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  • Que valores governam sua vida?
    Despertai! — 1989 | 22 de março
    • Que valores governam sua vida?

      ANTES de responder a esta pergunta, talvez precise considerar a seguinte: O que deseja da vida? Riquezas, fama, excitação, sensacionais aventuras, satisfação sexual? Ou, talvez, seu alvo seja uma reputação de honestidade, de caridade, de compaixão, de serviço público, de espiritualidade? Seja ele qual for, prova-se verdadeira a seguinte regra bíblica: ‘O que estiver semeando é o que ceifará.’ − Gálatas 6:7.

      Se desprezar os verdadeiros valores, precisa estar disposto a assumir as conseqüências. O Juiz Paul R. Huot, dum tribunal de instância superior, aponta algumas. Citando um desvio do respeito pela lei, pelo decoro social, e pela disciplina, disse ele: “As coisas não são mais preto ou branco. Tudo é cinzento. Abdicamos os bons modos. Abdicamos a cortesia. Abdicamos a decência. Cada vez menos pessoas reconhecem a diferença entre o certo e o errado. O pecado agora é ser apanhado, e não a violação em si.”

      À medida que o conhecimento aumenta e o poder se amplia, há maior necessidade de moral, para governar sua utilização. (Provérbios 24:5) Infelizmente, o aumento do conhecimento e do poder tem sido acompanhado pelo colapso moral. O historiador Arnold Toynbee comentou sobre isto: “É trágico pensar que temos tido tanto êxito no campo tecnológico, ao passo que nosso histórico de fracassos morais é quase que imensurável. . . . Se a lacuna moral continuar a ampliar-se, prevejo um tempo em que os cidadãos privados estarão andando por aí com bombas atômicas de bolso.”

      A tendência atual é desvalorizar os verdadeiros valores e relegar o pecado ao depósito de lixo. A atitude é a mesma que a da mulher adúltera mencionada em Provérbios 30:20: “Assim é o caminho duma mulher adúltera: ela comeu e esfregou a boca, e disse: ‘Não cometi nenhum agravo.’” Mas o pecado ainda existe em nós, forte e vigoroso, apenas agindo sob os apelidos de abertura, liberdade, relativismo, classificação de valores, não julgar ninguém — resumindo-se tudo em “a nova moral”.

      Fazer que o Errado Pareça Certo

      Nada realmente mudou desde os dias de Isaías. As palavras dele ainda acertam em cheio: “Ai dos que dizem que o bom é mau e que o mau é bom, os que põem a escuridão por luz e a luz por escuridão, os que colocam o amargo pelo doce e o doce pelo amargo! ” (Isaías 5:20) Para fazer que as coisas erradas pareçam certas, eles mudam a marcação do termômetro para fazer que a febre pareça normal.

      Que valores produzem bons resultados? Que valores o tornam feliz, produzem amigos leais, contribuem para a paz interior e o contentamento? Deseja ter uma reputação de honestidade, de veracidade e de preocupação com os outros? Deseja ser apreciado, respeitado e amado? Ou dá mais valor a ter bens ilimitados, a provar o poder de grandes riquezas? Julga a satisfação dos desejos carnais de suma importância? É-lhe vital concentrar-se na auto-realização?

      O sexo ilícito é generalizado, gozando dum sorriso de aprovação dos veículos noticiosos e da sociedade em geral. Mas quão destrutivo é para o casamento, a família, e o bem-estar dos filhos! Como produto desta permissividade sexual surgem os crassos extremos das perversões homossexuais desnaturais, tão comuns hoje em dia, e toleradas e até mesmo sancionadas por algumas das religiões principais da cristandade. Relativo a tais práticas, a Palavra de Deus pergunta, e também responde: “Corarão pelos seus horríveis crimes? Mas não sentem vergonha, são incapazes de corar.” — Jeremias 6:15, Bíblia Mensagem de Deus.

      Jesus sublinhou a necessidade espiritual, dizendo: “Felizes os cônscios de sua necessidade espiritual, porque a eles pertence o reino dos céus.” (Mateus 5:3) Mas muitos relegam tal necessidade como tendo pouco valor, e nada fazem para satisfazê-la; todavia, as vidas destituídas disso acabam sendo sem sentido. Mesmo com muitas consecuções do mundo, tais vidas ainda são sem sentido e desprovidas de genuína felicidade e contentamento de espírito. E, infelizmente, os que estão cônscios de tal necessidade e procuram satisfazê-la nas igrejas da cristandade saem com as mãos abanando, pois, como predisse o profeta Amós, existe na cristandade “uma fome, não de pão, e uma sede, não de água, mas de se ouvirem as palavras de Jeová”. — Amós 8:11.

