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  • “Seja rico em obras excelentes”

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  • “Seja rico em obras excelentes”
  • Nosso Ministério do Reino — 1982
  • Subtítulos
  • USO DE DISCERNIMENTO EM QUESTÕES PESSOAIS
  • PRINCÍPIOS QUE A BÍBLIA ESTABELECE
  • ATITUDE DE JESUS CRISTO
  • JEOVÁ, A NOSSA PROTEÇÃO
Nosso Ministério do Reino — 1982
km 2/82 pp. 4-6

“Seja rico em obras excelentes”

1 Todos os cristãos devem trabalhar “de toda a alma como para Jeová”. (Col. 3:23) Todos são exortados a “serem ricos em obras excelentes”. (1 Tim. 6:18) Entre as maiores satisfações que a vida pode trazer a uma pessoa acha-se a de poder fazer o bem a outros, por promover genuína felicidade e alegria para o próximo. Obras excelentes incluem atos de misericórdia, consideração amorosa para com outros, conduta exemplar, atitude correta e falar com denodo em nossa obra de testemunho. Em todas as ocasiões, provamos por nossas obras que estamos na fé, que estamos em união com nossos irmãos, que estamos interessados de coração em promover os melhores interesses espirituais de outros, e principalmente, provamos que a santificação do nome de Jeová é o objetivo principal em nossa vida. Este é o modo de vida cristão.

2 O modo de vida cristão não deve ser encarado como uma carga, como um modo antiquado de vida, algo desatualizado, mas como o modo preferido de vida. Pense nas muitas bênçãos que possui, tais como a associação edificante com pessoas moralmente limpas, ser respeitado por outros que têm o mesmo objetivo na vida, junto com a firme esperança quanto ao futuro. Pense, também, se você for jovem com pais cristãos que o amam, na bênção que isto significa. Estas e incontáveis outras bênçãos não devem ser tidas como corriqueiras, nem relegadas prontamente em troca de prazeres momentâneos, ou por algo que o mundo oferece.

USO DE DISCERNIMENTO EM QUESTÕES PESSOAIS

3 Tenhamos sempre cuidado para não darmos motivo para outros ficarem perturbados, desanimados, ou para que se questione a nossa posição como ministros ordenados de Deus. Surgem problemas quando alguém vai a extremos, digamos, no modo de se vestir, em como usa o cabelo, o bigode, ou até mesmo no comer ou no beber. Sem dúvida, devemos evitar os extremos em ambas as direções, nem sendo indevidamente críticos, nem demasiadamente permissivos. Disse-nos biblicamente: “Certificai-vos de todas as coisas; apegai-vos ao que é excelente.” (1 Tes. 5:21) São muito importantes também as seguintes exortações bíblicas: “Persisti em certificar-vos do que é aceitável para o Senhor.” “Agora, o Deus de paz, . . . vos equipe com toda coisa boa, para fazerdes . . . aquilo que é bem agradável à sua vista.” E, “que cada um de nós agrade ao seu próximo naquilo que é bom para a edificação dele”. — Efé. 5:10; Heb. 13:20, 21; Rom. 15:2.

4 Que estas exortações bíblicas são importantes neste tempo, é corroborado por cartas recebidas no Escritório da Sociedade. Uma irmã escreveu o seguinte: “Estou necessitando de sugestões quanto à vestimenta. Prende-se ao fato de sermos constantemente interpeladas por pessoas não-cristãs. No verão, principalmente, nós, mulheres, somos induzidas a vestir blusas e vestidos um tanto vaporosos, tipo ‘tomara-que-caia’, frente única, só com uma alça, etc. As roupas atualmente são transparentes, e há uma certa tendência para as usarmos. Na praia há também a tal da ‘tanga’ e o biquíni.”

