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  • Castelo
    Estudo Perspicaz das Escrituras, Volume 1
    • Neemias construiu um castelo ou fortaleza um pouco ao NO do templo reconstruído, direção em que o terreno adjacente era mais vulnerável. (Ne 2:8; 7:2) Evidentemente, esse castelo foi substituído pelos macabeus e reconstruído por Herodes, o Grande, que o chamou de Torre (Fortaleza) de Antônia. Foi ali que Paulo foi interrogado pelo comandante militar romano. — At 21:31, 32, 37; 22:24; veja ANTÔNIA, TORRE DE.

      “Susã, o castelo”, cerca de 360 km ao L de Babilônia, era uma residência temporária do rei persa. Neemias trabalhava ali como copeiro real antes de partir para Jerusalém. (Ne 1:1) Este também foi o cenário de uma das visões de Daniel. (Da 8:2) Mas, “Susã, o castelo”, é mais conhecido como o cenário para o livro de Ester. (Est 1:2, 5; 3:15; 8:14) “Susã, o castelo”, pelo que parece, não era determinado prédio, mas sim um conjunto de edifícios reais dentro de uma área fortificada. Isto é apoiado por certos pormenores fornecidos no relato. A “casa das mulheres”, onde as virgens foram preparadas para serem apresentadas a Assuero, estava situada ali. (Est 2:3, 8) Antes de sua elevação ao governo, Mordecai se punha diariamente “no portão do rei”, situado em “Susã, o castelo”. — Est 2:5, 21; 3:2-4; veja SUSÃ.

  • Cativeiro
    Estudo Perspicaz das Escrituras, Volume 1
    • Parece que a Assíria foi a primeira a introduzir a política de desarraigar e remover da terra natal a inteira população das cidades capturadas, repovoando o território com cativos de outras partes do império. Esta política de deportação, por parte da Assíria, não foi implementada somente contra os judeus, pois, quando Damasco, a capital da Síria, caiu sob a esmagadora investida militar desta segunda potência mundial, o seu povo foi banido para Quir, conforme predito pelo profeta Amós. (2Rs 16:8, 9; Am 1:5) Esta prática tinha um efeito duplo: Desencorajava os poucos remanescentes de empenhar-se em atividades subversivas; e as nações circunvizinhas, que talvez tivessem sido amigáveis com os levados cativos, ficavam menos inclinadas a ajudar e a socorrer o novo elemento estrangeiro trazido de lugares distantes.

      Tanto no reino setentrional das dez tribos, de Israel, como no reino meridional das duas tribos, de Judá, a causa básica que resultou no cativeiro foi a mesma: o abandono da adoração verdadeira de Jeová em favor da adoração de deuses falsos. (De 28:15, 62-68; 2Rs 17:7-18; 21:10-15) Jeová, da sua parte, enviava continuamente seus profetas para avisar a ambos os reinos, mas isso de nada adiantou. (2Rs 17:13) Nenhum dentre os reis do reino das dez tribos, de Israel, chegou a fazer um expurgo completo da adoração falsa instituída por Jeroboão, o primeiro rei daquela nação. Judá, a nação-reino sua irmã ao S, deixou de acatar tanto os avisos diretos de Jeová como o exemplo do cativeiro em que Israel havia caído. (Je 3:6-10) Os habitantes de ambos esses reinos foram por fim levados para o exílio, cada nação sofrendo mais de uma deportação principal.

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