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  • Transforme-o numa estória fotográfica
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  • A Estória Fotográfica
  • Encontrar Idéias Fotográficas
  • Edite Suas Fotos
  • Deixas Básicas Para Fotografar
  • Conheça Seu Equipamento
Despertai! — 1970
g70 8/2 pp. 24-27

Transforme-o numa estória fotográfica

Do correspondente de “Despertai!” no Canadá

CLIQUE, clique — “Aqui está Joana em frente das Cataratas de Niágara.” Clique, clique — “Aqui está Henrique em frente das Cataratas de Niágara.” Clique, clique — “Aqui estão Joana e Henrique em frente das Cataratas de Niágara.” Clique, clique — “Estas são as Cataratas de Niágara. Agora, na próxima bandeja de diapositivos, eu lhes mostrarei o que acho serem fotografias de . . .”

“Oh, Jorge!” — disse Joana, um tanto frustrada, “você não vai nos mostrar mais, será que vai? Já estamos olhando suas fotografias há mais de duas horas”.

Soa-lhe familiar? Soa, para muitas pessoas. A mostra de diapositivos coloridos mui freqüentemente constitui uma série de fotografias vagamente relacionadas e repetidas, sem qualquer tema ou objetivo estabelecido e que tende a durar mais do que o interesse daqueles a quem são exibidos. Mas, ao invés de serem ocasiões de pouco interesse ou polida tolerância, os diapositivos coloridos ou álbum de fotografias podem constituir oportunidades para educação e prazer. Como? Por tratá-los como uma espécie de estória fotográfica.

A Estória Fotográfica

A combinação da apresentação auditiva e visual — isto é, seu comentário junto com os diapositivos — exige o mesmo tratamento básico que os outros métodos de comunicação empregam. A apresentação audiovisual deve ter um tema e um objetivo. O tema é o que trata a sua estória fotográfica, e o objetivo é o que pretende realizar. Naturalmente, o que a assistência já sabe sobre um assunto e quais são seus interesses devem influir em seu objetivo e nas idéias principais que escolha.

Como determina as idéias para as estórias? Sempre que possível, faça um esboço de idéias antes das ocasiões em que gostaria de usar fotografias como ilustração. Por exemplo, suponhamos que vá fazer uma viagem de férias ou dar um passeio, e deseje documentá-la por meio de diapositivos coloridos. De antemão, pense no que gostaria de vir a conhecer e ver em sua área escolhida. Daí, faça uma lista experimental de tais idéias. Será que há lugares excepcionalmente bonitos, locais históricos, exibições, costumes ímpares ou ocupações dos habitantes locais? O que dizer da geologia e da topografia da terra? Será que há locais excelentes para se admirar as maravilhas da criação? Perguntas tais como estas podem ajudá-lo a selecionar suas idéias para a estória fotográfica.

As agências de viagens e governamentais, os livros de história, as enciclopédias e as pessoas conhecidas que já estiveram ali são algumas fontes de informação quanto ao que se pode esperar de qualquer área determinada a que deseje ir. Naturalmente, é provável que encontre idéias interessantes para sua estória quando chegar ali e que não esperava. Não obstante, por ter um esboço preparado de antemão, há menos probabilidade de que tenha “lacunas” em sua estória por falta de planejamento.

Ao planejar sua apresentação, então, tenha presente um tema e um propósito que pode ser explanado com idéias que poderiam ser aptamente ilustradas em filme. Considere seus interesses (compreendendo que deve querer vê-los também mais de uma vez) e os interesses dos outros a quem espera mostrá-los. Tendo presente suas idéias sobre a estória, está em posição de voltar sua atenção para encontrar idéias fotográficas para ilustrá-las.

Encontrar Idéias Fotográficas

As idéias fotográficas são sugeridas pelas idéias da estória que deseja ilustrar, pelo que já planejou explanar, quer seja uma viagem de férias, um passeio no fim-de-semana, o crescimento do caçula, o desenvolvimento de algum projeto ou passatempo, o compadecimento a um congresso, ou seja lá o que for que mereça ser registrado. Idéias fotográficas são também sugeridas por aquilo que encontra, além do que já determinou como esfera de conhecimento e interesse.

As possibilidades fotográficas talvez assumam a forma de uma única fotografia, ou série de fotografias, representando uma ação ou idéia. Digamos que, ao documentar sua viagem de férias, tenha verificado que certa área é famosa por seus vasos, e planeja incluir isto como parte de sua estória. Talvez decida tirar várias fotografias passo a passo de um oleiro executando seu trabalho, à medida que produz seus vários utensílios em demonstração para os fregueses em perspectiva.

