Festas de casamento
1 Os servos de Deus no passado — incluindo Jesus e seus discípulos — derivaram prazer equilibrado das festas de casamento. (João 2:9, 10) O mesmo ocorre hoje com os servos de Deus. Contudo, os casais de noivos cristãos não devem sentir-se biblicamente obrigados a realizar uma festa de casamento. Alguns casais preferem reunir-se apenas com a sua família imediata e alguns amigos bem achegados, talvez por participar com eles num almoço ou jantar privativo. Quão triste é quando um jovem casal inicia a vida de casado sobrecarregado de dívidas que podem dificultar seu relacionamento!
2 Aqueles que decidirem realizar uma festa, devem certificar-se de agir com equilíbrio, pois a pressão do mundo é muito grande para que as pessoas se tornem “amantes de prazeres”. (2 Tim. 3:1-4) Assim, certo superintendente viajante escreveu: “Na recepção de casamento havia muito chope e alguns beberam demais. Uma jovem, publicadora não-batizada, ficou embriagada. Compareceram rapazes do mundo que não foram convidados e que já estavam bêbados e fumavam. O número de pessoas presentes era muito elevado. Num outro casamento, o irmão da noiva, que não era Testemunha de Jeová, colocou música para tocar de estilo mundano. O bolo de casamento só foi cortado pelos noivos à 1:15 da madrugada. No dia seguinte, domingo, muitos publicadores não compareceram ao serviço de campo.”
NECESSIDADE DE MODERAÇÃO
3 Se o casal decidir que se servirão bebidas alcoólicas na recepção, será sábio dar a devida consideração à moderação. (1 Tim. 3:2; Mat. 23:25) Assim, o casal pode designar pessoas para servirem a bebida e talvez limitarem a quantidade dela. Naturalmente, em qualquer recepção cristã deve haver bebidas não-alcoólicas para os que talvez as prefiram ou que não devem beber bebidas alcoólicas.
4 É sábio também que haja um “diretor da festa”, um irmão capaz e responsável para supervisionar os detalhes. (João 2:9) Junto com os noivos, ele poderá dar atenção aos convidados e lidar com quaisquer penetras. Também, ser razoável quanto ao número de convidados contribuirá para que haja um bom controle do que ocorre na festa.
5 A música precisa ser planejada e supervisionada cuidadosamente. Uma recepção cristã certamente não é o lugar para música tipo discoteca, ou que seja tocada tão alta que os convidados fiquem impossibilitados de conversar. O noivo, ou o irmão escolhido para supervisionar, deve selecionar antecipadamente as músicas que serão tocadas. Deve ser estipulado que nenhuma música poderá ser tocada sem aprovação do noivo ou do “diretor” da recepção. Também, é sábio marcar um horário para a recepção começar e um horário para terminar. Deste modo todos podem fazer seus planos, incluindo arranjos para atividade cristã apropriada no dia após a recepção. — Veja A Sentinela de 15 de outubro de 1984, páginas 16 a 22.
6 Assim, se houver uma recepção de casamento, esta não será uma ocasião de tristeza e conduta inapropriada, mas agradável, de entretenimento cristão correto e equilibrado. — Rev. 19:9.