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    • (o deus supremo, deus do céu e da luz), Juno (a consorte de Júpiter, considerada como presidindo sobre assuntos de interesse especial para as mulheres) e Minerva (deusa que presidia sobre todas as artes e ofícios), corresponde aos etruscos Tínia, Uni e Menerva.

      Com o passar do tempo, os principais deuses gregos introduziram-se no panteão romano, embora conhecidos por outros nomes. Também, deidades de ainda outros países foram adotadas pelos romanos, incluindo a persa Mitra (cujo aniversário natalício era celebrado em 25 de dezembro), a deusa frígia da fertilidade, Cibele, e a egípcia Ísis, as duas últimas sendo identificadas com a babilônica Istar. Também, os próprios imperadores romanos eram deificados.

      Saturno era adorado por ter dado a Roma uma era áurea. As saturnais, originalmente uma festa de um dia em sua honra, foram mais tarde prolongadas para uma celebração de sete dias, na última quinzena de dezembro. O evento era marcado por uma grande orgia. Eram trocados presentes, tais como velas e frutas de cera, e as crianças, em especial, eram presenteadas com bonecas de barro. Durante o festival, nenhuma punição era aplicada. As escolas e os tribunais tinham um feriado; até mesmo as operações de guerra eram suspensas. Os escravos trocavam de lugar com os seus amos e se lhes era permitido falar o que quisessem, sem necessidade de temerem castigo.

      OS DEUSES DAS NAÇÕES CONTRASTADOS COM JEOVÁ

      Atualmente, muitos dos deuses mencionados na Bíblia não são nada mais do que um nome. Embora seus adoradores às vezes até mesmo sacrificassem seus próprios filhos a eles, os deuses falsos eram incapazes de salvar os que recorriam a eles, em busca de ajuda, em seus momentos de maior necessidade. (2 Reis 17:31) Foi assim que, por causa de seus sucessos militares, o rei da Assíria, por meio de seu porta-voz, Rabsaqué, jactou-se: “Livraram deveras os deuses das nações cada um a sua própria terra da mão do rei da Assíria? Onde estão os deuses de Hamate e de Arpade? Onde estão os deuses de Sefarvaim, de Hena e de Iva? Livraram eles a Samaria da minha mão? Quais dentre todos os deuses dos países livraram a sua terra da minha mão, de modo que Jeová livre Jerusalém da minha mão?” (2 Reis 18:28, 31-35) Mas Jeová não desapontou seu povo, como fizeram aqueles pseudodeuses aos quais o rei da Assíria entregou ao fogo. Numa só noite, o anjo de Jeová matou 185.000 no acampamento dos assírios. Humilhado, o orgulhoso monarca assírio, Senaqueribe, voltou a Nínive, onde mais tarde foi assassinado por dois de seus filhos, no templo de seu deus, Nisroque. (2 Reis 19:17-19, 35-37) Na verdade, “todos os deuses dos povos são deuses que nada valem; mas, quanto a Jeová, ele fez os próprios céus”. — Sal. 96:5.

      Os falsos deuses não só têm as características dos seus criadores, mas as pessoas também se tornam muito semelhantes aos deuses que adoram. Para ilustrar: O Rei Manassés, de Judá, era devoto dos deuses falsos, mesmo a ponto de sacrificar seu filho no fogo. O zeloso empenho de Manassés na adoração falsa, porém, não fez dele um rei melhor. Antes, por derramar sangue inocente em quantidade muito grande, provou ser semelhante às deidades sedentas de sangue que adorava. (2 Reis 21:1-6, 16) Em nítido contraste com isso, os adoradores do verdadeiro Deus diligenciam em ser imitadores do seu Criador perfeito, exibindo os frutos do seu espírito: amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, brandura e autodomínio. — Efé. 5:1; Gál. 5:22, 23.

  • Deus Todo-poderoso
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    • DEUS TODO-PODEROSO

      Veja DEUS; JEOVÁ.

