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    A Sentinela — 1969 | 15 de setembro
    • Cumpra as suas decisões

      1. Por que é tão essencial cumprir a decisão da dedicação, e que efeito terá isso sobre as outras decisões na vida?

      A DECISÃO mais importante que qualquer criatura humana pode fazer é a de dedicar sua vida a Jeová Deus e simbolizar esta decisão por ser batizada em água, segundo o exemplo dado por Cristo Jesus. Uma vez feita esta decisão todo-importante, é essencial que se cumpra tal decisão, para se participar na vindicação do nome de Jeová e para se ter paz mental, alegria e satisfação resultantes para aquele que toma tal decisão. As centenas de milhares de testemunhas dedicadas de Jeová, hoje em dia, em todas as partes da terra, recomendam fortemente que os que têm conhecimento de Jeová Deus, compreendem o sacrifício resgatador de Cristo Jesus e apreciam a operação de seu espírito santo tomem esta decisão importante o mais breve possível. O cumprimento desta decisão guiará toda outra decisão necessária na vida e influirá nela para o bem.

      2, 3. Com que outra decisão se confrontam todas as pessoas, e de que importância é seu cumprimento?

      2 Uma segunda decisão muito importante, com que se confrontam todas as criaturas humanas, é a decisão de casar-se ou de permanecer solteiro. Quando alguém se decidiu a se casar, então a maneira em que cumpre esta decisão pode influir grandemente na sua relação para com Jeová. Se a decisão for a de permanecer solteiro, então a maneira em que cumpre esta decisão pode influir muito no serviço que presta a Jeová. O cumprimento destas decisões é parte integrante do cumprimento da decisão de se fazer a vontade de Jeová.

      3 Se for marido ou esposa, têm surgido problemas no seu casamento, que têm influído no seu serviço a Jeová? Se for alguém que se decidiu a permanecer solteiro, permanece firme na sua decisão ou encontra na sua mente um conflito que influi na sua adoração de Jeová Visto que a execução desta decisão, de casar-se ou de permanecer solteiro, desempenha um papel tão importante no cumprimento da dedicação a Jeová, vamos fazer considerações bíblicas sobre ela nos próximos parágrafos.

      CUMPRIMENTO DE SUA DECISÃO DE CASAR-SE

      4. (a) Defina o casamento. (b) O que aprendemos do primeiro casamento?

      4 É casado? A decisão de casar-se é honrosa e agradável a Jeová. Mas, o casamento não é apenas uma decisão é uma vida de convivência, é o cumprimento dessa decisão. O cumprimento dessa decisão significa reconhecer e assumir as responsabilidades advindas do casamento. O ditado, de que “os casamentos são feitos no céu”, não é uma idéia bíblica, mas é verdade que o casamento é arranjo instituído pelo nosso Pai celestial, Jeová Deus. Isto se pode ver na apresentação de Eva a Adão, visando o casamento. “Da costela que havia tirado do homem, Jeová Deus passou a construir uma mulher e a trazê-la ao homem.” — Gên. 2:22.

      5. (a) Que forma de voto se recomenda para o homem na cerimônia do casamento? (b) Que voto se recomenda para a mulher? (c) O que aprendemos destes votos, e com que princípio bíblico se harmoniza isso?

      5 O voto na cerimônia do casamento recomendado pela Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados, para o homem, pode ser fraseado assim: “Eu te tomo por minha esposa legítima, para te amar e prezar em harmonia com a lei divina, conforme especificada nas Escrituras Sagradas para os maridos cristãos, pelo tempo que ambos vivermos juntos, na terra, segundo o arranjo marital de Deus.” O voto feito pela prospectiva esposa declara: “Eu te tomo por meu marido legítimo, para te amar, e prezar, e respeitar profundamente, em harmonia com a lei divina, conforme especificada nas Escrituras Sagradas para as esposas cristãs, pelo tempo que ambos vivermos juntos, na terra, segundo o arranjo marital de Deus.” Torna-se claro, pois, que o casamento não deve ser considerado egoistamente em termos do que se pode conseguir do outro cônjuge em matéria de satisfação, prazer, dinheiro ou segurança; mas, antes, o que se pode contribuir para a felicidade e o prazer do outro. Em outras palavras, os votos maritais são no sentido de dar, não de tomar, em harmonia com o princípio bíblico: “Há mais felicidade em dar do que há em receber.” — Atos 20:35.