5 Qual deve ser então o critério do cristão ou da cristã ao determinar se a vestimenta é apropriada ou não, visto que é representante do Soberano Senhor Jeová e do seu Reino já estabelecido? Pode-se considerar o seguinte: Ao se participar na adoração de Jeová e na proclamação das boas novas do Reino, deve-se usar vestimenta apropriada à ocasião. Certamente não seria apropriado alguém usar uma vestimenta que, de modo geral, usaria para a diversão ou para a recreação. Tampouco deve ser um tipo de roupa ou vestimenta que possa suscitar críticas por parte de pessoas de fora da congregação, ou de nossos próprios irmãos. Não queremos que outros, por observarem a nossa vestimenta, “fiquem intrigados e falem de nós de modo ultrajante”. (1 Ped. 4:4) Devemos ter sempre em mente que quando participamos no serviço de campo, ou quando estamos assistindo a uma reunião no Salão do Reino ou a uma assembléia, ou estamos em outro lugar onde se pratica a adoração de Jeová, estamos como que na presença do Supremo do universo, e do Rei reinante, Jesus Cristo. Portanto, devemos sempre apresentar-nos de modo respeitoso, e com toda a dignidade. Até pessoas que não servem a Jeová fazem isso, quando a presença delas é exigida diante duma autoridade, como um juiz ou outro dignitário.

PRINCÍPIOS QUE A BÍBLIA ESTABELECE

6 Outro princípio é usar de modéstia e fazer o que é decente, seja na praia, no lugar de trabalho, no próprio lar, em reuniões sociais com irmãos, nas reuniões congregacionais, na pregação, e assim por diante. A modéstia é um requisito bíblico. (Miq. 6:8, Pro. 11:2; 1 Tim 2:9, 10; 1 Ped. 3:3, 4) Também, a limpeza e o esmero pessoal são desejáveis. (2 Cor. 7:1, Tia. 2:2) Ainda outro fator importante é considerar o efeito das nossas ações sobre a atitude dos outros para com a congregação e a sua atividade. (1 Cor. 10:31, 32; 2 Cor. 4:2) A Bíblia mostra-nos que é um assunto muito sério fazer alguém tropeçar. — Mat. 18:6; Fil. 1:10.

7 Ultimamente, o Escritório da Sociedade tem também recebido cartas sobre um outro aspecto da aparência pessoal. Uma carta recebida dizia o seguinte: “Trata-se do uso de bigodes de tamanho, espessura, etc., exagerados. Há anciãos que usam bigode tipo artista de cinema, de televisão, jogador de futebol, etc. Parece-me que o feio, por ser moda, passou a ser bonito para muitos. Como disse um irmão: ‘Aquele ancião tinha um bigode parecido a um guidão de bicicleta.’ Imaginem o exagero desse bigode. E quando anciãos e servos ministeriais usam bigode exagerado, os fracos e os novos tendem a imitá-los, e, pior ainda, vão mais além.” Embora isto possa ser considerado por muitos como um assunto pessoal, todavia, surgem as perguntas: Qual é o motivo de um cristão usar um bigode exagerado, do tipo descrito na carta? É para imitar ou dar a aparência de ser como algum personagem destacado do mundo? Mesmo se este não for o motivo, não dá ele motivo para alguém pensar assim?

ATITUDE DE JESUS CRISTO

8 Isto suscita, forçosamente, uma outra pergunta: O que Jesus queria dizer com as suas declarações em João 15:18, 19 e 17:14? Certamente a posição dos verdadeiros cristãos, conforme delineada na Palavra de Deus, precisa ser entendida claramente hoje. Encontramos cada vez mais pressões e questões que exigem que demonstremos a nossa posição. A Bíblia mostra-nos que: (1) Jesus não fazia parte do mundo. (2) Seu Reino não faz parte do mundo. (3) Os que se tornam seus discípulos e seguem de perto as suas pisadas não devem, semelhantemente, fazer parte do mundo, imitar os seus costumes indesejáveis, e assim por diante. Visto que o mundo inteiro jaz no poder do iníquo (2 Ped. 2:5, 6; 3:6), e está imbuído do seu espírito, certamente não queremos ficar infetados por ele, e, assim, de algum modo, tornar-nos parte do mundo. Precisamos lutar contra o espírito do mundo, contra a sua influência indesejável, resistindo às suas tentações e atrações. — 1 Ped. 4:3, 4; 1 João 5:19.

9 Portanto, em vista dos princípios que a Bíblia estabelece, não é necessário, nem é possível, estabelecer uma porção de regras para governar que tipo de vestimenta é aceitável quando assistimos a uma reunião ou assembléia, ou quando participamos no serviço de campo, ou em outras ocasiões. Porém, é preciso sempre ter em mente que, quando a aparência pessoal vai a extremos, ofende ou faz outros tropeçar, o cristão ou a cristã deve dar séria consideração ao assunto, a fim de não desagradar a Jeová e prejudicar a sua boa relação com Ele. — Col. 3:17, 23, 24; 1 Tim. 4:10; Heb. 13:20, 21; Judas 20, 21.