      Ademais, muitos nessas igrejas não têm a disposição de receber o ensino espiritual salutar, mas, ‘de acordo com os seus próprios desejos, acumulam para si instrutores para lhes fazerem cócegas nos ouvidos; e desviam os seus ouvidos da verdade, ao passo que são desviados para histórias falsas’. (2 Timóteo 4:3, 4) Tanto os clérigos como os leigos sentem a mesma coisa que sentiam aquelas pessoas, nos dias de Isaías, que diziam aos que discerniam as necessidades espirituais: “‘Não deveis ver’, e aos que têm visões: ‘Não deveis visionar para nós nenhumas coisas diretas. Falai-nos coisas macias; visionai coisas enganosas. Desviai-vos do caminho; apartai-vos da vereda. Fazei o Santo de Israel cessar só por causa de nós.’” — Isaías 30:10, 11.

      Os valores piedosos precisam estar bem inculcados no leitor ou leitora. Se sua decisão for a de refletir os verdadeiros valores, recomendados por Deus, a fórmula a seguir se acha delineada na Palavra de Deus: “Desnudai-vos da velha personalidade com as suas práticas e revesti-vos da nova personalidade, a quem, por intermédio do conhecimento exato, está sendo renovada segundo a imagem Daquele que a criou.” — Colossenses 3:9, 10.

      No entanto, talvez não sinta confiança na Bíblia como a Palavra de Deus. Talvez tenha sido afastado dela por doutrinas tais como o tormento eterno de almas imortais num inferno de fogo, ou pela alta crítica que põe a Bíblia de lado como simples mito, ou pela conduta errada, santimoniosa, hipócrita e gananciosa de pregadores que afirmam falsamente representar a Bíblia.

      Um exame pessoal mostrará que “o salário pago pelo pecado é a morte”, e não o tormento no fogo; que a arqueologia moderna confirma a Bíblia como História exata, e não mito; que muitos dos clérigos da cristandade são como os clérigos falsos dos tempos bíblicos, e não como os fiéis profetas e apóstolos daqueles dias. — Romanos 6:23; Mateus, capítulos 5-7, 23.

      A Bíblia é a fonte dos verdadeiros valores. Permitir que eles governem sua vida significará ter a aprovação de Deus, e conduzirá à vida eterna num novo mundo de justiça, onde Deus “enxugará dos seus olhos [i.e., da humanidade] toda lágrima, e não haverá mais morte, nem haverá mais pranto, nem clamor, nem dor. As coisas anteriores já passaram”. — Revelação [Apocalipse] 21:4; João 17:3.

      Assim, deixe que os verdadeiros valores, decantados na Palavra de Deus, governem a sua vida, desta forma trazendo-lhe benefícios: “Eu, Jeová, sou teu Deus, Aquele que te ensina a tirar proveito, Aquele que te faz pisar no caminho em que deves andar. Oh! se tão-somente prestasses realmente atenção aos meus mandamentos! A tua paz se tornaria então como um rio e a tua justiça como as ondas do mar.” — Isaías 48:17, 18.

      [Foto na página 9]

      Paz como um rio.

  • Parte 6: 1513 AEC em diante — os best-sellers religiosos
    Despertai! — 1989 | 22 de março
    • O Futuro da Religião, Tendo em Vista Seu Passado

      Parte 6: 1513 AEC em diante — os best-sellers religiosos

      “Nossa religião está num livro.” − Samuel Johnson, ensaísta e poeta inglês do século 18.

      TODA religião principal tem seu livro, ou livros. Ao passo que eles podem “variar muito em forma, volume, antiguidade, e grau de sacralidade”, afirma The New Encyclopædia Britannica (A Nova Enciclopédia Britânica), “seu atributo comum é que suas palavras são consideradas sagradas pelos devotos”. A própria existência de tantos livros sagrados prova, em si, que a humanidade é basicamente religiosa, em sua constituição.

      A Bíblia (do cristianismo), o Alcorão (do islamismo), o Talmude (do judaísmo), os Vedas (do hinduísmo), e as Tripitaca (do budismo) são os sagrados escritos oficiais das principais religiões.a

      Outros livros, embora não sejam reconhecidos por quaisquer religiões organizadas como seus sagrados livros oficiais, são, todavia, de natureza religiosa. Isto se dá com os Kojiki e os Nihongi, livros que durante séculos têm exercido tremendo impacto sobre a vida dos japoneses e sobre o xintoísmo. A

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