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  • Por que relatar o que é mau?
    A Sentinela — 1997 | 15 de agosto
    • Relatar uma transgressão é um ato de preocupação genuína para com aquele que errou. Tiago escreveu: “Meus irmãos, se alguém entre vós se desencaminhar da verdade e outro o fizer voltar, sabei que aquele que fizer um pecador voltar do erro do seu caminho salvará a sua alma da morte e cobrirá uma multidão de pecados.” — Tiago 5:19, 20.

      Assim, por que se deve relatar o que é mau? Porque dá bons resultados. Na verdade, relatar uma transgressão é uma demonstração de amor cristão baseado em princípios para com Deus, a congregação e o transgressor. Quando cada membro da congregação apóia lealmente as normas justas de Deus, Ele abençoa ricamente toda a congregação. Como escreveu o apóstolo Paulo: “Ele [Jeová] vos fará também firmes até o fim, para que não estejais expostos a nenhuma acusação no dia de nosso Senhor Jesus Cristo.” — 1 Coríntios 1:8.

  • Perguntas dos Leitores
    A Sentinela — 1997 | 15 de agosto
    • Perguntas dos Leitores

      Encontra-se o Tetragrama (as quatro letras hebraicas do nome de Deus) no texto hebraico de Mateus, copiado pelo médico judeu Shem-Tob ben Isaac Ibn Shaprut, do século 14?

      Não, não se encontra ali. No entanto, este texto de Mateus usa 19 vezes hash·Shem’ (escrito por extenso ou abreviado), conforme foi indicado na página 13 de A Sentinela de 15 de agosto de 1996.

      A palavra hebraica hash·Shem’ significa “o Nome”, que certamente se refere ao nome divino. Por exemplo, no texto de Shem-Tob, uma forma abreviada de hash·Shem’ ocorre em Mateus 3:3, passagem em que Mateus cita Isaías 40:3. É razoável concluir que, quando Mateus citou um versículo das Escrituras Hebraicas em que se encontra o Tetragrama, ele tenha incluído o nome divino no seu Evangelho. Portanto, embora o texto hebraico apresentado por Shem-Tob não use o Tetragrama, usar ele “o Nome”, como em Mateus 3:3, apóia o uso de “Jeová” nas Escrituras Gregas Cristãs.

      Shem-Tob copiou o texto hebraico de Mateus na sua obra polêmica ʼÉ·ven bó·chan. No entanto, qual era a origem desse texto hebraico? O Professor George Howard, que pesquisou extensamente este assunto, sugere que “o Mateus hebraico de Shem-Tob remonta a alguma parte dos primeiros quatro séculos da era cristã”.a Outros talvez discordem dele neste respeito.

      Howard observa: “O Mateus hebraico incorporado neste texto se caracteriza especialmente pelas suas muitas diferenças do Mateus grego canônico.” Por exemplo, segundo o texto de Shem-Tob, Jesus disse a respeito de João: “Deveras, eu vos digo, entre todos os nascidos de mulheres não se levantou ninguém maior do que João, o Batizador.” Ele omite as palavras seguintes de Jesus: “Mas aquele que é menor no reino dos céus é maior do que ele.” (Mateus 11:11) De forma bastante similar, há muitas diferenças entre os textos hebraicos existentes das Escrituras Hebraicas e a fraseologia no texto correspondente da versão Septuaginta grega. Embora reconheçamos estas diferenças, esses textos antigos têm utilidade no estudo comparativo.

      Conforme já mencionado, o texto de Mateus de Shem-Tob inclui “o Nome” nos lugares em que há bom motivo para se crer que Mateus usou mesmo o Tetragrama. De modo que, desde 1950, o texto de Shem-Tob tem sido usado em apoio do uso do nome divino nas Escrituras Gregas Cristãs, e ainda é citado na Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas com Referências.b

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