      6, 7. Quais são as responsabilidades de cada um dos cônjuges e como se pode cuidar delas?

      6 O voto marital envolve certas responsabilidades que o homem e a mulher precisam cumprir neste recém-formado vínculo conjugal. Por exemplo, cabe principalmente ao homem, o chefe da organização familiar, trabalhar, ganhar dinheiro para prover as coisas necessárias em matéria de alimento, roupa e abrigo para a sua esposa. O chefe da casa precisa reconhecer plenamente que estas responsabilidades são parte do cumprimento do voto marital de amar e prezar sua esposa. O mesmo princípio se aplica à esposa. Mesmo antes de entrar no acordo matrimonial ela já sabia que seria necessário cumprir certas responsabilidades como esposa. O pensamento bíblico é que, quando homem e mulher se casam, eles deixam pai e mãe e têm o seu próprio lar. Quando Jeová Deus instituiu o casamento, ele disse: “Por isso é que o homem deixará seu pai e sua mãe, e tem de se apegar à sua esposa.” (Gên. 2:24) Portanto, o lar significa limpeza, cozinhar, lavar, passar roupa, fazer compras, lavar louça e muitos outros deveres domésticos. Estas responsabilidades envolvem a execução de seu voto pessoal de amar, prezar e respeitar profundamente seu marido. — 1 Tim. 5:8.

      7 Estas são responsabilidades necessárias, exigidas de marido e mulher, a fim de contribuírem para a paz, felicidade e união do vínculo marital. Mas é bom notar que se pode cuidar destas responsabilidades separadamente. O homem pode ir trabalhar e ganhar dinheiro para prover as coisas necessárias para a sua esposa, ao passo que a mulher permanece em casa, limpando, cozinhando e cuidando de suas responsabilidades domésticas. E isto é bom, pois deixa tempo para as coisas que precisam fazer juntos na relação marital. — Pro. 31:10-27.

      8. (a) Constituem as coisas materiais, em si mesmas, a chave para um casamento feliz? (b) Quando surgem problemas, qual é muitas vezes a causa?

      8 Há mais envolvido na vida marital do que trabalhar e prover mutuamente as necessidades materiais. Há casais que têm bastante alimento para comer, dinheiro para gastar nos essenciais e em recreação, um lar confortável em que morar e amigos com que se associar, mas que são infelizes e apenas se toleram mutuamente, esperando que alguma coisa mude a sua situação infeliz ou que ela se resolva após o Armagedom. O que aconteceu entre este marido e esta mulher, que votaram amar, prezar e respeitar profundamente seu cônjuge pelo resto de sua vida? Não estão vivendo nem agindo juntos como “uma só carne”! É simplesmente isso!

      9, 10. (a) Que significa tornar-se “uma só carne”? (b) Como pode o marido ser cabeça enquanto permanece “uma só carne” com sua esposa? Ilustre a sua resposta.

      9 O propósito do Criador, no arranjo marital, era que o homem e a mulher se tornassem tão harmoniosos, que seu modo de pensar e sua conduta fossem como de um só, pois disse: “Têm de tornar-se uma só carne.” (Gên. 2:24) Esta “uma só carne” não exclui que o homem seja o chefe da família, conforme se especifica claramente em Efésios 5:22, 23: “As esposas estejam sujeitas aos seus maridos como ao Senhor, porque o marido é cabeça de sua esposa.” Impede, porém, que o marido faça as decisões finais que envolvem a ambos, antes de conversar sobre o assunto com a esposa e considerarem juntos a questão. Como ilustração, talvez possamos tomar o assunto das suas férias anuais. Ano após ano, talvez seja ele quem decide onde vão passá-las e o que vão fazer, e talvez consiga persuadir a esposa a aceitar sua escolha para as férias. A esposa talvez o acompanhe por causa da sujeição e para manter a paz na família, e talvez pareça estar satisfeita. Mas, está realmente? Não estaria pensando: “Vou só para manter a paz”, ou: “Quase não posso esperar que acabem estas férias”?