  • Deuteronômio, Livro De
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    • DEUTERONÔMIO, LIVRO DE

      Tanto a autenticidade de Deuteronômio como livro do cânon da Bíblia, como a autoria de Moisés, acham-se bem alicerçadas no fato de que Deuteronômio sempre foi reputado pelos judeus como parte da Lei de Moisés. A evidência da autenticidade de Deuteronômio é, em geral, a mesma que a dos outros quatro livros do Pentateuco (queira ver). Jesus é a principal autoridade que atesta a autenticidade de Deuteronômio, citando-o três vezes ao afastar as tentações de Satanás, o Diabo. (Mat. 4:1-11; Deut. 6:13, 16; 8:3) Também, Jesus respondeu à pergunta quanto a qual era o maior e o primeiro mandamento por citar Deuteronômio 6:5. (Mar. 12:30) Paulo cita Deuteronômio 30:12-14; 32:35, 36. — Rom. 10:6-8; Heb. 10:30.

      O tempo abrangido pelo livro de Deuteronômio é um pouco superior a dois meses, no ano de 1473 A.E.C. Foi escrito nas planícies de Moabe, e consiste em quatro discursos e em um cântico e uma bênção, da parte de Moisés, à medida que Israel acampava nas fronteiras de Canaã, antes de entrar nessa terra. — Deut. 1:3; Jos. 1:11; 4:19.

      PROPÓSITO

      Deuteronômio não é uma segunda lei, nem uma repetição da inteira Lei, mas é uma explicação, como diz Deuteronômio 1:5. Exorta Israel à fidelidade a Jeová, usando a geração que peregrinou por 40 anos como exemplo a ser evitado. Moisés explica e discorre sobre alguns dos pontos essenciais da Lei, e os princípios nela contidos, tendo em vista as circunstâncias mudadas de Israel quando se fixassem de forma permanente naquela terra. Faz ajustes em algumas das leis, em conformidade com isso, e provê outros regulamentos concernentes à administração do governo em sua condição de povo fixado na Terra Prometida.

      Ao exortá-los e convoca-los a entrar neste pacto renovado com Jeová, mediante Moisés, o livro de Deuteronômio sublinha notavelmente o conhecimento, o ensino e a instrução. As palavras “ensinar”, “ensino” e “ensinado” (ou derivações) ocorrem com mais freqüência em Deuteronômio do que em Êxodo, Levítico ou Números. Moisés explica que Jeová estava ensinando Israel por alimentá-los com o maná. (Deut. 8:3) Ordena aos israelitas que coloquem a lei de Deus como frontais entre os olhos, e nos umbrais de suas casas e em suas portas. (6:8, 9) Manda-os inculcar Sua Lei nos filhos deles. (6:6, 7) Dão-se instruções para que a Lei seja lida a cada sétimo ano, durante a época da (anual) Festividade das Barracas. (31:10-13) Instruções especiais foram dadas para o rei que Israel pudesse vir a ter no futuro. Ele devia escrever para si mesmo uma cópia da Lei, e devia lê-la cada dia. (17:18-20) A cada vez que Israel saísse em combate, os sacerdotes deviam, antes disso, admoestar o povo a ter fé e coragem, e garantir-lhes a vitória, pois Jeová, seu Deus, marchava junto com eles. (20:1-4) Quando entrassem na Terra Prometida, deviam dividir as tribos em dois grupos, um grupo no monte Ebal, e o outro no monte Gerizim, e então fazer que a lei de Deus fosse lida para eles. — 27:11-26; compare com Josué 8:33-35.

      DESTACADO O AMOR

      O amor, a bondade e a consideração também são destacados em Deuteronômio. A própria palavra “amor”, quer como substantivo, quer em forma verbal, ocorre mais de cinco vezes mais freqüentemente em Deuteronômio do que em Êxodo, Levítico e Números juntos. É aqui também que temos o maior mandamento, ao qual Jesus se referiu (Mat. 22:36, 37), declarado de forma ímpar: “Tens de amar a Jeová, teu Deus, de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de toda a tua força vital.” (Deut. 6:5; veja também 10:12; 11:13.) Jeová repetidas vezes expressa seu amor por Israel. (Deut. 7:7-9; 23:5; 33:3) A própria tônica de Deuteronômio destaca o amor de Jeová ao seu povo. “Se somente desenvolvessem este coração seu para me temerem e para guardarem sempre todos os meus mandamentos, para que lhes fosse bem a eles e a seus filhos, por tempo indefinido!” (5:29) Efetivamente, em Deuteronômio, vez após vez encontramos expressões tais como “para que te vá bem a ti”, e ‘para ficares vivo’. — 4:40; 5:16; 6:3; 22:7; 30:19, 20.