Embora a única fotografia, ou série de fotografias, para ilustrar uma idéia ou ação fosse provavelmente mui comumente usada pelo amador, todavia, não se esqueça de pensar nas possibilidades fotográficas em simbolismos para transmitir uma idéia de estória. Por exemplo, se estiver fazendo uma estória fotográfica do crescimento do caçula, talvez inclua algumas dum carneiro ou tigre, para simbolizar a disposição do caçula nos seus primeiros anos. Também, não se esqueça da possibilidade de mapas ou diagramas como parte de sua apresentação, pois é possível tirar-se fotografias destes e colocá-los no meio de sua estória, onde seja apropriado. Letras de título tridimensionais também podem destacar sua apresentação e podem ser feitas ou compradas na maioria das lojas que vendem câmaras.

Para encontrar idéias fotográficas, a pessoa tem de aprender a pensar em termos de fotografias, pensar em termos de como as idéias podem ser ilustradas com fotografias. Procure uma fotografia incomum do comum, ou até mesmo uma fotografia comum do incomum. Isto se adquire com a prática, mas; a menos que a pessoa pense em termos de fotografias e traduza a idéia do que vê e as experiências numa fotografia ou seqüência fotográfica, muitas oportunidades bons de fotos passarão despercebidas. Assegure-se de fazer anotações e registrar informações relativas às fotos que tirar, pois isto fornece boa base para a parte auditiva de sua apresentação. No entanto, a fim de organizar efetivamente suas fotos numa boa estória fotográfica, precisará dispensar atenção especial à forma de editá-las.

Edite Suas Fotos

Certo observador comentava alguns diapositivos que vira numa viagem pela Europa. Ao ser levado numa excursão pelas cidades européias, vira trinta e dois diapositivos da Torre Eiffel em Paris, de cerca de trinta e dois ângulos diferentes, mas apenas cinco diapositivos do resto de Paris. Bem, se esta fosse uma estória sobre a Torre Eiffel, trinta e dois diapositivos ilustrando suas diferentes características e aspectos, isso certamente seria justificado. Mas, visto que se tratava duma excursão pelas cidades européias, apenas alguns diapositivos da Torre Eiffel nesta estória fotográfica bastariam para manter o relato em harmonia com seu propósito. A Torre Eiffel seria apenas um aspecto de várias fotografias que explanariam a idéia de Paris. A julgar do número de diapositivos mostrados, porém, não se tratava tanto da Torre Eiffel em Paris, mas, antes, de Paris na Torre Eiffel. Isto ilustra a necessidade de editar seus diapositivos e eliminar fotografias que não contribuam devidamente para a explanação equilibrada de sua idéia de estória.

Elimine diapositivos repetidos também. Isto não significa que deva jogá-los fora, mas, talvez, possa usá-los para explanar outra estória fotográfica. Por exemplo, a pessoa que possuía a estória em diapositivos das cidades européias poderia guardar a maioria de seus diapositivos da Torre Eiffel, e, se ficou tão ansioso de tirar fotografias de outros famosos marcos europeus como ficou de tirar da Torre Eiffel, poderia fazer uma estória fotográfica sobre “Famosos Marcos da Europa”.

Naturalmente, não desejará usar fotografias mal tiradas que detraiam de sua apresentação, tal como algo que esteja fora de foco. É frustrador para alguns observadores ver diversas manchas de pessoas ou coisas serem lançadas na tela e então sentar-se ali enquanto o exibidor entra em prolongada explicação para-esclarecer quem são as manchas e se as conhecemos ou não.

Certifique-se de considerar a duração de sua mostra. Não é bom fazer com que sua estória prossiga por tanto tempo que canse sua assistência. Apresentações mais longas poderiam ser divididas em várias partes, de modo que uma parte possa ser mostrada em uma ocasião e outra numa outra ocasião.

Deixas Básicas Para Fotografar

Quantas vezes possuía uma boa idéia para uma fotografia, vindo, porém, a descobrir que não parecia tão boa no diapositivo como pareceu aos seus olhos? Pode deixar de perceber coisas quando focaliza um objeto, mas a câmara não tem tal disposição. Se não notar a fonte no fundo, a câmara notará, e talvez acabe com um diapositivo do Tio Henrique com um jato d’água a jorrar da cabeça dele. Por conseguinte, observe a inteira área fotografada. Por seu ajuste, elimine tudo que possivelmente detrairá do ponto em foco de sua fotografia.

Encha o visor da câmara com sua matéria, mantendo apenas o fundo que contribua para aumentar o interesse fotográfico. Se tira uma foto da Tia Isabel, por exemplo, vamos olhar para a Tia Isabel. Não a coloque tanto ao fundo que precise bancar o espião por uns momentos a fim de adivinhar quem está ali. Se for bastante feliz de estar próximo de algumas árvores frutíferas na primavera, então poderá destacar a foto da Tia Isabel por incluir o suficiente de um ramo de flores de maçã para armar parcialmente sua fotografia dela.