      10 Quando o marido insiste em que se lhe faça a vontade, talvez sempre persuadindo a esposa a aceitar o que ele quer, sem tomar em consideração os sentimentos dela, o que acontece? É verdade que a esposa submissa talvez ceda para manter a paz na família, mas, com o tempo, estas irritações aumentam até causarem tensão na sua relação, por não se fazerem as coisas de modo altruísta, por amor. Quanto melhor seria conversar sobre os assuntos que têm em comum. Daí, o marido pode fazer a decisão final para o benefício mútuo de ambos, tomando cuidadosamente em consideração os sentimentos e desejos de sua esposa. No que toca ao exemplo de onde vão passar as férias, cada um deles talvez tenha uma preferência diferente. O marido amoroso e considerado talvez decida passarem as férias, este ano, num lugar, e, no ano seguinte, irem aonde ela gostaria de ir. Deste modo, ambos os cônjuges podem ficar plenamente satisfeitos e gostar do tempo de sua recreação. Portanto, serem “uma só carne”, conforme era do propósito de Jeová Deus que os casais fossem, significa fazerem as coisas em completa harmonia e para a plena satisfação de ambos os cônjuges.

      11. Segundo 1 Coríntios 7:8, 9, qual é um dos objetivos do casamento, e por quê?

      11 Uma questão íntima e pessoal entre os cônjuges, que contribui muito para a sua felicidade e satisfação, são as suas relações sexuais. Este é um dos objetivos do matrimônio, pois Paulo disse: “Digo, porém, aos não casados e às viúvas, que é bom que permaneçam assim como eu. Mas, se não tiverem autodomínio, casem-se, pois é melhor casar-se do que estar inflamado de paixão.” (1 Cor. 7:8, 9) Portanto, o matrimônio serve de salvaguarda e proteção contra o proceder errado, conforme Paulo advertiu: “Por causa da prevalência da fornicação, tenha cada homem a sua própria esposa e tenha cada mulher o seu próprio marido.” — 1 Cor. 7:2.

      12. (a) Que princípio bíblico governa a relação intima dos cônjuges? (b) Qual é a única exceção a isso?

      12 Paulo especificou o princípio que deve governar a relação íntima entre marido e mulher, dizendo: “O marido renda à esposa o que lhe é devido; mas, faça a esposa também o mesmo para com o marido. A esposa não exerce autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim o seu marido; do mesmo modo, também, o marido não exerce autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim a sua esposa.” (1 Cor. 7:3, 4) Os cônjuges não devem egoistamente fazer o que pessoalmente lhes convêm ou os satisfaz, mas devem agradar e satisfazer-se mutuamente. Não se devem privar mutuamente das obrigações conjugais, a menos que ambos concordem refrear-se por um período de tempo, no interesse de assuntos espirituais. Paulo escreveu: “Não vos priveis um ao outro disso, exceto por consentimento mútuo, por um tempo designado, para que possais devotar tempo à oração e possais ajuntar-vos novamente, a fim de que Satanás não vos tente pela vossa falta de comedimento.” — 1 Cor. 7:5.

      13. (a) Qual é muitas vezes uma das razões de infelicidade na relação marital? (b) Qual é o “devido” no casamento, e por que é tão importante?