      Ainda que Israel tivesse de guerrear, antes de apossar-se da terra, Jeová não deixou de mostrar amorosa consideração. A vitória não era tão importante nem tão urgente que se deviam fazer exigências impiedosas. Um homem noivo ficava isento. (Deut. 20:7) Isentava-se um homem recém-casado, de modo que pudesse gozar a companhia de sua esposa e ela tivesse seu marido junto dela pelo menos por um ano completo. (24:5) Caso um homem tivesse plantado um vinhedo, e não tivesse comido o fruto dele, ou tivesse construído uma casa e não a tivesse inaugurado, estava dispensado da guerra, de modo que pudesse usufruir os frutos de seus labores. — 20:5, 6.

      Mostrou-se consideração na vida familiar e social. Ao primogênito cabia uma porção dupla, sem considerar se era ou não filho da esposa favorita. (Deut. 21:15-17) Pela primeira vez se declarou, como lei, o casamento com o cunhado, e as penas esboçadas nela a faziam vigorar. (25:5-10) Eram obrigatórios os pesos e as medidas honestos. (25:13-16) O valor da vida foi enfatizado pela ordem de se construir um parapeito em volta de todo o terraço duma casa. (22:8) A consideração até mesmo para com um errante que devia ser espancado foi demonstrada pela Lei que limitava a 40 os golpes. (25:1-3) Todos esses regulamentos forneciam minúcias da Lei, ao passo que também mostravam grande consideração. Ao mesmo tempo, havia mais rigidez.

      AVISOS E LEIS

      Deuteronômio está repleto de avisos sobre a adoração falsa e a infidelidade, e de instruções sobre como lidar com tais, de modo a preservar a adoração pura. Algo notável em Deuteronômio era a exortação à santidade. Admoestava-se os israelitas a não se casarem com pessoas das nações em sua volta, porque isto representaria uma ameaça para a adoração pura e a lealdade a Jeová. (Deut. 7:3, 4) Foram avisados quanto ao materialismo e a auto- justiça. (8:11-18; 9:4-6) Foram feitas leis firmes quanto à apostasia. Deviam cuidar de si mesmos, para não se desviarem para outros deuses. (11:16, 17) Foram avisados quanto aos falsos profetas. Foram-lhes dadas instruções, em dois lugares, sobre como identificar um falso profeta e como lidar com ele. (13:1-5; 18:20-22) Até mesmo se um membro da própria família se tornasse apóstata, a família não devia ter piedade dele, mas devia tomar parte em apedrejá-lo até a morte. — 13:6-11.

      As cidades de Israel que apostatassem deviam ser devotadas à destruição e nada delas devia ser preservado para benefício pessoal de alguém. Tal cidade jamais deveria ser reconstruída. (Deut. 13:12-17) Os delinquentes cujos pais não conseguissem controlá-los deviam ser apedrejados até morrerem. — 21:18-21.

      A santidade e o isentar-se da culpa de sangue foram destacados pela lei relativa ao modo de se lidar com um caso de homicídio não solucionado. (Deut. 21:1-9) Indicando o zelo pela adoração pura, Deuteronômio continha regulamentos sobre quem podia tornar-se membro da congregação de Jeová, e quando. — 23:1-8.

      Deuteronômio esquematizava o arranjo judicial para Israel, quando se fixasse na Terra Prometida. Delineia as habilitações dos juízes, e o arranjo dos tribunais nas portas das cidades, sendo o santuário o supremo tribunal do país, cujos julgamentos deviam ser seguidos por todo o Israel. — Deut. 16:18 a 17:13.

      Deuteronômio ressalta que Jeová é o único Deus (Deut. 6:4), que Israel é seu povo ímpar (Deut. 4:7, 8), e o estabelecimento dum único local central de adoração. (12:4-7) Prediz aquele que seria suscitado como profeta e líder semelhante a Moisés, e que falaria em nome de Jeová, e a quem todos deviam estar sujeitos. — 18:18, 19.