O ponto é encher sua fotografia com o assunto de interesse. Compor seu assunto tende a atrair a atenção para o ponto em foco de seu material fotográfico e aumentará consideravelmente os resultados, como armar sua foto da Tia Isabel com flores de maçã. Os objetos que usa para compor se acham usualmente mais próximos da câmara do que o ponto focal de atenção. Ramos pendentes de árvores, pontes, cercas, são apenas algumas das coisas usadas comumente. Se tiver outros objetos reconhecíveis no fundo, então isto poderia acrescentar ainda mais a profundidade produzida pelo seu método de armar.

Alguns que têm câmaras que tiram negativos retangulares parecem pensar que a câmara é como um prato de sopa. Só pode segurá-lo pela beirada e só fica assentado dum modo. Sua câmara talvez seja segurada melhor por apoiá-la firmemente na palma de uma das mãos e assim eliminará as fotos fora de foco por causa do movimento da câmara, causado comumente por se segurar a câmara sem firmeza em uma extremidade, enquanto que aperta o botão do disparador do outro lado. Não seja avesso a segurar sua câmara em posição vertical a fim de tirar fotos verticais. Isto contribui para melhores ajustes em alguns casos, visto que permite captar mais do seu assunto de interesse e elimina amplas margens sem nada que aparecem quando tira uma foto horizontal do Tio Henrique dos ombros para cima. Naturalmente, se tiver um negativo do tipo quadrado, não há problema em tirar uma foto vertical ou horizontal.

Mantenha simples a foto, com uma idéia em evidência, pois então é mais fácil atrair o olho e comunicar a idéia com maior impacto. Use as linhas de objetos numa fotografia para transmitir a disposição. As linhas horizontais dão a sensação de descanso ou paz, enquanto que as linhas diagonais subentendem ação ou força.

Conheça Seu Equipamento

Mais uma coisa, conheça o que seu equipamento pode fazer e aprenda a usá-lo bem. Com freqüência, quando alguém tirou uma foto ruim, dirá: “Não sei o que aconteceu com minha câmara.” Isto talvez seja verdade, mas, amiúde talvez signifique simplesmente que o fotógrafo não conheça seu equipamento, ou não saiba como usá-lo de forma eficaz.

Por exemplo, na assembléia ao Redor do Mundo das Testemunhas de Jeová em 1963, no “Rose Bowl” de Pasadena, Califórnia, desvendou-se impressiva vista diante da assistência quando as luzes do “Rose Bowl” foram apagadas à noite e a tribuna e as letras do tema do congresso se destacaram por efeitos especiais de iluminação. Daí, centenas de lâmpadas de flash espocaram por todo o “Rose Bowl” por parte daqueles que não conheciam seu equipamento. Alguns, a 150 metros de distância, tentavam tirar uma fotografia com uma lâmpada que estendia seu efeito luminoso a cerca de 7 metros. Com efeito, tentavam iluminar uma cena que conseguia seus efeitos especiais e seus atrativos pelo apagar das luzes. Uma exposição mais demorada, com a máquina apoiada em algo sólido, teria conseguido o resultado almejado numa situação assim. De modo a não ficar desapontado, conheça o que seu equipamento se destina a realizar, e saiba usá-lo.

Muitas das testemunhas de Jeová levaram suas câmaras para seus congressos este ano e talvez desejem fazer uma estória fotográfica. Ao invés de apenas mostrarem fotografias de massas de pessoas, vários temas de estórias fotográficas poderiam ser explanados, tais como “As Famílias Felizes Adoram Juntas”, “Assembléias — Uma Demonstração de Unidade”, “Rostos Felizes com Futuro Esperançoso”, “Escutar e Aprender”. Se for assistir alguma assembléia no exterior, temas relacionados a seus irmãos cristãos, seu ministério, missionários, aqueles que servem onde há mais necessidade, e assim por diante, são apenas algumas idéias que podem ser explanadas. Em todo caso, seja cortês quando tirar fotos, fazendo-o com consideração pelos outros.

Bons livros de instruções sobre fotografar se acham disponíveis a custo moderado para qualquer pessoa que deseje dominar a arte básica de usar uma câmara e tirar fotos. Seja qual for a ocasião, porém, da próxima vez que empenhar-se numa experiência de fotografar, faça-o com alguma previsão e cuidado, de modo que, quando mostrar seus diapositivos a outros e ouvirem o clique, clique do projetor, não haja receio de ser apenas Joana, Henrique e as Cataratas do Niágara. Antes, transforme-o numa estória fotográfica.

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