      13 “Há relatórios que indicam que a falta, ou o excesso, de relações sexuais entre os casados é responsável por muitas situações infelizes e por muita tribulação no matrimônio. Portanto, surge a pergunta: “O que é devido ao cônjuge?” Pense no que Paulo disse, que o marido deve render à esposa o que lhe é devido e que a esposa faça o mesmo para com o seu marido. Aquilo que se deve ao cônjuge é o que é necessário para satisfazer-lhe o desejo da paixão. Isto pode variar muito nas diferentes pessoas. Mas, o resultado deve ser o de que nenhum dos dois olhe para outro do sexo oposto, com desejos da paixão. Cada um deve estar satisfeito dentro do vínculo marital, pois, conforme Jesus disse: “Eu vos digo que todo aquele que persiste em olhar para uma mulher, ao ponto de ter paixão por ela, já cometeu no coração adultério com ela.” — Mat. 5:28.

      14. (a) Que atitude deve o marido cristão tomar para com o que é devido no casamento? (b) Em que circunstâncias precisa o marido cristão especialmente cultivar autodomínio, e como se faz isso?

      14 O marido cristão não deve ser rude ou exigente nesta questão. Isto certamente causaria infelicidade e poderia levar a uma separação. Lembre-se da alegria sentida quando o homem e sua mulher contraíram núpcias. Por que não se esforça para preservar este sentimento? Por que deveria o marido temente a Deus imitar o proceder de alguns homens mundanos, que irrefletidamente dominam suas esposas e as sujeitam a maus tratos cruéis e duros, ou que talvez até mesmo esperam que se entreguem a perversões sexuais? O marido altruísta e amoroso deve sempre prezar a saúde e a felicidade de sua esposa. Por isso, não deve esperar que aquilo que lhe é devido vá além da força física e do bem-estar dela. Assim como se pode cultivar a paixão, também pode ser controlada, e se o marido cristão descobrir que está demandando mais do que sua esposa pode conceder razoavelmente, então será bom cultivar autodomínio. Um modo de se fazer isso é fixar a mente mais nas coisas espirituais. Manter-se ocupado no ministério, no estudo bíblico pessoal, na preparação para as reuniões e na participação nelas, junto com outras responsabilidades congregacionais, contribuirá para o autodomínio. — Cântico de Salomão, cap. 4.

      15. Como deve a esposa cristã considerar aquilo que é devido ao seu marido?

      15 A esposa altruísta e amorosa estará sempre muito ansiosa de dar ao seu marido o que lhe é corretamente devido e fazer as coisas que o tornarão feliz e o achegarão a ela. Paulo disse que o marido tem autoridade sobre a sua esposa; de modo que, embora não obtenha a satisfação ou necessite a satisfação tanto quanto seu marido, suas principais idéias devem ser a satisfação dos desejos da paixão dele. O prazer e a satisfação dela serão satisfazer seu marido.

      16. Qual é a base para relações sexuais bem sucedidas no vinculo marital?

      16 O princípio dominante é que cada um votou dar, não tomar. O cumprimento desta decisão mútua é muito importante na relação íntima entre marido e mulher. É uma questão sobre que marido e mulher devem falar livremente, para estarem de pleno acordo quanto a este direito dado por Deus. Em tudo isso farão a vontade de Deus no seu casamento e assim cumprirão a sua decisão de dedicação a Ele.

      CUMPRIMENTO DE SUA DECISÃO DE PERMANECER SOLTEIRO

      17. Por que razões decidiram muitos permanecer solteiros?

      17 Muitos homens e mulheres cristãos, dedicados, tomaram a decisão de permanecer solteiro por um período de tempo. Tomaram esta decisão para terem maior liberdade para servir a Jeová e poder servi-lo mais plenamente, sem distrações. Alguns decidiram permanecer solteiro durante os últimos anos atribulados deste velho sistema, até depois do Armagedom. Outros tomaram a decisão de permanecer solteiro por um período de anos, para que possam usufruir o serviço de pioneiro, o serviço de Betel ou o campo missionário. Alguns tomam esta decisão simplesmente porque reconhecem que ainda são jovens e querem atingir madureza espiritual e mental antes de darem consideração à decisão de se casar. — 1 Cor. 7:32-35.