      ESBOÇO DO CONTEÚDO

      I. Primeiro discurso de Moisés

      A. Cenário (1:1-5)

      B. História da peregrinação de 40 anos (1:6–3:29)

      C. Exortação de servir somente a Jeová por guardar o pacto (4:1-40)

      D. Reservadas 3 cidades de refúgio, a E do Jordão (4:41-49)

      II. Segundo discurso de Moisés

      A. Os Dez Mandamentos, junto com a narração de como a Lei foi dada no monte Sinai (5:1-33)

      1. Explanação sobre primeiro mandamento, com exortações para ensinarem seus filhos (6:1-25)

      B. Sete nações da terra de Canaã deviam ser destruídas; nenhuma aliança de qualquer natureza devia ser feita com elas; seus altares e seus ídolos deviam ser destruídos (7:1-6)

      C. Amor de Jeová, e requisito de amor e de fidelidade da parte de Israel para seu êxito futuro (7:7-26)

      1. Necessidade de sempre lembrarem os modos como Jeová lidou com eles no deserto (8:1-20)

      2. Fidelidade de Jeová ao pacto, e não a justiça de Israel, é razão de possuírem tal terra (9:1-6)

      3. Bezerro de ouro e outros casos de desobediência são relembrados; segundo conjunto de tábuas da lei (9:7–10:11)

      4. Amor e temor a Deus, de coração, eram essenciais para possuírem a terra (10:12–11:12)

      5. Postas diante de Israel bênçãos e maldições (11:13-32)

      D. Instruções aplicáveis a Israel após entrarem na Terra Prometida

      1. Regulamentos sobre comer carne e quanto ao sangue (12:1-27)

      2. Apostasia, falsos profetas, e julgamento de tais (12:28–13:18)

      3. Regulamentos sobre separação, alimento, cadáveres e dízimo (14:1-29)

      4. Ano de livramento (15:1-15); escravidão voluntária, permanente (15:16-18)

      5. Apresentação dos primogênitos dentre animais (15:19-23)

      6. Três festividades anuais (16:1-17)

      7. Sistema judiciário (16:18–17:13)

      8. Regulamento para reis (17:14-20)

      9. Regulamentos para levitas (18:1-8)

      10. Avisos sobre adivinhação; predito profeta semelhante a Moisés; como identificar profeta de Jeová (18:9-22)

      11. Regulamentos para cidades de refúgio (19:1-13)

      12. Marcos divisórios e regras sobre evidência (19:14-21)

      13. Leis militares (20:1-20)

      14. Isentar-se da culpa de sangue por causa de homicídio não solucionado (21:1-9); casamento com mulheres tomadas cativas (21:10-14)

      15. Direito de primogênito; como lidar com filhos rebeldes; pendurar numa estaca (21:15-23)

      16. Respeito pela propriedade do vizinho; moral; bondade e consideração com vida; pureza (22:1-12)

      17. Relações matrimoniais (22:13-30)

      18. Os inelegíveis como membros da congregação (23:1-8)

      19. Limpeza do acampamento do exército; leis sobre escravos, prostitutas, juros, juramentos (votos) e amor ao próximo (23:9-25)

      20. Divórcio, empréstimos, salários, bondade com órfãos e viúvas (24:1-22)

      21. Ministrar açoites; casamento com cunhado; pesos e medidas; Amaleque deve ser destruído (25:1-19)

      22. Primícias e dízimo (26:1-19)

      III. Terceiro discurso de Moisés

      A. Lei a ser escrita em pedras (27:1-10)

      B. Bênçãos a ser declaradas do monte Gerizim, e maldições do monte Ebal (27:11-26)

      C. Profecia de bênçãos pela obediência aos mandamentos de Deus e maldições pela desobediência (28:1-68)

      IV. Quarto discurso de Moisés; renovação do pacto

      A. Narração dos cuidados de Jeová no deserto (29:1-9)

      B. Aviso sobre desobediência (29:10-29)

      C. Misericórdia de Deus para os que se arrependerem (30:1-10)

      D. Posta diante de Israel a escolha da vida ou da morte (30:11-20)

      V. Instruções finais de Jeová a Moisés

      A. Comissionado Josué qual líder; profecia sobre rebelião de Israel (31:1-30)

      VI. Cântico de Moisés (32:1-52)

      VII. Bençãos finais de Moisés (33:1-29)

      VIII. Morte e enterro de Moisés (34:1-12)

      Veja o livro “Toda a Escritura É Inspirada por Deus e Proveitosa”, pp. 34-40.

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      [Heb. , qanná’ (usada exclusivamente em relação a Deus), ciumento, que exige serviço exclusivo; qin’áh, zelo, ciúme, ardor], Qanná’ é traduzida de maneira

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