JEOVÁ, A NOSSA PROTEÇÃO

10 A Bíblia predisse crescentes perigos para os cristãos atuais. Mas, igualmente, mostra como podemos evitá-los, como podemos manter-nos separados do mundo, continuando assim a receber o espírito de Deus, a sua proteção, a ter o seu favor, e a prosseguir no seu serviço. O Salmo 91 garante a segurança espiritual dos fiéis no meio dum mundo apartado de Deus. Jeová Deus é o nosso protetor, e além de avisar-nos dos perigos existentes, ele é também a nossa fonte de refúgio.

11 Como podemos ser protegidos? Por ‘morarmos no lugar secreto do Altíssimo’. (Sal. 91:1) É um lugar “secreto” para o mundo; não pode ser visto com olhos naturais, pois refere-se à nossa boa relação com Jeová, à nossa segurança espiritual. O lugar de segurança espiritual é a posição assumida por aqueles que estão do lado de Jeová, ou no “lugar secreto” Dele. Nossa posição neste lugar de segurança é mantida por nossa estrita neutralidade, por não fazermos parte do mundo. O Salmo 91:3 assegura-nos: “Ele mesmo te livrará da armadilha do passarinheiro, da pestilência que causa adversidades.” Satanás é o grande “passarinheiro”, e considera-nos como aves para caça. (Jer. 5:26) A sua armadilha, usualmente camuflada está onde menos se espera. Apela geralmente à carne, aos sentidos, ou seja, a algo sensual. Assim como o cereal leva a ave à armadilha pois apela ao sentido do olfato e do paladar dela, Satanás usa coisas aparentemente boas, desejáveis, para atrair as suas vítimas.

12 Portanto, ordena-se aos cristãos que não façam parte do mundo. A armadilha de Satanás é o seu sistema iníquo, visível, com todas as suas atrações. (1 João 5:19) Satanás usa “iscas” para atrair as vítimas, isto é, usa as atrações egoístas do mundo, como riquezas, fama, destaque, obras e desejos da carne. O sistema de Satanás visa promover excessos, tais como as discotecas, os tóxicos, excessos com o álcool, o sexo, a moda, etc. Tais iscas são feitas e usadas para destruir a espiritualidade e promover a impiedade. Mas, Jeová, por ser o nosso “refúgio”, provê orientação espiritual e advertências para proteger-nos. — 1 João 2:15-17.

13 A manifestação de nosso Deus, e de nosso Salvador, Jesus Cristo, é certa. Resultará em recompensas para todos os que se mantém separados do mundo e — são ricos em obras excelentes. De fato, em todas as congregações das Testemunhas de Jeová há excelentes exemplos dos que moram no “lugar secreto” do Altíssimo. É bem evidente que a maioria dos nossos irmãos mantêm o zelo ao colocarem os interesses do Reino em primeiro lugar, e continuam a dar excelente testemunho em palavras e em ação. E quão encorajador é para todos nós quando manchetes nos jornais falam do comportamento excelente das Testemunhas de Jeová reunidas numa assembléia, e pessoas de fora referem-se às Testemunhas de Jeová como pessoas diferentes, que usam de modéstia em todas as coisas, que são decentes, limpas, honestas e de conduta exemplar, a ser imitada. E, acima de tudo, quanta alegria isto deve proporcionar a Jeová, a Jesus Cristo e aos anjos, ao observarem este testemunho excelente aqui na terra. (Pro. 27:11; Mat. 18:10) Portanto, há razões fortes para repudiarmos os desejos mundanos, resistirmos às “armadilhas” de Satanás, e provarmos que conhecemos a Deus pelas obras excelentes que praticamos.

14 Se permitirmos que o mundo nos contamine, estaremos agindo contrário a uma das razões pelas quais Cristo morreu. Fomos purificados por meio do sangue de Cristo para servirmos a Deus como um povo purificado, zeloso das obras que Jeová Deus considera excelentes. (Tito 2:14) E isto assegura-nos também a proteção divina, que Jeová promete a seu povo zeloso de obras excelentes, conforme expresso no Salmo 91:11, 12: “Porque dará aos seus próprios anjos uma ordem concernente a ti, para te guardar em todos os teus caminhos. Carregar-te-ão nas suas mãos, para que não dês com o pé numa pedra.”

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