      18. Por que é importante o cumprimento da sua decisão de permanecer solteiro?

      18 Tomou tal decisão? Em caso afirmativo, é muito importante que a cumpra. Sua alegria e felicidade no serviço de Jeová, como pessoa solteira, dependem em grande parte de que continue com a mente indivisa, não estando dividido no seu modo de pensar. Conforme Paulo disse, precisa-se estar ‘resolvido no coração, não tendo necessidade’, a fim de se achar alegria ao servir a Jeová no estado de solteiro. — 1 Cor. 7:37.

      19. Como se pode cumprir esta decisão? Ilustre.

      19 Mas, como pode cumprir a sua decisão de permanecer solteiro? Uma vez que alguém tem “feito esta decisão no seu próprio coração, de manter a sua própria virgindade”, precisa exercer cuidado para se manter mental e fisicamente em harmonia com esta decisão, para não ficar instável no coração. (1 Cor. 7:37) A importância disso pode ser ilustrada do seguinte modo: Se tiver decidido fazer dieta para perder peso, seria razoável que se rodeasse, em cada refeição, de alimentos suculentos que engordam, não incluídos na sua dieta? Não seria razoável ter diante de si apenas o alimento recomendado para aquela refeição, para não perder a alegria com este alimento por olhar para outra comida, que não devia ter naquela ocasião o mesmo se dá com a pessoa solteira que se decidiu permanecer assim. Se ela tiver feito esta decisão por um determinado período de tempo, então, dentro deste tempo, é razoável que se refreie de procurar estar com alguém do sexo oposto. Certamente não marcaria encontros, nem se permitiria ter associação contínua desta espécie, visto que isso criaria o desejo que procura manter subjugado.

      20. Que papel desempenha a conversação no cumprimento da decisão que se tomou?

      20 É veraz a declaração de que a pessoa fala daquilo em que está interessada. Está interessado em permanecer solteiro? Então, nas suas conversações com outros, não fale muito sobre o sexo oposto, falando deliberadamente sobre coisas que contrariam a sua decisão. Visto que são os seus companheiros que muitas vezes decidem o assunto de sua conversa, escolha por companheiros os que têm desejo e conceito iguais aos seus — os que fizeram a mesma decisão.

      21. No nosso modo de pensar, de que duas maneiras podemos cumprir a nossa decisão?

      21 A maneira de pensar desempenha um grande papel no cumprimento da decisão que se tomou. Não seria sábio deixar a mente refletir nos direitos que acompanham o estado de casado, se a decisão foi de passar sem ele por algum tempo, nos interesses do serviço de Jeová. Também é importante estar satisfeito com a decisão que tomou, pelo tempo que a tomou, senão, falar ou pensar constantemente nisso, na mente, não significa cumprir o desejo de permanecer solteiro.

      22. Como pode a pessoa solteira precaver-se da solidão?

      22 A vida de solteiro, no serviço de Jeová, deve ser uma vida cheia e ocupada. Mantenha a sua vida cheia para com Jeová. Esteja disposto a aceitar designações extras no seu serviço. Não se permita ter tempo ocioso. Quando estiver sozinho em casa, encha este tempo com oração, estudo pessoal e meditação edificante. Nunca está sozinho, pois seus melhores companheiros, Jeová Deus e Cristo Jesus, estão sempre em sua companhia. Granjeie bons amigos, para que, quando tiver tempo para recreação, possa recrear-se com estes amigos. Isto contribuirá também para manter sua vida cheia e satisfatória.

      23. Dê exemplos bíblicos de alguém que serviu a Jeová com bom êxito no estado de solteiro.

      23 É encorajador manter diante de si o exemplo dos que escolheram o celibato no serviço de Jeová e que foram bem sucedidos nisso. O apóstolo Paulo deu um bom exemplo, de cumprir a decisão de ficar sem se casar, para os irmãos que tomaram tal decisão. Para as nossas irmãs, que se decidiram adotar tal proceder, a filha de Jefté é exemplo notável de alguém que cumpriu a sua decisão. Ela viveu numa época em que se media o bom êxito da mulher na vida pela sua fecundidade em ter filhos. No entanto, ela cumpriu fielmente sua decisão de permanecer solteira, em harmonia com a promessa de seu pai, pela causa do serviço de Jeová. — 1 Cor. 7:8; Juí. 11:36-40.

