilmente desejarão encorajar isso por manter associação com o incrédulo. Concordam com a Bíblia no sentido de que o não-cristão não é boa associação. (1 Coríntios 15:33) Mas, devem continuar mostrando interesse no irmão ou na irmã. Talvez possam oferecer admoestações discretas e animadoras para ajudar o cristão, que se esta desviando, a evitar a triste vereda que Salomão seguiu. — Veja 2 Tessalonicenses 3:14, 15.

      Mas, e se uma Testemunha de Jeová planeja desrespeitar o conselho de Deus e casar-se com alguém que não é Testemunha batizada? A menos que haja algum motivo excepcional, os irmãos da congregação não desejarão celebrar tal união desigual. Tampouco seria o Salão do Reino colocado à disposição para o casamento. É cedido para casamentos de dois cristãos batizados que se casam “somente no Senhor”. Ou pode às vezes ser usado por duas pessoas que servem regularmente a Deus como parte da congregação, e que se batizarão em breve. Por não permitirem que uma testemunha de Jeová, que planeja ‘colocar-se em jugo desigual com um incrédulo’, use o Salão do Reino, os anciãos congregacionais podem salientar a seriedade do conselho de Deus de casar-se “somente no Senhor”.

  • Leal ‘soldado de Cristo Jesus’
    A Sentinela — 1982 | 15 de setembro
    • Leal ‘soldado de Cristo Jesus’

      Johan Henrik Eneroth nasceu em 9 de junho de 1893. Simbolizou sua dedicação a Jeová Deus pelo batismo em água no dia 9 de junho de 1918. Ingressou dois anos depois no serviço do Reino por tempo integral, na filial da Sociedade Torre de Vigia na Suécia. Mais tarde, serviu ali durante 50 anos qual superintendente de filial cuidando também, de vez em quando, de responsabilidades em outros países da Europa setentrional. Amado por muitos devido a seu apoio leal à organização teocrática, Johan Eneroth encerrou sua carreira terrestre em 7 de fevereiro de 1982.

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