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EvoluçãoRaciocínios à Base das Escrituras
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‘Mas pessoas muito cultas crêem na evolução.’
Poderá responder: ‘É verdade, contudo tenho notado que mesmo as pessoas que dizem crer na evolução podem discordar fortemente de outros que nela crêem. (Cite exemplos da matéria nas páginas 151, 152.) Portanto, precisamos examinar pessoalmente a evidência para ver em que devemos crer — na evolução ou na criação.’
Ou poderá dizer: ‘É verdade. Contudo, tenho notado que há outras pessoas de elevada cultura que não crêem na evolução.’ Daí, talvez possa acrescentar: (1) ‘Por que a diferença? Todos estão familiarizados com a mesma evidência. Não estaria porventura por trás disso a motivação? Possivelmente.’ (2) ‘Como pode a pessoa decidir em quem acreditar? Bem, considerando o grupo como um todo (e não criticando indivíduos), que grupo acha ser mais honesto — o dos que crêem que o homem foi criado por Deus e assim sentem que precisam prestar contas a ele, ou dos que dizem que são produto do acaso e, por conseguinte, só têm de prestar contas a si próprios?’ (3) ‘Assim, pois, precisamos examinar pessoalmente a evidência para ver se é a criação ou a evolução que provê as respostas mais satisfatórias para a vida.’
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Falsos profetasRaciocínios à Base das Escrituras
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Falsos profetas
Definição: Indivíduos e organizações que proclamam mensagens que atribuem a uma fonte sobre-humana, que, porém, não se originam do verdadeiro Deus e não estão em harmonia com a sua vontade revelada.
Como podem ser identificados os verdadeiros profetas e os falsos?
Os verdadeiros profetas tornam conhecida a sua fé em Jesus, mas requer-se deles mais do que professarem pregar em nome dele.
1 João 4:1-3: “Provai as expressões inspiradas para ver se se originam de Deus, porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo afora. Obtendes o conhecimento da expressão inspirada da parte de Deus pelo seguinte: Toda expressão inspirada que confessa Jesus Cristo como tendo vindo na carne origina-se de Deus, mas toda expressão inspirada que não confessa a Jesus não se origina de Deus.”
Mat. 7:21-23: “Nem todo o que me disser: ‘Senhor, Senhor’, entrará no reino dos céus, senão aquele que fizer a vontade de meu Pai, que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: ‘Senhor, Senhor, não profetizamos em teu nome . . . ?’ Contudo, eu lhes confessarei então: Nunca vos conheci! Afastai-vos de mim, vós obreiros do que é contra a lei.”
Os verdadeiros profetas falam em nome de Deus, mas não basta meramente afirmar estar representando a ele.
Deut. 18:18-20: “Suscitar-lhes-ei do meio dos seus irmãos um profeta semelhante a ti [semelhante a Moisés]; e deveras porei as minhas palavras na sua boca e ele certamente lhes falará tudo o que eu lhe mandar. E tem de dar-se que o homem que não escutar as minhas palavras que ele falar em meu nome, deste eu mesmo exigirei uma prestação de contas. No entanto, o profeta que presumir de falar em meu nome alguma palavra que não lhe mandei falar ou que falar em nome de outros deuses, tal profeta terá de morrer.” (Compare com Jeremias 14:14; 28:11, 15.)
Jesus disse: “Não faço nada de minha própria iniciativa; mas assim como o Pai me ensinou, estas coisas eu falo.” (João 8:28) Ele disse: “Vim em nome de meu pai.” (João 5:43) Jesus também disse: “Quem fala de sua própria iniciativa está buscando a sua própria glória.” — João 7:18.
Se quaisquer indivíduos ou organizações afirmarem representar a Deus, mas se recusam a usar o nome pessoal de Deus, e de modo costumeiro expressarem suas próprias opiniões sobre os assuntos, será que estão à altura desta importante qualificação de profeta verdadeiro?
A capacidade de realizar “grandes sinais”, ou “milagres”, não é forçosamente prova de profeta verdadeiro.
Mat. 24:24: “Surgirão falsos cristos e falsos profetas, e
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