      24. O que significa cumprir a sua decisão?

      24 Para os casados, e para os que se decidiram a permanecer solteiros, é bem apropriado o conselho de Paulo, quando diz: “Estás amarrado a uma esposa? Pára de buscar livramento. Estás solto duma esposa? Pára de buscar esposa.” (1 Cor. 7:27) Casado, cumpra a sua decisão de amar, prezar e respeitar profundamente, e não inveje os solteiros. Solteiro, que se decidiu a permanecer assim, lembre-se desta decisão na sua conduta, na sua conversa, no seu modo de pensar e nas suas associações, e não inveje os casados. Antes, goze cada um o seu próprio dom de Deus, cumprindo a sua decisão. Fazendo isso, aplicará a Palavra de Deus na sua vida e assim cumprirá a mais importante de todas as decisões — a sua dedicação a fazer a vontade de Jeová. — 1 Cor. 7:7.

  • Paciência produz resultados
    A Sentinela — 1969 | 15 de setembro
    • Paciência produz resultados

      HÁ OCASIÕES, na vida das testemunhas de Jeová, em que precisam usar de muita paciência para convencer outros de sua sinceridade em querer ajudá-los, mas as recompensas o fazem valer a pena. Esta é a experiência de uma das testemunhas de Jeová, provando o valor inestimável da paciência:

      “Em 1961, fomos batizados como testemunhas de Jeová. Nossa vizinha do lado, que se opunha às Testemunhas, ficou furiosa conosco por darmos tal passo. Ela nos disse que, embora fossemos bons vizinhos, não queria ter nada que ver com a nossa religião. Nossas tentativas de fazer que mudasse de idéia mostraram-se em vão. Por isso decidimos adotar o proceder sugerido pela Sociedade Torre de Vigia. Apenas lhe ofereceríamos revistas que contivessem artigos que ela gostasse de ler, na nossa opinião.

      “Isto funcionou muito bem, pois ela as aceitava e lia os artigos que sugeríamos. Isto continuou por cerca de um ano, e então ela deixou que sua filha de seis anos nos visitasse.

      “Para entreter a menina, usávamos o livro Do Paraíso Perdido ao Paraíso Recuperado e explicávamos as ilustrações nele. Naturalmente, voltando para casa, ela contava à sua mãe o que havia aprendido a respeito de Jeová Deus, do paraíso no Éden, Adão e Eva, e assim por diante. Cerca de duas semanas depois, a mãe dela me telefonou.

      “Perguntou-me se eu estava dirigindo um estudo bíblico com a sua filha, Jo Ann. Respondi que não, mas que apenas lhe explicava o significado das gravuras em um dos nossos livros. Peguei o livro Paraíso e demonstrei o que estava fazendo. Então ela disse: ‘Jo Ann gosta disso tanto, que eu gostaria de saber se teria tempo para estudar a Bíblia com ela.’

      “Iniciou-se um estudo com ambas as suas filhas. Pouco depois, minha vizinha telefonou-me de novo e disse: ‘Aprecio realmente o que está fazendo para as nossas filhas. Estão aprendendo muita coisa da Bíblia.’ E continuou: ‘Sabe, tenho tentado decidir-me já por meses a pedir-lhe que estudasse também comigo, mas não tive coragem. Eu os estive observando todos estes últimas seis anos, vendo quão fiéis eram, por tanto tempo. Achei que deve haver algo de bom nisso. Acha que teria tempo de estudar também comigo?’ Cheia de alegria, respondi-lhe que teria muito prazer.”

      Todo aquêle que ouve estas minhas palavras e as pratica, será comparado a um homem discreto, que construiu a sua casa sôbre a rocha. – Mat. 7:24

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